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Author name: José Pimentel

Administração de Condomínios

5 dicas fundamentais de administração de condomínios

Geralmente, a administração de condomínios não é tão simples: atividades operacionais, gerenciamento de colaboradores, muitos itens de manutenção, contabilidade e administração. Devido a tantos afazeres, o síndico deve estar sempre disposto a oferecer um ótimo relacionamento, tentando proporcionar o bem-estar entre os seus condôminos. E para que você não se sinta perdido nesse ofício, separamos no post de hoje 5 dicas para otimizar a qualidade da administração de condomínios, criando economia e provendo mais conforto para os moradores. Confira! Tenha paciência A paciência é essencial para todas as áreas da vida, especialmente para realizar tarefas que envolvam as necessidades e opiniões de terceiros. Essa tranquilidade refere-se a prestar os serviços com ética, sendo firme e justo nas decisões, visando aquilo que é o melhor para o coletivo e para a gestão. Por isso, é fundamental sempre procurar soluções antes de achar culpados, principalmente em casos graves. Outra dica, é comunicar sempre sobre as regras do condomínio para seus moradores. Então, mantenha sempre o equilíbrio e a serenidade para discutir com os condôminos sobre tudo o que está certo e o que está errado — quantas vezes for preciso. Organize o seu setor administrativo Gerir finanças é algo trabalhoso, principalmente quando você administra o setor financeiro de outras pessoas. Por essa razão, é necessário estar regularizado, isto é, em dia com as finanças. Logo, deve-se acertar as seguintes pautas: salário dos funcionários; contas de água e luz; impostos e taxas; fornecedores. Além disso, o gestor deve se preocupar com as questões administrativas, como: expedir boletos bancários das taxas de condomínio; redigir as atas e circulares para o registro de todas as decisões e acontecimentos do condomínio; representar o condomínio constantemente nos órgãos trabalhistas e públicos sempre que solicitado; treinar e selecionar colaboradores para o bom cumprimento das atividades. Contrate serviços para manutenção predial Os setores comuns do prédio têm um acervo de detalhes a serem considerados. Por isso, o síndico precisa de muita atenção no instante da contratação de serviços para preservar  esses espaços em ótimas condições, devendo seguir as seguintes premissas: acompanhar a execução de obras realizadas; treinar os funcionários para trabalhos de manutenção e uso de equipamentos de segurança; cotar empresas especializadas para serviços de manutenção. No caso das obras, requisite que a empreiteira identifique seus colaboradores antes do início das ações. Por fim, exija que cada profissional utilize identificação com foto e avise aos porteiros que permitam a entrada apenas pessoas identificadas para a segurança dos condôminos. Conte com assistência jurídica e contábil O condomínio deve contar com o respaldo de um contador e de um advogado para que o gestor evite quaisquer impasses relacionados à área jurídica quando for representar o prédio. Da mesma maneira, a assistência jurídica é essencial para recolher, de modo justo, os encargos sociais como contribuição sindical, PIS, INSS e FGTS, auxiliando também na prestação das guias do RAIS e CAGED para o Ministério do Trabalho e para a Receita Federal. Preste contas É obrigação do administrador prestar todas as contas do prédio. Essa ação deve ser periódica e obrigatória. Dessa forma, o síndico deve agir com transparência e organização para com os moradores. Portanto, é seu dever trabalhar da seguinte forma: propor soluções para acabar com a inadimplência; fazer um caixa emergencial ou fundo de reservas, nunca o deixando no vermelho; solicitar sempre Nota Fiscal ou recibo, em casos de contratar uma prestadora de serviços ou comprar qualquer coisa; realizar pelo menos 3 tipos de orçamentos antes de contratar algum tipo de serviço. Seja focado Caso você seja síndico, tenha orgulho de sua função. Trata-se de um papel repleto de obstáculos, encarregado pelo patrimônio de diversas pessoas e bem-estar de todos os moradores. Ele é o responsável por gerenciar os negócios, resolver problemas internos e garantir a manutenção adequada das propriedades para que se mantenham bem valorizadas. Geralmente, o síndico de um patrimônio pode desempenhar alguns tipos de deveres, incluindo: representar a propriedade para fins legais; gerenciar os negócios e despesas do patrimônio; entrar em contato com as instituições governamentais; emitir notificações; participar de tarefas relacionadas a impostos; distribuir ativos. Faça uma administração de condomínios eficiente Veja abaixo a importância de uma boa administração: aumenta o ROI dessas propriedades; reduz os custos operacionais aumentando a produtividade; implementa serviços de gerenciamento de propriedades ecologicamente corretos; melhora a retenção de inquilinos; automatiza e integra relatórios em tempo real, financeiros e gerenciais; implementa e fornece serviços novos e aprimorados. Torne o processo de gestão mais simples Sabendo que a administração de condomínios é uma tarefa complexa, pensamos em 5 dicas fundamentais para tornar esse processo menos árduo. Acompanhe! 1. Melhora da comunicação O gestor precisa reunir muitas vozes em uma única voz comunitária decisiva. Como gerente, é de sua responsabilidade fazer a ligação entre várias partes envolvidas, incluindo proprietários de unidades, locatários, entidades legais, escritórios imobiliários e instituições de empréstimo. Cabe a você, gestor, certificar-se de que todos recebam as informações necessárias da forma mais eficiente possível. Considere as seguintes opções para se comunicar com os membros da associação: envie um boletim informativo regular: semanal, mensal, bimensal ou trimestral — o que for mais adequado para associação; configure um site em que as notícias sejam postadas conforme necessário: se você seguir esse caminho, verifique se você tem uma participação proativa na web; envie e-mails conforme necessidade: facilite as coisas para você configurando uma lista de distribuição e enviando um aviso anual para atualizações de endereço de e-mail; organize reuniões regulares onde todos possam se reunir para compartilhar informações. 2. Aumento da agilidade A melhor administração de condomínios deve ter procedimentos operacionais comprovados, que foram desenvolvidos em anos de experiência. Dessa maneira, você desejará garantir que a empresa tenha práticas padronizadas implementadas para cada comunidade ou prédio que eles costumam atender. Assim, esses procedimentos operacionais devem aumentar a agilidade dos programas de manutenção preventiva, auditoria completa de todos os contratos e fornecedores, sistema financeiro e orçamentos transparentes, soluções que aumentem o valor de sua propriedade, bem como o estilo de vida de todos os residentes

Condomínio em Pauta

Saiba como proteger seu condomínio da dengue

Em época de chuvas, é importante reforçar medidas preventivas para evitar proliferação do mosquito da dengue. A dengue é um perigo constante e os descuidos podem aumentar a incidência de doenças que proliferam com as enchentes, entre elas, a dengue. Nessa época, é importante reforçar com os síndicos a necessidade de orientar moradores sobre as medidas preventivas para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença. Em linhas gerais, deve-se evitar o acúmulo de água parada. Ralos externos, canaletas para drenagem da água da chuva e fossos de elevador podem ser potenciais criadouros do mosquito, então confira as dicas e faça a sua parte para prevenir a doença: Vasos Quem tem vasos ou jardim em casa, na varanda do apartamento ou nas áreas comuns do condomínio deve tomar cuidado com o acúmulo de água limpa, que propicia a proliferação do mosquito causador da dengue. É preciso remover a água dos pratos dos vasos e evitar que o excesso de água fique exposto, colocando areia nos recipientes. Em vasos com flores naturais cortadas, troque semanalmente a água e esfregue as laterais. Plantas Espécies muito usadas em jardins, as bromélias têm suas folhas dispostas em formato de roseta, o que favorece o acúmulo de água, que é absorvida lentamente pela planta. Portanto, sempre que for regá-las, lembre-se de derramar a água represada em seu centro. Algumas espécies de helicônias também acumulam água. Se tiver alguma delas no jardim, redobre a atenção na época de chuvas. Piscinas As piscinas precisam ser tratadas adequadamente com cloro o ano todo. Nos períodos em que que são usadas eventualmente, o mais indicado é reduzir o volume de água o máximo possível e aplicar, semanalmente, cloro na dosagem adequada a esse volume de água. A borda também necessita de limpeza semanal. Elevador O fosso de elevador geralmente acumula água e por isso precisa ser verificado semanalmente. Caso exista acúmulo de água, é preciso providenciar o escoamento por bombeamento. Ralos e canaletas Nos ralos externos e canaletas, deve-se usar tela de nylon (trama de um milímetro) ou colocar duas colheres de sopa de sal semanalmente para evitar possíveis focos do mosquito. Lajes, calhas e marquises Nas lajes, calhas e marquises, deve-se manter o escoamento de água desobstruído, eliminando eventuais poças após cada chuva. Vasos sanitários Outro item que não pode ser esquecido são os vasos sanitários das áreas comuns do condomínio. Aqueles que são não usados com frequência devem ficar tampados e a descarga deve ser acionada semanalmente. Caso não possuam tampa, é preciso vedá-lo com saco plástico e fita adesiva. É importante, ainda, não deixar acumular entulho, tampar caixas d’água, virar a boca de latas e garrafas para baixo, verificar pneus, brinquedos do playground e objetos para reciclagem de forma a não acumularem água e trocar a água das fontes toda semana, com a ajuda de uma bomba. Cada condomínio deve ter uma pessoa responsável por verificar a existência de possíveis focos. Isso deve ser feito semanalmente, para impedir que ovos se transformem em larvas e mosquitos. Quem for viajar ou se ausentar de sua residência por um período maior deve adotar os cuidados recomendados antes de sair de casa e também checar as condições do local onde ficará hospedado, eliminando imediatamente potenciais focos da doença.

Sustentabilidade

Sistema fotovoltaico Conectado a rede

Uma panificadora gasta em média R$ 4.800 por mês com energia elétrica, o equivalente a 6000 kWh/mês, um peso no orçamento e nos preços dos produtos destinados ao consumidor. Com a geração da sua própria energia com painéis solares, esse custo despencará para a taxa mínima de consumo, ou seja, de R$ 30 a R$ 100 dependendo se a instalação é monofásica, bifásica ou trifásica. Para zerar a conta, conforme a taxa mínima citada, o gerador solar deverá ter uma potência nominal de 45kWp, o custo para implementação desse sistema, hoje, custa em média duzentos mil reais, R$ 200.000,00. Levando em conta o custo médio de R$ 0,80, oitenta centavos de reais por quilowatt-hora, a inflação na energia a 10% ao ano, e os indicadores econômicos atuais, o gerador garante o retorno financeiro investido em 3,5 anos. Isto faz com que esta padaria se torne mais competitiva, visto que, será desonerada do custo de energia. Além do que, estará contribuindo com o meio ambiente pois a taxa de gases poluentes emitidos para a atmosfera e quase zero. A saúde pública agradece! Atualmente a ideia de investir na geração própria de energia com luz solar engloba vários segmentos como o comércio e as residências que buscam essa autossuficiência, sem depender das hidrelétricas, produzindo energia limpa, renovável e econômica para alimentar toda a Iluminação, ar-condicionado, eletrodoméstico e equipamentos industriais como freezer, forno de assar pães, bolos e outros equipamentos. Tudo que antes gerava gastos exorbitantes ao mês, praticamente não dá mais despesas. No Brasil são mais de 30 mil usinas geradoras de energia fotovoltaica. O Engenheiro Eletricista, especializaempresa LuSolar Engenharia Alair P.Freire diz que “o investimento, no início parece ser alto, mas com a geração própria de energia e a economia dos custos com a conta de luz, compensa porque o consumidor se livra das tarifas de energia e dos aumentos anuais que chegam a 10% e os equipamentos têm vida longa: os fabricantes dos geradores fotovoltaicos (módulos) garantem funcionamento e produção de energia por 25 anos. Nos próximos 25 anos, as placas continuam gerando com pelo menos 80% da eficiência inicial e esse rendimento continua decrescendo numa taxa muito tênue. Como o investimento é um pouco alto, às vezes as pessoas ficam na dúvida, mas ao racionalizarem a relação custos e benefícios, aos poucos, têm se convencido de que vale muito a pena fazer o investimento. Sem contar que os bancos tais como, Banco do Brasil, Santander, Caixa Econômica, BMG, entre outros oferecem linhas de créditos especiais com juros muito baixo, em torno de 10% ao ano e carências que chegam a 2 anos, estes fatores têm motivado a população adquirirem seus geradores de energia”. Há estudos que demonstram que a energia solar fotovoltaica no Brasil será 32% (da matriz energética) e que poderá ultrapassar a fonte hídrica, que será 29%”. O engenheiro muito entusiasmado disse que no momento está voltado para a instalação de uma micro usina no Gama “no momento estamos iniciando a instalação de uma micro usina no Apart Hotel Gama DF, a micro usina está projetada para gerar 11,9kWh/mês de energia por ano, equivalente a Doze mil e cem reais, R$ 12.100,00, por mês de economia, de maneira bem direta, sem muita análise dos índices econômicos de mercado, ou seja, oportunidade de capital, este sistema devolverá por ano cento e quarenta e cinco mil e duzentos reais. O cliente investiu neste sistema duzentos e oitenta mil reais, então, fica muito evidente a vantagem do investimento, em dois anos e meio!!!!!, na pior das hipóteses, o investimento será devolvido ao cliente “ e enfatizou: “o crescimento da energia solar só não é maior porque o setor enfrenta a grande barreira da desinformação, do mito e crenças de que o investimento é caro e demora para ter retorno. Hoje, quem fizer a instalação tem retorno entre três e sete anos. “A principal vantagem é econômica. Os equipamentos têm garantia de 25 anos, mas há casos em que chegam a durar 30 anos”, exemplifica o engenheiro. E há ainda uma grande vantagem ambiental, por se tratar de uma energia limpa e sustentável. Quero instalar, o que fazer? A instalação do Sistema Fotovoltaico Conectado a Rede (on-grid) ou por meio de armazenamento por baterias (off-grid) é simples, porém com um processo que exige o cumprimento de uma série de regras, como explica o engenheiro especialista em eficiência energética e Diretor da empresa LuSolar Engenharia, especializada em energia fotovoltaica, serviços elétricos, Alair P. freire. “Primeiramente faremos o estudo para avaliar o benefício que o cliente terá, gerando o projeto para aquela determinada demanda: residência, comércio, fazenda, indústria e após o levantamento é dada a entrada da solicitação na concessionária de energia para garantir acesso à rede, explica. Alair explica que em sistemas de até 75kw de potência suficiente para suprir uma conta de energia de R$ 12.500,00 considerada micro usina, as concessionárias costumam liberar com mais facilidade. Após a aprovação, é feita a instalação física dos módulos fotovoltaicos, da proteção elétrica e do inversor de conexão com a rede, que passam por vistoria da concessionária. Com a aprovação, a concessionária substitui o relógio de consumo comum para um bidirecional, pois a energia produzida na edificação será injetada na rede elétrica da rua e depois retornará para o abastecimento desta casa ou comércio. Então é só usar e acompanhar a própria produção por meio do medidor digital. Durante o dia, exposto a luz do sol, os painéis produzem energia ininterruptamente, independente se você está consumindo ou não. Toda a produção excedente será injetada na rede elétrica e computada como crédito para ser usado no momento posterior, quando, o consumo for maior que a produção. Ao usar a energia, durante a noite ou mesmo que o tempo esteja nublado ou chuvoso, o sistema entende que você tem créditos e só passará a cobrar pelo fornecimento quando eles acabarem. No final do mês, a concessionária faz duas medições, o seu consumo e o que o sistema fotovoltaico gerou, abatendo os seus créditos do seu

Manutenção Predial, Sustentabilidade

Garanta energia para as futuras gerações

O desenvolvimento tecnológico deu, e ainda dá – acredite, em pleno ano 2021 ainda tem gente sem luz elétrica –, a oportunidade de se receber em casa energia elétrica. O consumo deste recurso é um dos grandes vilões da atualidade, que vem sendo discutido desde o século passado. É mesmo real. O mundo tem passado por uma crise energética. A previsão é de que a demanda dobre nos próximos 30 anos e isso não poder ser feito com base apenas em combustíveis renováveis (como a energia solar e das hidrelétricas), que possuem limites para a sua utilização. A única saída viável, além das fontes alternativas, é a conscientização da população, no que diz respeito à má utilização deste recurso finito. A Elektro, famosa distribuidora de energia elétrica, disponibiliza algumas dicas para economia. O síndico deve colocar no quadro de avisos essas dicas, que podem ser encontradas no site da empresa. Confira algumas delas: Residências • Evite acender qualquer lâmpada durante o dia, habituando-se a utilizar melhor a iluminação natural; • Apague as lâmpadas dos cômodos desocupados, salvo aquelas que contribuem para a sua segurança; • Utilize somente lâmpadas de voltagem (Volts) compatível com a voltagem da rede da concessionária de energia elétrica; • A iluminação deve ser adequada a cada tipo de ambiente. Tanto a falta como o excesso de iluminação prejudicam a visão; • Pinte tetos e paredes internas com cores claras, evitando o uso de lâmpadas de maior potência; • Em dias quentes, use o chuveiro na posição Verão. Na posição Inverno, o consumo de energia é até 30% maior; • Guarde ou retire os alimentos da geladeira de uma única vez. Também não coloque os alimentos quentes ou destampados dentro da geladeira. Eles exigem mais do motor e, por conseqüência, gastam mais energia; • Acumule a maior quantidade de roupa para passar de uma vez. Condomínios • Utilize sempre que possível a iluminação natural suficiente abrindo janelas, cortinas e persianas em ambientes como o hall social, a sala de visitas, o salão de festas, o salão de jogos, etc. • Instrua os empregados a desligarem as lâmpadas de dependências desocupadas, exceto aquelas que contribuem para a segurança. • Limpe regularmente paredes, janelas, pisos, e forros. Uma superfície limpa reflete melhor a luz, o que permite manter menos intensa a iluminação artificial. • Limpe regularmente as luminárias, lâmpadas e demais aparelhos de iluminação. A sujeira acumulada reduz a iluminação. • Substitua luminárias antiquadas ou quebradas por luminárias mais eficientes, de fácil limpeza e, de preferência, com lâmpadas exposta, que deste modo poderão ser de menor potência. • Quando o fator estético não tiver importância retire o acrílico e o globo, que absorvem grande parte do fluxo luminoso. Você poderá assim utilizar lâmpadas de menor potência. • Não use lâmpadas incandescentes de bulbo fosco dentro de globos. É preferível utilizar lâmpadas com bulbo transparente. As lâmpadas de bulbo fosco foram criadas para minimizar o efeito ofuscante e apresentarem uma luz confortável, suave e difusa, mas também absorvem uma parte da luz emitida pelo filamento. • Como o globo elimina o ofuscamento, o uso de lâmpadas de bulbo fosco acarretará menor iluminação e poderá exigir lâmpadas de maior potência. • No hall social, na entrada e na marquise do seu prédio, a instalação de lâmpadas incandescente embutidas no teto é uma péssima solução do ponto de vista da utilização de energia. A eficiência do conjunto torna-se muito reduzida, o aquecimento é excessivo e a vida útil da lâmpada também se reduz, por falta de ventilação adequada. Sugerimos rebaixar a lâmpada e reduzir sua potência, ou usar lâmpadas refletoras de menor potência. As lâmpadas de 100 Watts podem ser substituídas por lâmpadas de 60 Watts ou 40Watts, o que proporcionará uma redução de 40% a 60% no consumo de energia elétrica nesses locais. Outra opção seria as lâmpadas fluorescentes compactas. • Nos corredores, no hall social e nas escadas, verifique a possibilidade de substituir as lâmpadas incandescentes também por lâmpadas fluorescentes compactas. • Refaça se possível, a instalação dos circuitos de interruptores, para permitir o desligamento parcial de lâmpadas em desuso ou desnecessárias. • Em locais onde houver muitas lâmpadas acesas, verifique a possibilidade do desligamento alternado. • Se há na garagem luminárias com lâmpadas fluorescentes comandadas em grupo, estude a possibilidade de instalar interruptores individuais comuns ou do tipo pêra (pendente); eles permitirão o desligamento parcial de determinadas lâmpadas, evitando-se a iluminação plena todo o tempo. • Nas garagens, procure iluminar somente as áreas de circulação de veículos, e não diretamente os boxes. • Ao desativar uma ou mais lâmpadas fluorescentes, não esqueça de desligar também o reator, caso contrário, ele continuará consumindo energia elétrica, reduzindo-se a sua vida útil. • Rebaixe as luminárias instaladas entre as vigas do teto da garagem. Com isso, aumentará a intensidade da iluminação, podendo inclusive reduzir o número de lâmpadas. • Onde for possível, use uma única lâmpada de maior potência no lugar de várias lâmpadas de menor potência. • Em áreas externas (jardins, estacionamentos, áreas de lazer, e etc.) estude a possibilidade de substituir as lâmpadas existentes por lâmpadas a vapor de sódio a alta pressão (VSAP), que fornecem mais luz com menor consumo de energia elétrica. Analise também a possibilidade de instalar fotocélulas ou temporizadores para controle de iluminação. • Utilize somente lâmpadas de tensão compatível com a tensão da rede da concessionária. Em caso de dúvida consulte sempre a concessionária. Mais dicas no site www.elektro.com.br

Administração de Condomínios

Redes sociais facilitam a vida dos moradores, mas também provocam discórdia no condomínio

Interfonar para o porteiro para saber de onde vem um barulho ou tocar a campainha da vizinha para pedir açúcar emprestado, já é coisa do passado nos condomínios com comunidades online. A comunicação interna ganhou mais espaço e agora virou virtual, através de sites especializados, aplicativos no celular e páginas nas redes sociais, é possível ficar a par de tudo o que acontece dentro do condomínio. A utilização é bem abrangente. Os sites específicos para condomínios são sistemas de gestão exclusivos para os condôminos que permitem disponibilizar informações importantes como documentos do prédio (convenção, regimento interno e atas), fazer o registro dos moradores e veículos, reservar o salão de festas, publicar avisos de utilidade pública como datas das assembleias, problemas no elevador, falta de água, gás, luz e podem até ter classificados. Normalmente a administração do site fica a cargo do síndico ou do gerente predial. “A via de comunicação para condomínio deve ser de mão única para distribuir as informações úteis do prédio. Se a via for de mão dupla, a resposta aos comunicados deve ser devolvida a um certo número de pessoas: síndico, corpo diretivo e, eventualmente, administradora. Os sites também são excelentes para a divulgação de eventos no prédio, assim como disparos de SMS ou e-mails com comunicados importantes. Um canal de denúncias sempre é válido para se apurar situações no prédio, desde que, com regras específicas de acesso e respeitando o anonimato”, esclarece a especialista em governança condominial da Conlive, Talita Zanelato. Já as páginas criadas nas redes sociais como o Facebook ou os grupos no Whatsapp são mais informais e podem ser criados por qualquer morador sem autorização prévia. O objetivo é mais voltado para a integração e comunicação entre os moradores. É comum os vizinhos pedirem coisas emprestadas, anunciarem produtos que estão vendendo, solicitarem indicação de faxineira e, frequentemente, usarem para desabafar a insatisfação com algum problema do prédio, com outro morador ou com o síndico. E, em casos extremos, podem ocorrer excessos na comunicação ultrapassando para o campo das ofensas. “As redes sociais promovem uma superexposição pela sua natureza de compartilhar e viralizar. Para o condomínio, é complicado porque as pessoas tendem a expor demais suas opiniões, às vezes, de forma ofensiva e direcionada, tendo como alvo principal o síndico, criando uma animosidade que só piora a relações dos moradores e de quem administra o condomínio”, alerta Talita. E a especialista acrescenta, “Participantes de grupos de Whatsapp têm recebido notificações com pedidos de explicações de pessoas ofendidas por declarações no grupo e que foram buscar seus direitos no âmbito cível e criminal, como ações de indenização e de crime de difamação, por exemplo”. Promover o debate de temas para o público, abertamente, são as razões do surgimento de conflitos graves dentro do condômino, por isso, Talita Zanelato aconselha que os debates de temas, principalmente os mais polêmicos, sejam realizados através de pesquisa anônima e, de preferência, direcionada por uma empresa idônea. “O do prédio começa a pesar, os condôminos ficam estressados por viver em um lugar onde as pessoas só brigam online”, adverte Talita. Outro ponto a ser considerado é que nem todos os moradores dominam a tecnologia ou tem tempo para acessar as redes sociais com frequência, portanto, os avisos mais relevantes e urgentes, devem também ter a versão em papel afixada no mural do prédio. Para a especialista em governança condominial a comunicação virtual na esfera dos condomínios veio para ficar, não cabe abrir mão desta tecnologia, mas ela deve ser utilizada de maneira equilibrada e consciente para trazer benefícios e não conflitos. Fonte: Condominio SC

Editoriais

Pintura, restauração e limpeza de fachada

As condições metrológicas em São Paulo e em boa parte do Brasil estão estranhas. Antigamente, prevíamos as épocas secas, com boas chances de acerto. Eram os períodos ideais para realizar algumas obras no condomínio como impermeabilização, pintura e restauração das fachadas. Estes dois últimos itens merecerão a atenção desta matéria já que muitos síndicos têm dúvidas a respeito. Primeiramente, é bom deixar clara a opinião das empresas sobre o período correto de realizar os procedimentos da pintura ou restauração da fachada. “ Não existe época correta, na verdade. Depende muito da necessidade do prédio. Mesmo com essa imprevisibilidade do clima atualmente, é bom não fazer em época de festas de final de ano e durante os meses de janeiro e fevereiro, que costumam ser mais úmidos”, explicou Alexandre Davi de Almeida, um dos proprietários e responsável pelo departamento comercial da A Brasileira Pinturas, empresa especializada em engenharia técnica para recuperações prediais. “O ideal continua sendo de março a novembro”, completou. Férias escolares de dezembro e janeiro também contam nesta decisão, já que as crianças ocuparão as áreas de lazer durante um maior período em comparação ao ano letivo. Controlar acesso aos locais das obras é imprescindível. Algo que pode ser difícil com a molecada presente o dia inteiro. O planejamento vai além da escolha de uma data para pintar o prédio. É aconselhável pensar a longo prazo, visando uma boa economia de recursos futuramente. “Realizar a manutenção da fachada e pintura, de cinco em cinco anos, diminui muito os custos do que fazer a cada 15 anos, por exemplo”, alertou Sebastião Agostinho de Almeida, diretor/fundador da A Brasileira. “A pintura de um prédio de tamanho médio demora de 3 a 4 meses, aproximadamente”, continuou o diretor. Pastilhas Pode até parecer estranho, mas o tratamento de uma fachada de pastilhas não é mais complicado do que a pintura. Em alguns casos, a lavagem resolve boa parte dos problemas. “Fazemos a reposição de todas as pastilhas retiradas das fachadas e das que se soltam durante a limpeza ou restauração. Quando não conseguimos reaproveitar e recolocar as pastilhas, por causa do desgaste , utilizamos produtos iguais ou similares às existentes, sem limites de metragem”, comentou Alexandre.  ”Procuramos, em cemitério de pastilhas, o tipo mais próximo possível do original. Tratamento de concreto aparente Para simplificar, separamos os pontos principais apontados pela A Brasileira, no que diz respeito a concreto aparente, e que o síndico deve prestar atenção durante a obra: Lavagem; Revisão do concreto aparente para retirada de partículas soltas e danificadas; Detecção de possíveis ferragens expostas e rupturas; Remoção do concreto afetado até atingir o concreto são; Martelamento para exposição da ferragem oxidada; Remoção de todo óxido aparente; Aplicação de primer epóxi em zinco nas ferragens; Fechamento dos locais após o tratamento das ferragens; Recomposição de todo concreto retirado; Lixamento manual com lixas finas; Lixamento com lixadeiras de baixa rotação para os pequenos defeitos; Retirada do pó; Aplicação de verniz a base de água em todas as superfícies em concreto aparente. Segurança  Hoje em dia, é difícil encontrar  empresa negligente. As cobranças são constantes com a segurança nas obras.  Na parte de isolamento, nada pode ser esquecido. Cones, fitas zebradas, telas e tapumes impedem a circulação de moradores distraídos. Antes e durante as obras de pintura, lavagem ou restauração, o síndico deve emitir circulares aos condôminos, colocar avisos em elevadores, deixando qualquer dúvida sanada sobre os serviços contratados. “Na hora de contratar, o síndico precisa verificar a idoneidade da empresa, buscando seu histórico, pedindo referências, verificando se possui todos os seguros necessários e exigindo um engenheiro responsável”, esclareceu Alexandre Davi de Almeida. Diferenciais das empresas  Além de todo aspecto de segurança, qualidade do serviço prestado e preços justos, é bacana quando o síndico encontra uma empresa com outros diferenciais. “Diversas empresas possuem aspectos peculiares que as destacam. O nosso principal é que um dos donos, o Marcos Daniel de Almeida, responsável pela parte operacional, acompanha a obra. Ele faz a supervisão”, destacou Alexandre. É bem importante este acompanhamento do próprio dono durante as obras, mas, durante a entrevista com os responsáveis pela A Brasileira Pinturas, achamos interessante, neste período de crise hídrica, eles fornecerem água 100% potável. “Abastecemos as caixas com um caminhão pipa para o condomínio não ter custos extras na conta de água durante a obra”, finalizou.

Viver em Condomínio

DE REPENTE, TUDO PAROU

Foi como num piscar de olhos. O mundo mudou e com ele se fez presente o silêncio, abrindo espaço para momentos infinitos de reflexão. Parentes, colegas de trabalho e amigos próximos tornaram-se distantes. Vizinhos de porta, de andar, agora ocupam o lugar, em sua maioria, de meramente conhecidos. Muitos se foram. A rotina vestiu-se de uma nova roupagem. Para muitos de reencontros e percepção de que ali, entre quatro paredes, existe uma família ofuscada pelo tempo e cumprimento das atividades diárias que garantem a sobrevivência. Em contrapartida, para outros, a solidão foi ampliada como uma lente de grande proporção. Agora, aos poucos, tudo começa a se encaixar e o quebra-cabeça remonta a nova história. Regras valem de forma individualista, todos querem ter razão. As coletivas são impostas, mas nem sempre cumpridas. A esperança está sendo renovada. A nação espera por uma solução, por dias em que a vida em câmera lenta comece novamente a se movimentar. Nada será como antes. Todos conheceram uma nova forma de conviver, consumir, trabalhar, amar. Foram se reinventando, e até aqueles que sempre resistiram a era digital estão se tornando seres tecnológicos. E o hoje? Como será fazer as mesmas coisas de um modo diferente? Viver a vida do outro. Sim…muitos se tornaram professores, cozinheiros, donos de casa. E o cuidar da mente, do corpo, dos mínimos detalhes? São tantas perguntas e muitas respostas. Que seja então, um passo de cada vez… Biah Fabianna Gasparotto Jornalista & Publicitária

Administração de Condomínios

CRECI/DF realiza ação para orientar trabalhadores de condomínios

Síndicos, zeladores e porteiros de prédios que praticam a intermediação imobiliária de forma ilegal, prejudicando os corretores devidamente habilitados e colocando a sociedade em risco, estão na mira da fiscalização do CRECI/DF. A Coordenadoria de Fiscalização (COFIS) do Conselho Regional de Corretores de Imóveis da 8ª Região – Distrito Federal (CRECI/DF) realizou nesta quinta-feira (26/11) uma série de visitas aos condomínios residências da região do Sudoeste para orientar porteiros, zeladores e síndicos frente a exercício da profissão de corretores de imóveis. “Temos recebido muitas reclamações informando que estes profissionais estão atravessando o trabalho dos corretores de imóveis o que é totalmente contra a lei e pode ser enquadrado como exercício ilegal, caso estes não tenham registro no Conselho. Esta ação acaba impedindo ou prejudicando a atuação legítima dos corretores de imóveis” e colocando em risco a sociedade, afirmou o presidente do CRECI/DF, Geraldo Nascimento, que acrescentou que “o grave dessa atividade é que são pessoas sem conhecimento dos procedimentos para uma transação imobiliária e podem causar prejuízos tanto ao comprador como ao vendedor do imóvel”. Durante as abordagens, os profissionais dos condomínios foram orientados quanto ao CRECI/DF estar empenhado em fechar o cerco para o exercício ilegal da profissão. A fiscalização tem atuado com o intuito de garantir a segurança ao corretor de imóveis que atua dentro das normas e à sociedade em geral. O Conselho do Distrito Federal tem como base de trabalho a fiscalização com objetivo de impedir que contraventores atuem no mercado imobiliário local, por isso tem intensificado as ações fiscalizatórias para coibir esta prática. Desde o início do ano até o dia 27 de novembro e diante das limitações impostas pela pandemia de coronavírus, a Coordenadoria de Fiscalização (COFIS) do CRECI/DF registrou 13741 diligências, destes 98 foram por exercício ilegal da profissão. A atuação da COFIS tem ido direto ao encontro dos anseios de toda a categoria, além do trabalho interno e ativo dos fiscais em busca de contraventores, os profissionais e a comunidade também atuam com o envio de denúncias por meio da Ouvidoria Online (Fala.Br), que depois de analisadas são averiguadas in loco. “É um trabalho de formiguinha onde todos se unem para um bem maior que é o de assegurar os direitos e deveres dos corretores e da sociedade”, frisou Nascimento. Os fiscais percorrem todas as Regiões Administrativas do Distrito Federal na busca por irregularidades e apuração de infrações, ou seja, stands de vendas, escolas profissionalizantes, condomínios residenciais e imobiliárias recebem a visita da fiscalização. O intuito do Conselho é levar ao conhecimento de todos o real papel do corretor de imóveis e estagiários no mercado. Já nos condomínios sempre o CRECI/DF sempre informa que a atuação de porteiros, síndicos ou zeladores como profissionais imobiliários sem o devido registro no Conselho é uma contravenção que implica em processos judiciais. Nos últimos meses de outubro e novembro foram constatadas a atuação de estagiários anunciando imóveis, porteiros e zeladores “atravessando” o trabalho de corretores de imóveis, além de profissionais de outras profissões exercendo a atividade de corretagem imobiliária sem o cumprimento das devidas exigências regulamentadas pela Lei nº 6530/78, o que implica o exercício ilegal da profissão. Os casos de exercício ilegal são encaminhados como denúncias ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Para os casos de facilitação do exercício ilegal, são abertos processos administrativos julgados pelo próprio CRECI, para que este Conselho também proceda com o processamento e a disciplina dos envolvidos, cabendo às penalidades de advertência, multa, podendo chegar até ao cancelamento de registro. A legislação da profissão, quanto ao exercício ilegal da profissão, preceitua o que pode ou não pode ser feito, tanto por corretores de imóveis devidamente registrados, quanto pelos trabalhadores condominiais, além de possíveis ações judiciais que podem vir a responder. O CRECI/DF tem identificado que em alguns poucos casos o fator gerador destas atuações ilegais pelos contraventores, por vezes são um possível desconhecimento da Lei 6.530/78 e do Decreto 81.871/78, que regulamentam a profissão de corretor de imóveis, o que torna importante a realização também da abordagem educativa do órgão, como a orientação na mudança de comportamento junto aos corretores de imóveis, como por exemplo, a solicitação da identificação profissional e a retirada de chaves dos imóveis que ficam nas portarias. Para denunciar esta prática utilize o canal de Ouvidoria do Conselho: Fala.Br – https://falabr.cgu.gov.br/publico/DF/Manifestacao/registrarManifestacao As informações a serem passadas devem responder as perguntas: *Quem? (nome do porteiro); *Onde? (localização do respectivo contraventor); *O que? (Informar os fatos com maior quantidade de dados possível). Todas as informações são mantidas no mais absoluto sigilo. Fonte: www.crecidf.gov.br  

Manutenção Predial

Como está a saúde de sua edificação ?

Aprendemos desde cedo que para manter nossa saúde, precisamos periodicamente de exames clínicos e laboratoriais. Se nos descuidamos e não fazemos um check-up preventivo, podemos nos deparar tardiamente com alguma doença já instalada. Na Engenharia é a mesma coisa. A Engenharia Diagnóstica se assemelha metaforicamente à medicina: o “paciente”, no caso da engenharia, é a estrutura da edificação; os “exames” são os ensaios; as “doenças” são as patologias; e os “remédios” ou o “tratamento” são os materiais de recuperação. A Engenharia Diagnóstica em Edificações trata, então, das investigações científicas das patologias prediais, através de metodologias que possibilitem obter dados técnicos para a caracterização, análise, atestamento, apuração da causa ou prescrição do reparo para a patologia em estudo. Ela é responsável por identificar e prevenir diferentes problemas, como fissuras, infiltrações e até incêndios. Através dos diferentes tipos de investigações técnicas, é possível também determinar patologias, como anomalias construtivas, falhas de manutenção e irregularidades de uso. Outras finalidades da engenharia diagnóstica são o aprimoramento da qualidade e a apuração de responsabilidades (inclusive no âmbito judicial). Por essa razão, ela é essencial em todas as fases de desenvolvimento de uma construção. As ferramentas de investigação técnica (FIT) mais tradicionais da Engenharia Diagnóstica proporcionam uma análise para tomada de ações proativas através de diagnósticos, prognósticos e prescrição técnica, com foco na qualidade total da edificação. São elas: – Vistoria: Atividade de constatação de um fato, mediante exame circunstanciado e descrição minuciosa dos elementos que o constituem (ABNT NBR 13.752/1996); – Auditoria: Atividade que envolve a obtenção de evidências (registros, fatos ou outras informações) que avalia o atendimento a determinados critérios: políticas, procedimentos, normas técnicas ou requisitos usados como referência (Adaptado da ABNT NBR ISO 19.011/2012); – Inspeção: Diversas atividades (processos) de avaliação das condições técnicas da edificação. Fundamenta-se em atividade de anamnese e de vistoria sensorial, podendo ter o apoio de testes e verificações expeditas, apurando as causas da situação, classificação da importância das falhas, anomalias e manifestações patológicas mais significativas, assim como indicação das ações necessárias para assegurar a conservação da edificação (Adaptado da ABNT NBR de Projeto de Norma Inspeção Predial, 2016); – Perícia: Atividade que envolve apuração das causas que motivaram determinado evento, tais como, anomalias, falhas etc. (Adaptado da ABNT NBR 13.752/1996). Mas apenas essas quatro ferramentas de investigação são suficientes? Sim, se considerarmos apenas as fases do desenvolvimento intelectual de uma investigação técnica (vistoria, auditoria, inspeção e perícia). E não, caso se entenda que há muitas respostas fornecidas diretamente pela tecnologia e informática, como levantamentos topográficos, sondagens, ensaios laboratoriais, protótipos e outras modernas tecnologias. Da mesma forma que o médico precisa, muitas vezes, de exames laboratoriais e tecnológicos para detectar uma doença e seu grau de complexidade, a Engenharia Diagnóstica precisa de equipamentos que possam detectar com precisão patologias não visíveis. E nesse ponto entram os Ensaios Não Destrutivos (END), que são aqueles que não alteram, de forma permanente, o material a ser analisado. Estes tipos de ensaios (detecção magnética de armadura, radar, termografia, resistividade elétrica superficial, ultrassonografia, dentre outros) são de fundamental importância no processo de investigação e determinação dos tratamentos de uma estrutura que se encontra “doente”. Portanto, hoje, com o avanço tecnológico, além da importância da contratação de um profissional especialista para diagnosticar e prescrever a correta reabilitação do sistema construtivo, é fundamental que esse profissional habilitado disponha de equipamentos que irão auxiliar no diagnóstico mais preciso, gerando a economia que o usuário espera. Engenharia é coisa séria. Um Engenheiro nunca pode “achar que…”. Ele deve estar seguro para apontar soluções onde são premissas: a qualidade, o preço, o prazo e a responsabilidade ética e social. E para isso, ele deve estar em constante atualização, buscando novos conhecimentos e novas ferramentas que irão proporcionar resultados assertivos e benefícios concretos.

Administração de Condomínios

Devolução ICMS conta de Luz

A CEB vem cobrando erroneamente ICMS na Conta de Energia há muitos anos, o STJ vem julgando repetidamente que a cobrança sobre a TUST – Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão e TUSD – Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição na base de cálculo do ICMS é indevida, assim sendo, a tributação do ICMS deveria ser somente sobre o valor consumido da energia elétrica, baseado na Tarifa de Energia (TE) consumida. Há legalidade na Cobrança? Não há previsão Constitucional ou infraconstitucional (Lei do ICMS -LC 87/96) para a cobrança do ICMS sobre a TUST e TUSD, que compõe a base de cálculo desse tributo na conta de energia. Logo, as legislações estaduais/Distrital que autorizam as Companhias de Energia a cobrarem esse ICMS são inconstitucionais. “A base de cálculo do ICMS deve ser composta somente pelo valor da mercadoria” art. 155, parágrafo 2º, inciso X, alínea “B” e parágrafo 3º, da Constituição Federal. Tem como receber valores cobrados indevidamente? Sim, os pedidos de restituição do ICMS da conta de energia devem ser realizados diretamente no TJDF, o condomínio junta as últimas 60 contas (cinco anos), deverá ser feito o cálculo e atualizado monetariamente.  Como a concessionária de energia – CEB faz a cobrança e repassa o valor relativo ao imposto para o GDF, ela não tem obrigação legal de restituir o consumidor, por isso devemos cobrar diretamente do Governo do Distrito Federal/Secretaria de Fazenda. Como está o entendimento nos Tribunais? Súmulas do STJ Súmula 166 – “Não constitui fato gerador do ICMS o simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento do mesmo contribuinte. “ Súmula 391 – “O ICMS incide sobre o valor da tarifa de energia elétrica correspondente à demanda de potência efetivamente utilizada.” A matéria está para ser julgada definitivamente pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), ele tem se manifestado, nos últimos anos, no sentido da ilegalidade da cobrança, que tanto a TUSD quanto a TUST não compõem a base de cálculo do ICMS, acredito que agora com a volta dos julgamentos presenciais vamos ter o veredito. No momento temos 7 acórdãos a favor dos contribuintes e 3 acórdãos contrários, temos 7 ministros que sempre julgaram a favor dos contribuintes e temos 3 ministros que mudaram de posição, a tendência é manter esse placar, mas não sabemos até a decisão final. Já tivemos vários contribuintes que conseguiram ganho de causa e direito ao ressarcimento em vários estados, no momento está suspenso os julgamentos até decisão do Superior Tribunal de Justiça, que irá decidir por todos que entraram na justiça, caso a decisão seja positiva, somente aqueles que entraram com processo até a votação terão direito a receber os últimos 5 anos pagos ilegalmente, e aqueles que não entraram terão direito de não pagar este tributo do momento da decisão em diante, vale lembrar como opção, que o Mandado de Segurança tem a vantagem de não estar sujeito a sucumbência (como regra geral) e tem custas menores. A hora é agora! Valter da Silva Cálculos & Contabilidade – 61-98199-8801 Valter2127@gmail.com

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