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Administração de Condomínios, Editoriais, Últimas Notícias, Viver em Condomínio

Saiba como implementar o compliance condominial

A corrupção é um problema comum não apenas na política, mas em diversas áreas da sociedade. Sendo assim no condomínio não é diferente. No local existem inúmeras oportunidades de corrupção. Por isso mesmo é importante buscar uma gestão mais transparente. Então vamos falar de compliance condominial? “Compliance é uma expressão em inglês derivada do verbo “to comply” que, em tradução livre, significa estar de acordo ou agir em conformidade.” O compliance condominial é uma forma prática de prevenir fraudes e desvios de dinheiro dentro dos condomínios, assim como garantir a transparência e a ética dos vários processos do local. Além disso, o compliance ajuda a evitar gastos desnecessários e ainda contribui para a valorização do imóvel. Já a falta de compliance pode custar caro por eventuais desvios de conduta. Mas como colocá-lo em prática? A implementação de um sistema de compliance no condomínio vai depender das características e da realidade de cada empreendimento. Mas vamos trazer aqui alguns passos importantes desse processo. Manual ou código de conduta A partir da participação do síndico, condôminos e funcionários é importante se criar um manual que conste as boas práticas direcionadas para cada um desses agentes que fazem parte da vida condominial. Neste documento, pode ser incluído desde o treinamento e conduta dos funcionários até as formas com que os condôminos devem prosseguir em caso de queixas e insatisfações. E possível definir ainda os procedimentos para o monitoramento e controle das normas. Comitê gestor A criação de um comitê gestor pode garantir o controle e monitoramento por outros agentes, para além do síndico, das boas práticas de gestão. Sendo assim haverá uma garantia maior que as melhores práticas estão sendo adotadas e que o regimento interno e a lei estão sendo seguidos. Uma fiscalização mais transparente e diversa. Impessoalidade O síndico deve evitar a informalidade ao lidar com queixas dos condôminos e agir de modo impessoal na gestão de assuntos que digam respeito a funcionários e conflitos internos e sempre seguindo os documentos que regem as leis do local, como convenção e regimento interno. A indicação para garantir a formalidade necessária é a criação de canais em que tanto colaboradores quanto condôminos possam registrar suas queixas e dar feedbacks sobre a situação do condomínio e a atuação do síndico. LEIA TAMBÉM: Plano de manutenção e prevenção de riscos e acidentes – PMPA, se seu edifício, prédio ou condomínio não possui, está em risco Informatização? Eis a questão! Fundo de Reserva, o que é, para que serve e como se deve utilizar O síndico também deve tratar todos os condôminos da mesma forma, nada de privilégios a pessoas mais próximas, por exemplo. Isso acaba com a credibilidade e abre brechas para conflitos. Transparência A transparência e a base do compliance, por isso mesmo, ela deve estar presente. Como fazer isso dentro do condomínio? O síndico deve facilitar o acesso e o acompanhamento dos condôminos de todos os processos que digam respeito à coletividade, como licitações, andamento de obras, relacionamento com fornecedores etc. E ainda manter todos esses processos atualizados. Além disso consulte sempre o conselho nas suas decisões, para garantir que todos esses processos sejam transparentes desde o início. Controle em dia Todas as documentações do condomínio devem estar em dia, lembrando que não apenas as financeiras, mas todas necessárias à vida condominial, como AVCB, seguro etc. Contrate uma auditoria preventiva anual – com as contas auditadas e “aprovadas” pelo auditor, a transparência para os condôminos fica evidenciada; Atenção nos contratos de prestação de serviço Muitas das fraldes que costumam ocorrer dentro de um condomínio estão ligadas a contratos de manutenção ou prestação de serviço. Por isso, é fundamental avaliar e acompanhar com muita atenção cada contrato, a fim de identificar e corrigir possíveis falhas. Lembre ainda que não é indicado contratar fornecedores que tenham vínculo familiar com a administração e que possam assim comprometer a imparcialidade nos negócios, sem prévia autorização. Nada de presentes O síndico não deve aceitar doações, comissões, recompensas, presentes, retribuições, remunerações, gratificações, prêmios, pagamentos ou outros benefícios, peculiares ou não, que possam ser caracterizados como favorecimento pessoal e/ou profissional para si mesmo, como para algum membro da família. Tecnologia e compliance As novas tecnologias proporcionam a síndicos e administradoras ferramentas que facilitam a aplicação do compliance condominial e reduzem a possibilidade de atos de corrupção e desvios de conduta de todas as partes.

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Veja quem são os 27 senadores eleitos no Brasil

No último domingo (2), eleitores de todo o país escolheram um representante de cada um dos 26 estados e do Distrito Federal para o Senado. Eles terão um mandato de oito anos, que começa em 1º de fevereiro de 2023. Na lista dos novos congressistas eleitos há ex-governadores, como Camilo Santana (PT-CE), Flávio Dino (PSB-MA), Wellington Dias (PT-PI) e Renan Filho (MDB-AL). Há também figuras famosas mas estreantes na casa legislativa, como o ex-juiz federal Sergio Moro (União Brasil), o vice-presidente Hamilton Mourão (Republicanos) e os ex-ministros Damares Alves (Republicanos-DF) e Marcos Pontes (PL-SP). E figuras já conhecidas do parlamento, como Rogério Marinho (PL-RN), que já foi ministro e deputado federal, e Magno Malta (PL-ES), que retorna à casa legislativa após quatro anos. Veja a lista completa dos 27 senadores eleitos: UF Candidato eleito Partido AC  Alan Rick União Brasil AL  Renan Filho MDB AP  Davi Alcolumbre União Brasil AM  Omar Aziz PSD BA  Otto Alencar PSD CE  Camilo Santana PT DF  Damares Alves Republicanos ES  Magno Malta PL GO  Wilder Morais PL MA  Flávio Dino PSB MT  Wellington Fagundes PL MS  Tereza Cristina PP MG  Cleitinho PSC PA  Beto Faro PT PB  Efraim Filho União Brasil PR  Sergio Moro União Brasil PI  Wellington Dias PT PE  Teresa Leitão PT RJ  Romário PL RN  Rogério Marinho PL RS  Hamilton Mourão Republicanos RO  Jaime Bagattoli PL RR  Hiran Gonçalves PP SC  Jorge Seif PL SP  Marcos Pontes PL SE  Laércio PP TO  Professora Dorinha União Brasil Fonte: InfoMoney

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Energia solar para apartamentos e condomínios

Saiba como funciona e como instalar a energia solar em condomínios e apartamentos. A energia solar em apartamento e condomínios pode ser instalada na sacada do apartamento, nas paredes do prédio ou no telhado, quando o proprietário mora na cobertura ou em um condomínio de casas. Caso o sistema de energia solar seja instalado por todo o prédio, a energia poderá ser usada pelas áreas comuns e por outros apartamentos, trazendo economia para todos os moradores. Energia Solar em Apartamento A energia solar para apartamentos por meio de sistemas fotovoltaicos é atualmente a melhor opção para quem busca economia na conta de luz e ainda quer colaborar com o meio ambiente com o uso de uma energia renovável. Veja as recomendações para instalação de energia solar em apartamentos: Energia solar em apartamento: como funciona e quais são os benefícios? A energia solar em apartamento é uma das diversas possibilidades de aplicação da fonte solar, resultando em uma solução sustentável e econômica. Aspectos como a redução significativa dos valores das contas de luz, valorização do imóvel e alta durabilidade são decisivos para que a instalação seja realizada.  Quer descobrir os principais detalhes sobre a energia solar em condomínios e apartamentos? Continue lendo!  Onde instalar energia solar em apartamento?  Uma das melhores localizações para instalar a energia solar em apartamento é a cobertura ou laje do prédio, pois são áreas grandes que recebem boa irradiação solar. Mas, desde que seja realizado um projeto arquitetônico específico para esse objetivo, a instalação pode ser feita em outros locais dos edifícios, como nas fachadas.  Quando não é possível usar o próprio prédio para instalar os painéis solares, uma alternativa é posicioná-los em algum local da área comum do condomínio.  Quais são as alternativas para a instalação individual da energia solar em apartamento?  As demandas individuais na instalação de energia solar em apartamento podem ser atendidas por meio de algumas soluções:  Varanda  Com o uso de um sistema de fixação do tipo usina, de forma triangular, você pode instalar as placas solares no espaço livre da sua varanda. O melhor cenário é que a varanda fique sempre sem sombras. No entanto, mesmo com os momentos de sombreamento, o sistema produz energia elétrica por meio da irradiação solar, mas por um período menor em um dia.  Cobertura  As coberturas são lugares ideais para a instalação de um sistema de energia solar em apartamento. Como mencionamos, elas são áreas maiores, que possuem altos níveis de captação de irradiação. Esse tipo de instalação possibilita que a energia solar produzida seja consumida de modo compartilhado entre os outros apartamentos ou apenas pela própria cobertura. Quintal  Em alguns condomínios, os edifícios possuem apartamentos térreos, os quais também são ótimos lugares para a instalação do sistema fotovoltaico. Entretanto, deve-se estar atento ao nível de sombreamento do local, visto que sombras de outras construções ou árvores podem ser responsáveis por uma baixa capacidade de geração de energia.  Como funciona a instalação de energia solar em apartamento?  Tenha em mente que esse tipo de instalação somente deve ser realizado por técnicos especializados. Portanto, antes de tudo, procure o serviço de uma empresa que tenha experiência no ramo.  Após a finalização da instalação do sistema de energia solar, você já pode começar a gerar energia. Por meio da atuação do inversor de frequência, essa energia é direcionada ao relógio bidirecional, que consiste no equipamento responsável por avaliar qual é a potência necessária para os apartamentos.  Dessa forma, o relógio de luz apenas acusa o pagamento de algum valor à distribuidora caso o consumo de energia dos apartamentos do condomínio ultrapasse a capacidade máxima de geração do sistema. Em contrapartida, quando há energia excedente, é possível direcioná-la à distribuidora e, assim, transformá-la em créditos que são abatidos das contas de luz.  LEIA TAMBÉM: Eleições 2022: O que é permitido dentro do condomínio? Primavera chegando e com ela a manutenção da área de lazer 11 maneiras de aumentar a segurança do seu condomínio Como a energia produzida pode ser creditada?  Conforme a Resolução Normativa 687 elaborada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), existem diretrizes que determinam o funcionamento dos créditos de energia, seja individual ou coletivo.  Autoconsumo remoto  O consumidor pode instalar o seu sistema solar em um local diferente dos pontos de consumo desde que seja do mesmo setor de concessão e CPF.  Geração compartilhada  A compensação dos créditos de energia solar pode ser realizada em apartamentos de outros moradores quando o vínculo entre as partes é comprovado. Geração em condomínio  Muitos condomínios têm telhados ou lajes pequenas. Nessas situações, a produção de energia solar pode ser dividida entre os seus apartamentos. Caso a energia esteja sendo gerada dentro do condomínio, o abatimento dos créditos acontece nas contas de cada unidade consumidora. Além disso, com a popularização da energia solar para apartamentos, foram criadas opções de financiamento de energia solar para condomínios. O financiamento é feito de maneira personalizada, de acordo com o projeto e renda mensal do cliente. Desta forma, há uma análise de crédito convencional, além de apurações, a fim de avaliar a documentação do bem. Energia Solar em Condomínios Especificamente em condomínios, a forma de se aprovar a contratação deste sistema de geração e compensação de energia solar (módulos fotovoltaicos), se dá através de votação em assembleia, pela maioria simples dos condôminos presentes, por ser uma benfeitoria que pode ser considerada necessária, em função da economia gerada e contribuição ao meio ambiente, dispensando o quórum mais rígido, conforme conceitua o artigo 1.341 do Código Civil brasileiro. Neste sistema de compensação de energia, além dos consumidores adquirirem e instalarem sua central geradora fotovoltaica e ter seu imóvel (área comum e individual) total ou parcialmente suprido energeticamente, a energia excedente injetada na rede da concessionária, gerará créditos energéticos, que poderão, posteriormente, em até 60 meses, serem compensados. A geração de energia por fontes limpas, traz benefícios socioambientais e, comprovadamente, inúmeros incentivos pró GD (geração distribuída). Somada a todos esses estímulos, os consumidores agora podem, legitimamente, tornarem-se independentes energeticamente, de forma conjunta, ou seja, em condomínio, local

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Eleições 2022: O que é permitido dentro do condomínio?

As campanhas políticas seguem a todo vapor em todo Brasil. E essa tensão pré-pleito também atingem condôminos. E nesse momento vem o questionamento? É permitido campanhas políticas dentro dos condomínios? Segundo Mina Caracuschanski advogada especialista em Direito Eleitoral  não há nada na lei que impeça a publicidade em condomínios. “A Lei eleitoral não veda a realização de propagandas dentro dos condomínios, porém, qualquer propaganda em bem particular deve ser espontânea e gratuita, sendo vedado qualquer tipo de pagamento em troca de espaço para essa finalidade”, explica a especialista. Alguns moradores podem querer utilizar as redes sociais criadas para a troca de informações entre condôminos, para ajudar na divulgação de um ou outro candidato, o que pode causar discussões infindáveis. Para que isso não ocorra, Júlio Herold, sindico profissional com 20 anos de experiência na área condominial  e sócio fundador da GH Gestão Condominial, prefere não misturar os assuntos nos meios de comunicação utilizado pelos condôminos. “Não utilizo a redes e não libero para esta finalidade, nem mesmo para venda de produtos, ou algo neste sentido, evitando que a gestão interfira nestes temas, deixando somente assuntos relacionados ao condomínio. Mas sei que muitos condomínios (a maioria) acabam tendo esses grupos de moradores entre eles em que a gestão não faz parte” explica Júlio.  O síndico profissional cita um caso em que um morador mais exaltado foi excluído do grupo de comunicação. “Os casos que tenho conhecimento foram através de grupos de moradores, e em um deles os moradores definiram excluir os participantes, porem não chegou ao conhecimento da sindicância”, revela. Como evitar problemas com os condôminos  e manter a harmonia Segundo Julio Herold, sindico profissional, o melhor é sempre usar a lei. “A melhor atitude é utilizar sempre a base legal, ou seja, a convenção do condomínio, desta forma evita-se  problemas e o critério para todos são respeitados, independente se o tema for político, religioso., etc. A convenção sempre será o melhor formato de trabalho para o sindico”, indica Para frear os condôminos mais exaltados,  Julio prefere não dá espaços para atividades no condomínio. “Para evitar problemas eu acabo não dando abertura para fazer algo junto ao condomínio, evitando qualquer tipo de manifestação. Com aprovação do condomínio, caso o mesmo queira fazer entre os amigos dele tudo bem, mas não pode colocar “santinhos” nas caixas de correspondências, abordar moradores, objetivo realmente é não ter este tipo de manifestação junto ao condomínio respeitando muito os moradores e suas opiniões”, explica o sindico profissional. E completa: A maioria dos condomínios tem a proibição dessas atividades nas áreas comuns definidas em sua  convenção. LEIA TAMBÉM: O que os condomínios podem proibir? Pode pendurar bandeira de candidatos em janela de condomínio? De acordo com Daniel Solis , do escritório Nelson William, e com mais de 20 anos de experiência em contencioso empresarial, não há lei eleitoral que trate do assunto. “O que o condomínio pode fazer é se orientar através de normas internas como o Estatuto, Regimento interno do condomínio ou do prédio”, explica. E completa. “Realize assembleia sobre o assunto e faça as devidas alterações do Regimento Interno do prédio/condomínio que atendam a vontade dos moradores sobre a propaganda nas áreas de uso comum”, aconselha.  Material de campanha nos condomínios   A advogada Mina explica que há regras de como usar o material de campanha. “No apartamento, é possível colocar bandeiras e adesivos nas janelas, este último desde que não exceda a 0,5m² (meio metro quadrado), sendo vedada também a justaposição de adesivos que ultrapassem este tamanho”, alerta. Segundo a advogada, a  Lei Eleitoral não veda a distribuição de santinhos, reuniões ou comícios em condomínios, desde que respeitados os limites de volume de som e horário (de 8h às 00h). “Mas cabe lembrar que é proibido qualquer tipo de propaganda no dia da eleição”, diz a advogada. O que diz a Lei Eleitoral Segundo os advogados Daniel Solis e Mina Caracuschanski  a Lei eleitoral manifestou-se sobre a regularidade da propaganda em condomínios e prédios através de um Agravo Regimental julgado em fevereiro de 2014, entendendo que, “A fixação de propaganda eleitoral em condomínio residencial fechado não caracteriza ofensa ao art. 37 da Lei nº 9.504/97, pois as áreas destinadas ao uso dos condôminos não se equiparam às que a população em geral tem acesso”. “Havia dúvidas sobre o tema, pois é proibida a divulgação de qualquer propaganda em áreas particulares mas de uso geral da população (ex: cinema, clubes, lojas), diz Daniel. E não há multa prevista para campanha irregular . “A atual Resolução do TSE de nº 23.610, que aborda o tema de propaganda eleitoral, deixou expresso que não incide sanção pecuniária na hipótese de propaganda irregular em bens particulares, porém, qualquer propaganda tida como irregular deverá ser retirada, caso haja ordem da justiça ou da fiscalização realizada pelos Tribunais”, finaliza  a advogada Mina. Fonte: CondNews

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11 maneiras de aumentar a segurança do seu condomínio

A violência urbana é uma preocupação de muitos moradores e síndicos. Veja como se proteger Muitas pessoas optam por morar em edifícios para ter mais tranquilidade e segurança, porém a ocorrência de furtos e roubos em condomínios têm crescido no Brasil. Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, houve um aumento de 12% nos furtos e roubos em condomínios – com ocorrências mais concentradas em regiões de alto padrão. Consultorias de segurança apontam que a principal causa destes crimes é a ausência de protocolos de segurança, responsável por praticamente 1/3 das ocorrências. Além disso, falta de treinamento e despreparo profissional, falha na tecnologia e desatenção estão entre os outros fatores responsáveis. Diante do cenário atual de criminalidade no país, é necessário tomar precauções para evitar ser uma vítima. Existe uma vasta gama de tecnologias e processos para implementar e fortalecer a segurança dos condomínios. 1. Contrate profissionais qualificados – e invista na capacitação Para uma boa segurança, profissionais qualificados podem ser um diferencial. Por isso, é imprescindível investigar todas as habilidades e referências de cada pessoa que for contratar. A capacitação de todos os funcionários do condomínio é imprescindível para ter maior segurança. Sejam eles porteiros, zeladores, seguranças e síndicos profissionais, é crucial que todos tenham a instrução ideal para saber como agir no cotidiano e em relação às normas de segurança. LEIA TAMBÉM: O que os condomínios podem proibir? Pode pendurar bandeira de candidatos em janela de condomínio? É possível a penhora de bem de família em condomínio na execução de aluguéis entre condôminos Para facilitar este processo, a terceirização de profissionais pode ser uma ótima solução. Afinal, a empresa responsável por eles fornecerá todo o treinamento e qualificação necessários para que eles exerçam a profissão de maneira segura. 2. Aparelhos de segurança eletrônica Com a expansão da tecnologia, há diversas opções de equipamentos eficientes para utilização nos prédios, sejam residenciais ou empresariais. Itens como câmeras de segurança, interfone, circuito interno de TV e portão eletrônico são imprescindíveis para a segurança do ambiente.  3. Estrutura física do local É primordial estar atento a algumas questões no quesito da estrutura física do condomínio e que são importantes: Guarita 24 horas: É importante os administradores dos prédios entenderem que muitas das ocorrências são registradas durante a madrugada. A sua utilização é uma medida de prevenção; Portarias com alarme sonoro: Infelizmente, é comum moradores e visitantes dos edifícios deixarem o portão aberto, o que deixa o espaço vulnerável e inseguro. O uso desse aparato tecnológico vai contribuir na segurança, pois ele avisa quando o portão fica aberto acima do tempo apropriado. Muros e cercas elétricas: É mais um recurso disponível na prevenção e proteção de roubos e furtos, embora muitos criminosos não se intimidem com a sua presença. 4. Portaria remota Uma ferramenta adequada e com alta tecnologia na segurança patrimonial e residencial é o uso da portaria remota. É mais um recurso elaborado para reforçar a segurança no ambiente e ainda economizar despesas. Câmeras de alta resolução, sistemas de comunicação modernos e modificações nos acessos do edifício são meios que devem ser aprimorados para um melhor desempenho. A implementação deste sistema dispensa, muitas vezes, a presença de um porteiro, pois há um profissional especializado na central de monitoramento para controlar todos os acessos da portaria do local à distância. Vale salientar que as imagens e ligações ficam registradas por meio de gravações, o que garante registro e controle total das entradas e saídas. Os habitantes têm acesso ao condomínio por meio de dispositivo tag ou biométrico. O acesso aos veículos possui acompanhamento 24 horas e pode ser executado por tag ou controle remoto. Um aspecto interessante é que diante de um perigo, a pessoa pode acionar o botão de pânico silencioso, com aviso instantâneo à central de monitoramento sobre qualquer movimentação suspeita. A sutileza e distância favorecem a proteção em momentos de risco. Na chegada de visitantes ao lugar, o procedimento é realizado do mesmo modo. A portaria remota realiza o atendimento e acompanhamento por intermédio das câmeras. Ao chegar uma visita, o morador é avisado para ele autorizar a entrada na sua residência. Existe a possibilidade de entrar em contato com o morador, caso ele esteja ausente. Um detalhe atrativo é que os condomínios podem adotar a portaria remota somente no período noturno, quando o fluxo de movimentação é pequeno, caso decidam permanecer com o porteiro tradicional. Essas ações promovem economia e melhoram a segurança. 5. Vídeo-porteiro Uma alternativa segura para a parte externa do prédio. Através dela, é possível o porteiro localizar e identificar quem está do lado de fora. Apesar de ter muitas opções disponíveis no mercado, possuem mais eficiência do que um interfone convencional. 6. Monitoramento por drones É uma medida inovadora e que está conquistando o seu lugar na proteção dos condomínios fechados. Sua utilização é eficaz e eficiente para detectar movimentações suspeitas, pois ele checa as ruas das redondezas daquela área. 7. Elaboração de protocolo de segurança É indispensável que o condomínio tenha uma política de segurança formalizada. Isso pode ser realizado por meio de um manual ou cartilha de boas práticas.  Esse material precisa conter procedimentos claros sobre como agir diante de imprevistos que possam ocorrer e que relate o que os administradores ou síndicos estão fazendo na prática em prol do bem-estar de todos os residentes. Os responsáveis na elaboração deste documento devem preparar um protocolo em conjunto com as demandas e necessidades dos moradores e compatível com os recursos disponíveis. 8. Apoio da ronda As rondas nas ruas e em outras áreas da redondeza são imprescindíveis na segurança dos condomínios. É um recurso vital e que deve ser realizado por vigilantes com regularidade, especialmente à noite. Há diversas formas de ser feito, como a pé, de moto, de carro e deve-se estar atento a todos os pontos no entorno da localidade para direcionar à central de monitoramento. É um serviço que apoia o controle de acesso de pessoas e veículos, durante 24 horas por dia, 7 dias por semana.

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Pintura, restauração e limpeza de fachada

As condições metrológicas em São Paulo e em boa parte do Brasil estão estranhas. Antigamente, prevíamos as épocas secas, com boas chances de acerto. Eram os períodos ideais para realizar algumas obras no condomínio como impermeabilização, pintura e restauração das fachadas. Estes dois últimos itens merecerão a atenção desta matéria já que muitos síndicos têm dúvidas a respeito. Primeiramente, é bom deixar clara a opinião das empresas sobre o período correto de realizar os procedimentos da pintura ou restauração da fachada. “ Não existe época correta, na verdade. Depende muito da necessidade do prédio. Mesmo com essa imprevisibilidade do clima atualmente, é bom não fazer em época de festas de final de ano e durante os meses de janeiro e fevereiro, que costumam ser mais úmidos”, explicou Alexandre Davi de Almeida, um dos proprietários e responsável pelo departamento comercial da A Brasileira Pinturas, empresa especializada em engenharia técnica para recuperações prediais. “O ideal continua sendo de março a novembro”, completou. Férias escolares de dezembro e janeiro também contam nesta decisão, já que as crianças ocuparão as áreas de lazer durante um maior período em comparação ao ano letivo. Controlar acesso aos locais das obras é imprescindível. Algo que pode ser difícil com a molecada presente o dia inteiro. O planejamento vai além da escolha de uma data para pintar o prédio. É aconselhável pensar a longo prazo, visando uma boa economia de recursos futuramente. “Realizar a manutenção da fachada e pintura, de cinco em cinco anos, diminui muito os custos do que fazer a cada 15 anos, por exemplo”, alertou Sebastião Agostinho de Almeida, diretor/fundador da A Brasileira. “A pintura de um prédio de tamanho médio demora de 3 a 4 meses, aproximadamente”, continuou o diretor. Pastilhas Pode até parecer estranho, mas o tratamento de uma fachada de pastilhas não é mais complicado do que a pintura. Em alguns casos, a lavagem resolve boa parte dos problemas. “Fazemos a reposição de todas as pastilhas retiradas das fachadas e das que se soltam durante a limpeza ou restauração. Quando não conseguimos reaproveitar e recolocar as pastilhas, por causa do desgaste , utilizamos produtos iguais ou similares às existentes, sem limites de metragem”, comentou Alexandre.  ”Procuramos, em cemitério de pastilhas, o tipo mais próximo possível do original. Tratamento de concreto aparente Para simplificar, separamos os pontos principais apontados pela A Brasileira, no que diz respeito a concreto aparente, e que o síndico deve prestar atenção durante a obra: Lavagem; Revisão do concreto aparente para retirada de partículas soltas e danificadas; Detecção de possíveis ferragens expostas e rupturas; Remoção do concreto afetado até atingir o concreto são; Martelamento para exposição da ferragem oxidada; Remoção de todo óxido aparente; Aplicação de primer epóxi em zinco nas ferragens; Fechamento dos locais após o tratamento das ferragens; Recomposição de todo concreto retirado; Lixamento manual com lixas finas; Lixamento com lixadeiras de baixa rotação para os pequenos defeitos; Retirada do pó; Aplicação de verniz a base de água em todas as superfícies em concreto aparente. Segurança  Hoje em dia, é difícil encontrar  empresa negligente. As cobranças são constantes com a segurança nas obras.  Na parte de isolamento, nada pode ser esquecido. Cones, fitas zebradas, telas e tapumes impedem a circulação de moradores distraídos. Antes e durante as obras de pintura, lavagem ou restauração, o síndico deve emitir circulares aos condôminos, colocar avisos em elevadores, deixando qualquer dúvida sanada sobre os serviços contratados. “Na hora de contratar, o síndico precisa verificar a idoneidade da empresa, buscando seu histórico, pedindo referências, verificando se possui todos os seguros necessários e exigindo um engenheiro responsável”, esclareceu Alexandre Davi de Almeida. Diferenciais das empresas  Além de todo aspecto de segurança, qualidade do serviço prestado e preços justos, é bacana quando o síndico encontra uma empresa com outros diferenciais. “Diversas empresas possuem aspectos peculiares que as destacam. O nosso principal é que um dos donos, o Marcos Daniel de Almeida, responsável pela parte operacional, acompanha a obra. Ele faz a supervisão”, destacou Alexandre. É bem importante este acompanhamento do próprio dono durante as obras, mas, durante a entrevista com os responsáveis pela A Brasileira Pinturas, achamos interessante, neste período de crise hídrica, eles fornecerem água 100% potável. “Abastecemos as caixas com um caminhão pipa para o condomínio não ter custos extras na conta de água durante a obra”, finalizou.

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É desafiador ser um gestor, ser o “conciliador” condominial

A Síndica em Destaque da nossa coluna este mês de Abril 2020, é a síndica: Marcilia Bellozupko Stremel, do condomínio SQS 310 Bloco J, com 48 unidades de apartamentos, na Asa Sul, Brasília – DF 1-) O que é ser Síndica pra você? È desafiador ser um gestor, ser o “conciliador” condominial. È necessário ter um conhecimento geral em contabilidade, um pouco de gestão de pessoas e até mesmo política. O síndico precisa estar sempre se atualizanda, participar em cursos profissionalizantes para ser síndico orgânico ou Profissional. 2-) Como você faz pra conciliar suas atividades pessoais, com a de Síndica? Fui bancária e atualmente psicóloga, como tenho horários flexíveis, consigo administrar a rotina para dar atenção ao condomínio. 3-) Quando assumiu quais os problemas e dificuldades encontradas e qual o maior problema que enfrentou ? O condomínio tem garagens muito estreitas que, consequentemente, geram atritos e desavenças entre os moradores. Mas o maior problema que enfrentei ocorreu em fevereiro de 2018, uma parte das pastilhas despencou do último andar (graças a Deus, não teve vítimas), chamamos a Defensoria Pública, foi elaborado um laudo técnico e corrigimos as infiltrações oriundas de telhado e juntas de dilatações. Agora está tudo resolvido e bem monitorado. 4-) Quais foram as melhorais implantadas na sua gestão e qual economia o condomínio obteve com a implantação dessas melhorais? Trocamos as telhas de amianto que são cancerígenas por telhas tipo sanduíche que isotérmicas e tem melhor tratamento acústico, diminuindo o calor dos apartamentos mais altos. Também trocamos as fiações elétricas antigas das áreas comuns do condomínio para o modelo trifásico. Substituímos as lâmpadas comuns por LED, reduzindo o consumo de energia. Nas garagens e corredores, foi colocado sensor de presença, para economia de energia. Pusemos irrigação nos jardins para reduzir as despesas com água. Colocamos sinalização em todas as áreas comuns do prédio, tudo dentro do padrão exigido pelos bombeiros. 5-) Como faz para manter atualizada a inspeção predial ? Como nosso prédio tem mais de 40 anos, é necessário fazer um laudo técnico a cada dois anos e corrigir as anomalias diagnosticadas, além de fazer o seguro predial e residencial dos apartamentos. Acho importante o síndico e o zelador fiscalizarem constantemente as áreas comuns (garagens, prumadas, telhado) e averiguarem, além da limpeza e iluminação, as trincas e rachaduras das paredes e tetos se estão aumentando. 6-) Cite Quais são os principais desafios no seu condomínio, no dia-a-dia? Como o condomínio é a residência dos meus “clientes”, vejo que o principal desafio é a pluralidade de opiniões entre os moradores, o síndico acaba se tornando mediador de conflitos corriqueiros, que muitas vezes acabam gerando um grande desgaste. 7-) Na sua opinião, quais são os elementos de sucesso para um bom Síndico e como os condôminos podem ajudar na Gestão? Envolver os moradores para participar das atividades corriqueiras, como fiscalizar a limpeza do prédio, dar sugestões/opiniões para melhorias do condomínio, para que se sintam inclusos e bem representados. Também busco fazer com que moradores e colaboradores tenham uma boa convivência. 😎 Com respeito a acessibilidade, sustentabilidade e educação ambiental quais são os desafios ? O condomínio faz a separação do lixo orgânico, do reciclável e não reciclável, mas ainda não existe total conscientização dos condôminos. Adquirimos uma caixa coletora para o lixo orgânico (compostagem), infelizmente a maioria dos moradores não separa no lixo. Anualmente é feito vistoria nos apartamentos pra ver se há vazamentos das válvulas hidráulicas e de gás. Temos um projeto em colocar no telhado as placas fotovoltaicas.O Instituto Arapoti visitou nosso condomínio e fomos aprovados para ter o selo verde de sustentabilidade. Na questão de acessibilidade, instalamos sinalizações, colocamos uma vaga especial e rampas de acesso, além de antiderrapantes e corrimões. 9-) Hoje a segurança é uma questão primordial, quais medidas foram ou são tomadas para melhorar esta questão aqui no condomínio? O condomínio tem 49 câmeras distribuídas em todas as áreas comuns, garagem e pátios. Possuímos um grupo de whatsapp de síndicos, porteiros noturnos da quadra, para se comunicar se tem “algum suspeito ou carro desconhecido na quadra”. Criamos um código secreto de SOS, pra usar em caso de sequestro, roubo, etc. 10-) Qual a mensagem você passaria para futuros síndicos? Como mencionei, é desafiador ser síndico, é preciso ser um pouco psicólogo, advogado, bancário, contador ao mesmo, e se atualizar sempre para ser um bom administrador de Condomínio.

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O III SEMINÁRIO NACIONAL DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES

Foi realizado pelo IBAPE Nacional, no dia 12 passado deste mês, III Seminário Nacional de Engenharia de Avaliações e Perícias, realizado em Belo Horizonte – MG, no Auditório do CREA-MG, tendo como público participante engenheiros civis, arquitetos urbanistas e estudantes de engenharia e arquitetura e urbanismo, e demais profissionais. O seminário abordou vários temas sobre avaliações e perícias, entre eles, AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA :  O FUTURO DAS PROFISSÕES; O ESTADO DA ARTE DAS AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA; INSPEÇÃO PREDIAL – CASES,  NORMA ABNT E LEGISLAÇÃO; INOVAÇÕES TECNOLOGIAS DISPONÍVEIS EM AVALIAÇÕES   E PERÍCIAS. Aconteceu há noite na Federação das Indústrias de Minas Gerais, a Cerimônia de Posse da Diretoria Executiva Biênio 2020/2021 do IBAPE-Nacional, novo Presidente Engº. Clemenceau Chiabi Saliba.  

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O Jornal do Síndico lançou a Coluna Síndico em Destaque na edição 389 Setembro/2018, destacando em suas edições o trabalho do síndicos do DF, o desempenho profissional e dedicado desse síndicos na administração de seus respectivos condomínios. Trazendo ao público do setor de gestão condominial a forma e os métodos que aplicam em seus respectivos condomínios, podendo até ser em determinadas situações, diferenciadas na lida diária. Mas o importante são os resultados obtidos, e, poderão servir de aproveitamento dessas experiências para outros gestores. O conteúdo das entrevistas que tem sido publicadas em nossas edições tem mostrado a boas conseqüências e resultados de praticidade, praticada nos condomínios. Diante da boa repercussão dessa coluna, onde o JS tem como meta dar continuidade, e para isso queremos convidar você SÍNDICO (A) interessado (a) em divulgar e compartilhar, seu trabalho desenvolvido no exercício da sua administração à frente do seu condomínio. Para participar entre em contato com a nossa redação através do e-mail coluna@jornaldosindicobsb.com.br ou pelo: Whatsapp (61) 99873-6343, informando o seu nome, nome do condomínio e endereço. Pelo whatsapp, informe em qual e-mail podemos enviar o questionário da entrevista. Venha participe este espaço é seu!

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Ser síndico é uma forma de ajudar na transformação

O Síndico em Destaque da coluna este mês de Janeiro 2020, é o síndico Davi Shamballa Brussolo, sindico do condomínio GranVille 4 prédios, 8 torres, com 558 unidades e aproximadamente 1.200 moradores, na SEPS 712/912 Asa Sul, Brasília – DF 1-) O que é ser Síndico pra você? Resp: É a forma de ajudar na transformação da sociedade, cuidando e oferecendo novos serviços para a minha e a nossa comunidade. Ser síndico é uma forma de amar incondicionalmente, de ser um pai, de se oferecer, de se voluntariar, de liderar pessoas, de se dedicar exclusivamente ao bem maior do próximo, uma forma de carinho e cuidado para com a sua comunidade. 2-) Como você faz pra conciliar suas atividades pessoais, com a de Síndico? Resp: Para ser síndico, deve haver doação e as nossas vidas pessoais são e devem ser impactadas diretamente, entretanto busco profissionalizar os processos e rotinas, capacitar o time, incorporar tecnologias e ferramentas que facilitem o processo de administração e delegar funções ao time que nos apoia na administração direta e indireta, como funcionários, conselho, comissão e moradores que são engajados. Algo que facilita a conciliação destes papéis, é quando todos que estão a sua volta entendem a importância do bem-estar da comunidade e trabalham para o mesmo propósito e estão comprometidos com esta causa. Quando a sua família está envolvida e participa de alguma forma, o síndico consegue investir tempo na comunidade sem deixar de estar com a sua família. 3-) Quando assumiu quais os problemas e dificuldades encontradas e qual o maior problema que enfrentou? Resp: O maior problema enfrentado na nossa gestão, eu digo nossa, porque o síndico não faz nada sozinho, ele representa um time que é responsável diretamente pelas realizações, é a resistência as mudanças transformacionais. As pessoas, moradores, conselheiros, fornecedores e os próprios administradores estão presos em modelos mentais antigos e consolidados. Quando se apresenta algo novo que trará mudanças significativas com inúmeros benefícios nem sempre é perceptível a todos na primeira impressão as vantagens, porque naturalmente nós temos barreiras, premissas estabelecidas e pré-conceitos entranhados de acordo com as nossas experiências adquiridas. Mas no papel de síndico, sempre liderei e trouxe as possibilidades, mas leva-se tempo para transformar ideias em novos conceitos e novos projetos, com isso o Síndico tem que tem paciência e maturidade para dar tempo a sua comunidade para que ela possa ser tocada e possa de ser forma digerir a mudança ou transformação, este é um grande desafio que enfrento diariamente, mas que ao longo de mais de 10 anos os nossos moradores e proprietários tem se beneficiado com as transformações propostas. 4-) Quais foram as melhorais implantadas na sua gestão e qual economia o condomínio obteve com a implantação dessas melhorais? Resp: Foram inúmeros desde serviços até implantação de processos, rotinas e regras. Mas as principais realizações foram a Praça de Convivência no 2ss que proporcionou criar um novo espaço social com Gourmet Fest, Sala de Estudos, Home Office, Brinquedoteca, Lavanderia, Refeitório, Sala dos Funcionários, Administração e Bicicletário que já foi alvo matéria na GLOBO, e a implementação do projeto social Picolé para todos. Além da criação de todos estes serviços criamos uma Guarita suspensa que virou referência de arquitetura, refizemos as fachadas das duas entradas criando acessibilidade para PNE, Vaga de Mudança, Vaga para entregadores, Vaga para bicicleta compartilhada Guarda volume condominial, implementação de biometria para controle de acesso, implantação do CFTV digital, criação de portal digital colaborativo com vários serviços digitais, publicação e compartilhamentos de documentos e calendário de eventos de socialização e inaugurações. 5-) Como faz para manter atualizada a inspeção predial? Resp: Criamos um modelo de gestão compartilhada, colegiada e colaborativa onde definimos tipos e modelos de parcerias de fornecedores, onde assessoria jurídica, contábil e engenharia são partes integrantes da administração condominial e são contratadas para estarem junto a administração no dia a dia. Com isso temos um time de engenheiros que avaliam mensalmente o condomínio e os parceiros que viabilizam as manutenções preventivas, corretivas e evolutivas. A maioria dos síndicos deixam para contratar uma empresa de engenharia quando a edificação está condenada parcial ou totalmente. As estruturas prediais são feitas para durarem décadas ou séculos, mas como qualquer estrutura deve ser bem mantida e muito bem cuidada, na falta de manutenção a vida útil das estruturas cai consideravelmente. O síndico deve se preocupar com as vidas que administra, pois é o responsável civil e criminal, caso tenha algum problema que foi ocasionado por omissão. 6-) Cite Quais são os principais desafios no seu condomínio, no dia-a-dia? Resp: Volume de demandas dos moradores, na maioria dos casos temos demandas que impactam a nossa rotina de solicitações que não são de nossa responsabilidade, mas que temos que tratar de alguma forma para atender a nossa comunidade. Quando o síndico recebe um condomínio resort com milhares de serviços disponíveis, o papel é de manter e gerir, mas quando a missão é de criar um novo condomínio e implantar do zero novos serviços, o grande desafio são as limitações de espaço físico, regras e o próprio público que tem necessidades distintas. 7-) Na sua opinião, quais são os elementos de sucesso para um bom Síndico e como os condôminos podem ajudar na Gestão? Resp: Entendo que não existe um elixir mágico ou alguma fórmula campeã do sucesso. Acredito que em trabalho duro a longo prazo, mas vemos que milhares de síndicos são muito bem-intencionados, mas nem sempre tem sabedoria para realizar da forma correta. Então elementos que eu não abro mão na minha gestão é a TRANSPARÊNCIA, HONESTIDADE, PACIÊNCIA, HUMANIDADE, DISCIPLINA, COMPARTILHAMENTO, AGILIDADE, CELERIDADE E RESILIÊNCIA. 😎 Com respeito a acessibilidade, sustentabilidade e educação ambiental quais são os desafios? Resp: Todos os possíveis, a maioria dos condomínios evoluíram pouco neste sentido, precisamos criar uma estratégia para todos os condomínios juntos e ao mesmo tempo criarem acessibilidade e sustentabilidade ambiental, pois é um assunto crítico e pouco se caminhou neste sentido. Quanto a acessibilidade, temos evoluído bastante, as nossas entradas e saídas são bastantes acessíveis,

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