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Author name: José Pimentel

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SEICON-DF SINDICATO DOS TRABALHADORES EM CONDOMÍNIOS DF

Caro associado, Apresentamos abaixo a Diretoria Executiva do Seicon-DF, órgão deliberativo de administração direta do sindicato. Na nossa gestão, buscamos a conquista de salários maiores, reconhecimento e melhores condições de trabalho para toda a nossa classe. Para alcance dessas metas, sua participação é fundamental. Afonso Lucas Rodrigues – presidente Diretor Presidente – Afonso Lucas Rodrigues Diretor Vice Presidente – Ailton de Souza Alves Secretário Geral – Paulo César da Silva Diretor Institucional – Idelfonso Lucas Rodrigues Filho Diretor Tesoureiro – Paulo Inácio Cardoso Diretor de Assuntos Sindicais e Patrimônio – Elias Costa de Farias Diretor de Esportes – Otavio Ferreira Neto Diretora da Mulher, Criança, Adolescente e Idoso – Vera Leda Ferreira de Morais Diretora de Qualificação Profissional – Whisnelly Sousa Sales Visite o Site do nosso Parceiro:

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SINDUSCON-DF

QUEM SOMOS O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF) é a principal entidade representativa do segmento empresarial da construção civil no Distrito Federal. Congregando mais de 330 empresas associadas e participando ativamente do processo de desenvolvimento do Distrito Federal, desde o início de sua construção, a entidade consolida-se cada vez mais como instituição séria e respeitada, tanto regional quanto nacionalmente. Sua atividade é orientada basicamente em duas direções: externa, desenvolvendo ações dentro do ambiente socioeconômico de atuação do setor, particularmente junto ao poder público na defesa dos interesses da classe construtora; e interna, voltada para o público associado, promovendo a prestação de serviços sob formas diversas, especialmente mediante o fornecimento de informações e de apoio técnico, jurídico, trabalhista, parlamentar e institucional às atividades empresariais. O Sinduscon-DF também representa, oficialmente, o setor da construção civil nas negociações jurídicas, trabalhistas, parlamentares e em outros assuntos de interesse dos associados. Os conteúdos variam do econômico, técnico, tecnológico e social até o ambiental, passando, ainda, por outras vertentes. O sindicato oferece serviços, produtos e acervos documental e informativo, atuando por meio de suas diretorias, comitês, conselhos e assessorias especializadas. Com mais de 50 anos de história, comemorados em 19 de março, a entidade tem atuado no sentido de melhorar a capacitação profissional e a prestação de serviços oferecidos para as empresas no dia a dia das construtoras. Para tanto, busca, constantemente, melhorar a qualificação das pessoas envolvidas em todo o processo produtivo, que vai dos engenheiros nas empresas aos trabalhadores nos canteiros de obras. Com isso, o sindicato espera contribuir para a qualidade de vida no DF, melhorando as dimensões do setor produtivo da construção civil. Outra tarefa do Sinduscon-DF e de sua estrutura é a de promover o fortalecimento e a coesão do setor da construção civil no Distrito Federal com as demais entidades de classe (Fibra, Ademi-DF, Asbraco, Cenb, Seconci-DF, Crea-DF, Creci-DF, entre outras). Além disso, devido à sua localização estratégica e centralidade política, o Sinduscon-DF torna-se um importante elo entre os Sinduscons em todo o país, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI). GESTÃO DE QUALIDADE: Política de Qualidade Promover ações institucionais voltadas para o desenvolvimento sustentável e o fortalecimento da indústria da construção civil do Distrito Federal, por meio da melhoria contínua, do crescimento empresarial e profissional e, ainda, da satisfação dos clientes e da sociedade. Negócio Representar a indústria da construção civil do Distrito Federal, em harmonia com o desenvolvimento sustentável, na busca de promover ações setoriais e de interesse das empresas associadas. Visão Ser entidade de referência para as empresas da construção civil do Distrito Federal e para a sociedade, com sustentabilidade e liderança política. Missão Representar a indústria da construção civil do Distrito Federal, buscando a inovação tecnológica e o desenvolvimento sustentável, com qualidade e ética. Valores Ética, integridade e confiabilidade nos relacionamentos. Credibilidade, transparência e respeito aos compromissos. Associatividade, união e condução em equipe. Comprometimento com a sustentabilidade socioambiental. Criatividade e flexibilidade na superação dos desafios. Excelência e qualidade na busca dos resultados. Visite o site do nosso parceiro: 

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CREA-DF CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO DISTRITO FEDERAL

Nesta seção são divulgadas informações institucionais e organizacionais do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Distrito Federal – Crea-DF, compreendendos suas funções, competências, relação de autoridades (quem é quem), agenda de autoridades, estrutura organizacional e horários de atendimento.     O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Distrito Federal (Crea-DF) é uma autarquia federal com objetivo principal de fiscalizar o exercício profissional dos engenheiros, engenheiros agrônomos, geógrafos, geólogos, meteorologistas, tecnólogos e técnicos de nível médio dos títulos profissionais mencionados, com base na Lei Federal nº 5.194/1966, garantindo à sociedade que as obras e serviços técnicos sejam executados por profissionais e empresas regularmente habilitados, evitando, assim, a execução de serviços e obras sem a habilitação e conhecimentos indispensáveis ao correto exercício profissional. Os Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia (Creas) estão presentes em todas as capitais e no Distrito Federal. A composição de cada um dos 27 Creas é feita a partir de representantes das instituições de ensino superior e das entidades de classe que congregam as profissões da área tecnológica. Outro objetivo dos Creas é fazer com que esteja sempre caracterizada a responsabilidade técnica pela execução das obras e serviços afetos a essas profissões, conforme determina a Lei nº 6.496/1977. Para que fique caracterizado o Responsável Técnico (RT), é necessário que se proceda a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) de todo contrato, escrito ou verbal, para execução de obras ou prestação de quaisquer serviços referentes às profissões acima mencionadas, no Conselho Regional cuja jurisdição for exercida a respectiva atividade técnica. Visite o site do nosso parceiro:  

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CLICKSÍNDICO

Nossa Missão: CLICKSÍNDICO – Conteúdo direcionado à Síndicos de Condomínios, Profissionais e Moradores. Matérias técnicas de linguagem simples, disponibiliza para este público uma gama de prestadores de serviços. Sobre Publicação dirigida à Síndico de Condomínios Produtos Cursos, E books, Conteúdo para Síndicos de Prédios, Orçamentos Online Visite o Site do nosso Parceiro:  

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ASSOSÍNDICOS DF

Objetivos A Assosindicos DF, Associação dos Síndicos de Condomínios Comerciais e Residenciais do Distrito Federal, sob CNPJ: 19.223.170/0001-63, surgiu da necessidade de fortalecer a categoria e orientar melhor os síndicos apoiando-os nas atividades exercidas no ambiente condominial. Identificar as dificuldades enfrentadas pelos gestores condominiais. Promover ações que elevam o conhecimento e aumentam a eficiência destes administradores de condomínios. A associação tem por objetivo dar suporte aos síndicos nos assuntos importantes à manutenção do condomínio, sistemas de gerenciamento, controle organizacional de moradores, funcionários e terceirizados. Bem como alertar sobre as responsabilidades civil e criminal que recaem sobre o síndico, apontando o caminho mais tranquilo de “chefiar” de forma transparente esta estrutura imobiliária chamada condomínio.Outro objetivo da ASSOSINDICOS DF é lutar pela regulamentação da profissão de síndico. Para que os profissionais tenham, além de deveres, direitos trabalhistas garantidos como em qualquer outra atividades laboral prevista na lei. Também organizar os síndicos profissionais para melhorar a visão da sociedade sobre o mérito deste ofício. No ambiente condominial pode-se aplicar os mesmos métodos de gerenciamento de projetos de TI. Os condomínios são como grandes empresas. Em alguns casos, devido ao seu tamanho, podem ser comparados à pequenas cidades. Há condomínios em que o orçamento supera pequenos municípios brasileiros. E para administrá-los é imprescindível um gestor bem preparado: o Síndico Profissional. As palestras oferecidas nos módulos dos cursos de Síndicos da Assosíndicos DF têm os mesmos moldes de um curso de pós graduação… A associação promove a capacitação do síndico através de cursos profissionalizantes, workshops e palestras. Estas atividades informam sobre assuntos ligados à manutenção, vistoria, laudo técnico, avaliação pericial, seguro, contabilidade, jurídico, segurança e demais atividades administrativas dos condomínios. Desta maneira o síndico terá plenas condições de lidar com os mais diversos problemas que aparecem durante o seu mandato. Claro que ainda há muito mais por fazer. Os cursos são gratuitos para os associados e têm sido elogiados por todos que participam. Visite o Site do nosso Parceiro:  

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Síndico Legal

Síndico Legal: – Fundado por Miguel Zaim, Pós Graduado em Direito Imobiliário, Especialista em Condomínios, Doutor em Direito e Presidente da Comissão de Direito Condominial da OAB/MT, o SíndicoLegal.com vem em busca de aprimorar e acelerar a análise de cenários jurídicos e de gestão condominial. – Haja visto o novo nicho de mercado que está se apresentando, mais e mais pessoas vem buscar capacitação e conhecimento especifico na área, buscando otimização e procedimentos técnicos, diminuindo erros de interpretação legal e de gestão. Visite o Site do nosso Parceiro:  

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SINDICO NEWS

  A Empresa Síndico News INÍCIO Já são 25 anos de parceria com síndicos e síndicas, que utilizam o Síndico News como uma importante ferramenta de trabalho. Foi este o conceito objetivado no início dos trabalhos, mas era difícil prever o atual sucesso. A fórmula básica tem componentes vitais para qualquer publicação: trabalho árduo, seriedade, objetividade e honestidade. PARCERIA O sucesso da parceria de mais de duas décadas com os leitores é também resultado de parcerias com os melhores colunistas da área e maiores empresas do setor. Todos acreditam na qualidade e, principalmente, na seriedade da equipe Síndico News. FUTURO Com 20 mil exemplares distribuídos mensalmente, o Síndico News não para de crescer. Queremos atingir cada vez mais leitores de todos os cantos do Brasil. É neste momento que entra em cena nosso novo portal. Mas não pense que paramos por aqui. Estudamos sempre novas mídias, para ficarmos mais próximos de nossos leitores, independentemente da distância ou evolução tecnológica. Visite o Site do nosso Parceiro:  

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Apresentação Dr. André de Pauli Coluna Segurança Condominial

Dr. André de Pauli é engenheiro. Desde 1990 no segmento de segurança empresarial, condominial e cadeia logística, em ambientes estratégicos, táticos e operacionais de empresas seja como consultor. como Staff em prestadora de serviço de segurança e serviços gerais. Articulista em revistas especializadas e Palestrante.em Universidades de SP. Specialties: Pós graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho Auditor TAPA Gestor de Facilites SENAI PMP no PMI SP 2º Ten RNR – EFORM – Fev 1978

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Decoração de halls em condomínios

A área pode ser considerada de pouca circulação, afinal, por ali passam somente os moradores do andar e seus convidados eventuais, além dos funcionários do condomínio. Mas não é por não ser uma área de passagem de todos os moradores do condomínio que o hall dos andares pode ter qualquer decoração. Aliás, é bom lembrar: a não ser que o elevador pare dentro da unidade, o hall continua sendo área comum do condomínio. E, por isso, está sujeito às regras do local. Mas e quando os condôminos querem dar uma nova cara ao ambiente? Não há problema, desde que algumasregras sejam seguidas. Regras para alteração de halls Para facilitar a vida dos condôminos, e do síndico, o ideal é que as regras constem na convenção do condomínio. Se o documento for omisso em relação ao assunto, é relevante que o síndico coloque o assunto em votação na próxima assembleia.  Assim, a regulamentação do assunto vem antes daquele vizinho que insiste em pintar sua porta de vermelho. Especialistas recomendam que, ao menos, os batentes, portas e esquadrias sejam as mesmas para ficar tudo mais harmonioso e padronizado. Outra situação é quando há acordo entre todos do andar sobre uma alteração no ambiente. Nesses casos, é importante que o síndico peça a anuência dos donos das unidades por escrito, discriminando ao máximocomo ficará a decoração no local, e como serão pagos os gastos com a obra. Manutenção dos halls do condomínio Como o espaço continua sendo área comum do condomínio, a manutenção e limpeza continua sendo de responsabilidade do condomínio, mesmo se o hall for decorado pelo(s) morador(es). Segurança ao fazer atualizações no hall Outro lembrete diz respeito aos itens de segurança. Não adianta todos concordarem em dar nova cara ao hall de elevadores se o local não seguir as regras de segurança. Tapetes e mobiliário, como poltronas e mesas, ocupando a passagem são proibidos, pois podem causar tropeços e quedas – além de obstruir a passagem – em um momento de emergência. Também é proibido camuflar itens de segurança, como os extintores, hidrantes, e as placas obrigatórias com plantas ou outros adereços. Apesar de não serem exatamente ornamentais – e de não combinarem entre si – a sinalização e os equipamentos obrigatórios devem ser sempre de fácil acesso e visualização. Há regras também para as portas corta-fogo: elas devem permanecer sempre fechadas, sem calços para abrir com facilidade, não podem ser trancadas e não devem ter a passagem obstruída por lixeiras ou qualquer outro objeto. Em muitos municípios, como em São Paulo, o Corpo de Bombeiros não homologa o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) para o condomínio se identificar que a segurança está comprometida por um dos itens descritos acima. Decoração do hall social Este espaço também merece atenção especial, já que é o cartão de visitas do condomínio como um todo. Da mesma forma que os halls das unidades, este local também é considerado área comum e também está igualmente sujeito às regras do empreendimento. Assim, qualquer alteração no projeto de decoração original deve ser votado em assembleia. Halls de serviço Apesar de menos valorizados estéticamente, os halls de serviço seguem as mesmas regras dos sociais, porém, a atenção especial aqui recai sobre a organização, funcionalidade e segurança do local, ao invés da decoração. A manutenção e limpeza do local deve ser rigorosa. O espaço deve estar com boa iluminação, minuterias, sensores, portas corta-fogo e acesso as escadarias em perfeitas condições. O quesito segurança é essencial e a acomodação de lixeiras e outros objetos jamais podem obstruir passagens. O mesmo vale para equipamentos de segurança, como extintores e hidrantes. Dicas de decoração Depois de obedecer a todos os pré-requisitos para mudar o visual do ambiente, veja algumas dicas para deixá-lo agradável: Iluminação: o uso de spots é indicado para dar realce a alguma peça bacana do local. Mas uma iluminação central também vale. Se o pé direito for alto, um lustre pode dar um toque diferente Piso: os laváveis devem ter a preferência, pois são mais duráveis e de fácil manutenção. Destaque para os cerâmicos, mármores, granitos e porcelanatos em cores claras. Madeira e carpete não são indicados para o local, por ser de higienização mais difícil Paredes: Pintadas ou revestidas de papel de parede, de preferência de tons claros ou pastéis. Para ambientes com pé direito baixo, pode-se apostar em listras verticais. Se o  local for apertado, listras horizontais ajudam a dar ideia de amplitude. Se o espaço for grande, aposte em papel de parede com estampas grandes. Para dar um realce no local, pinte uma parede com tonalidade quente (vermelhos, laranjas ou amarelos). Mobiliário: Caso a circulação não fique prejudicada, um pequeno aparador pode enfeitar o local. Em frente à porta do elevador, um espelho ou um pequeno quadro dão um toque de charme Plantas: Opte por espécies naturais, que não demandem muita manutenção e nem luz direta. As do tipo raphis resistem bem em ambientes como esse Fontes consultadas: Fontes: Rosely Schwartz, professora da Escola Paulista de Direito e consultora SíndicoNet, Nilton Savieto, síndico profissional e consultor SíndicoNet e Rômulo Russi, arquiteto e decorador.

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Ar condicionado. Adequações nos condomínios

De forma geral todas as edificações construídas já possuem espaço para colocação de aparelhos de ar condicionado por parte dos condôminos, cabendo a estes a instalação e manutenção. Nas edificações antigas, não adaptadas para a instalação dos aparelhos de ar splits, a maioria das convenções veda a instalação de aparelhos de ar fora dos locais apropriados já previstos na construção da edificação. Tal fato criou um impasse, pois vários condôminos, buscando maior conforto e melhor rendimento e menor custo na instalação e uso dos aparelhos de ar, estão optando por aparelhos desse modelo. A posição que vem ganhando espaço e razoabilidade é que os condomínios devem buscar uma padronização na instalação destes aparelhos e não simplesmente proibir.Cabe ao condomínio, portanto, padronizar os locais de instalação dos aparelhos de ar, bem como, as canalizações para escoamento da água provenientes dos aparelhos, através das Assembleias Gerais. Em Vitória, por exemplo, há norma municipal que impõe esta obrigação, inclusive, com previsão de multa se ocorrer gotejamento de água nas calçadas ou via pública. Os condomínios também possuem responsabilidade social e ambiental, e os aparelhos splits agridem menos o meio ambiente e consomem menos energia. Logo o ideal é a busca de soluções para atender esta necessidade que a modernidade nos impõe ou oferece. A manutenção e conservação das plataformas, bem como, dos aparelhos de ar condicionado é de competência dos condôminos. Nos condomínios onde as plataformas forem instaladas, sugerimos que anualmente sejam vistoriadas as expensas do condomínio possuidor do equipamento, mas sob a responsabilidade do condomínio. POSIÇÃO JURÍDICA A questão é complexa, pois, fachada é toda a visualização estética da edificação, não importa se laterais ou fundos, de forma que, sempre que ocorrer uma alteração nesta visualização, poderíamos pensar que estamos diante de alteração de fachada. Mas, a coisa não é bem assim. A doutrina amparada nas exigências da modernidade e a própria jurisprudência vem caminhando para pacificar entendimentos, desde que aprovadas pelos condôminos, mediante projeto de padronização. Como exemplos podemos citar: colocação de pastilhas nas paredes, instalação de toldos nas janelas e fechamento de varanda. Quanto à instalação dos aparelhos de ar condicionados, surgem algumas situações: A. Morador deseja instalar aparelhos em outros locais diversos do previsto no projeto original. É preciso nesta situação discutir não somente a padronização, mas, verificar se a carga elétrica da edificação e do condomínio suporta a demanda de energia. B. Instalação dos aparelhos de ar splits com os condensadores nas varandas tem sido uma opção mais fácil e rápida em algumas edificações antigas não adaptadas para esta situação moderna. Alguns condomínios que se insurgiram contra esta opção perderam as ações. O fundamento é de que os condomínios tem que se modernizarem, buscando soluções que atendam aos interesses da coletividade e demais vantagens que estes aparelhos proporcionam. Logo, mais uma vez, a saída é padronizar a instalação destes aparelhos e criar espaços e soluções adequadas para colocação dos condensadores.

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