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Manutenção de Elevadores de Condomínio: Garantindo a Segurança e o Funcionamento Eficiente

Elevadores são uma parte essencial da infraestrutura de qualquer condomínio residencial ou comercial. Eles proporcionam mobilidade e conforto aos moradores, visitantes e funcionários, permitindo o acesso fácil a diferentes andares. No entanto, para garantir um funcionamento seguro e eficiente, a manutenção adequada dos elevadores é de extrema importância. Nesta matéria, vamos explorar a importância da manutenção de elevadores de condomínio e como ela contribui para a segurança e o bom funcionamento desses equipamentos vitais. A segurança é o fator mais crítico quando se trata de elevadores. A manutenção regular é essencial para identificar e corrigir qualquer problema potencial antes que ele se torne uma ameaça à segurança dos usuários. Componentes como cabos, sistemas de freio, sensores e portas devem ser verificados periodicamente para garantir que estejam em boas condições de funcionamento. Uma manutenção deficiente pode resultar em acidentes graves, colocando em risco a vida e a integridade física das pessoas. Manutenção de elevadores evita falhas Além da segurança, a manutenção adequada também desempenha um papel fundamental na eficiência operacional dos elevadores. Elevadores bem conservados têm menos chances de sofrer falhas inesperadas, minimizando o tempo de inatividade e interrupções no transporte vertical. Isso é especialmente importante em condomínios com um grande número de moradores, onde a demanda por elevadores é alta. Um elevador que está sempre em manutenção é um incômodo para os residentes e pode afetar negativamente a qualidade de vida no condomínio. Uma boa prática é estabelecer um plano de manutenção preventiva para os elevadores do condomínio. Esse plano deve ser desenvolvido em conjunto com uma empresa especializada em manutenção de elevadores e seguir as recomendações do fabricante. A manutenção preventiva envolve inspeções periódicas, limpeza, lubrificação e substituição de peças desgastadas. Ao adotar uma abordagem preventiva, é possível identificar problemas em estágios iniciais e evitar reparos mais caros e demorados no futuro. Além disso, é essencial contratar uma empresa de manutenção de elevadores confiável e experiente. Ao selecionar um prestador de serviços, é importante considerar seu histórico, reputação, certificações e experiência no setor. Uma empresa qualificada terá técnicos treinados e equipamentos adequados para realizar as tarefas de manutenção de forma eficiente. Também é recomendável verificar se a empresa segue todas as normas de segurança e regulamentações vigentes. No que diz respeito aos custos, alguns condomínios podem ver a manutenção de elevadores como um gasto desnecessário. No entanto, é preciso considerar que a falta de manutenção adequada pode levar a reparos mais caros e até mesmo à substituição prematura dos elevadores. Além disso, a manutenção regular pode ajudar a melhorar a eficiência energética dos elevadores, resultando em economia de energia e redução das despesas do condomínio a longo prazo. Leia mais: Síndico omisso nas manutenções pode ter consequências Os síndicos e administradores de condomínio desempenham um papel importante na garantia da manutenção adequada dos elevadores. Eles devem estar cientes da importância da manutenção preventiva e destinar recursos suficientes para isso em seus orçamentos. Além disso, é importante envolver os moradores no processo, informando-os sobre a importância da manutenção regular dos elevadores e solicitando sua cooperação em relação às diretrizes de uso adequado. Em resumo, a manutenção de elevadores de condomínio é um aspecto crucial para garantir a segurança e o funcionamento eficiente desses equipamentos. A segurança dos usuários deve ser a prioridade máxima, e a manutenção regular é fundamental para identificar e corrigir problemas potenciais. Além disso, a manutenção adequada contribui para a eficiência operacional dos elevadores, reduzindo o tempo de inatividade e melhorando a qualidade de vida no condomínio. Portanto, investir em uma manutenção de qualidade é essencial para preservar o valor e a funcionalidade dos elevadores em condomínios residenciais e comerciais.

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Como o síndico pode evitar transtornos durante obras

As obras em condomínios são eventos frequentes e necessários para a manutenção, modernização e valorização dos imóveis. No entanto, é comum que esses processos causem transtornos e desconforto aos moradores. Nesse contexto, o síndico desempenha um papel fundamental na organização e no planejamento dessas obras, a fim de minimizar os impactos negativos e garantir uma convivência harmoniosa entre os condôminos. Neste artigo, exploraremos estratégias que o síndico pode adotar para evitar transtornos durante as obras. Planejamento da obra Uma das principais formas de evitar transtornos durante obras é o planejamento adequado. O síndico deve se antecipar aos problemas e estabelecer um cronograma claro e realista para a execução dos trabalhos. Isso envolve a contratação de profissionais qualificados, a definição dos materiais necessários e a estimativa do tempo de duração da obra. Um cronograma bem elaborado permite que os moradores sejam informados sobre os períodos em que ocorrerão os principais ruídos, poeira e interrupção de serviços, permitindo que se programem e se preparem para essas eventualidades. Comunicação Além disso, é essencial que o síndico estabeleça uma comunicação eficiente com os moradores. É importante manter todos informados sobre os detalhes da obra, incluindo a duração prevista, os horários de maior ruído, a interrupção de serviços como água e energia elétrica, bem como as medidas que serão adotadas para minimizar os transtornos. Para isso, podem ser utilizados diversos canais de comunicação, como murais, e-mails, grupos de WhatsApp ou aplicativos específicos do condomínio. A transparência na comunicação contribui para diminuir a ansiedade e o desconforto dos moradores durante o período de obras. Segurança nas obras Outro ponto importante é garantir a segurança de todos. O síndico deve certificar-se de que todas as medidas de segurança estão sendo tomadas pelos profissionais envolvidos na obra. Isso inclui o uso de equipamentos de proteção individual, a sinalização adequada das áreas de trabalho e a manutenção das normas de segurança estabelecidas pelos órgãos competentes. Além disso, é necessário que o síndico acompanhe de perto o andamento das obras e faça vistorias periódicas para garantir que não haja riscos para os moradores. Durante as obras, é importante que o síndico esteja disponível para ouvir os moradores e tratar de eventuais reclamações ou problemas que possam surgir. É natural que alguns transtornos ocorram durante o processo, mas é papel do síndico buscar soluções e amenizar os impactos negativos. Para isso, é importante ter um canal de comunicação aberto e promover reuniões ou assembleias específicas para discutir o andamento da obra e ouvir os moradores. Essa interação é fundamental para demonstrar que o síndico está atento às necessidades e preocupações de todos. Por fim, o síndico deve buscar a contratação de empresas e profissionais idôneos e qualificados para realizar as obras no condomínio. É importante fazer uma pesquisa prévia, solicitar referências e verificar a experiência desses profissionais. A contratação de empresas especializadas e confiáveis reduz os riscos de atrasos, problemas técnicos e retrabalhos, minimizando os transtornos causados aos moradores. O técnico de segurança do trabalho desempenha um papel fundamental nas obras, sendo responsável por garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores durante a execução dos serviços. Sua principal função é prevenir acidentes de trabalho, minimizar riscos ocupacionais e assegurar o cumprimento das normas de segurança vigentes. Leia mais: Síndico omisso nas manutenções pode ter consequências Em suma, o síndico desempenha um papel fundamental na gestão de obras em condomínios. Ao planejar adequadamente, manter uma comunicação eficiente, garantir a segurança, ouvir os moradores e contratar profissionais qualificados, é possível minimizar os transtornos e garantir uma experiência mais tranquila para todos durante as obras. Um síndico comprometido e atento às necessidades dos moradores é essencial para o bom andamento do processo e para a preservação do bem-estar e qualidade de vida de todos os condôminos.

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Construtora é condenada por mais de 90 falhas em obra de condomínio de SP

Quando a pretensão do consumidor é de natureza indenizatória não há incidência de prazo decadencial. Seguindo esse entendimento, o juiz Thiago Pedro Pagliuca dos Santos, da 15ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), condenou uma construtora ao pagamento de indenização por mais de 90 falhas em um condomínio do Morumbi, bairro da zona sul da capital paulista. Inicialmente, 114 falhas foram apontadas pelo condomínio. As falhas na construção começaram a ser notadas em 2014. A defesa da empreiteira apontava que o prazo decadencial já havia sido ultrapassado. Pelo Código de Defesa do Consumidor, é de 90 dias o prazo para o consumidor reclamar por vícios aparentes ou de fácil constatação no imóvel, contado a partir da efetiva entrega do bem. LEIA TAMBÉM: O magistrado destacou que o CDC não estipula um prazo específico em casos de pretensão por indenização por inadimplemento contratual. Ele seguiu um entendimento do Superior Tribunal de Justiça que, nesses casos, “prescreve em vinte anos a ação para obter, do construtor, indenização por defeitos da obras”. Inicialmente, foram apresentadas 114 falhas. Um laudo apontou, no entanto, que 22 não seriam construtivas. Outros 38 vícios eram aparentes e 54 ocultos. “O pleito indenizatório alternativo da parte autora deve ser acolhido, concernente no valor a ser despendido para a realização dos reparos necessários. O montante, assim, deverá ser fixado em sede de liquidação de sentença, mediante apresentação de ao menos dois orçamentos por parte da requerente.” Atuam na causa, em favor do condomínio, os advogados Alex Terras e Kelly Gonçalves, do escritório Terra Gonçalves Advogados. Clique aqui para ler a sentençaProcesso 1067142-37.2019.8.26.0002 Fonte: Conjur

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Síndico omisso nas manutenções pode ter consequências

Realizar a manutenção condominial é essencial tanto para a segurança do condomínio, como para uma sensação de bem estar de quem vive no local. E ter um síndico omisso a essas questões pode ser um problemão.  Um ambiente cuidado resulta na valorização do patrimônio e reduz conflitos entre moradores e administração. Afinal de contas, não tem como um síndico omisso não virar alvo em um espaço no qual as coisas não funcionam. E aí é que tá! É o síndico que de fato responde quando o condomínio começa a sucatear? Como agir nesses casos? A manutenção condominial está entre as responsabilidades do síndico. Segundo o  Código Civil (Art. 1.348), o síndico deve guardar as partes comuns do prédio e zelar pela prestação dos serviços que interessem aos moradores. Com base nisso, o síndico pode, sim, ser responsabilizado pela manutenção (ou a falta dela) no condomínio.  Priorizando Manutenções Em um condomínio que acumula problemas, o primeiro passo que o síndico deve tomar é organizar as demandas e estabelecer ordem de prioridade.  Uma alternativa é a criação de um Plano de Manutenção Preventiva, contando com a ajuda de empresa especializada.  O síndico pode efetuar um relatório de inspeção predial, na qual deve ter em mente prioridades como: segurança, saúde e cumprimento de leis. LEIA TAMBÉM: Conhecer metodologias como matriz GUT e matriz SWOT, pode ajudar. GUT – Gravidade, Urgência e Tendência é o significado da sigla GUT, que batiza a ferramenta usada na priorização de resolução de problemas e tomadas de decisão. Por meio dela o síndico consegue enxergar o que é realmente relevante ou mais prioritário para o empreendimento, atribuindo pontuação a cada item inspecionado. SWOT – A matriz SWOT vem do inglês Strengths (forças), Weaknesses (fraquezas), Opportunities (oportunidades) e Threats (ameaças) e é muito usada na administração de empresas. A metodologia faz análise do ambiente interno e externo e auxilia a elencar itens relacionados à essência do condomínio. Por exemplo, o que leva uma pessoa a decidir por morar neste empreendimento e não em outro. O síndico pode ainda fazer o uso de ferramentas para ajudar no controle das atividades, como checklists, painéis físicos, planilhas, roteiros, softwares ou aplicativos – estes últimos, por serem online, são mais práticos e funcionais. É possível terceirizar a manutenção predial? A resposta é sim! Caso o síndico não queira se preocupar com a manutenção predial do seu condomínio, a gestão da manutenção poderá ser delegada a uma empresa ou profissional especializado no assunto.  Mas, vale destacar, que mesmo nesse caso, ele continua respondendo civil e criminalmente em caso de algum problema em relação à manutenção. Delegar uma responsabilidade que é sua, para uma empresa, por exemplo, não o isenta da responsabilidade definida por lei. A decisão da escolha de uma empresa especializada para fazer a manutenção predial também deve ser acordada em assembleia geral com os moradores. A empresa que ganhar o serviço deverá ser responsável pela manutenção preventiva, preditiva e corretiva. Além de mostrar transparência emitindo relatórios que deem informações sobre as condições de conservação do prédio.  Síndico omisso, como agir? Os moradores podem se deparar com síndicos omissos em relação às demandas de manutenção do condomínio. Infiltração na garagem, elevador precisando de reparos, cadeiras da área de lazer quebradas, quadras sucateadas.  Se em meio a tantos problemas e reclamações dos moradores, nada é feito, como agir? A primeira alternativa dos condôminos sempre é o diálogo. Todos têm o direito de cobrar do síndico que ele atue conforme suas atribuições. Se não resolver, o Conselho Fiscal pode ser acionado, já que entre as suas responsabilidades e atividades específicas está a de fiscalizar o síndico. Em caso de omissão do síndico, o Conselho deve atribuir as tarefas ao subsíndico, se existir. Lembrando sempre de interpretar as obrigações conforme a convenção do condomínio. Em último caso, o síndico pode passar pelo processo de destituição, por má administração do condomínio. Isso por que, a sua omissão fere a responsabilidade de “diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns e zelar pela prestação dos serviços que interessem aos possuidores”. Neste processo os moradores podem convocar uma assembleia com quórum necessário de um quarto dos condôminos. A destituição ocorrerá se houver aprovação da maioria absoluta dos membros (metade mais um dos condôminos) e se existirem provas concretas que fundamentam a ação. Riscos legais O síndico também pode responder legalmente tendo em vista as responsabilidades que o cabem.  São elas: a  No caso de responsabilidade civil, o síndico pode vir a responder, por exemplo, pela negligência quanto à manutenção dos elevadores que cause algum acidente. No caso da responsabilidade criminal, após comprovada, ele pode ser afastado de sua função, pode ter que pagar uma multa ou ressarcir financeiramente o condomínio e até mesmo ser preso. Fonte: MyCondy

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O ano dos incêndios: por que mais prédios sofrem com incêndios em 2022?

Descubra os motivos do crescimento de incêndios e o que fazer para preveni-los. Quem mora em edifícios busca privacidade, conforto, tranquilidade e segurança. Contudo, é preciso ter cuidado e atenção com um perigo em potencial: os incêndios. O ano de 2022 registrou um crescimento alarmante no número de incêndios em várias regiões do Brasil. No Ceará, por exemplo, houve um aumento de 102,27% em incêndios. Segundo informações do Corpo de Bombeiros do Paraná, foram mais de 2 mil casos registrados. Já em São Paulo, houve o emblemático incêndio na região da 25 de Março, que atingiu outros imóveis e precisou de mais de 70 horas para ser contido. Este é um problema histórico, com incidentes que causaram milhares de vítimas como os incêndios nos edifícios Andraus e Joelma, ambos na capital paulista em 1972 e 1974. Além disso, houve a tragédia na Boate Kiss, em Santa Maria, responsável pela morte de 250 jovens em 2013 – cujo júri que condenou os réus foi anulado recentemente pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS). Por que os incêndios em edifícios aumentaram tanto? Segundo o Corpo de Bombeiros de São Paulo, o crescimento de incêndios estruturais aumentou 60% desde o início da pandemia de Covid-19. Como o uso de equipamentos eletrônicos aumentou durante o período de isolamento social, o que tem a ver com a principal causa deste problema: as sobrecargas no sistema elétrico. Segundo estudo da Associação Brasileira de Conscientização dos Perigos da Eletricidade (Abracopel), metade acontece por este motivo. A sobrecarga acontece quando existem muitos equipamentos eletrônicos conectados à rede. Apesar das instalações elétricas de novos imóveis serem projetadas para suportar grande demanda de energia, ainda é possível que haja queda dos disjuntores, redução da luminosidade e problemas nos cabos e fios. LEIA TAMBÉM: Segurança do Trabalho é obrigação do síndico no condomínio Acidente na garagem: quando o condomínio deve se responsabilizar 11 maneiras de aumentar a segurança do seu condomínio Além da manutenção falha nas instalações elétricas, outros fatores são o armazenamento de materiais inflamáveis e a utilização inapropriada de imóveis – por exemplo, lojas que são transformadas em depósitos. Para completar, a ausência de reformas estruturais em prédios antigos oferece altíssimo risco para incêndios. Como eles não costumam estar de acordo com todas as normas de segurança atuais, eles oferecem mais risco. Como evitar incêndios nos prédios? A prevenção e o combate aos incêndios devem ser feitos seguindo uma cartilha rigorosa de cuidados – tanto por parte dos moradores quanto pelos profissionais do condomínio. Por isso, a Associação Brasileira de Normas Técnicas estabelece todas as diretrizes a serem seguidas na norma NBR 14432:2001. Responsável por detalhar as exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações, a regra estipula todas as circunstâncias a serem cumpridas pelos componentes estruturais e de compartimentação que compõem as edificações – assim, evitando colapsos na estrutura em caso de incêndios. Os requisitos para isolar e estancar o fogo devem ser obedecidos por tempo necessário para proporcionar: Fuga das pessoas dentro do prédio em condições de seguras; Proteção das operações de combate a incêndio; Redução de danos nos edifícios próximos e na infraestrutura pública. Consequentemente, a NBR 15200:2012 determina padrões de projeto de estruturas de concreto diante de um incêndio e a maneira de realizar o atendimento nessas situações. Medidas de segurança dos condomínios Entre as principais ações a serem tomadas pelos condomínios, funcionários e moradores para evitar incêndios, vale ressaltar: Ter o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). Esse documento é o certificado de que o prédio está de acordo com as normas estabelecidas de combate a incêndios e apto para residência e movimentação de pessoas; Treinar os funcionários para saber como tomar providências diante de uma emergência; Verificar o estado dos extintores e testar as mangueiras dos hidrantes com periodicidade; Inspeção e recarga dos extintores todo ano; Instalação de alarme de incêndio, especialmente se o edifício possui portaria remota; Certificar que o registro do barrilete do hidrante fica sempre aberto; Garantir que não tenha extintores presos em correntes nem cadeados nas portas onde estão os hidrantes; Checar regularmente as portas corta-fogo, assegurando lubrificação de dobraduras, bom estado das molas e fechamento total. Qual o papel do zelador para evitar incêndios? O zelador é o responsável pelo cuidado com o funcionamento e gerenciamento do edifício. É o profissional que realiza gestão dos funcionários do local, acompanha as tarefas executadas e cuida do patrimônio. Além disso, ele atua em cooperação com o síndico nas questões administrativas na resolução de problemas do edifício. Por isso, seu trabalho deve ser pautado na gestão, organização, tempo e paciência. Veremos a seguir as atribuições do zelador e a importância das suas atividades na prevenção de incêndios. Preparar os funcionários para atuar em situações de emergência; Realizar o treinamento anual da brigada de incêndio do condomínio; Fazer inspeções para garantir boas condições aos extintores, hidrantes, placas sinalizadoras da rota de fuga, alarme de incêndio e equipamentos para o combate do fogo; Manutenção do registro do barrilete, garantindo que suas tubulações poderão ser usadas para conter incêndios; Inspeção de portas corta-fogo, garantindo que poderão ser utilizadas com segurança durante as emergências; Ter uma rota de fuga de emergências bem delimitada e sem obstáculos; Manter atualizada lista de contatos de emergência na portaria; Atenção a vazamento de gás e sinais de problemas elétricos no condomínio; Garantir que o condomínio terá todas as condições necessárias para ter o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). É uma lista grande de atribuições, mas são imprescindíveis para garantir a segurança dos condôminos e que o fogo seja um perigo para todos.

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Primavera chegando e com ela a manutenção da área de lazer

Com a mudança da estação para a primavera, as chuvas se tornam mais frequentes na capital federal. A umidade relativa do ar fica em níveis mais elevados e o clima continua quente. Período em que as pessoas preferem continuar em casa e aproveitar as áreas de lazer do condomínio, sendo para o síndico uma oportunidade para checar como está a área de lazer do condomínio e se necessário, a realização da manutenção, para evitar qualquer incidente. Empreendimentos anunciam mais de quarenta itens de lazer, um verdadeiro clube, com piscina, sauna, campo de futebol, quadra poliesportiva, squash, espaço gourmet, cinema, salão de festas, churrasqueira, home office, pista de cooper, rampa de skate, academia, sala de jogos, ateliê, barbearia, conserto rápido de roupas e calçados, e muitos outros.. A manutenção bem feita tem que ser programada e realizada, sob o risco de, passado algum tempo, se deparar com equipamentos e locais abandonados onde as crianças podem se ferir, ou potenciais criadouros de vetores de moléstias. É essencial que tudo seja bem administrado, todas as áreas de lazer constante e cuidadosamente limpas e em perfeito funcionamento, valorizando o imóvel. Nada mais desagradável que levantar cedo, antes de sair para o trabalho, short-camiseta-tênis, uma garrafinha de água ou isotônico, descer à academia e se deparar com a esteira quebrada.

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Como está a qualidade da água no seu condomínio?

A gestão do condomínio exige atenção a muitos aspectos para garantir o bem estar aos condôminos. Ser síndico vai muito além da isenção do pagamento da taxa condominial. São diversos os deveres e afazeres dos síndicos. Um deles é a atenção com a limpeza recorrente da caixa d’água e cisternas. O sistema de armazenamento e distribuição de água precisa estar em dias para garantir a saúde de todos que consomem aquela água. Leia mais sobre: O conceito do 5S-Kaizen aplicado a gestão de condomínios Existe uma série de análises que devem ser realizadas para avaliar a qualidade da água que chega na torneira. É de suma importância que o síndico contrate um profissional para fazer cuidados prévios. Isso porque, mesmo recebendo tratamento pelas companhias de saneamento, conforme os padrões estabelecidos pelo Ministério da Saúde, a água do condomínio pode sofrer algum tipo de contaminação até chegar à unidade, durante o seu armazenamento. “Se a limpeza da caixa d’água ou cisterna não estiver em dia ou se apresentar problemas de vedação, como tampas quebradas e rachaduras, há o risco da entrada de insetos, ratos, lagartixas e outros animais, o que contribui para a contaminação.” É recomendado que, após a manutenção da caixa d´água, o síndico ou a administradora do condomínio realize um teste com a água por uma empresa credenciada ao Conselho Regional de Química, para emitir um laudo de potabilidade que vai diagnosticar a presença de possíveis vírus e bactérias, além de medir outros parâmetros importantes para o consumo humano. Leia mais sobre: Água pura em condomínio com facilidade e segurança A falta de sanitização dos reservatórios domésticos de água (cisterna ou caixas d’água) traz como reflexo a incidência de doenças como hepatite A, giardíase, amebíase, leptospirose, cólera, entre outras. Ou seja, a correta higienização dos reservatórios de água são cuidados sanitários fundamentais para a saúde do corpo humano tal qual a higiene pessoal. A atenção para essa demanda é essencial para garantir a qualidade de vida de todos os condôminos. Leia mais sobre: Sobre a limpeza da caixa d’água do seu condomínio Todas as atividades que cabem aos gestores condominiais influenciam diretamente a vida de todos os moradores.   Marcus Melo Presidente da Associação das Administradoras de Condomínios do Ceará   Fonte: Diário do Nordeste  

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Inspeção Predial: Por que seu Condomínio precisa fazer?

Você já deve ter escutado aquela frase “prevenir é melhor do que remediar”, certo? No contexto de condomínios, isso se torna cada vez mais importante. Prevenir é evitar, economizar e valorizar. Deixa eu te explicar melhor.   São muitos os deveres que um síndico tem com o seu condomínio. Além da prestação de contas e da gestão de colaboradores, o síndico também é diretamente responsável pela gestão patrimonial. A maioria das pessoas não sabe, mas uma das principais responsabilidades dos síndicos é a contratação de uma empresa especialista para fazer a inspeção predial do edifício. Esse procedimento é muito importante para não só avaliar o estado da obra no momento do registro, mas, principalmente, tentar diagnosticar e prever possíveis problemas, minimizando ou evitando prejuízos. Quanto mais cedo a identificação, melhores os resultados de manutenção e menores os valores investidos em reformas e consertos.   Afinal, o que é a Inspeção Predial? A inspeção predial é uma das ferramentas da Engenharia Diagnóstica. Além da inspeção, vistoria e perícia são os outros conceitos para avaliar o estado de conservação de um imóvel. A principal diferença entre vistoria e inspeção é que o objetivo da vistoria consiste na simples constatação enquanto a inspeção pressupõe a análise do risco. Para prevenir, o próprio zelador pode se programar para fazer uma vistoria nos elevadores, instalações elétricas e hidráulicas, nos para-raios, playground, entre outros locais, uma vez por semana. Mas essa não é a inspeção de que tratam as normas técnicas. Desde 21 de maio de 2020, está em vigor a Norma técnica ABNT NBR 16747, intitulada “Inspeção Predial – Diretrizes, conceitos, terminologia e procedimento“, que detalha como devem ser feitos os relatórios de inspeção predial, tendo em vista que estes devem ser obrigatoriamente realizados por profissionais habilitados e devidamente registrados no CREA ou CAU. A inspeção classifica, então, os problemas identificados em função do risco à saúde e segurança dos usuários. Os problemas são classificados segundo o grau de urgência em relação à prioridade de intervenção, definindo-se, assim, o plano de manutenção. Resumindo, a inspeção predial é uma avaliação que tem por objetivo identificar o estado geral da edificação e se seus sistemas construtivos, observando os aspectos de desempenho, funcionalidade, vida útil, segurança, estado de conservação, manutenção, utilização e operação, consideradas às expectativas dos usuários. Ela diminui o risco de acidentes prediais e contribui para um melhor direcionamento dos investimentos nos condomínios e para as adequações do plano de manutenção. Quais os principais benefícios em fazer uma inspeção predial? Os prédios estão ficando cada vez mais velhos e necessitam de manutenções frequentemente. Porém, engana-se que somente prédio com mais idade necessita de uma inspeção predial. Os prédios novos podem também apresentar vicios ocultos de obras que podem trazer uma boa dor de cabeça aos moradores e ao síndico. A inspeção predial vem justamente para trazer alívio à gestão do síndico e segurança aos moradores. Por isso, separei três grandes benefícios que o laudo traz ao condomínio. 1. Evitar acidentes e tragédias Segundo o artigo 1.348 do Código Civil, a manutenção e obras realizadas no condomínio, assim como o zelo pela prestação de serviços são de responsabilidade do síndico. Com base nisso, o síndico pode, sim, ser responsabilizado pela manutenção (ou falta dela) no condomínio. Casos como acidentes por falta de manutenção em elevadores ou queda de uma parte da fachada que cause danos a terceiros, o síndico será responsabilizado por negligência. Essa responsabilidade pode ser civil quando há descumprimento das atribuições de síndico, gerando impacto na vida de terceiros. Como também pode ser uma responsabilidade criminal, quando é referente a mais do que uma omissão ou descumprimento da atribuição e pode ser classificada como crime ou contravenção penal. Em outubro de 2019, na cidade de Fortaleza, um prédio desabou ocasionando 9 mortos e 7 feridos. O motivo foi a falta de manutenção da construção onde as causas foram falhas construtivas na reforma, ausência de documentos e sobrecarga (60 m² irregulares). Uma inspeção predial poderia ter evitado o desastre. A inspeção predial protege e dá segurança ao síndico sobre como estão as condições de conservação do prédio, traz um plano de manutenção que deixa claro quais as manutenções devem ser feitas e a ordem de prioridade e urgência. 2. Economia com manutenções Talvez uma das maiores dificuldades de um síndico seja a falta de certeza do que deve ser feito para manter o estado de conservação do prédio. Algumas opções mais comuns são fazer algumas reformas e pinturas no prédio dando uma “vida” à construção, porém pode esconder alguns problemas que só um olhar técnico pode encontrar. O laudo de inspeção predial é como se fosse um manual para dar clareza ao síndico sobre quais manutenções precisam ser feitas, evitando reformas desnecessárias ou retrabalhos. Por exemplo, um condomínio em Curitiba estava com uma rachadura. O síndico contratou uma empresa para executar a obra a fim de corrigir a rachadura e aproveitou para fazer uma pintura predial. Quase dois anos depois, a rachadura voltou a aparecer e o novo síndico, sabendo que já tinha ocorrido aquele problema anteriormente, resolveu contratar uma empresa para realizar um laudo técnico. Nele foi identificado a patologia no qual foi necessário uma nova obra e pintura. Um custo altíssimo para o condomínio que não conseguiu resolver o problema na primeira vez. E é normal que, quando um imprevisto acontece, os síndicos aumentem a taxa da mensalidade para cobrir os gastos, o que acaba causando desconforto e um tanto de revolta nos moradores. Muitos condomínios usam a manutenção corretiva, que é apenas utilizada quando algum problema já ocorreu. No entanto, apesar de ser a mais usada, definitivamente não é a melhor, já que o custo da manutenção corretiva acaba sendo muito maior. Em média, a manutenção corretiva é 5 vezes mais cara em relação à preventiva. As manutenções preventivas podem parecer caras e trabalhosas, mas, ao contrário do que se pode pensar, ter custos periódicos com a preservação do patrimônio é uma maneira inteligente de economizar. Com um plano de manutenção gerado

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