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Manutenção Predial

Manutenção Predial, Sustentabilidade

Garanta energia para as futuras gerações

O desenvolvimento tecnológico deu, e ainda dá – acredite, em pleno ano 2021 ainda tem gente sem luz elétrica –, a oportunidade de se receber em casa energia elétrica. O consumo deste recurso é um dos grandes vilões da atualidade, que vem sendo discutido desde o século passado. É mesmo real. O mundo tem passado por uma crise energética. A previsão é de que a demanda dobre nos próximos 30 anos e isso não poder ser feito com base apenas em combustíveis renováveis (como a energia solar e das hidrelétricas), que possuem limites para a sua utilização. A única saída viável, além das fontes alternativas, é a conscientização da população, no que diz respeito à má utilização deste recurso finito. A Elektro, famosa distribuidora de energia elétrica, disponibiliza algumas dicas para economia. O síndico deve colocar no quadro de avisos essas dicas, que podem ser encontradas no site da empresa. Confira algumas delas: Residências • Evite acender qualquer lâmpada durante o dia, habituando-se a utilizar melhor a iluminação natural; • Apague as lâmpadas dos cômodos desocupados, salvo aquelas que contribuem para a sua segurança; • Utilize somente lâmpadas de voltagem (Volts) compatível com a voltagem da rede da concessionária de energia elétrica; • A iluminação deve ser adequada a cada tipo de ambiente. Tanto a falta como o excesso de iluminação prejudicam a visão; • Pinte tetos e paredes internas com cores claras, evitando o uso de lâmpadas de maior potência; • Em dias quentes, use o chuveiro na posição Verão. Na posição Inverno, o consumo de energia é até 30% maior; • Guarde ou retire os alimentos da geladeira de uma única vez. Também não coloque os alimentos quentes ou destampados dentro da geladeira. Eles exigem mais do motor e, por conseqüência, gastam mais energia; • Acumule a maior quantidade de roupa para passar de uma vez. Condomínios • Utilize sempre que possível a iluminação natural suficiente abrindo janelas, cortinas e persianas em ambientes como o hall social, a sala de visitas, o salão de festas, o salão de jogos, etc. • Instrua os empregados a desligarem as lâmpadas de dependências desocupadas, exceto aquelas que contribuem para a segurança. • Limpe regularmente paredes, janelas, pisos, e forros. Uma superfície limpa reflete melhor a luz, o que permite manter menos intensa a iluminação artificial. • Limpe regularmente as luminárias, lâmpadas e demais aparelhos de iluminação. A sujeira acumulada reduz a iluminação. • Substitua luminárias antiquadas ou quebradas por luminárias mais eficientes, de fácil limpeza e, de preferência, com lâmpadas exposta, que deste modo poderão ser de menor potência. • Quando o fator estético não tiver importância retire o acrílico e o globo, que absorvem grande parte do fluxo luminoso. Você poderá assim utilizar lâmpadas de menor potência. • Não use lâmpadas incandescentes de bulbo fosco dentro de globos. É preferível utilizar lâmpadas com bulbo transparente. As lâmpadas de bulbo fosco foram criadas para minimizar o efeito ofuscante e apresentarem uma luz confortável, suave e difusa, mas também absorvem uma parte da luz emitida pelo filamento. • Como o globo elimina o ofuscamento, o uso de lâmpadas de bulbo fosco acarretará menor iluminação e poderá exigir lâmpadas de maior potência. • No hall social, na entrada e na marquise do seu prédio, a instalação de lâmpadas incandescente embutidas no teto é uma péssima solução do ponto de vista da utilização de energia. A eficiência do conjunto torna-se muito reduzida, o aquecimento é excessivo e a vida útil da lâmpada também se reduz, por falta de ventilação adequada. Sugerimos rebaixar a lâmpada e reduzir sua potência, ou usar lâmpadas refletoras de menor potência. As lâmpadas de 100 Watts podem ser substituídas por lâmpadas de 60 Watts ou 40Watts, o que proporcionará uma redução de 40% a 60% no consumo de energia elétrica nesses locais. Outra opção seria as lâmpadas fluorescentes compactas. • Nos corredores, no hall social e nas escadas, verifique a possibilidade de substituir as lâmpadas incandescentes também por lâmpadas fluorescentes compactas. • Refaça se possível, a instalação dos circuitos de interruptores, para permitir o desligamento parcial de lâmpadas em desuso ou desnecessárias. • Em locais onde houver muitas lâmpadas acesas, verifique a possibilidade do desligamento alternado. • Se há na garagem luminárias com lâmpadas fluorescentes comandadas em grupo, estude a possibilidade de instalar interruptores individuais comuns ou do tipo pêra (pendente); eles permitirão o desligamento parcial de determinadas lâmpadas, evitando-se a iluminação plena todo o tempo. • Nas garagens, procure iluminar somente as áreas de circulação de veículos, e não diretamente os boxes. • Ao desativar uma ou mais lâmpadas fluorescentes, não esqueça de desligar também o reator, caso contrário, ele continuará consumindo energia elétrica, reduzindo-se a sua vida útil. • Rebaixe as luminárias instaladas entre as vigas do teto da garagem. Com isso, aumentará a intensidade da iluminação, podendo inclusive reduzir o número de lâmpadas. • Onde for possível, use uma única lâmpada de maior potência no lugar de várias lâmpadas de menor potência. • Em áreas externas (jardins, estacionamentos, áreas de lazer, e etc.) estude a possibilidade de substituir as lâmpadas existentes por lâmpadas a vapor de sódio a alta pressão (VSAP), que fornecem mais luz com menor consumo de energia elétrica. Analise também a possibilidade de instalar fotocélulas ou temporizadores para controle de iluminação. • Utilize somente lâmpadas de tensão compatível com a tensão da rede da concessionária. Em caso de dúvida consulte sempre a concessionária. Mais dicas no site www.elektro.com.br

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Como está a saúde de sua edificação ?

Aprendemos desde cedo que para manter nossa saúde, precisamos periodicamente de exames clínicos e laboratoriais. Se nos descuidamos e não fazemos um check-up preventivo, podemos nos deparar tardiamente com alguma doença já instalada. Na Engenharia é a mesma coisa. A Engenharia Diagnóstica se assemelha metaforicamente à medicina: o “paciente”, no caso da engenharia, é a estrutura da edificação; os “exames” são os ensaios; as “doenças” são as patologias; e os “remédios” ou o “tratamento” são os materiais de recuperação. A Engenharia Diagnóstica em Edificações trata, então, das investigações científicas das patologias prediais, através de metodologias que possibilitem obter dados técnicos para a caracterização, análise, atestamento, apuração da causa ou prescrição do reparo para a patologia em estudo. Ela é responsável por identificar e prevenir diferentes problemas, como fissuras, infiltrações e até incêndios. Através dos diferentes tipos de investigações técnicas, é possível também determinar patologias, como anomalias construtivas, falhas de manutenção e irregularidades de uso. Outras finalidades da engenharia diagnóstica são o aprimoramento da qualidade e a apuração de responsabilidades (inclusive no âmbito judicial). Por essa razão, ela é essencial em todas as fases de desenvolvimento de uma construção. As ferramentas de investigação técnica (FIT) mais tradicionais da Engenharia Diagnóstica proporcionam uma análise para tomada de ações proativas através de diagnósticos, prognósticos e prescrição técnica, com foco na qualidade total da edificação. São elas: – Vistoria: Atividade de constatação de um fato, mediante exame circunstanciado e descrição minuciosa dos elementos que o constituem (ABNT NBR 13.752/1996); – Auditoria: Atividade que envolve a obtenção de evidências (registros, fatos ou outras informações) que avalia o atendimento a determinados critérios: políticas, procedimentos, normas técnicas ou requisitos usados como referência (Adaptado da ABNT NBR ISO 19.011/2012); – Inspeção: Diversas atividades (processos) de avaliação das condições técnicas da edificação. Fundamenta-se em atividade de anamnese e de vistoria sensorial, podendo ter o apoio de testes e verificações expeditas, apurando as causas da situação, classificação da importância das falhas, anomalias e manifestações patológicas mais significativas, assim como indicação das ações necessárias para assegurar a conservação da edificação (Adaptado da ABNT NBR de Projeto de Norma Inspeção Predial, 2016); – Perícia: Atividade que envolve apuração das causas que motivaram determinado evento, tais como, anomalias, falhas etc. (Adaptado da ABNT NBR 13.752/1996). Mas apenas essas quatro ferramentas de investigação são suficientes? Sim, se considerarmos apenas as fases do desenvolvimento intelectual de uma investigação técnica (vistoria, auditoria, inspeção e perícia). E não, caso se entenda que há muitas respostas fornecidas diretamente pela tecnologia e informática, como levantamentos topográficos, sondagens, ensaios laboratoriais, protótipos e outras modernas tecnologias. Da mesma forma que o médico precisa, muitas vezes, de exames laboratoriais e tecnológicos para detectar uma doença e seu grau de complexidade, a Engenharia Diagnóstica precisa de equipamentos que possam detectar com precisão patologias não visíveis. E nesse ponto entram os Ensaios Não Destrutivos (END), que são aqueles que não alteram, de forma permanente, o material a ser analisado. Estes tipos de ensaios (detecção magnética de armadura, radar, termografia, resistividade elétrica superficial, ultrassonografia, dentre outros) são de fundamental importância no processo de investigação e determinação dos tratamentos de uma estrutura que se encontra “doente”. Portanto, hoje, com o avanço tecnológico, além da importância da contratação de um profissional especialista para diagnosticar e prescrever a correta reabilitação do sistema construtivo, é fundamental que esse profissional habilitado disponha de equipamentos que irão auxiliar no diagnóstico mais preciso, gerando a economia que o usuário espera. Engenharia é coisa séria. Um Engenheiro nunca pode “achar que…”. Ele deve estar seguro para apontar soluções onde são premissas: a qualidade, o preço, o prazo e a responsabilidade ética e social. E para isso, ele deve estar em constante atualização, buscando novos conhecimentos e novas ferramentas que irão proporcionar resultados assertivos e benefícios concretos.

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Quer reformar na quarentena? Veja o que é possível (e censurável) fazer

Segundo especialista, medidas sanitárias e população trabalhando em home office podem impor restrições a realizações de obras. A pandemia de Covid-19 mudou a vida de todo mundo, dos que estão em casa, isolados, àqueles que permanecem trabalhando. Entre os segmentos considerados essenciais, mas que tiveram de se adaptar a uma nova rotina, está o da construção civil.No entanto, com parte da população trabalhando em casa, seguindo recomendações sanitárias rígidas para evitar o contágio pela doença, executar algumas obras nesse período pode ser considerado, além de desrespeitoso, uma ameaça à saúde dos vizinhos. Em alguns estados, já existe legislação para proibir obras e reparos não emergenciais em condomínios, tanto na área comum quanto em unidades isoladas. É justamente o que estabelece a Lei 8.808/2020, sancionada pelo governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, na semana passada. No DF, ainda não há legislação vigente estabelecendo limites para a realização de obras. Contudo, especialistas defendem que, antes de decidir mudar ou consertar algo em casa, é importante lembrar que o interesse coletivo está sempre acima do individual. Nesse caso, é preciso avaliar os riscos oferecidos à família, aos prestadores de serviço e aos vizinhos, quando estão no mesmo prédio ou condomínio. Bom senso “Nesse período de quarentena, em que as pessoas estão em casa, trabalhando, estudando, algumas se recuperando de Covid-19, é importante que as pessoas só executem obras essenciais e urgentes. Obras urgentes são aquelas que, se não forem feitas, tornam o imóvel inabitável”, explica o consultor para condomínios Nicson Vangel. Em condomínios, é importante ter em mente que a execução precisa ser informada e autorizada pelo síndico. Se não houver acordo entre as partes, a próxima instância costuma ser a Justiça. “É um período difícil e o Judiciário também tem entendido que obras estéticas e não essenciais devem ficar para depois”, adianta Vangel. Jurisprudência Uma decisão da 19ª Vara Cível de Brasília confirma a fala do especialista. Expedida em abril, ela determina que o proprietário de um apartamento fique impedido de iniciar reforma do imóvel, enquanto durarem as restrições de circulação de pessoas, sob pena de multa de R$ 1 mil por ato de descumprimento. O juiz responsável destacou a excepcionalidade da situação. “Evidentemente, a circulação dos trabalhadores da obra nas dependências do Condomínio, conquanto restrita, prejudica o necessário confinamento. Aliás, coloca em risco os próprios trabalhadores”, escreveu na decisão. Em caso de necessidade… Com mais tempo em casa, é natural ser surpreendido com várias ideias para mudar o lar e torná-lo mais confortável. No entanto, o momento é de pensar na segurança de todos. Mudanças na decoração e estética devem ser evitadas, ou executadas por conta própria. Já reformas de fato necessárias devem ser realizadas seguindo todas as recomendações de segurança. A arquiteta Renata Brazil, uma das sócias do Ateliê Monolito, tem passado por uma adaptação aos meios de comunicação digital, com funcionários e clientes. A intenção é evitar ao máximo o contato físico e atuar, presencialmente, apenas quando houver segurança e “for estritamente necessário”. “O trabalho continua, mas não tenho nenhuma obra em apartamento sendo executada, por exemplo. Apenas em casas ao ar livre, projetos abertos, com proteção e distância. Mas até as compras estamos tentando fazer on-line. Tem dado certo”, relata. A saída encontrada por Patrícia Tavares, também arquiteta, foi apresentar projetos por meio de videoconferências, escalar profissionais para evitar aglomeração de pessoas e adotar equipamentos de segurança como máscara, luvas e sapatilhas descartáveis para as visitas. “No começo foi bem difícil, os clientes estavam inseguros, os trabalhadores também. Agora estamos adaptados, cientes da importância de usar proteção e trabalhando de forma colaborativa, indicando o trabalho dos parceiros nas redes. É um esforço coletivo pro mercado não parar, porque as pessoas precisam trabalhar”, destaca. Fonte: Metropoles

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Asfaltei é uma excelente solução para fazer reparos no asfalto

O Asfaltei é um produto que contribui com praticidade e economia, para condomínios horizontais e verticais do DF, uma vez que são vendidos em sacos de 25 Kg, que os torna aptos para reparos pequenos, sem a necessidade de comprar grandes quantidades. Asfatei reduz drasticamente o tempo de sua aplicação, a disponibilizando a mão de obra para outros afazeres, o que agiliza a liberação imediata do trafego local, evitando possíveis acidentes. Asfaltei reduz em 25% o número de pessoas necessárias para sua aplicação. Um asfalto em sacos, que permite o fácil transporte em veículos pequenos e dispensa uso de máquinas, o que reduz custos e acelera as ações, está sendo usado para tapar os buracos em vias e em condomínios no DF. Este asfalto em sacos permite o trabalho com um único profissional e também não há necessidade de interromper o trânsito para manutenção no asfalto, uma praticidade operacional. Benefícios de utilizar Asfaltei -Aplicação pratica e fácil, pode ser feito por equipe própria. -Reaproveitamento de sobras -Possibilita trabalhos preventivos, evitando crateras posteriores -Redução do tempo de aplicação em até 50% -Pode ser estocado em céu aberto -Pode ser aplicado na presença de água ou umidade -Asfaltei é um asfalto CBUQ igual ao convencional, modificado por adição de um composto -Químico possibilitando sua estocagem por até 24meses. Asfaltei vem em uma embalagem pratica de 25kg e tem um rendimento de 4 sacos por 1m² com 5cm de espessura. Mais informações: Tel: (61) 3541-7175 Whatsapp

Manutenção Predial, Prevenção

Proteja o condomínio contra os raios com um bom SPDA

As descargas elétricas podem danificar o condomínio caso o sistema de para-raios esteja danificado por falta de manutenção. Já estamos acostumados a enfrentar as tempestades de verão e suas consequências como aumento do trânsito, perigo de enchentes e quedas de energia. Com a água que cai durante as fortes chuvas, vem também o raio. As descargas elétricas podem danificar o condomínio caso o sistema de para-raios esteja danificado por falta de manutenção. O Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA) protege as estruturas dos edifícios contra os raios gerados em tempestades. Ele conta com um sistema de captação (Gaiola de Faraday, Captor Franklin ou Esfera Fictícia), um sistema de condução (descidas de aterramento externas ou naturais) e um sistema de aterramento, que visa criar um caminho mais curto e eficiente para que a energia acumulada nas nuvens possa descarregar-se de maneira eficiente no solo. A verificação frequente e básica dos itens componentes do sistema de para-raios pode ficar sob a responsabilidade do zelador. Pois mesmo com a manutenção regular, uma pequena falha pode acabar em fatalidade. Portanto, o funcionário pode ficar encarregado de dar uma olhada no SPDA, pelo menos uma vez por semana. Os para-raios protegem exclusivamente a construção. Para a segurança de equipamentos eletroeletrônicos, são necessários os supressores de surto de tensão, evitando que as descargas elétricas vindas pelos cabos de força e de telefone atinjam e queimem os equipamentos. É possível ter um para cada aparelho, porém, o mais importante é instalar um supressor mais potente no quadro de entrada de força da casa e outro na entrada de telefone. De qualquer forma, isso exigirá o trabalho de empresa especializada, a quem caberá dimensionar a carga necessária e instalar os aparelhos. É recomendada a manutenção anual do para-raios. Ela consta de vistoria nos componentes do sistema e medições de resistência do aterramento, para verificar se a oposição à passagem da corrente elétrica está dentro dos padrões permitidos. Neste momento, é emitido o Atestado de Conformidade e de Medição Ôhmica dos Aterramentos, que substitui o anterior. Qualquer pessoa  com conhecimento técnico poderá efetuar uma vistoria visual no sistema e anotar alguma anomalia tais como: mastro caído, cabo rompido, isolador quebrado, aterramento desconectado, etc. Após uma forte tempestade, é prudente efetuar a vistoria acima descrita e, caso se verifique alguma irregularidade, deverão ser tomadas medidas corretivas para o perfeito restabelecimento do sistema. Elas evitam problemas com seguradoras e garantem a segurança das pessoas. Qualquer serviço executado no prédio, tais como: pintura, reparos em telhados, calhas, rufos, antenas, deve ser acompanhado pois quase sempre causam avarias no sistema. O para-raios deverá ser trocado, sempre que for detectada uma avaria. Como exemplo podemos citar que se um mastro em aço apresentar corrosão excessiva, o mesmo deverá ser trocado Tipos mais comuns Franklin: É composto por um ou mais captores de quatro pontas, montados sobre mastro. A altura deve ser calculada conforme as dimensões da edificação. Num sistema de para-raios pode haver vários deles. Gaiola de Faraday: É constituído por uma série de condutores, formando malhas fechadas sobre a cobertura. Cabos de cobre nus são dispostos nas áreas mais suscetíveis a sofrerem descargas (quinas e arestas dos prédios), passando por isoladores ou fixados direto sobre a superfície. Subsistemas: 1 – Sistema de Captação: Os captores são elementos destinados a receber a descarga elétrica. Podem ser constituídos pela combinação de diversos materiais metálicos como mastros, cabos e condutores em malha. 2 – Sistema de Condução: O sistema de condução é composto por cabos de cobre nus ou estruturas metálicas, ligando o sistema de captação ao de aterramento. São os chamados condutores de descida. O número varia de acordo com o nível de proteção. 3 – Sistema de Aterramento: a) Pontual Esse arranjo é composto de hastes verticais. É indicado para solos de baixa resistividade e pequenas edificações. Cada condutor de descida é conectado a uma haste vertical, atingindo uma profundidade mínima de cinco metros em relação ao nível do piso. Ele é eficiente para dispersão do raio, mas requer cuidado quanto às tensões de passo, caso o local seja de grande circulação de pessoas. Caso a contratante decida por instalar este modelo, o local deve ter seu fluxo de pedestres reduzido. b) Malha Esse tipo de aterramento é constituído de eletrodos em forma de anel. Ou seja, um cabo em volta de todo o perímetro do prédio, formando uma malha fechada. Este cabo deve estar enterrado no solo, a uma profundidade mínima de 0,5 metros em relação ao piso. Cada condutor de descida será interligado ao anel. Esse arranjo é o mais eficiente para dispersão do raio, pois reduz ao mínimo os riscos das tensões de passo. Entretanto, requer um maior investimento. Por tratar-se de um malha fachada, os riscos de danos para os equipamentos elétricos internos são minimizados. Embora a probabilidade de um raio incidir sobre uma edificação seja pequena, as consequências poderão ser catastróficas caso isso ocorra. Para diminuir os danos e perdas, foram criados níveis de proteção. Eles variam de acordo com o uso das edificações. O nível de proteção é o fator responsável pelo dimensionamento das grandezas de um sistema de para-raios. Instalação A instalação do para-raios é sempre feita seguindo uma sequencia de baixo para cima. Deve ser feito primeiro o aterramento, depois a descida e, finalmente, a captação. Se fizerem primeiro a captação e, neste momento, cair um raio, o mesmo não terá como ser conduzido para o solo pois ainda não existem a descida e o aterramento. Os materiais dos para-raios são: cabos de cobre nu, barras de alumínio, suportes isoladores em aço galvanizados a fogo, parafusos com rosca soberba, hastes de aterramento do tipo copperweld, materiais de vedação como silicone, cimento e compostos asfálticos para lajes. O proprietário da casa ou o síndico do edifício não devem instalar os equipamentos por conta própria. É muito importante a contratação de uma empresa especializada, que disponibilizem profissionais bem treinados e preparados para montarem o para-raios. Dicas de segurança Um Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas instalado

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A Estratégia para reparos em fachadas de edifício

Não há dúvida de que todos os edifícios precisarão de reparos externos em algum período de suas vidas. Como você sabe se é hora de aproveitar os fundos de reserva de uma edificação e fazer reparos no exterior de um prédio? E se houver outros projetos no horizonte que também precisem de atenção? A resposta nunca é simples. Entretanto, é só passear um pouco pelas ruas da cidade para perceber que as fachadas de prédios funcionam como um cartão de visita desses empreendimentos. As fachadas são a primeira coisa que as pessoas têm contato, são responsáveis pela primeira impressão (justamente aquela que fica!) que visitantes, proprietários e potenciais compradores formam sobre um edifício. Não há dúvida de que todos os edifícios precisarão de reparos externos em algum período de suas vidas, e o momento apropriado é imposto pela própria edificação. A fachada funciona como um quadro de avisos… BEM ESTAR x DETERIORAÇÃO A deterioração do espaço em que habitamos ou trabalhamos, seja um processo interno ou externo, situa-se exatamente na contramão do sentimento de bem estar. Para se estabelecer uma mão única, a do conforto, satisfação e segurança dos proprietários, são essenciais as atividades de reparos. Para se deter um processo de deterioração da construção, para o sucesso da restauração, existem objetivos que necessitam ser cumpridos. • Restauração da integridade estrutural: Se a extensão da deterioração for tal que a estrutura do edifício tenha sido comprometida, o principal objetivo do programa de reparo será restaurar a integridade estrutural dos componentes afetados. • Controle de vazamento: Em alguns casos, a deterioração dos materiais de revestimento resultará em infiltração de água inaceitável através dos componentes que envolvem o edifício. • Restauração da durabilidade dos componentes do edifício: Na maioria dos casos, o principal objetivo do programa de reparo de fachadas será restaurar a durabilidade dos elementos de revestimento e em alguns casos estruturais reduzindo significativamente a taxa de deterioração. • Melhoria da estética do edifício: Em alguns casos, a deterioração dos materiais do revestimento pode não afetar a integridade estrutural, a estanqueidade ou a durabilidade da fachada. Se assim for, o único objetivo será melhorar a estética do edifício. Pode ser difícil identificar com precisão os reparos, definir um orçamento, fazer os reparos corretamente e alcançar os resultados desejados. Por isso, A ARTEFASE OFERECE TODA A SUA EXPERIÊNCIA…** ETAPAS DE UM PROJETO DE RESTAURO BEM SUCEDIDO: • Avaliação de Engenharia das condições da fachada (Avaliação de alvenaria de tijolo, concreto, selantes de construção, varandas e corrimãos); • Elaboração de Relatório Técnico (Com recomendações ao condomínio para os reparos necessários estabelecendo uma estimativa de orçamento); • Elaboração de um Plano de Ação (Um bom planejamento, escalonando as atividades ao longo do tempo e a definição de um fluxo de caixa); • Visualização transparente da gestão do Projeto de Restauro ( O método de gestão da Artefase produz material que permite o acompanhamento dos trabalhos de todas as partes envolvidas e que reduz significativamente os riscos de ocorrência de desvios dos objetivos, do cronograma e dos custos do projeto); • Mostruários e Protótipos (A fim de complementar o modelo de comunicação, mostruários, protótipos e outros tipos de modelagem devem estar a mostra para que todos os condôminos possam ver o material e sua aplicação antes de efetivamente serem instalados na fachada. É um guia para que o leigo possa ver a aparência final de sua obra.) Quando reformamos ou construímos realizamos a materialização de um desejo. Ao longo dos anos, a experiência da Artefase permite afirmar que: Síndicos que se dedicam a apresentação e execução de um plano de recuperação do edifício, e que alcançam resultados significativos e satisfatórios para toda a comunidade, ao final dessa empreitada, são tomados por um legítimo e especial sentimento de missão cumprida… **Para conhecer nossa atuação em Recuperação de Fachadas e Reformas Prediais e para obter informações mais detalhadas sobre a metodologia de Gestão de Projetos que empregamos, acesse nosso site Artefase. Confira também os artigos especializados presentes no site. http://www.artefase.com.br

Manutenção Predial

Inspeção Predial

1. Como a inspeção predial deve ser encarada pelos síndicos e condôminos no dia a dia do condomínio? Uma edificação possui diversos sistemas que necessitam de cuidados e intervenções periódicas. O síndico deve realizar as manutenções conforme o cronograma determinado pelas normas da ABNT e manuais das áreas comuns. No entanto, existem procedimentos específicos para cada sistema que nem sempre estão especificados nas documentações do condomínio. É neste ponto que a inspeção predial realizada por profissional qualificado pode preencher esta lacuna, servindo ao síndico como parâmetro para um planejamento adequado das correções e manutenções obrigatórias do condomínio. 2. Como escolher um profissional qualificado no momento da contratação? Uma boa maneira de avaliar a experiência do profissional é verificar sua assertividade em outros condomínios. Geralmente são apresentadas referências na proposta de serviços que podem ser consultadas e comprovadas quanto aos resultados positivos obtidos por outros síndicos. A troca de informações em grupos de síndicos nas redes sociais é uma boa maneira de obter indicações e retorno de gestores que já contrataram o profissional. 3. Que aspectos são levados em consideração pelo engenheiro no momento da inspeção predial? Assim como o corpo humano, uma edificação também sofre desgaste com o passar do tempo. Logo, um dos principais aspectos é a idade do prédio, o tamanho e a quantidade de sistemas e/ou equipamentos que ele possui. Outra questão relevante é o histórico de manutenção e de que forma esta edificação está sendo tratada ao longo dos anos. Portanto, a inspeção predial começa com a coleta dos dados do condomínio, os registros de manutenção, o levantamento visual ou vistoria durante a inspeção e, finalmente, o relatório da inspeção predial que irá apontar a necessidade de reabilitar os sistemas que não estiverem em conformidade, inclusive prescrevendo laudos mais detalhados de cada sistema de acordo com o grau de risco verificado pelo profissional. Exatamente como acontece em uma consulta médica, onde o clínico geral assiste o paciente e prescreve exames mais detalhados conforme os problemas observados. 4. Quais são as consequências para os condomínios que não realizam a inspeção? Principalmente degradação acentuada/acelerada da edificação, perda de garantia, desvalorização do imóvel e risco contra a segurança e a saúde dos moradores e pessoas que ali trabalham ou transitam. A vida útil de uma edificação está condicionada aos cuidados que são dispensados a ela desde a entrega do empreendimento. As inspeções periódicas ajudam a prolongar o estado de conservação e a saúde da edificação por meio de recomendações feitas sobre o que fazer, quando fazer e como fazer para manter tudo em ordem. 5. A manutenção está relacionada a uma série de fatores, como acessibilidade, fachada, hidráulica, instalação elétrica, garagem, paisagismo etc. No geral, quais são as principais necessidades dos condomínios em relação a manutenção? E o senhor sabe informar isso especificamente em relação a Fortaleza? A principal necessidade está em determinar de forma precisa e econômica o que deve ser feito para corrigir e manter tudo funcionando. O síndico não tem a obrigação de saber a diferença entre a necessidade de correção de um defeito ou de manutenção em algo que está funcionando. Mas tem a obrigação de contratar um profissional de engenharia para realizar esta tarefa e orientá-lo quanto as prioridades das intervenções. Com relação à localização da edificação temos algumas particularidades, como por exemplo Fortaleza e Rio de Janeiro, pois são cidades litorâneas e sofrem danos causados pela maresia que acelera a corrosão de motores, placas eletrônicas e grades de ferro. 6. Manutenções ou a própria inspeção exigem planejamento e organização dos síndicos e condôminos? Se sim, o senhor poderia dar algumas dicas para quem está se preparando para realizá-las? Sim. Um bom planejamento começa pela contratação do profissional de engenharia que irá realizar as inspeções conforme a complexidade da edificação. Em seguida faz-se um cronograma de manutenções, seguindo os manuais do condomínio, as normas e as urgências que foram encontradas. Uma boa dica é mostrar de forma transparente aos moradores do condomínio tudo o que está sendo realizado, o valor gasto com as manutenções e quanto está sendo economizado por conta da contratação dos serviços de inspeção predial. Ou seja, o quanto o condomínio evitou gastar com manutenções desnecessárias ou acima do preço de mercado. 7. Há algo sobre o assunto que não foi perguntado e que o senhor gostaria de acrescentar? O papel da consultoria de engenharia nos condomínios é dar poder ao síndico e elevar o nível de sua gestão. E é isso que temos feito nesses últimos anos, quando iniciamos as atividades nos condomínios do Distrito Federal e apresentamos um plano de ação para atacar os problemas de engenharia. Esse trabalho inédito de elaboração e aplicação da metodologia de inspeção e manutenção predial já foi aprovado por diversos síndicos em depoimentos que comprovam o caminho para a sustentabilidade e a redução do desperdício nos condomínios.

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Pintura de Fachada

Cuidados prévios e durante o serviço ajudam a prolongar a durabilidade. Pintar a fachada do prédio, sabemos, é algo que pode ser bastante custoso para o condomínio. Afinal, há casos em que a economia para esse tipo de reparo é feita durante anos. Mas para que tudo corra da melhor forma possível, seja na rapidez, na qualidade do serviço e até no preço acordado, é fundamental entender a necessidade da fachada do local. Uma sugestão pode ser chamar uma empresa especializada ou um engenheiro para dar um parecer sobre o assunto. “Chamar uma empresa ou consultor para fazer um memorial de como isso deve ser feito não pode ser encarado como um gasto. É um investimento para que saia tudo da melhor forma possível”, pondera Sergio Meira, da vice-presidência de condomínios do Secovi-SP. Em São Paulo, a lei 10. 518/88, do então prefeito Jânio Quadros, obriga os condomínios da cidade a pintarem suas fachadas a cada cinco anos. Escopo do projeto para pintura da fachada Optando por uma empresa independente, a mesma deverá fazer um documento detalhado do que é necessário para a pintura da fachada. São itens como: •Cronograma da obra: especifica a ordem certa do que deve ser feito e de quanto tempo cada etapa deve demorar •Materiais utilizados: elencar quais devem ser os materiais utilizados e como devem ser aplicados, qual o tipo de tinta, impermeabilizante, etc. •Fechamento de trincas: como as trincas deverão ser tratadas e a quantidade de demãos de impermeabilizante •Equipamento de segurança: deve citar quais são os equipamentos que os colaboradores devem usar, desde cordas e cadeirinhas até os EPI’s (equipamentos de proteção individuais) Esse documento deve ser a base na hora de se pedir o orçamento para as empresas. Com todas essas especificações, fica bem mais fácil para a empresa saber o que deve constar no orçamento. “Pintar não é só passar a tinta. Temos que fazer o tratamento das fissuras. É saber o tipo de cuidado que a fachada precisa, aplicação dos materiais adequados. É um serviço bastante complexo”, analisa Rosely Schwartz, professora do curso de Administração Condominial da Escola Paulista de Direito (EPD). Ter esse cuidado prévio é importante até para manter a durabilidade do serviço, explica Ricardo Yoshida, engenheiro da VIP, empresa especializada em vistorias prediais. “Fazer esse diagnóstico antes ajuda, por exemplo, a saber se uma infiltração vem de um problema estrutural, por exemplo. Se isso não for corrigido, o problema irá voltar mesmo depois da pintura”, alerta o engenheiro. Importante lembrar que as próprias empresas de pintura também oferecem esse serviço de checagem, mas os especialistas ouvidos preferiram, sempre, indicar uma outra empresa, prezando pela maior transparência do escopo. Orçamento e contrato de pintura predial e fundamental que as empresas enviem seus orçamentos baseados nesse memorial oferecido pelo condomínio. “O ideal é pedir para as empresas mandarem um orçamento já de acordo com o escopo. Assim fica mais fácil para o síndico comparar os serviços”, pontua Rosely. Além de tudo que foi especificado no escopo, o orçamento deve dar o valor do serviço, as condições de pagamento, e a garantia oferecida. “É importante dizer que nem sempre a mais barata é a pior opção ou a mais cara a melhor. Por isso devemos sempre mandar as mesmas informações para todos os fornecedores e pedir um orçamento baseado nessas premissas”, assinala Sergio Meira. Antes de assinar o contrato, é importante que o mesmo passe pelo jurídico da empresa administradora ou por um advogado do condomínio. Como são valores altos e um serviço bastante específico, que deve seguir o que estava no escopo, quem for analisar o contrato também deve se atentar a esses detalhes. O condomínio deve pedir também que os funcionários que irão trabalhar no local tenham seguro de vida e contra acidentes. Como negociar a forma de pagamento da pintura predial Sobre o pagamento, há diversas formas de fazê-lo. Há quem sugira um pagamento parcelado, outros apontam que um pagamento de acordo com o cronograma das entregas possa ser mais justo. “O que não pode acontecer é terminar de pagar a obra e ela ainda estar acontecendo”, sinaliza Vania dal Maso, diretora da ItaBR. Por isso, ela aposta em um pagamento atrelado à entrega da obra. “Conforme a empresa for fazendo o trabalho, ela vai recebendo”, explica. Essa pode ser uma ideia justa de remuneração, mas há um ponto importante a ser considerado: pede mais atenção e acompanhamento do síndico. “Esse tipo de arranjo pede muito mais a presença do síndico no local e um aporte financeiro mais robusto no começo da obra, já que haveria a necessidade de se comprar os materiais a serem usados no local”, explica o engenheiro Ricardo. Outra forma é parcelar em três ou quatro vezes além do que está previsto no cronograma. “Dessa forma, quando a pintura terminar, ainda há o que receber”, assinala Ricardo. Sobre a empresa de pintura predial Para escolher a empresa que fará essa benfeitoria é fundamental, antes da contratação: • Saber se ela conta com arquitetos e engenheiros em seu quadro de funcionários; • Certificar-se de que a mesma pode executar esse tipo de serviço. “Já vi empresas que fazem desentupimento oferecer pintura de fachada. São regras diferentes para esses serviços”, analisa Vania Dal Maso; • Checar o CNPJ e saber se a empresa está em ordem, sem dívidas trabalhistas e previdenciárias; •Buscar clientes e perguntar como o serviço foi executado, evitando assim surpresas desagradáveis; • Verificar se a empresa é especializada em pintura de condomínios, já que pintar indústrias, galpões ou outros estabelecimentos é bastante diferente; • Saber se emitem ART ou RRT para esse tipo de serviço. Dessa forma, se houver algum acidente com os funcionários, fica mais fácil ter com quem dividir a responsabilidade; • Contar com funcionários próprios e treinados para o serviço. “Empresas que atuam com colaboradores terceirizados podem dar mais dor de cabeça para o condomínio depois, caso aconteça um acidente”, pontua Ralph Gallo, engenheiro da empresa de pintura RKB;• Consultar e considerar as avaliações e comentários de outros síndicos sobre a empresa. As etapas da pintura predial Como já deu para notar, a pintura da fachada de um prédio pode variar bastante dependendo do condomínio. Abaixo, os especialistas elencaram as etapas mais comuns ao executar essa benfeitoria 1. Ensaio de percussão: bater com um martelo para saber onde há necessidade de recolocar pastilhas que estejam prestes a se soltar da

Manutenção Predial

Por uma piscina mais segura

Neste forte calor de verão as piscinas dos condomínios ficam lotadas. Os síndicos que nos acompanham já sabem tudo sobre conservação das piscinas,  tratamento da água, escolha dos móveis e prevenção de rachaduras. Mas será que eles têm conhecimento dos perigos deste ambiente de recreação? Bordas de piscinas escorregadias, falta de sinalização de profundidade e a não instalação de grades que impeçam o acesso de crianças desacompanhadas podem causar sérios acidentes. Mas o maior vilão ainda é o ralo, capaz de aprisionar membros e cabelos. O caso mais famoso é o da menina Flavia, em coma há 16 anos após ficar presa pelos cabelos no ralo da piscina de seu condomínio. Sua mãe, Odele Souza, luta por mais segurança através do blog flaviavivendoemcoma.blogspot.com. Ela trabalha também para que leis exijam ralos com dispositivo de segurança. No blog, Odele alerta: “O cabelo dela ficou preso ao ralo da piscina?! Isto é possível?! Infelizmente é possível sim. Claro que não são todos os ralos. O perigo passa a existir quando o sistema de sucção da piscina estiver instalado de forma inadequada. É preciso que a potência do motor esteja de acordo, isto é, seja proporcional à metragem cúbica de água existente na piscina, o que nem sempre ocorre. E como o usuário vai saber disso? Não tem como. Esta é uma obrigação dos condomínios que jamais deveriam substituir o equipamento de sucção de suas piscinas, sem a devida orientação técnica. Esta medida simples evitaria o que ocorreu na piscina do prédio onde morávamos – um superdimensionamento do equipamento de sucção, trocado sem a necessária orientação técnica, que lhe deixou com potência excessiva para o local onde fora instalado. É obrigação também dos fabricantes desses equipamentos, fazer constar em seus manuais, informações claras e precisas sobre a instalação de seus equipamentos. É básico. É direito do consumidor.” Na primeira semana de 2014, três crianças morreram afogadas após ficarem presas por sucção. Uma delas foi Kauã Davi, de 7 anos, que morreu em 04/01, em um condomínio de Caldas Novas-GO, após ter o braço preso pelo cano de saída de água. Cinco dias depois, no mesmo condomínio, Josias Andrade, de 43 anos, fraturou a perna direita após ficar com o pé preso no ralo. Se uma lei séria existisse, talvez estes acidentes não tivessem ocorrido. É um absurdo a demora dos legisladores. A questão é urgente e já deveria ter sido aprovada. Para os muitos acidentes registrados não acontecerem mais, é necessário esclarecimento e prevenção. O síndico deve sempre contratar empresas qualificadas para realizar reparos, limpeza, substituição de peças e até instalação ou construção da piscina. Muitas empresas são aventureiras de mercado e buscam oferecer melhores preços, mas sem qualidade no serviço. Um custo muito baixo pode colocar os condôminos em risco. Pior ainda quando algum problema acontece em decorrência de serviços prestados por empresas especialistas em piscina. Até mesmo quem tem know-how está sujeito a falhas. Portanto, peça sempre a opinião de um segundo especialista. Com relação aos ralos de sucção, existem aparelhos no mercado que interrompem o funcionamento do ralo na presença de algum corpo estranho. Por exemplo, se o cabelo de alguém é sugado, a tampa, com dispositivos específicos, detecta e interrompe a sucção. Assim, a pessoa não fica presa em baixo d’água. É uma solução simples e barata. A tampa FSB, por exemplo, não passa de R$ 300, com instalação. Outra solução simples é dividir a vazão da água. Dois ralos diminuem bastante a forca de sucção. 5 atitudes que salvam vidas A Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa) tem uma pequena cartilha que pode fornecer mais de 95% de segurança contra afogamentos. Divulgue estas cinco atitudes pelo condomínio e, acima de tudo, as coloque em prática. • Atenção 100% no seu filho(a) a distância de um braço mesmo na presença de um guarda-vidas. • Guarda-vidas certificado por entidade reconhecida pela Sobrasa para cada piscina devidamente equipado com seu flutuador de resgate. (Não se aplica às piscinas residenciais). • Urgência – Aprenda como agir em emergências aquáticas. O uso de cilindro de oxigênio é restrito ao guarda-vidas e deve estar em local visível e a disposição na área da piscina. • Acesso restrito à(s) piscina(s) com uso de grades ou cercas transparentes com portões auto-travantes a uma altura que impeça criança de entrar no recinto da piscina sem um adulto. • Sucção de cabelo e partes do corpo deve ser evitado com uso de ralo(s) anti-aprisionamento e precauções de desligamento do funcionamento da bomba. Para mais informações sobre segurança nas piscinas, visite o site: www.sobrasa.org/piscinamaissegura.

Manutenção Predial

Gestão de Reformas e Manutenções em Condomínios.

O presidente Emerson Tormann participou nesta quarta(5) das palestras sobre Gestão de Reformas e Manutenções em Condomínios. O evento realizado pelo CAU DF, CREA DF teve o apoio da Assosindicos DF e da Faculdade Icesp de Águas Claras. E teve a presença dos representantes da entidades, Daniela Borges, analista fiscal do CAU/DF, Antônio Menezes Jr – Coordenador da Comissão de Exercício Profissional do CAU/DF, José Gilberto Campos – Secretário de Relações Institucionais do CREA/DF e Denise Albuquerque Chefe de Gabinete do Crea-DF. Compartilhou conhecimento entregando duas cartilhas ’Gestão das Reformas em Condomínios’ e ‘Gestão da Manutenção em Condomínios’ de autoria do engenheiro @mariogalvaojunior aos organizadores, profissionais de engenharia, arquitetura e síndicos presentes. Estas cartilhas fazem parte de duas obras literárias, manual e livro, que serão lançados este ano, junto com eventos e palestras iniciando com o curso em Recife dia 03/03 organizado pelo síndico profissional @luciorogeriojesus.

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