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10 erros da portaria que afetam a segurança do condomínio

Pessoas entrando e saindo, encomendas sendo entregues, moradores pedindo ajuda com as compras e o porteiro mais atento ao celular do que aos que passam. Será que você já presenciou uma cena dessas? Não é difícil entender o porquê da portaria ser um local que exige atenção e, principalmente, regras. Sem um mínimo de organização, erros acontecem e podem comprometer a segurança de todos no condomínio. Ter uma portaria eficiente é algo desafiador, mas será que é impossível? Pensando nisso, selecionamos os dez principais erros da portaria que podem ocorrer em qualquer condomínio. O que é uma portaria? Antes de começarmos a listar os erros, precisamos esclarecer o que é uma portaria. Em um condomínio, a portaria é o local por onde moradores e visitantes entram no empreendimento. Muitas vezes apelidada de recepção ou até mesmo hall de entrada, a portaria é o ambiente onde fica o porteiro. Por sua vez, esse profissional atua como uma espécie de guardião, controlando a entrada e saída de pessoas no recinto. A portaria de um condomínio pode ser tradicional, com um porteiro físico presente no local. No entanto, diversos condomínios brasileiros optam pela portaria remota, onde uma central virtual autoriza o acesso dos visitantes ao edifício. Agora, vamos aos 10 erros da portaria que afetam a segurança do condomínio: 1 – Não definir as regras para funcionamento da portaria Comentamos logo no início a importância das regras, não é mesmo? A ausência de normas pode acarretar em erros por parte do porteiro, que não terá algo que guie a rotina de trabalho. Bem como dos moradores, que podem interferir no funcionamento da portaria do condomínio. Por isso, as regras da portaria devem estar presentes no regimento interno condominial e devem ser apresentadas aos funcionários durante o treinamento. Assim, quando um morador ou mesmo o próprio porteiro quebrar as regras, o síndico pode utilizar o documento como base para as tomar as atitudes necessárias. É fundamental que sejam estabelecidas regras para o controle de entrada de condomínio, cadastro de prestadores de serviços, recebimento de encomendas, além dos deveres do porteiro. Identifique as particularidades da portaria do seu edifício e estabeleça normas adequadas a ela, evitando usar um padrão que talvez não atenda às necessidades do prédio. 2 – Não qualificar e orientar o porteiro Falamos antes que a ausência de regras claras é um dos principais erros da portaria. Seguido disso, a ausência de qualquer treinamento para o porteiro pode acarretar em falhas graves que ameaçam a segurança dos moradores, causar constrangimentos ou mesmo brigas entre o funcionário e os moradores. O porteiro do prédio precisa conhecer as regras e cumpri-las exatamente como foram escritas. Portanto, dar um treinamento adequado e ter certeza que o funcionário está qualificado para o trabalho é fundamental. É importante destacar que esse treinamento é de responsabilidade do síndico. 3 – Não investir em equipamentos de segurança A segurança é uma das principais tarefas da portaria. Portanto, não investir em equipamentos para segurança de condomínio é um erro que pode custar caro. Quando o porteiro possui à disposição câmeras, sistemas de identificação, softwares que facilitem o controle de entrada e saída, ele tem um controle maior da função que está exercendo. Desta forma, os equipamentos garantem tranquilidade aos moradores e visitantes. Os custos desse tipo de ferramenta podem não ser tão bem recebidos pelos moradores em um primeiro momento, porém é tarefa do síndico esclarecer a importância deles para a rotina condominial. 4 – Deixar a portaria aberta Este é um erro bastante frequente, principalmente em condomínios que possuem um alto fluxo de pessoas. Porém, esta atitude coloca em risco todos os indivíduos que estão dentro do condomínio. É preciso estabelecer uma organização que permita ao porteiro manter a entrada e saída de pessoas sob controle. A ausência de supervisão da portaria poderá resultar na entrada de desconhecidos dentro do prédio que podem render o porteiro e causar sérios problemas. 5 – Consentir que o porteiro seja desviado da sua tarefa Um problema bastante comum em portarias é permitir que os porteiros realizem outras funções além das designadas a eles. Afinal, quem nunca flagrou o porteiro realizando um favor para um morador? Esses desvios de função vão desde o auxílio aos moradores com as compras ou a manobrar um carro na garagem até a entrega de encomendas e delivery diretamente na porta. Apesar de recorrente, esse é um erro gravíssimo que pode acarretar em falhas na segurança, bem como atrapalhar a entrada e saída de pessoas no local. O porteiro preciso estar ciente de seus deveres e ter segurança para exercer a atividade. Para que isso acontece, é importante deixar claro quais são os deveres do porteiro para os moradores. O síndico deve se informar a respeito e repassar essa informação aos condôminos. 6 – Abandonar a portaria É muito comum que a portaria fique vazia, muitas vezes esse erro acontece justamente porque o porteiro foi desviado da sua função. Em outras situações, o funcionário pode estar em seu intervalo, fumando ou mesmo ter ido ao banheiro. Para evitar isso, é necessário criar regras para que exista um equilíbrio entre as necessidades do funcionário e as obrigações. Por isso, quando forem criadas regras para o bom andamento da portaria, é necessário pensar nos detalhes que colocação exige. 7 – Autorizar que o porteiro tenha distrações na portaria Outro hábito corriqueiro dentro de portarias, especialmente em prédios mais antigos, é o uso de televisão ou mesmo rádio na portaria. Esse tipo de “passatempo” pode dificultar a concentração do porteiro no que é considerado importante: a segurança do condomínio. Hoje, com o uso dos smartphone essa questão ganha outras proporções. A utilização de celulares durante o período de trabalho pode causar erros que vão colocar em risco a segurança dos moradores. Estabelecer limites para o uso do celular e eliminar outras distrações é um passo para manter o porteiro mais atento a sua atribuição. 8 – Deixar a organização de entrega de encomendas por conta do porteiro Um dos papéis

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A portaria do condomínio na palma da sua mão

Diariamente a sociedade clama por mais segurança, mobilidade, tecnologia e redução de custos, e tal realidade também se faz presente nos condomínios. Com o aumento da insegurança no país, se notou a necessidade de um maior controle de tudo, e no caso dos condomínios, um maior controle do acesso, tendo a tecnologia como principal aliada nesse tema. A correria do cotidiano também criou a necessidade de uma gestão condominial mais prática e móvel. Normalmente, todo este controle e gestão oneram bastante o centro de custos, porém existe uma alternativa que caminha lado a lado com as necessidades e agrupam o quarteto segurança, mobilidade, tecnologia e reducão de custos: o Condoease. Lançado em 2017, o Condoease tem conquistado espaço por sua capacidade extraordinária de solucionar problemas, reunindo tecnologia de última geração, praticidade, controle, preço justo e segurança em um único software. O programa em questão atua no controle do acesso ao condomínio e na gestão do funcionamento do mesmo, auxiliando os gestores no dia-a-dia com seguridade e praticidade. Desde a implantação até o cotidiano, o Condoease se responsabiliza, deixando os moradores e os síndicos tranquilos para prosseguirem com as suas atividades. O Condoease se trata de um software de controle de acesso e gestão que, aliado ao seu próprio aplicativo, controla a entrada e saída de pedestres por meio de biometria, cartão e/ou senha. A entrada de veículos também é totalmente controlada pelo programa por meio de tags cuja sincronização com os veículos autorizados proporciona as entradas e saídas dos mesmos automaticamente, ficando a totalidade dos acessos registrada localmente e em bancos de dados com tecnologia de ponta da Google. Ou seja, todo ingresso está a poucos toques do síndico, sendo gerados infinitos relatórios com especificações de horário, identidade e perfil do acesso. Falando um pouco mais das principais funcionalidades do aplicativo, ele é capaz de gerar chave virtual, personalizada, única e temporária para uma visita que o morador receba, auxiliando assim na segurança do visitante e do condomínio, e derrubando de vez todas as barreiras que a distância propicia, pois até da China o condômino controla o que acontece em seu lar. Outro fator muito interessante do inovador software é a reserva via aplicativo das áreas comuns presentes no condomínio, como salão de festa, churrasqueira , piscina, quadra de esportes e o que mais o condomínio proporcionar. O aplicativo une morador ao gestor, propiciando uma comunicação ágil, segura e documentada. Solucionando diversos problemas do cotidiano e agregando os quatro pilares citados (segurança, mobilidade, tecnologia e redução de custos) o Condoease chega à Brasília com a promessa de revolucionar a forma de gerir um condomínio e se posiciona como uma excelente alternativa aos moradores, podendo se tornar indispensável em um futuro próximo, afinal não é todo dia que surge um software tão completo e inovador quanto o Condoease.

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Dicas sobre implantação de fechaduras de alta resistência nas portarias e portões de garagem

Todos nós sabemos que as portarias e portões de garagem são os pontos mais importantes e fundamentais para garantir a segurança dos moradores de um condomínio. Cuidado! Pois lá podem ter alguns vizinhos chamados de VULNERÁVEL e PERIGOSO que são impercebíveis aos olhos humanos. Tenho notado que a grande maioria dos síndicos não se preocupam tanto para evitar transtornos e/ou prejuízos com valores incalculáveis, pois envolvem vidas humanas, no caso de um assalto com morte por exemplo. Estes locais de acessos devem ser cuidados com muita atenção, preocupação, e principalmente proteção com sistemas de bloqueios resistentes, como é o caso das fechaduras eletroímãs de alta segurança. Os antigos fechos eletromagnéticos para portas de vidro temperados, modelos comuns é coisa do passado. Eles são muito fáceis de serem violados ou arrombados, tem fragilidade quando se exerce uma força pressionando a porta com ombro do corpo humano, o que torna os fechos eletromagnéticos impróprios, pois deixa o local bastante vulnerável. Outro fato interessante é que para abrir uma fechadura eletroímã, não se têm chaves. Imagine quantos ex-moradores, ex-funcionários que já se mudaram e que podem ainda possuir a copia da chave da portaria? Portanto, para acionar abertura dos eletroímãs há necessidade de instalar internamente uma botoeira, seja com botão para ser pressionado com o dedo ou um “No Touch” que é acionado abertura simplesmente por proximidade da mão, sem ter que tocar na mesma. A botoeira “No Touch” praticamente não da manutenção, pois não são pressionadas com o dedo constantemente como é na “Push Botton” (Botão) mecânico que sofre desgastes pelo uso constante. Para acionar a fechadura eletroímã externamente, a mesma deverá ser conjugada com algum mecanismo externo, seja controle de acesso por biometria, cartão ou senha, sendo possível até mesmo com o painel teclado de interfones, além de botão na guarita, ou ainda através dos interfones dos moradores dentro dos apartamentos. Note que toda botoeira interna deve possuir um nobreak para garantir o funcionamento na falta de energia elétrica da CEB e uma fonte de alimentação 12 Volts com temporizador, isso vai permitir que para sair da portaria o usuário não necessitará usar as duas mãos para abrir a porta, o que é muito errado e tenho visto em alguns condomínios (tem que usar uma mão para pressionar o botão e ao mesmo tempo outra mão para puxar o puxador para abrir a porta). Sabemos também que para bloquear o acesso de meliantes, as portas e portões devem permanecerem constantemente trancadas, porém as vezes ficam abertas por sofrerem por consequência da força da natureza como as rajadas de ventos, daí os fechos eletromagnéticos não trancam as fechaduras das portas. Já as fechaduras eletroímãs tem um sistema de atração por magnetismos (força de campo magnético) que faz a fechadura encostar na tranca e travando-a, bloqueando imediatamente o acesso de pessoas. As capacidades de força de travamento dos eletroímãs das fechaduras são equiparadas pela unidade de medida KGF, (quilograma/força) e existem fechaduras com valores de 120KGF, 150KGF, 300KGF,….. 1000KGF e daí por diante. Isso significa que para conseguir abrir uma fechadura dessas, necessita que exerça sobre ela o valor equivalente a especificação da mesma, como por exemplo: 150kgf para abri-la precisamos aplicar uma forca superior a 150 kgf. Uma pessoa sozinha não conseguiria aplicar essa força toda. Mesmo que se várias pessoas se unam para atingir tal forca, a porta que se for de vidro não suportaria toda essa pressão e quebraria, causando um barulho ensurdecedor. Prestem bastante atenção na hora de escolher a compra das fechaduras eletroímãs para implantar em seu condomínio, pois existem modelos variados para casos diferentes de portas, como abertura interna ou externa da portaria e diferentes materiais que as mesmas são fabricadas, caso contrário poderá se arrepender pós compra/instalação. Cada caso é um caso, existem certos fornecedores que não tem nenhuma expertise nestes equipamentos e vendem (empurram) uma miscelânea que nada tem haver com a sua porta que pretende instalar a fechadura eletroímã. Existem fechaduras com suportes apropriados para portas conforme o caso; de vidro temperados, madeira, ferro/aço, alumínio. Há várias situações em que a fechadura eletroímã é instalada em vidro, sua fixação é simplesmente colada com fita dupla face, com fundo do vidro aparente mostrado as fitas adesivas, tornando o ambiente da portaria com visual horroroso. Dê preferência na escolha de fechaduras do tipo aço inox, (altamente durável, resistente e segura) que só utilizam parafusos para fixação e sem ser expostos na parte externa, pois são bem mais adequadas para fazer bloqueios de acesso no seu condomínio, evite transtornos. Observe também que o correto é instalar as fechaduras eletroímãs no centro vertical (no meio) da folha da porta e não na parte superior, junto com a parte fixa bandeirola. Nesse caso a folha da porta torna-se uma alavanca e quando é empurrada pelo puxador o esforço exercido pode quebrar o vidro da porta. Se procura uma fechadura que ofereça um belo visual da portaria, busque as que dispõe dos acessórios como botoeiras iluminadas com leds, buzzer de aviso, sensores de alarme de portaria abertas, tudo conjugados ou integrados no próprio corpo da fechadura eletroímã, sem fiações exposta ou adaptações e remendos. Finalizando estas dicas, o que mais reforço em sugerir para que se tenha uma relação custo-benefício excelente, fica a minha recomendação em buscar fornecedores capacitados que possa te oferecer um excelente produto para o fim que se destina, com a instalação de fino acabamento, sem fios aparentes, cola, adesivos, que ofereça a garantia de 12 meses para produtos e no mínimo 90 dias para serviço de instalação. Sempre solicite referência onde o instalador tenha algo já instalado, visite pelo menos um condomínio onde se tenha feito uma instalação e faça comparações entre os vários fornecedores. Visite o site www.sonarsistemas.com.br Artigo de autoria de SEBASTIÃO FERNANDES, consultor especialista em sistemas de segurança eletrônica desse 1979, graduação em gestão de segurança privada pela UNIP em 2012, pós-graduação em gestão condominial pela faculdade SENAC em 2017, concluiu cursos de sindico profissional modulo I e II da Gabor RH

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O seu condomínio é seguro?

Antigamente as pessoas buscavam apartamentos, pois eram locais mais difíceis de serem assaltados, mas, nos últimos anos, vivenciamos quase que semanalmente a divulgação de um novo assalto ou arrastão em condomínios. “A insegurança existe em todos os locais. E hoje não há mais um critério se o condomínio é luxuoso ou não. Os bandidos estão cada vez mais audaciosos e aproveitam pequenos deslizes e falta de treinamento de funcionários de portaria e limpeza para assaltar apartamentos”, comenta Niv Yossef Steiman, gerente de projetos do Grupo R (especialista em segurança privada). Investir na segurança de um condomínio, ao contrário do que muitos pensam, não requer grandes recursos financeiros. Além de cuidados com fechaduras, cercas elétricas e câmeras, há comportamentos que os condôminos podem adotar e dificultar a ação dos ladrões. “Um condomínio que não possui itens estratégicos de segurança, pode, ao menos, seguir alguns procedimentos básicos, como controle de acesso, restrição de horários para entrega, boa iluminação. Mas, o ideal e cuidar da segurança de forma séria e é possível planejar a implantação de elementos e sistemas de segurança aos poucos. Essa ação, inclusive, pode reduzir custos elevados e contribuir para a cultura de segurança do condomínio”, comenta Steiman. Segundo Niv Steiman, os principais indícios que o condomínio possui melhores condições de segurança são: – Controle de acesso rigoroso – Sistema de segurança eletrônica 24 h (CFTV, monitoramento de alarme ou imagens/cerca eletrificada) – Entradas independentes – Garagem com clausura – Iluminação nas áreas externas – Iluminação em escadas e áreas internas – Restrição de acesso para entregadores (p.ex. O entregador não pode subir. É necessário que o dono do apartamento desça para receber a entrega ou encomenda) – Interfones em bom estado – Restrição à entrada de veículos de não condôminos “Se um condomínio tiver funcionários treinados periodicamente e forem uniformizados também é uma maneira de identificar se ele tem bom nível de segurança. O ideal é que o condomínio também tenha um manual formal de normas e procedimentos de segurança para cada cargo (porteiro, vigilante, controlador de acesso), e realize palestras internas de conscientização sobre normas de segurança, inclusive divulgando comunicados em elevadores e quadros de avisos com informações sobre normas e procedimentos de segurança”, complementa Steiman. Niv Steiman ainda destaca algumas dicas de segurança importantes para condomínios. CUIDADOS DA PORTARIA -Não permitir a saída de visitante que carregue objetos ou pacotes, sem autorização do morador visitado. – Se observar veículo com um ou mais ocupantes estacionado nas proximidades do prédio por longo tempo ou que passe várias vezes, lentamente, parecendo estar observando a rotina da portaria e do acesso à garagem, acione a polícia. – Ao abrir o portão da garagem, identificar o motorista e observar se não há risco de entrar alguém junto (exemplo: escondido, abaixado no banco traseiro). – Na entrada ou saída de pessoas do condomínio, somente abrir o portão após verificar se não há suspeitos nas proximidades. ACESSO DE VISITANTES / PRESTADORES DE SERVIÇOS – Ao receber visitas de pessoas que não sejam íntimas, prefira utilizar as áreas comuns de seu condomínio, de preferência à vista dos funcionários do empreendimento. – Ao atender visitantes, na ausência de clausura, o porteiro deve manter os portões fechados e as pessoas do lado externo do condomínio. – Avisar o condômino sobre visitas, entregas, etc., e só permitir acesso às dependências mediante autorização do morador e devidamente acompanhado por um funcionário. – Antes de autorizar a entrada, o morador deve sempre ter a certeza que conhece o visitante e que ele é bem vindo à sua residência. – Evitar permitir que os empregados domésticos ou crianças possam autorizar o acesso de visitantes. – O acesso de prestadores, sempre que possível, deverá ser restrito a um horário pré-fixado e ser precedido das cautelas disponíveis. – Ao receber prestadores de serviços, é necessário identificá-los, anotar os dados de seus documentos. Fonte: Jornal do síndico sc

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