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Monitoramento inteligente da Startup Brasiliense, Akvofluo, estabiliza consumo e evita desperdícios de água em condomínios residenciais e comerciais

Um condomínio localizado no bairro do Lago Norte, em Brasília, está comemorando um feito notável no campo da eficiência hídrica. Com aproximadamente 140 unidades, abrangendo tanto moradores proprietários quanto inquilinos, o condomínio enfrentava desafios significativos em relação ao consumo de água, que muitas vezes resultavam em contas exorbitantes e surpresas desagradáveis. Porém, a introdução do inovador sistema de monitoramento de consumo da empresa Akvofluo revolucionou a situação, permitindo ao condomínio alcançar economias consideráveis e estabilidade no consumo. Antes da implementação do sistema de monitoramento da Akvofluo, o condomínio se via frequentemente com contas de água que variavam em torno de R$12.000,00, com surtos ocasionais de aumento de até R$3.000,00. Tais flutuações eram um verdadeiro quebra-cabeça para os gestores, que se viam lutando para identificar a causa raiz dessas oscilações drásticas. Proprietários e inquilinos estavam cada vez mais frustrados com essas incertezas financeiras. No entanto, com a implementação e utilização do sistema de monitoramento de consumo da Startup Brasiliense, uma nova era de transparência e eficiência se iniciou no condomínio. O monitoramento diário permitiu um entendimento minucioso dos padrões de consumo, o que levou à identificação de possíveis vazamentos e desperdícios. Ao longo de um período de 12 meses após a implementação, uma mudança notável foi registrada: o consumo médio foi estabilizado em cerca de pouco menos de R$10.000,00 por mês. O impacto positivo não se limitou apenas à redução dos custos mensais. O sistema de monitoramento também desempenhou um papel crucial na detecção precoce de vazamentos substanciais. Em três ocasiões distintas, o condomínio pôde agir com rapidez e eficiência para reparar grandes vazamentos, evitando perdas financeiras que poderiam ter chegado a R$10.000,00. “Estamos muito satisfeitos com os resultados que alcançamos através da parceria com a Akvofluo”, disse a síndica profissional responsável pelo condomínio. “Além das economias financeiras substanciais, estamos agora no controle total do nosso consumo de água. Isso não apenas beneficia nossos residentes, mas também contribui para a preservação da água.” A Akvofluo, empresa responsável pelo sistema de monitoramento, também expressou entusiasmo pelos resultados alcançados em parceria com o condomínio. “Nosso objetivo sempre foi fornecer soluções inteligentes e sustentáveis para o gerenciamento de água”, disse Luis Fernando, CEO da Akvofluo. “Ficamos orgulhosos por ver que nossa tecnologia está fazendo uma diferença tangível na vida das pessoas e no meio ambiente.” O sucesso desse condomínio em Brasília é um testemunho das inovações que podem ser alcançadas quando a tecnologia é aplicada para resolver desafios cotidianos. Enquanto o mundo enfrenta pressões crescentes em relação à gestão dos recursos hídricos, essa história inspiradora serve como um farol de esperança, mostrando que a parceria entre a tecnologia e a conscientização pode levar a um futuro mais sustentável e eficiente em termos de água. Para maiores informações, entre em contato pelo telefone (61) 99922 3067 ou acesse o site www.akvofluo.com.br e redes sociais @akvofluo.oficial

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Iphan nega construção de marina no Lago Paranoá: “Preservação de Brasília é dever do Estado”

O Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desaprovou o projeto de construção do Parque Marina Sul às margens do Lago Paranoá, no Setor de Clubes Esportivos Sul, em Brasília. O instituto é responsável por conservar e proteger os bens brasileiros inscritos como patrimônios mundiais e culturais imateriais da humanidade, como é o caso de Brasília. A proposta integra o Masterplan para a Orla do Lago Paranoá. Porém, recentemente, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal (Seduh) apresentou significativas mudanças no projeto referente à marina, ao lado da Ponte da Garças, e submeteu o documento com as alterações ao Iphan, que apontou “expansão exacerbada”. Um dos motivos para a desaprovação é o aumento do número de vagas para automóveis, que passou de 65 para 200. Outro ponto questionado pelo Iphan é que as edificações previstas, antes estruturas de pavilhões com varandas, passaram para edifícios de três pavimentos. Veja o projeto: A Seduh aumentou as áreas previstas para construção sob argumento de que as empresas que fizeram os estudos do termo de referência alegaram que a limitação dos espaços edificáveis “não daria sustentação econômica para o projeto”. O Iphan disse que a preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (CUB), tombado como patrimônio, é dever do Estado e “impõe limites para a exploração econômica”. “Assim sendo, é indicado buscar outras estratégias de viabilidade econômica que não impliquem na alteração substancial da concepção urbanística da Orla proposta pelo Masterplan, e que tenham impacto reduzido sobre a escala bucólica do Conjunto Urbanístico de Brasília, tendo por objetivo a preservação e conservação ecológica e patrimonial integradas”, escreveu o Iphan. Segundo o órgão federal, “a proliferação de edificações em área pública e a expansão exacerbada da área construída tem o risco de comprometer gravemente uma das características essenciais a ser mantida no Conjunto Urbanístico de Brasília”. Por se tratar de uma área tombada, todas as alterações em torno do Lago Sul devem ser aprovadas pelo Iphan. LEIA TAMBÉM: Em nota, a Seduh disse que o projeto não é da pasta. “A Secretaria de Projetos Especiais (Sepe) recebe projetos da iniciativa privada, interessada em fazer parcerias com o governo. Eles são recebidos pela Sepe e encaminhados para a análise da Seduh. Neste caso, o interessado que propôs a alteração no projeto para Sepe, que trouxe a demanda para a Seduh”, afirmou. A pasta disse que definiu as diretrizes de projeto para a alteração do Masterplan naquele trecho a partir do encaminhamento feito pela Secretaria de Projetos Especiais, no qual demonstrava a demanda pelo tipo de marina, até então não contemplado naquele ponto. “A Seduh já tomou ciência do parecer do Iphan e aguarda a manifestação da Sepe para adequação da proposta”, assinalou. Fonte: Metrópoles

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Papa-lixos do Noroeste começaram a operar no Distrito Federal

Noroeste será a primeira região administrativa a utilizar esse tipo de equipamento com coleta seletiva. Começou o recolhimento de resíduos nos papa-lixos do Noroeste. Na última segunda-feira (19), as 148 lixeiras semienterradas espalhadas por todas as quadras do bairro comeraçaram ser usadas. O esvaziamento dos depósitos será diário, com alternância entre coleta seletiva e convencional. O Distrito Federal tem um total de 436 papa-lixos semienterrados, e o Noroeste será a primeira região administrativa a operar esse tipo de equipamento com coleta seletiva. “Os contêineres são duplos: um para orgânico e rejeitos, e outro para materiais recicláveis”, explica o diretor-presidente do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Sílvio de Morais Vieira. “É muito importante que a população respeite essa divisão”, ressalta. A instalação das lixeiras é um projeto aguardado por muito tempo pelos moradores do setor. Trata-se de um investimento da Agência de Desenvolvimento do DF, Terracap, ao custo de 4,7 milhões de reais, em quadras onde os prédios residenciais já estão prontos. O diretor técnico da Terracap, Hamilton Lourenço, avalia que as lixeiras subterrâneas vão trazer mais qualidade de vida à população do Noroeste. “Isso porque a não exposição do lixo evita a proliferação de ratos e insetos, além do acesso de animais de rua aos resíduos. Sem contar que não há poluição visual no bairro e reduz o mau cheiro normalmente causado pelo lixo”, explicou Hamilton Lourenço. LEIA TAMBÉM: Os papa-lixos do Noroeste têm capacidade para três mil litros de resíduos cada. Ao alcance dos olhos, estão apenas as tampas de aço 100% inoxidável. O contêiner de polietileno que recebe os resíduos fica enterrado, envolto por uma cuba de concreto pré-moldada. Os equipamentos têm vida útil estimada em 25 anos. “Pedimos que a comunidade cuide bem dos papa-lixos, não jogue inflamáveis dentro das lixeiras e não deixe as tampas abertas para evitar a entrada de água”, orienta Sílvio. “Esses equipamentos, além de deixarem a cidade mais bonita, impedem que os resíduos fiquem expostos ao sol e aos animais.” Fonte: Agência Brasília

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Descarte correto de lixo eletrônico nos condomínios

O Brasil ocupa o quinto lugar na lista de maiores produtores de lixo eletrônico no mundo. Segundo estimativa da Plataforma para Aceleração da Economia Circular (Pace), anualmente, são cerca de 1,5 milhão de toneladas de lixo eletrônico descartado, sendo que apenas 3% do material coletado tem um destino correto. Daí a necessidade de um empenho de todos para o descarte correto de resíduos eletrônicos (celulares, fones, baterias, pilhas, notebooks, tablets, mouse, teclado e fios), inclusive do condomínio, que deve ter esse cuidado e responsabilidade para com o meio ambiente. Esse tipo de lixo deve ser descartado separadamente porque possui um alto potencial tóxico, já que é composto por metais pesados e elementos químicos. A deposição incorreta destes materiais, além de afetar o meio ambiente, pode contaminar rios e mares. Processo de reciclagem dos eletrônicos O processo de reciclagem começa nos pontos de coleta de lixo eletrônico, que podem estar disponíveis em mercados, shoppings, centros comerciais e também nos condomínios. Após recolher, os resíduos eletrônicos são enviados para empresas e cooperativas que fazem o trabalho de reciclagem. Cada instituição tem uma rotina própria, mas as etapas do processo costumam ser similares.  Retirada Após disponibilizar um local adequado para que o lixo eletrônico seja depositado, o próximo passo é entrar em contato com uma empresa especializada no processo para recolher todo o material.  O condomínio pode fazer uma pesquisa junto a prefeitura, para ter acesso a cooperativas de coleta de lixo eletrônico e assim entrar em contato para que elas façam a retirada. A depender da empresa, ela pode até disponibilizar o próprio local onde os moradores vão poder fazer o descarte. Triagem O próximo passo é a triagem. Logo após a retirada dos aparelhos nos condomínios, os resíduos eletroeletrônicos são separados e classificados por tipos, como: Eletrodomésticos Ares-condicionados; Aspiradores; Batedeiras; Cafeteiras ou chaleiras elétricas; Câmeras fotográficas; Fechaduras elétricas; Fogões; Fornos; Fornos de micro-ondas; Freezers; Secadores de cabelo, Informática Almofadas de toque; Alto-falantes; CPUs; Impressoras; Monitores; Mouses; Scanners; Teclados; Webcams. Telefonia Celulares; Faxes; Intercomunicadores; Interfones; Secretárias eletrônicas; Smartphones; Tablets; Telefones. Descaracterização Em seguida, os materiais são descaracterizados. O que torna o processo mais seguro com a destruição de todos os dados presentes nos computadores e celulares. Além disso, é feita a separação dos resíduos por matéria-prima, para serem enviadas posteriormente para a reciclagem. Reciclagem  Por fim, a última etapa da gestão de resíduos é a reciclagem. Todo o material eletroeletrônico é enviado a empresas licenciadas por órgãos ambientais. No local, os equipamentos eletroeletrônicos são tratados e posteriormente reciclados.  LEIA MAIS: Condomínios discutem proibição do aluguel de curta temporada, medida aprovada pelo STJ Condomínio deve indenizar moradora por barulhos excessivos Criança é resgatada de apartamento após ser deixada 12h sozinha Os aparelhos recondicionados (computadores, por exemplo), podem ser reutilizados em diversos espaços, como bibliotecas, telecentros, centros comunitários, escolas, entre outros. Instalando local de descarte no condomínio Os síndicos ou administradores devem providenciar um contêiner ou Big Bag para que o lixo eletrônico seja recolhido separadamente dos outros resíduos. A depender da empresa que for escolhida para fazer a retirada, ela pode até fornecer esse equipamento. Segundo especialistas, não é necessário separar por tipo de equipamento, mas é importante perguntar à empresa/cooperativa quais materiais não recolhem. O contêiner de descarte deve ser colocado em uma área fechada, para evitar contato com sol ou chuva. Lembrando que, ao contrário do material reciclável, o resíduo eletrônico é mais pesado e também bastante volumoso. Campanha de descarte no condomínio Uma campanha de mobilização com os moradores, sobre a importância do descarte regular de lixo eletrônico, pode ajudar muito no recolhimento dessas peças dentro do condomínio. Espalhe cartazes, envie mensagens nos aplicativos ou pelo Whatsapp. No material destaque a importância desse ato e para onde esse material será levado, pode até mostrar as etapas do processo que destacamos acima. Combine com a empresa, às vezes ela já tem esse material pronto. Destaque ainda que os eletrônicos devem ser descartados de modo que estejam inteiros. Nada de desmontar os eletrônicos antes de descartar. Essa é a principal preocupação desse tipo de descarte. Por fim, explique que o descarte correto de lixo eletrônico, assim como de materiais recicláveis, é sempre defendido como um dos pontos essenciais para uma gestão mais sustentável e consciente dos condomínios.  Esse tipo de atitude ajuda até aqueles vizinhos mais ocupados ou esquecidos, que poderão deixar esse tipo de lixo em um local seguro. Isso gera benefício para todos.

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O ano dos incêndios: por que mais prédios sofrem com incêndios em 2022?

Descubra os motivos do crescimento de incêndios e o que fazer para preveni-los. Quem mora em edifícios busca privacidade, conforto, tranquilidade e segurança. Contudo, é preciso ter cuidado e atenção com um perigo em potencial: os incêndios. O ano de 2022 registrou um crescimento alarmante no número de incêndios em várias regiões do Brasil. No Ceará, por exemplo, houve um aumento de 102,27% em incêndios. Segundo informações do Corpo de Bombeiros do Paraná, foram mais de 2 mil casos registrados. Já em São Paulo, houve o emblemático incêndio na região da 25 de Março, que atingiu outros imóveis e precisou de mais de 70 horas para ser contido. Este é um problema histórico, com incidentes que causaram milhares de vítimas como os incêndios nos edifícios Andraus e Joelma, ambos na capital paulista em 1972 e 1974. Além disso, houve a tragédia na Boate Kiss, em Santa Maria, responsável pela morte de 250 jovens em 2013 – cujo júri que condenou os réus foi anulado recentemente pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS). Por que os incêndios em edifícios aumentaram tanto? Segundo o Corpo de Bombeiros de São Paulo, o crescimento de incêndios estruturais aumentou 60% desde o início da pandemia de Covid-19. Como o uso de equipamentos eletrônicos aumentou durante o período de isolamento social, o que tem a ver com a principal causa deste problema: as sobrecargas no sistema elétrico. Segundo estudo da Associação Brasileira de Conscientização dos Perigos da Eletricidade (Abracopel), metade acontece por este motivo. A sobrecarga acontece quando existem muitos equipamentos eletrônicos conectados à rede. Apesar das instalações elétricas de novos imóveis serem projetadas para suportar grande demanda de energia, ainda é possível que haja queda dos disjuntores, redução da luminosidade e problemas nos cabos e fios. LEIA TAMBÉM: Segurança do Trabalho é obrigação do síndico no condomínio Acidente na garagem: quando o condomínio deve se responsabilizar 11 maneiras de aumentar a segurança do seu condomínio Além da manutenção falha nas instalações elétricas, outros fatores são o armazenamento de materiais inflamáveis e a utilização inapropriada de imóveis – por exemplo, lojas que são transformadas em depósitos. Para completar, a ausência de reformas estruturais em prédios antigos oferece altíssimo risco para incêndios. Como eles não costumam estar de acordo com todas as normas de segurança atuais, eles oferecem mais risco. Como evitar incêndios nos prédios? A prevenção e o combate aos incêndios devem ser feitos seguindo uma cartilha rigorosa de cuidados – tanto por parte dos moradores quanto pelos profissionais do condomínio. Por isso, a Associação Brasileira de Normas Técnicas estabelece todas as diretrizes a serem seguidas na norma NBR 14432:2001. Responsável por detalhar as exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações, a regra estipula todas as circunstâncias a serem cumpridas pelos componentes estruturais e de compartimentação que compõem as edificações – assim, evitando colapsos na estrutura em caso de incêndios. Os requisitos para isolar e estancar o fogo devem ser obedecidos por tempo necessário para proporcionar: Fuga das pessoas dentro do prédio em condições de seguras; Proteção das operações de combate a incêndio; Redução de danos nos edifícios próximos e na infraestrutura pública. Consequentemente, a NBR 15200:2012 determina padrões de projeto de estruturas de concreto diante de um incêndio e a maneira de realizar o atendimento nessas situações. Medidas de segurança dos condomínios Entre as principais ações a serem tomadas pelos condomínios, funcionários e moradores para evitar incêndios, vale ressaltar: Ter o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). Esse documento é o certificado de que o prédio está de acordo com as normas estabelecidas de combate a incêndios e apto para residência e movimentação de pessoas; Treinar os funcionários para saber como tomar providências diante de uma emergência; Verificar o estado dos extintores e testar as mangueiras dos hidrantes com periodicidade; Inspeção e recarga dos extintores todo ano; Instalação de alarme de incêndio, especialmente se o edifício possui portaria remota; Certificar que o registro do barrilete do hidrante fica sempre aberto; Garantir que não tenha extintores presos em correntes nem cadeados nas portas onde estão os hidrantes; Checar regularmente as portas corta-fogo, assegurando lubrificação de dobraduras, bom estado das molas e fechamento total. Qual o papel do zelador para evitar incêndios? O zelador é o responsável pelo cuidado com o funcionamento e gerenciamento do edifício. É o profissional que realiza gestão dos funcionários do local, acompanha as tarefas executadas e cuida do patrimônio. Além disso, ele atua em cooperação com o síndico nas questões administrativas na resolução de problemas do edifício. Por isso, seu trabalho deve ser pautado na gestão, organização, tempo e paciência. Veremos a seguir as atribuições do zelador e a importância das suas atividades na prevenção de incêndios. Preparar os funcionários para atuar em situações de emergência; Realizar o treinamento anual da brigada de incêndio do condomínio; Fazer inspeções para garantir boas condições aos extintores, hidrantes, placas sinalizadoras da rota de fuga, alarme de incêndio e equipamentos para o combate do fogo; Manutenção do registro do barrilete, garantindo que suas tubulações poderão ser usadas para conter incêndios; Inspeção de portas corta-fogo, garantindo que poderão ser utilizadas com segurança durante as emergências; Ter uma rota de fuga de emergências bem delimitada e sem obstáculos; Manter atualizada lista de contatos de emergência na portaria; Atenção a vazamento de gás e sinais de problemas elétricos no condomínio; Garantir que o condomínio terá todas as condições necessárias para ter o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). É uma lista grande de atribuições, mas são imprescindíveis para garantir a segurança dos condôminos e que o fogo seja um perigo para todos.

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Energia solar para apartamentos e condomínios

Saiba como funciona e como instalar a energia solar em condomínios e apartamentos. A energia solar em apartamento e condomínios pode ser instalada na sacada do apartamento, nas paredes do prédio ou no telhado, quando o proprietário mora na cobertura ou em um condomínio de casas. Caso o sistema de energia solar seja instalado por todo o prédio, a energia poderá ser usada pelas áreas comuns e por outros apartamentos, trazendo economia para todos os moradores. Energia Solar em Apartamento A energia solar para apartamentos por meio de sistemas fotovoltaicos é atualmente a melhor opção para quem busca economia na conta de luz e ainda quer colaborar com o meio ambiente com o uso de uma energia renovável. Veja as recomendações para instalação de energia solar em apartamentos: Energia solar em apartamento: como funciona e quais são os benefícios? A energia solar em apartamento é uma das diversas possibilidades de aplicação da fonte solar, resultando em uma solução sustentável e econômica. Aspectos como a redução significativa dos valores das contas de luz, valorização do imóvel e alta durabilidade são decisivos para que a instalação seja realizada.  Quer descobrir os principais detalhes sobre a energia solar em condomínios e apartamentos? Continue lendo!  Onde instalar energia solar em apartamento?  Uma das melhores localizações para instalar a energia solar em apartamento é a cobertura ou laje do prédio, pois são áreas grandes que recebem boa irradiação solar. Mas, desde que seja realizado um projeto arquitetônico específico para esse objetivo, a instalação pode ser feita em outros locais dos edifícios, como nas fachadas.  Quando não é possível usar o próprio prédio para instalar os painéis solares, uma alternativa é posicioná-los em algum local da área comum do condomínio.  Quais são as alternativas para a instalação individual da energia solar em apartamento?  As demandas individuais na instalação de energia solar em apartamento podem ser atendidas por meio de algumas soluções:  Varanda  Com o uso de um sistema de fixação do tipo usina, de forma triangular, você pode instalar as placas solares no espaço livre da sua varanda. O melhor cenário é que a varanda fique sempre sem sombras. No entanto, mesmo com os momentos de sombreamento, o sistema produz energia elétrica por meio da irradiação solar, mas por um período menor em um dia.  Cobertura  As coberturas são lugares ideais para a instalação de um sistema de energia solar em apartamento. Como mencionamos, elas são áreas maiores, que possuem altos níveis de captação de irradiação. Esse tipo de instalação possibilita que a energia solar produzida seja consumida de modo compartilhado entre os outros apartamentos ou apenas pela própria cobertura. Quintal  Em alguns condomínios, os edifícios possuem apartamentos térreos, os quais também são ótimos lugares para a instalação do sistema fotovoltaico. Entretanto, deve-se estar atento ao nível de sombreamento do local, visto que sombras de outras construções ou árvores podem ser responsáveis por uma baixa capacidade de geração de energia.  Como funciona a instalação de energia solar em apartamento?  Tenha em mente que esse tipo de instalação somente deve ser realizado por técnicos especializados. Portanto, antes de tudo, procure o serviço de uma empresa que tenha experiência no ramo.  Após a finalização da instalação do sistema de energia solar, você já pode começar a gerar energia. Por meio da atuação do inversor de frequência, essa energia é direcionada ao relógio bidirecional, que consiste no equipamento responsável por avaliar qual é a potência necessária para os apartamentos.  Dessa forma, o relógio de luz apenas acusa o pagamento de algum valor à distribuidora caso o consumo de energia dos apartamentos do condomínio ultrapasse a capacidade máxima de geração do sistema. Em contrapartida, quando há energia excedente, é possível direcioná-la à distribuidora e, assim, transformá-la em créditos que são abatidos das contas de luz.  LEIA TAMBÉM: Eleições 2022: O que é permitido dentro do condomínio? Primavera chegando e com ela a manutenção da área de lazer 11 maneiras de aumentar a segurança do seu condomínio Como a energia produzida pode ser creditada?  Conforme a Resolução Normativa 687 elaborada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), existem diretrizes que determinam o funcionamento dos créditos de energia, seja individual ou coletivo.  Autoconsumo remoto  O consumidor pode instalar o seu sistema solar em um local diferente dos pontos de consumo desde que seja do mesmo setor de concessão e CPF.  Geração compartilhada  A compensação dos créditos de energia solar pode ser realizada em apartamentos de outros moradores quando o vínculo entre as partes é comprovado. Geração em condomínio  Muitos condomínios têm telhados ou lajes pequenas. Nessas situações, a produção de energia solar pode ser dividida entre os seus apartamentos. Caso a energia esteja sendo gerada dentro do condomínio, o abatimento dos créditos acontece nas contas de cada unidade consumidora. Além disso, com a popularização da energia solar para apartamentos, foram criadas opções de financiamento de energia solar para condomínios. O financiamento é feito de maneira personalizada, de acordo com o projeto e renda mensal do cliente. Desta forma, há uma análise de crédito convencional, além de apurações, a fim de avaliar a documentação do bem. Energia Solar em Condomínios Especificamente em condomínios, a forma de se aprovar a contratação deste sistema de geração e compensação de energia solar (módulos fotovoltaicos), se dá através de votação em assembleia, pela maioria simples dos condôminos presentes, por ser uma benfeitoria que pode ser considerada necessária, em função da economia gerada e contribuição ao meio ambiente, dispensando o quórum mais rígido, conforme conceitua o artigo 1.341 do Código Civil brasileiro. Neste sistema de compensação de energia, além dos consumidores adquirirem e instalarem sua central geradora fotovoltaica e ter seu imóvel (área comum e individual) total ou parcialmente suprido energeticamente, a energia excedente injetada na rede da concessionária, gerará créditos energéticos, que poderão, posteriormente, em até 60 meses, serem compensados. A geração de energia por fontes limpas, traz benefícios socioambientais e, comprovadamente, inúmeros incentivos pró GD (geração distribuída). Somada a todos esses estímulos, os consumidores agora podem, legitimamente, tornarem-se independentes energeticamente, de forma conjunta, ou seja, em condomínio, local

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Energia solar no condomínio: o que considerar ao analisar a viabilidade?

A captação e utilização de energia solar têm crescido consideravelmente em nosso país. Com a ajuda do clima e grande incidência solar durante todo o ano, essa é uma alternativa para quem busca energia renovável e se preocupa com a sustentabilidade. Além das indústrias ou residências, a captação de energia solar no condomínio também é uma excelente forma de trazer economia aos moradores. Se compararmos os anos de 2014 e 2016, o número de pessoas que utilizam a energia solar cresceu de apenas 400 no primeiro ano para sete mil no segundo, conforme informações da Aneel (fonte). E mais: nos últimos anos aumentou mais de 17 vezes o número de consumidores que produzem sua energia a partir do sol.  Economia com energia solar O investimento para a instalação do sistema de geração de energia solar fotovoltaica pode ter um custo inicial considerável. Porém, o investimento é válido e acaba sendo pago em torno de cinco anos. Com vida útil de aproximadamente 25 anos, trata-se de um investimento com retorno garantido devido à economia no custo de energia que proporciona. Com a instalação do sistema de captação solar em residências, a conta do consumo de energia pode diminuir em cerca de 90%, gerando uma economia que torna essa instalação cada vez mais interessante e procurada. Os condomínios estão percebendo cada vez mais as vantagens da instalação de sistemas de captação de energia solar. Para condomínios comerciais, por exemplo, onde o uso de iluminação e ar condicionado é intenso, a economia gerada beneficia todos que possuem negócios dentro do condomínio. A partir de 2015, quando alterações na Resolução Normativa 687 tornaram mais fácil a instalação de sistemas de energia solar em condomínios, a procura aumentou mais ainda. Antes da instalação do sistema, é necessário avaliar a viabilidade, considerando o histórico do consumo de luz. Assim, pode-se verificar se a instalação é viável técnica e financeiramente. Além de considerar a área a ser utilizada e o percentual de economia na conta de energia que o novo sistema pode gerar. Além da vantagem da redução na conta de energia, vale lembrar que o sol é fonte de energia renovável. Portanto, oferece a segurança de uma fonte que jamais se esgotará. Em dias de pouca incidência solar, a energia elétrica pode ser usada em substituição. Não polui e não afeta o meio ambiente A energia solar também é uma fonte não poluente, uma vez que sua produção não gera gases que prejudiquem o meio ambiente. Outra vantagem é que a instalação do sistema não requer reformas drásticas ou alterações na estrutura. O investimento a ser feito é, basicamente, para a aquisição do sistema. Embora os custos de instalação sejam absorvidos e retornem em poucos anos, este ainda tem sido um empecilho para que mais condomínios elejam este sistema como fonte de energia. Por este motivo, é interessante que este sistema atenda o maior número possível de itens dentro do condomínio que necessitam de energia. Estrutura de instalação do sistema de energia solar Normalmente aplicado aos telhados, é importante verificar se o tipo de cobertura aplicado suporta a instalação dos painéis e que tipo de estrutura de fixação é a mais recomendável. Recomendação importante: não esqueça da impermeabilização da área! A utilização de Solução 100% Silicone pode ampliar a captação da energia solar, pois além de impermeabilizar a cobertura, reflete 88% dos raios solares. Testes mostram que a Solução 100% Silicone tem resistência e ótimo desempenho mesmo após 20 anos de exposição. A relação custo/benefício também é positiva: a aplicação do Silicone é rápida e eficiente por não estar suscetível às falhas que podem ocorrem com produtos diluídos em água. O que é aplicado realmente fica no telhado protegendo o condomínio.

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