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Energia Solar pode zerar conta de luz do condomínio

O uso de energia solar é atraente não só pelo efeito positivo ao meio ambiente, mas também pela economia que gera ao condomínio. A energia solar é obtida pelo seguinte sistema: placas de captação de energia solar ficam posicionadas em um local aberto onde bate sol e geram uma corrente contínua. Essa corrente passa por um inversor que a transforma em uma corrente alternada e por fim a leva para o quadro de energia do condomínio.   É possível suprir todo o consumo de energia do condomínio? A geração de energia é proporcional a quantidade de placas instaladas e portanto a quantidade de espaço disponível. Mas sim, é possível suprir todo consumo da área comum.   Como é feito o projeto? Primeiramente a empresa contratada analisa o consumo de energia médio do condomínio para determinar quantas placas serão necessárias para suprir toda a demanda das áreas comuns. Em seguida buscam áreas disponíveis para a implantação das placas como telhados, áreas abertas, etc. Caso o condomínio não tenha espaço suficiente, o projeto definirá quanto de economia será feita, ex: 70% do consumo será suprido por energia solar e o restante pela energia provida pela concessionária. A empresa então elabora um projeto e manda para a concessionária regional para aprovação, após aprovação os materiais são comprados e instalados. A concessionária então visita o condomínio para analisar se está tudo de acordo com o projeto aprovado e instala um novo relógio de medição de energia bidirecional. A implantação, após a aprovação da concessionária, demora em média 15 dias. Medição da Conta A conta é feita como crédito e débito. O relógio bidirecional calcula quanto de energia consumida foi produzida por energia solar (esse é o crédito) e quanto foi consumida de energia “normal” fornecida pela concessionária (esse é o débito). O valor a ser pago no final da conta é a diferença entre esse crédito e débito.   Custo do projeto e retorno sobre o investimento O cálculo do payback depende da tarifa unitária de energia que cada concessionária pratica. De uma forma geral, em um condomínio em que o projeto é feito para suprir toda a demanda do condomínio, o retorno sobre o investimento acontece em média entre 3 anos e meio a 5 anos. A partir deste momento, caso seja suprido toda energia da área geral do condomínio, a conta de luz passa a ser zerada.     RICARDO KARPAT – Principal referência nacional na formação de Síndicos Profissionais; Especialista em Recursos Humanos e Condomínios; Diretor da Gábor RH; Formado em Administração de Empresas pela FAAP; Pós Graduado em Marketing pela Universidade Mackenzie.   Fonte Site Parceiro: Síndico Legal www.sindicolegal.comhttps://sindicolegal.com/

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Condomínios precisam aderir ao eSocial à partir do dia 10, multas vão até R$ 180 mil

Desde a última quinta-feira, empresas do grupo 3, no qual se enquadram os condomínios, devem aderir ao Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, conhecido como eSocial. A adesão será dividida em seis partes. Na primeira, é necessário o envio dos dados do empregador e a tabela do contrato dos funcionários. Na cidade do Rio, cerca de 40 mil unidades serão obrigadas a aderir, sob o risco de multa. O eSocial é um programa que unifica, digitalmente, a coleta de informações de 15 obrigações tributárias, previdenciárias e trabalhistas. Entre as mais conhecidas, estão o Guia de Recolhimento do FGTS (GRF) e o Guia da Previdência Social (GPS). Segundo especialistas, os condomínios que possuem administradora serão pouco afetados pelas mudanças, cabendo ao síndico fiscalizar se as obrigações estão sendo cumpridas. Por outro lado, os síndicos dos conjuntos com administração própria devem ficar atentos aos requisitos e prazos que constam no site do eSocial. “Uma vez que se trata de aproximadamente 45 arquivos que deverão ser preenchidos e enviados dentro do prazo legal, é importante contar com a assessoria de um contador”, explica o especialista em Direito Imobiliário Leandro Sender. Segundo Paulo Codeço, coordenador da Precisão Administradora, a cultura dos condomínios vai mudar radicalmente. “Os administradores deverão ter ainda mais atenção com informações de pagamentos e recolhimentos das contribuições sociais sobre serviços prestados por autônomos, pagamento de férias, admissão e demissão”, explica. O condomínio que não se adaptar pode ser multado. “As penalidades chegam a até R$ 180 mil”, diz Anna Chazan, gerente geral de gestão predial da Estasa. É hora de se capacitar e se especializar em departamento pessoal e eSocial Como você pode perceber, o eSocial traz muitas mudanças importantes e é preciso ter atenção redobrada para estar preparado, ainda mais agora com os prazos de implantação do programa se aproximando. Fonte: Sindico Legal

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A Mercantilização de Cursos e Palestras Para o Ramo Condominial

Nota-se que na área da gestão condominial está havendo certa falta de profissionalismo aos ministradores e palestrantes de cursos que abordam qualificação de síndicos, sobrepondo muitas vezes o interesse comercial ao próprio objeto do curso: conhecimento. O mercado condominial das oportunidades, sobretudo da oportunidade de ser Síndico, despertou grande interesse em milhares de brasileiros de norte a sul do Brasil. Mas o que é preciso para tornar-se Sindico? A primeira resposta que vem a mente é obviamente se qualificar, recebendo orientações das pessoas certas, experientes no seu ramo e na sua área de atuação. Por exemplo, advogado especializado em jurisprudência condominial, certamente desenvolve em suas aulas ou palestras esse assunto. Seria incoerente um jurista falar sobre obras de engenharia e reforma predial. Nesse caso quem ministra aula ou palestra é um engenheiro experiente, que domina esse tema e é atuante neste setor. E assim respectivamente em todas as outras áreas do conhecimento. Caso contrário, os interessados nesses cursos e palestras correm o risco de receberem informações inapropriadas. Sim… Mas quais as matérias que um Síndico profissional tem que estudar? A gestão de um condomínio requer dedicação do síndico em diversas áreas profissionais devido a característica multidisciplinar desta função. Administração, Direito e Legislação, Engenharia e Manutenção Predial, Contabilidade Básica, Recursos Humanos, são algumas áreas só para se ter uma ideia. Em tese as matérias que um sindico deveria estudar são muitas, porém  Na realidade existe uma enorme corrida do ouro onde o objetivo é ganhar dinheiro vendendo cursos. Por outro lado, todas estas matérias devem ser ministradas por pessoas, preferencialmente profissionais qualificados, ou seja, que tenham em seus currículos o domínio do assunto ao qual pretendem compartilhar. No entanto, o que se vê é o oposto! Ou seja, não há critério quanto à qualificação dos próprios ministrantes dos cursos. E o que se observa é um contingente de aventureiros no mercado de “TREINAMENTO”, tentando industrializar palestras e cursos para Síndicos Profissionais. De acordo com a Lei nº. 9394/96, os cursos livres não precisam ser regulamentados por nenhum órgão de educação para funcionar. Eles se encaixam na categoria de Educação Profissional Básica. Mas já está em vigor a lei que regulamenta a profissão de Síndico? O que dizem os conselhos profissionais sobre o assunto? As universidades e/ou entidades de ensino estão preparadas para formação de síndicos ou gestores condominiais? Mas vamos deixar o formalismo de lado por enquanto e tecer algumas considerações sobre o lado perverso desta realidade. Constantemente presenciamos administradores, contadores, falando sobre legislação e manutenção predial, advogados falando sobre gestão e NBRs e engenheiros se aventurando na contabilidade. Isso quando não presenciamos pessoas sem nenhuma experiência se passando por especialista no assunto. A PROFISSIONALIZAÇÃO desejada para o síndico, imposta pelo novo código civil exige como pré-requisito o domínio do assunto ao qual quer ensinar e a especialização dos pretensos palestrantes / PROFESSORES. Levando em consideração a necessidade de cada um compartilhar conhecimento exclusivamente em sua área de atuação. Sem invadir áreas que não dizem respeito a sua formação e atribuições de outros profissionais! E para ficar bem entendido, podemos recorrer à citação do grande poeta e compositor Bezerra da Silva que disse na sua simplicidade: “Cada macaco no seu galho”.

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Dr. Anderson Machado fala sobre impacto da tecnologia nos condomínios

Aplicativos de hospedagem ou serviço de aluguel, filmagem com uso de drones, portaria remota, assembleia virtual são tecnologias que estão presentes em diversos condomínios. As novas tecnologias tem impactado a gestão condominial. O síndico, por sua vez, deve ficar atento e atualizado. Nessa reportagem da Rede Premium TV o advogado especialista em direito condominial Dr. Anderson Machado fala uma pouco sobre como os recursos tecnológicos tem influenciado o funcionamento dos condomínios e a vida dos moradores em geral.

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Iluminação adequada para cada tipo de espaço nos condomínios.

A luminotecnia é um fator arquitetônico que ganha espaço dentro e fora dos prédios, seja no hall, no projeto paisagístico ou na guarita do porteiro. Essa área da arquitetura estuda a iluminação, de acordo com a finalidade do espaço. Em um condomínio, a luz é necessária da decoração a segurança e com o auxílio de um profissional qualificado, que saberá fazer um projeto adequado e apontar os principais produtos disponíveis nesse mercado em expansão, oferecerá qualidade de vida e conforto aos moradores e trabalhadores. Para o plano de iluminação ser eficaz, o arquiteto lança mão de medidas e tabelas dispostas nas regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e no Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). “Tem que ser calculado para a área a potência, de acordo com a sua necessidade de iluminação, para ser usado o valor suficiente”, afirma a arquiteta Glaci Refosco. Nas áreas ociosas pode se usar menor potência e menos lâmpadas. Na área contemplativa é interessante trabalhar com jogo de luz e sombra. Segundo Glaci, no jardim, por exemplo, é atraente direcionar as lâmpadas para algumas plantas e usar feixes de luz que vem de baixo para cima. “É um trabalho de técnica e estética, que valoriza a decoração”, diz. Em áreas de grande circulação, como corredores e hall do condomínio a iluminação tem que ser mais objetiva, pois é utilizada para orientar aonde a pessoa quer chegar, e caso seja de baixa qualidade, pode provocar acidentes, como escorregões em escadas. A iluminação é muito importante para a segurança do condomínio, as de emergência devem estar nos corredores e indicar a saída de emergência, como determina a Norma de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros (Decreto Lei Estadual de Santa Catarina 4909 de 18 de outubro de 1994). A arquiteta aponta que na área externa é importante colocar lâmpadas refletoras direcionadas para a guarita, para as entradas e para todos os lados da fachada do prédio, para facilitar a vigilância do local. A escolha do tipo de lâmpada também depende da sua utilização. De acordo com Glaci, na parte de fora do prédio as de mercúrio – que têm alta potência – estão entre as mais econômicas. Para o espaço interno, atualmente se utiliza muito as lâmpadas frias (conhecidas como florescentes), que requerem menos energia elétrica, embora o conforto visual não se aproxime das normais. “Por isso, inventaram as do tipo econômica, porém mais amareladas, que proporciona mais fidelidade as cores dos objetos”, observa.

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5 dicas para economizar água nas áreas comuns do condomínio

Veja como evitar o desperdício de água na época mais quente do ano Em tempos de verão, a nossa tendência é precisar de mais água. Não só para a hidratação do corpo, mas também para nos refrescar do calor e manter nossas plantas e jardins protegidos dos efeitos do sol. Mas você já parou pra pensar em quanto podemos estar desperdiçando água nestas atividades? A gente separou algumas dicas práticas para economizar água nas áreas comuns do seu condomínio, evitando desperdício e otimizando as tarefas que precisam desse recurso natural. Confira: Não regue demais as plantas e prefira o horário da noite Ainda que o calor esteja forte, não é preciso regar as plantas mais vezes. Além de prejudicar a saúde da planta, você estará gastando água em excesso sem necessidade. Regar com pouca frequência, mas corretamente vai garantir a hidratação do jardim. O melhor horário é durante a noite ou nas primeiras horas da manhã: a redução da evaporação chega a 30%, dependendo da sua localização. Aproveite a água da chuva Apesar do forte calor, o verão no Rio de Janeiro também é conhecido por chuvas intensas e temporais. Toda essa água não precisa ir embora! Se o seu condomínio ainda não possui uma estrutura montada para captar água da chuva, mas têm espaço livre, tente armazenar um volume em tonéis de plástico. Assim você pode economizar o uso de água na irrigação dos jardins, usando a água da chuva para este fim. Não lave calçadas! Milhares de litros de água são desperdiçados a cada dia com esta prática desnecessária. A rua e a calçada não devem ser lavadas com a mangueira do seu prédio! Oriente os funcionários do condomínio a abandonarem este hábito que gera tanto desperdício. Atenção para os vazamentos! Verifique regularmente se há vazamentos de água nas estruturas do prédio. Inspecione torneiras e canos, pelo menos duas vezes por mês. Vazamentos geralmente não são muito caros para corrigir, mas se eles não são atendidos o mais breve possível, podem causar grandes problemas ao longo do tempo, além de gerar um aumento considerável na conta de água do prédio. Cubra a piscina A evaporação pode ser uma inimiga dos condomínios quando falamos de conservação da água de piscinas, tão usadas pelos moradores no verão. Usar uma lona ou capa para cobrir a piscina quando está fora de uso pode reduzir a evaporação de 30% a 50% e também isolar a água a partir de elementos exteriores, ajudando a manter uma temperatura constante.

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Estudo de viabilidade técnica para sistemas fotovoltaicos em condomínios

Desde 2012 temos observado o crescimento do mercado de micro geração distribuída de energia elétrica. O comércio de sistemas fotovoltaicos disparou nos últimos anos, logo após a publicação das resoluções da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL. Com isto surgiram centenas de empresas e profissionais ofertando soluções de auto geração de energia elétrica em residências e condomínios. Para os condomínios foi sem dúvida uma boa notícia pois a energia elétrica contribui com o maior percentual nos gastos mensais. Portanto, possuir um sistema capaz de reduzir o consumo de energia pode representar uma boa alternativa para resolver problemas financeiros ou fazer economia para investir em melhorias. Contudo, síndicos e gestores condominiais devem tomar alguns cuidados antes da contratação de empresas ou profissionais especializados em sistemas fotovoltaicos. Sabe-se que grande parte das edificações possuem instalações elétricas antigas, em desconformidade com as normas técnicas vigentes e sem registro de manutenção periódica. Antes da instalação do sistema fotovoltaico, o síndico deve revisar a rede elétrica do condomínio e certificar-se por meio de laudo que o sistema está preparado para receber os geradores fotovoltaicos. É muito importante esta preparação prévia para evitar acidentes de natureza elétrica, um dos maiores causadores de incêndios em prédios de todo o Brasil. Segundo a Abracopel – Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade, sobrecarga e curto-circuito ocorrem frequentemente em instalações mal conservadas e subdimensionadas. Outro fator que compromete a segurança da edificação e põe em risco a vida das pessoas é o mal funcionamento ou a falta de aterramento e de dispositivos de proteção contra choques elétricos e os conhecidos pára-raios (SPDA). Sempre que uma nova tecnologia é introduzida no cotidiano das pessoas é natural que haja maior interesse e aumento da oferta de produtos e serviços. A informação circula livremente pelos meios de comunicação, internet, redes sociais estimulando o consumidor adquirir e até instalar por conta própria os sistemas de geração de energia. Estimula também as pessoas que procuram oportunidades de trabalho se aventurarem nessas atividades mesmo não estando preparadas para realizar tais tarefas. Já falamos sobre a importância da Consultoria Técnica especializada para condomínios: atendimento ao Síndico e as vantagens desse serviço para o condomínio. Os depoimentos dos síndicos (que você pode ler aqui, aqui e aqui) mostram os resultados positivos da contratação de Assessoria de Engenharia para o condomínio: consultoria técnica e fiscalização de obras. Nesse ponto, devemos alertar a toda a sociedade, não só os síndicos, para a necessidade de contratar um especialista e/ou empresa credenciada no ramo da sustentabilidade. O estudo de viabilidade técnica de um projeto de sistema fotovoltaico consiste na análise de risco frente ao impacto financeiro e o prazo de retorno do investimento. Consequentemente, torna-se imprescindível que este estudo seja feito por empresa ou profissional independente para evitar vícios de concepção, projeto e de execução. Devido a quantidade de elementos que compõem a base do estudo de viabilidade técnica (base legal, arquitetônica, estrutural, ambiental, instalações, entre outras), recomenda-se a contratação de equipe independente, imparcial para idealizar o estudo. Por último, deve-se comprovar a qualidade dos equipamentos e componentes do sistema, incluindo certificado de homologação da ANEEL, selo do INMETRO e garantia do fabricante. O que é energia fotovoltaica? A geração de energia elétrica com a utilização de placas fotovoltaicas é realidade no Brasil desde 2012 a partir da homologação da Resolução Normativa Nº 482 da ANEEL. Este sistema, desde então, vem sendo adotado em larga escala em todo território Brasileiro. Com a RN482 e posteriormente a atualização RN687 em 2015, obrigou as concessionárias de energia elétrica brasileiras a criarem mecanismos que permitissem ao consumidor gerar sua própria energia. Além disso, toda a energia produzida pelos painéis solares é injetada na rede da concessionária gerando créditos e posteriores descontos na fatura mensal do consumidor. Porém, esses créditos estão sujeitos a cobrança de ICMS em alguns estados que ainda não isentaram a cobrança do imposto. Os estados brasileiros que ainda cobram ICMS sobre a energia injetada na rede são Paraná, Santa Catarina e Amazonas. A norma será revista este ano. Recursos Por meio do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), instituições credenciadas começam a receber nesta terça-feira (15/01) inscrições para o recebimento de propostas de financiamento de projetos de micro e mini geração de energia solar fotovoltaica para pessoa física. O Ministério alocou R$ 100 milhões para todo o Centro-Oeste.

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Nota: comissão julgadora do concurso de boas práticas de coleta seletiva em condomínios 2018

A Comissão Julgadora do Concurso de Boas Práticas de Coleta Seletiva em Condomínios 2018 homologa o resultado do trabalho da Comissão de Avaliação e comunica o resultado do concurso lançado em 19 de setembro de 2018 através do Edital n.º 001/2018. Colocação / Condomínio / Pontuação 1º Lugar – Condomínio Rural Chácaras Ouro Vermelho – Avenida do Sol km 08 / Bairro Jardim Botânico – Lago Sul DF – 93 pontos 2º Lugar – Condomínio Edifício Gávea – SQS 113 Bloco F – 88 pontos 3º Lugar – Residencial Politec – Rua 16 Sul Lote 06 – Águas Claras – 80 pontos Informações mais detalhadas sobre a pontuação e ranqueamento dos participantes do concurso, poderão ser obtidos por solicitação individual no e-mail jadrianobsb@gmail.com. É de responsabilidade do requerente acompanhar as publicações e avisos referentes à certificação e premiação do projeto de boas práticas de coleta seletiva em condomínios, no sítio da Assosíndicos/DF (www.assosindicosdf.com.br) A solicitação do interessado implica o conhecimento e a aceitação tácita das condições estabelecidas no Edital n.º 001/2018 e dos demais instrumentos reguladores, dos quais não poderá alegar desconhecimento. Brasília/DF, 26 de novembro de 2018 Comissão Julgadora: Emerson Tormann – Assosíndicos / DF Adriana Silva Alves – SLU Luciene dos Santos Velez – SLU

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CONVITE: Assosíndicos DF promove jantar em comemoração ao Dia do Síndico

A Associação dos Síndicos de Condomínios Comerciais e Residencias do Distrito Federal vai realizar no próximo dia 27 de novembro jantar comemorativo ao dia do síndico no Angus Beer Restaurante Para participar do evento do dia 27/11 é simples. Basta preencher o formulário de inscrição online para garantir a presença. As 60 primeiras inscrições terão direito à cortesia do jantar oferecido pela Assosindicos DF. A cortesia está condicionada à comprovação por meio da ATA de eleição do síndico que deverá ser anexada e enviada no momento da inscrição. Todos estão convidados Podem se inscrever e participar do evento todas as pessoas que convivem no ambiente condominial. A festa é para confraternizar síndicos, gestores, empresários do ramo condominial, moradores e trabalhadores dos condomínios do DF. Lembrando que somente os síndicos inscritos serão presenteados com a cortesia do jantar. O sorteio dos brindes está aberto a todos os inscritos, portanto garanta sua vaga e concorra fazendo a inscrição. Prêmios e Sorteios Este ano a Assosíndicos DF em parceria com o Jornal do Síndico está premiando os síndicos que foram destaques no ano de 2018. Além da premiação serão sorteados uma viagem, uma cortesia do jantar e brindes aos presentes. Síndico Destaque 2018 Entrega de Certificados aos 3 síndicos entrevistados pelo Jornal do Síndico em função de seus casos de sucesso*; Vale-viagem da CVC para o 1º colocado; Voucher do restaurante Angus Beer para o 2º colocado; Troféu para os 3 síndicos classificados. Prêmio Boas Práticas Condominiais em Gestão de Resíduos Sólidos 2018 Entrega de Certificados aos condomínios aprovados pela comissão de avaliação do SLU; Vale viagem da CVC para o 1º colocado; Voucher do restaurante Angus Beer para o 2º colocado; Troféu para os 3 síndicos melhores colocados. Sorteio (para todos os presentes) Um vale-viagem da CVC entre os presentes; Um voucher do restaurante Angus Beer entre os participantes. Brindes da Assosíndicos DF Palestra Para motivar ainda mais os síndicos, a organização do evento convidou a Síndica Profissional Elisabeth Cardoso da França, de Salvador / BA. Ela irá contar como está obtendo resultados positivos em sua gestão e dar dicas valiosíssimas de como ser um síndico profissional de sucesso. Programação 19:30 – Início da recepção, identificação e entrega das pulseiras aos inscritos no jantar e entrega de números a todos os participantes para o sorteio; 20:00 – Abertura do Evento: Palavra do Cerimonialista: 20:20 – Início da entrega dos certificados e premiações pelo cerimonial do concurso de Boas Práticas de Coleta Seletiva em Condomínios 21:00 – Palestra da síndica Elisabeth França – Síndica Profissional de Salvador / BA 21:22 – Entrega dos certificados e premiações pelo cerimonial do Síndico Destaque 2018 21:37 – Sorteio aos participantes do jantar 21:42 – Encerramento do evento com pronunciamento do Presidente da Assosíndicos DF Serviço   Jantar do Síndico Data: 27/11/2013. Horário: 20h (credenciamento a partir das 19:30) Local: Angus Beer Restaurante e Bar (QD 101, Rua das Figueiras, Lote 2/4 Loja 18/19 Figueiras Mall – Águas Claras / DF). Localização: https://goo.gl/maps/w9oNyppuVi72 Valor do jantar: R$ 79,90 / pessoa (entrada, prato principal, sobremesa e bebida a vontade – água, refri e suco) Inscrição: https://goo.gl/forms/l3xunXzXbnw087nz1

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FIM DE ANO, CUIDADOS COM AS DECORAÇÕES NATALINAS

O Fim de ano está chegando e muitos condomínios irão se decorar, para esta época tão especial. Mas a condomínio em ordem, sempre atuando para que os sonhos não se tornem pesadelo, traz uma série de dicas que os todos devem se atentar para a construção destas decorações A iluminação de natal é uma das coisas mais bonitas que enfeitam as nossas cidades e condomínios, mas para que este momento magico que marca o final do ano não nos cause prejuízos neste período de festas é necessário tomar algumas preocupações. Aquelas pequenas lâmpadas, por menor que sejam, consomem energia elétrica, uma das maiores fontes de incêndios, ferimentos e até mortes no Brasil. Por mais inofensivas que pareçam, as lâmpadas consomem energia e devem receber o mesmo cuidado do que outros equipamentos elétricos como motores, transformadores e Sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA). A maior causa de incêndios não intencionais no Brasil são instalações elétricas malfeitas. Os fios e cabos conduzindo eletricidade se aquecem e dissipam calor. Se os condutores forem muito finos podem se aquecer muito, danificando sua cobertura até provocar um incêndio. Ao mesmo tempo, se a iluminação de natal não for feita corretamente, o isolamento dos fios e cabos pode se danificar e o condutor entrar em contato com partes metálicas do condomínio, causando choques elétricos que podem até ser fatais, principalmente em locais úmidos como piscinas e saunas. O fundamental para que a sua iluminação de natal só lhe traga alegrias é a contratação de um eletricista qualificado. Muitos condomínios apelam para seus próprios funcionários, que devido a sua experiência em pequenos reparos são considerados aptos para realizar qualquer tipo de instalação. Mas para identificar qual o material necessário, além das lâmpadas, temos os fios, disjuntores e demais acessórios, só um profissional especializado em eletricidade terá a experiência necessária. Ao escolher as lâmpadas prefira as de LED por serem mais eficientes, isto é, iluminam mais gastando menos energia e maior durabilidade. Os fios e cabos possuem uma isolação que não pode ser danificada, por isso eles devem ser colocados dentro de tubulações, canaletas ou outro meio que os protejam para evitar que estejam ao alcance das crianças ou entrem em contato com parte metálicas, o que poderia ocasionar choque elétricos. A eletricidade não combina com a água, portanto tenha o máximo cuidado ao instalar a iluminação próximo às piscinas. O mesmo cuidado é necessário para proteger a iluminação da chuva. Dependendo do que for feito, lâmpadas e demais componentes da instalação podem se danificar, “envelhecer” precocemente ou conduzir eletricidade provocando choques elétricos. Nada é mais permanente do que coisas provisórias. Só podemos comparar os preços de produtos com qualidade semelhante. Produtos muito baratos de origem duvidosa são uma bomba relógio em sua residência. Eles até podem durar, mas jamais teremos a segurança necessária quanto a isso. Outro ponto extremamente importante a pessoa que irá realizar a montagem deverá ter treinamento para atuar em eletricidade, neste caso a NR 10, do Ministério do trabalho dita as regras, e sobre o trabalho em altura, a NR 35 também necessita ser respeitada, para montagem das decorações de fim de ano, assim como todas as outras.   Resumindo: Instale relés fotoelétricos para desligar sua iluminação na presença da luz do sol; De preferência pelas lâmpadas de LED porque consomem menos energia; Afaste a instalação e as lâmpadas de materiais que podem queimar, principalmente de materiais como isopor, plástico e papel; Jamais utilize Benjamin e réguas de tomada. Utilize um circuito elétrico especifico para a iluminação de natal para evitar a sobrecarga; Mesmo pessoas sem conhecimento específico podem verificar visualmente os materiais. Observando a existência de fios descascados, lâmpadas e plugs frouxos ou partes ressecadas, tanto na compra quanto na reutilização do material; Aproveite este momento, do fim de ano,  para uma rápida revisão da instalação elétrica do condomínio. Se forem utilizadas muitas lâmpadas será necessária uma revisão no sistema elétrico para verificar se ele suporta o aumento de carga; Deve-se tomar cuidados extras com áreas externas: Umidade, chuva, calor e sol ressecam os materiais isolantes, aumentando o risco de choque elétrico e curto-circuito. É necessário que os fios e cabos estejam abrigados, os colocando dentro de eletroduto ou canaletas adequadas; É necessário aterrar às grades e sacadas se forem metálicas, pois elas podem se tornar condutoras de eletricidade causando choques, na existência de condutores expostos ou lâmpadas danificadas. Para o seu conforto, segurança e economia, contrate um profissional. Ele será o responsável para que seu condomínio brilhe neste fim  de ano.   Contribuição no artigo Sergio Roberto Santos, Engenheiro eletricista da Lambda Consultoria e instrutor do curso de Medida de Proteção contra Surtos da Termotécnica Para-raios   Fonte Site Parceiro: www.condominioemordem.com.brhttps://www.condominioemordem.com.br/

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