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Author name: José Pimentel

Manutenção Predial

Chega de dúvida! Confira 5 dicas para avaliar o trabalho final de pintura da melhor forma

Pintar as paredes é uma ótima forma de renovar os espaços de convivência! Mas se você não é um especialista no assunto, pode ser difícil conferir o trabalho final do pintor. Afinal, como ter certeza que o resultado está satisfatório sem uma referência? É por isso que nós da Pepe preparamos 5 dicas para você se garantir na hora de avaliar o serviço prestado. Confira: Se o pintor também foi responsável por preparar as paredes, é importante ter certeza de que elas estão lisas assim que o trabalho for concluído. Conte com a ajuda da luz, mas não confie apenas em seus olhos! Passe a mão pelas paredes para checar se existem imperfeições.   Fique atento linhas de entrada irregulares, marcas de pingos e pincel ou prova de tinta derramada ou respingada. Se encontrar alguma dessas falhas, fale com o pintor imediatamente sobre as suas preocupações.   Confira se o acabamento está uniforme e sem imperfeições. Dica: é mais difícil chegar a um acabamento impecável com cores escuras, mas um pintor experiente vai dar conta do recado!   Lembre-se que um bom pintor sempre vai deixar tudo limpo após o serviço.   Você ou os moradores não ficaram felizes com o resultado final da pintura? Nesta hora é importante confiar nos instintos e não ter medo de dividir sua opinião com o pintor.   Quer uma indicação de profissional para fazer as pinturas que o seu condomínio precisa? Pode contar com a Pepe! Nossos vendedores estão sempre prontos para orientar os clientes das melhor forma possível. Fonte: www.pepetintas.com.br

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SEMINÁRIO NACIONAL – SENEMI – TERMODAN

Local: CREA-DF – Brasília, DF Data: 18 de Julho de 2019, 09h-18h Descrição do evento Participe do nosso Seminário Nacional de Termografia Aplicada Ajude-nos a debater as aplicações de Termografia Aplicada participando do Seminário TERMODAN da ABEMEC-DF, evento da série Aqui Tem Tecnologia [#aquitemtecnologia] que tem por objetivo a valorização profissional, promoção da engenharia e a educação e segurança da sociedade, com foco na disseminação de conteúdo técnico ou correlato à atuação profissional ou empresarial no segmento de engenharia ou carreira técnica. O SENEMI-DF – TERMODAN (Termografia Aplicada à Analise de Danos) idealizado no campo de engenharia de manutenção preditiva com bojo na defesa da sociedade. O projeto se desenvolve em duas fases distintas, sendo a primeira delas voltada à um trabalho em campo com levantamento de dados de imagens termográficas de algumas estruturas selecionadas, considerando relevância, patrimônio e impacto social. Já a segunda fase, é voltada à discussões  e avanço de diálogo para o desenvolvimento da indústria nacional, assim como disseminação de conteúdo. Público Alvo do Programa: Estudantes de nível superior em: engenharia. Engenheiros, Gestores de Instalações e sociedade Data do Evento: 18/julho/2019 Horário do Evento: das: 09:00 às 18:00 Título do Evento:   Seminário Nacional de Termografia Aplicada – SENEMI TERMODAN Para maiores informações acesse nosso site: ABEMEC-DF/TERMODAN

Manutenção Predial

Manutenção e economia de elevadores, mitos e verdades

Se você trabalha com condomínios há algum tempo, já deve ter ouvido falar que os elevadores são os principais vilões da conta de energia elétrica alta. Uma solução conhecida para esse problema é realizar a constante manutenção de elevadores. Mas será que isso realmente ajuda na economia? E como funciona a modernização de elevadores? Vamos desvendar esses e outros mistérios nesse artigo sobre elevadores em condomínios. Confira: Mito ou verdade? Quando o assunto é elevadores em condomínios, existem algumas frases que são repetidas com frequência. Mas será que tudo o que é dito está correto? Descubra quais são os mitos e as verdades: Elevadores em condomínio são os principais culpados pelo gasto de energia elétrica. Depende. Antigamente, os aparelhos de fato gastavam uma grande quantia de energia. Logo, isso tornava-os responsáveis por contas de luz caríssimas. Porém, hoje os elevadores são mais modernos e feitos com tecnologias que diminuem o custo mensal. Manutenção de elevadores faz o condomínio economizar nos gastos com energia elétrica. Verdade. Com manutenção eficiente, alguns condomínios relatam a economia entre 20% a 40% nas despesas com eletricidade. Desligar um dos elevadores à noite gera economia. Mito. Se há apenas um elevador disponível para os moradores e você desligar o outro, ele acabará fazendo o trabalho de dois equipamentos. Nesses casos, não há economia de elevadores em condomínios. A prática também pode resultar em sobrecarga, com isso diminuindo a vida útil do aparelho. Sensores de luz ajudam a economizar energia. Verdade. Luzes com sensores de presença nos elevadores podem oferecer uma diferença na conta de energia ao final do mês. Deste modo, a iluminação apenas funcionará quando alguém entrar no equipamento. A economia fica ainda maior se as lâmpadas utilizadas forem de LED. Manutenção preventiva dos elevadores reduz gastos gerais. Verdade. Um elevador com tudo em ordem gasta menos luz do que um equipamento que precisa trabalhar mais devido a problemas. Aposte na manutenção e reforma de elevadores no condomínio. Elevadores devem passar por revisão mensal para conferir as partes não acessíveis do equipamento – como o poço, o topo da cabine e a máquina de tração. Assim é possível prever as futuras trocas de peças. Isso aumenta a vida útil do aparelho e ainda ajuda na previsão orçamentária do condomínio. A manutenção deve ser feita pela mesma empresa que vendeu os elevadores ao condomínio. Mito. O condomínio tem liberdade para contratar o serviço de manutenção de quem quiser. Às vezes, trocar de fornecedor gera economia. Há casos em que o síndico consegue até 50% de redução de gastos ao contratar uma nova empresa. Porém, tome cuidado com empresas que cobram valores muito baratos! Pesquise sobre a empresa antes de fechar contrato. Todo contrato de manutenção de elevadores precisa incluir os valores das peças de reposição. Mito. É possível fazer um contrato de manutenção básica. Nesses casos, não é cobrado o valor das peças, apenas da mão-de-obra. Desta forma, quando for necessário fazer alguma alteração, o condomínio fica responsável por pagar o custo extra ou comprar a peça diretamente com um fornecedor. É uma boa pedida para condomínios com elevadores mais novos, onde as chances de problemas são menores. Qualquer empresa está apta para fazer a manutenção de elevadores em condomínios. Mito. As prestadoras de serviço devem ser regulamentadas e ter concessão dada pela prefeitura e pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA). Além disso, precisam contar com, ao menos, um engenheiro responsável. Antes de fechar negócio, confira se o estabelecimento faz parte da relação de empresas aprovadas pela cidade. Geralmente essa informação é disponibilizada pela Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (ou semelhante) do município. Você também pode conferir a lista de empresas aprovadas pela Prefeitura de São Paulo. Outras dúvidas comuns entre síndicos: Quanto custa fazer manutenção de elevadores em condomínios? Em suma, a manutenção de elevadores em condomínio tem preço médio de R$ 480 a R$ 700 mensais por equipamento. Todavia, esse valor não inclui os valores das peças de reposição. Ao adicionar o preço das peças, é comum cobrar entre R$ 1.100 e R$ 1.400 mil por elevador. Os valores podem variar de acordo com o tamanho, o tempo de existência dos aparelhos, da infraestrutura do condomínio e o município em questão. Custos de modernizar os elevadores do condomínio Muitos síndicos se perguntam quanto custa modernizar um elevador. Pode-se dizer que o preço da modernização de elevadores varia bastante. Em média, o valor fica entre R$ 30 mil a R$ 160 mil por aparelhagem. Se o condomínio conta com vários equipamentos, a modernização de elevadores pode custar quase R$ 1 milhão. Apesar dos altos valores, o condomínio se beneficia com segurança e redução do custo mensal com energia elétrica. Além disso, o condomínio economiza com gastos de trocas de peças ou reformas emergenciais. É importante destacar que modernização de elevadores é diferente de embelezamento de elevadores. Modernizar significa trocar peças para melhorar o funcionamento do elevador. Embelezar é dar um trato estético no elevador, fazer uma modernização estética. Em outras palavras, isso envolve modificar portas, espelho, botões, iluminação, entre outros itens aparentes. Desta forma, modernizar os elevadores não significa se livrar das manutenções preventivas. As revisões se mantém por questões de segurança, mas as chances de os equipamentos precisarem de reformas se tornam menores. Quando fazer a modernização de elevadores É recomendável investir na modernização de elevadores do condomínio quando: Os elevadores começam a dar problemas com frequência; As trocas de peças se tornam constantes e cada vez mais caras; Há dificuldade de encontrar peças de reposição no mercado; O equipamento produz um grande consumo de energia; Os componentes do elevador não contam com proteção contra variações na rede elétrica; Há desnível constante entre os andares e a cabine; Os barulhos se tornam mais altos do que o normal; O elevador não conta com sistemas de segurança atualizados; O condomínio precisa passar por adaptações de acessibilidade; Os elevadores apresentam infestação de cupins. Assim sendo, especialistas recomendam que o condomínio aposte na modernização caso ocorram mais de seis casos de interrupções no

Editoriais

Fim do eSocial para Condomínios!

Fim do eSocial para Condomínios! Nesta terça-feira dia 09 de julho de 2019, tivemos mais uma reviravolta no eSocial. O governo anunciou o fim do atual sistema, que a partir de janeiro de 2020 será substituído por duas novas plataformas. As alterações serão incluídas na medida provisória da “liberdade econômica” que está sendo discutida no congresso nacional e deverá ser votada ainda esta semana. No texto do redator, durante o período de transição, o grupo aonde está incluso os condomínios, está dispensado das obrigações do eSocial . Senão tivermos nova reviravolta, até o final do ano, os condomínios não precisarão se preocupar com assunto. Fonte: https://www.facebook.com/350266535030593/posts/2467483489975543?s=100004097808851&sfns=mo  

Manutenção Predial

Manutenção de inverno no condomínio: o que observar?

O dia 21 de junho marcou o início da época mais fria do ano: o inverno. E com ele o período ideal para realizar manutenções preventivas e corretivas no condomínio. Manutenção da piscina Quando falamos em manutenção de inverno, a primeira coisa que nos vêm à cabeça é realizar a limpeza e reparos na piscina. Afinal nessa época mais fria do ano é comum a ocupação dessa área diminuir bastante. Por isso, se o seu condomínio possui piscinas é o momento ideal para realizar obras de reparo, troca de revestimentos e restauração de pisos e decks. O que verificar para manter a piscina em perfeito estado: Infiltrações e rachaduras: ao observar rachaduras e fissuras na piscina a solução o primeiro passo é resolver e eliminar as fissuras para depois impermeabilizar e revesti-la novamente. Troca de rejunte e azulejo: revestimento de azulejos é outro tipo de acabamento bastante comum em piscinas, por se tratar de uma opção mais barata e que possibilita uma variedade muito grande de decorações. Se a piscina do seu condomínio possui esse tipo de revestimento considere aproveitar o inverno para checar e se necessário realizar a troca do azulejo ou do rejunte. Existem duas soluções para realizar a manutenção desse tipo de revestimento: a primeira é esvaziar a piscina quase completamente e efetuar a troca dos azulejos. A segunda é chamada técnica Troca do vinil da piscina: nesse caso, é necessário esvaziar a piscina e efetuar a retirada do vinil antigo, verificar eventuais rachaduras na estrutura e, por fim, aplicar um novo vinil. Troca de borda: outra manutenção que pode ser realizada no inverno é a troca da borda da piscina. Lembre-se de quando efetuar a troca substituir a borda por outra da mesma espessura da atual. Troca dos piso e decks: além disso, pode-se aproveitar para efetuar a troca do piso e decks. Vale ressaltar que a troca muitas vezes é motivada por questões estéticas, mas a segurança deve ser sempre levada em consideração, por isso, dê preferência por materiais atérmicos, que não absorvem muito calor, e antiderrapantes. Jardim Nessa época do ano o clima frio faz com que as plantas diminuam seu metabolismo para suportar os períodos mais frios. Esse período é chamado de dormência das plantas, em que ocorre a perda das folhas e a cor avermelhada ou amarronzada de algumas espécies anuncia a chegada do inverno. Por isso, alguns cuidados com os jardins do seu condomínio podem ser adotados. O paisagismo não pode ser esquecido no inverno, afinal essa época é ideal para revigorar as funções biológicas e preparar os jardins, para um novo ciclo de crescimento com a chegada da primavera. Rachaduras na fachada No período mais frio do ano é comum aparecerem trincas, fissuras, manchas e desplacamentos de fachadas. Isso ocorre em virtude da movimentação de materiais, que aumenta com as oscilações de temperatura ao longo do dia. A nossa dica é realizar uma inspeção rigorosa de todo o condomínio para encontrar eventuais rachaduras. Depois disso, providenciar os reparos para manter tudo em dia. Impermeabilização Outra manutenção necessária no inverno é conferir a impermeabilização do prédio. Fique atento aos primeiros sinais de que algo está acontecendo, como: regiões amareladas, trincas, gotas, coloração avermelhada devido à ferrugem, paredes emboloradas, etc. Cuidados com infiltrações e impermeabilização no condomínio Instalações de gás As temperaturas mais baixas pedem banhos mais quentes, não é mesmo? Por isso, vale a pena conferir as instalações de gás do condomínio. Realize uma vistoria completa nas estruturas de gás e certifique-se de que tudo está em dia. Aberturas Nessa época do ano é bastante comum a chegada de chuvas e ventos fortes, e para evitar prejuízos ao condomínio é necessária uma checagem completa nas estruturas do prédio. Algumas estruturas que você deve certificar que estão firmes e bem instaladas são: Janelas Vidros Antenas de TV Grades de proteção Pastilhas da fachada Placas de publicidade Telhas Pára-raios Telhas Árvores Paredes Essas são algumas dicas de manutenção para você checar e realizar no seu condomínio.

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Festa junina no seu condomínio

É uma ótima oportunidade para reunir moradores e filhos para um bate-papo e aproximar mais as pessoas. 1º passo – É importante que se coloque a ideia para votação em uma assembleia junto com sua previsão orçamentária. É importante saber o número de pessoas que irão comparecer para saber o gasto do evento. Com a aprovação dos moradores é possível determinar datas onde o salão de festas ficará reservado para uso exclusivo do condomínio. Como por exemplo, o Natal, a Páscoa e claro o dia da festa junina. Cada condomínio pode organizar da forma que melhor se adaptar. Uma sugestão seria a de que cada morador que queira colocar uma barraca de alimento pague um percentual ao condomínio, assim além de deixar a festa cheia de barraquinhas ainda gera lucro para o condomínio. Para condomínios maiores é possível cobrar um aluguel de “expositores” de fora, que não fazem parte do quadro de moradores. Outra dica é criar uma comissão de moradores para que estes comuniquem e motivem outros moradores a participar. Separamos 5 dicas de brincadeiras legais para as crianças: 1- Tiro ao alvo em latas – Empilhe sobre uma mesa latas de refrigerante em forma de pirâmide. Faça uma bola de tecido (pode ser feita de meia). Separe os brindes pelo número de latas que a criança consegue derrubar. 2- Pescaria – Uma das brincadeiras mais populares da festa junina. Faça peixinhos de papelão com um número e deixe um buraco em sua boca. O peixe deverá ficar enterrado tapando o número. O brinde é de acordo com a numeração do peixe. As crianças adoram. 3- Jogo da argola – Preencha garrafas pets com líquidos coloridos (use anilina e água) a ideia é que as crianças acertem as argolas nas garrafas. Acertando três argolas ganha o prêmio. 4- Acerte a boca do palhaço – Desenhe em uma placa um palhaço (seu rosto) e deixe um furo em sua boca. Faça bolas de tecido (por exemplo, com meia). A ideia é acertar o maior número possível de bolas dentro da boca do palhaço. 5- Cama elástica – O condomínio pode contratar e cobrar um valor por 10 minutos para pagar o custo. Podem ter diversas brincadeiras e barraquinhas (de pipoca, quentão, doces, tortas, pinhão…), as possibilidades são muitas. Deixe seu lar mais descontraído. Leve esta ideia para seu condomínio. Fonte: Capese.com

Editoriais

Dificuldade para limpar as paredes do condomínio? Conheça a tinta à prova de sujeira.

Todo mundo quer paredes lindas e limpas o tempo todo, não é mesmo? Mas nem sempre isso é uma tarefa fácil quando falamos das áreas de convivência, seja pelas crianças brincando embaixo do prédio, seja pelos eventos realizados no salão de festas. Na hora de limpar as paredes, o desafio começa: as manchas têm que ser retiradas totalmente com muito cuidado para não estragar a pintura. Dependendo da qualidade da tinta que foi utilizada, essa situação pode ser tornar uma verdadeira dor de cabeça! É por isso que é muito importante comprar o produto certo para cada espaço. Você sabia que cada “acidente” pode ser lavado facilmente sem deixar marcas? Na hora de decidir qual tinta usar na reforma do seu condomínio, escolha a Coral Super Lavável Antimanchas! Ela conta com uma tecnologia de hidrorrepelência, ou seja, não deixa que os líquidos manchem a pintura, tornando a tarefa de limpar manchas causadas por lápis de cor, solado de sapato, café, chocolate e até batom muito mais fácil. A Coral Super Lavável é ideal para ambientes frequentados por crianças e animais, seca rápido e não tem mais cheiro depois de 3 horas da aplicação. São mais de 2.000 opções de tons disponíveis: conte com a Pepe para fazer a melhor escolha para o seu condomínio! Fonte: www.pepetintas.com.br

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Condomínio, Coleta de lâmpadas fluorescentes!

Após o apagão de 2001, foi grande o apelo para que lâmpadas incandescentes fossem substituídas por lâmpadas fluorescentes tubulares ou compactas, em cujo interior há vapor de mercúrio e sódio. Porém deixou-se de alertar a população sobre os cuidados necessários ao descarte correto desses produtos em função de conterem substâncias tóxicas nocivas ao ser humano e ao meio ambiente, como o mercúrio metálico. Enquanto a lâmpada esta intacta, não oferece risco, contudo , quando quebrada, libera vapor de mercúrio que será aspirado diretamente por quem a manuseia, e permanecera no ar por várias semanas, causando efeito desastrosos ao sistema nervoso humano. Caso sejam lançadas diretamente em aterros, as lâmpadas contaminam os solos, podendo atingir os rios e chagar a cadeia alimentar. Por meio de circulares o sindico poderá informar aos moradores que a Associação Brasileira dos Importadores de Iluminação (ABILUME) recomenda os seguintes cuidados em casos de quebra de lâmpadas fluorescente: Não usar equipamentos de aspiração para limpar Logo após o acidente abrir todas as portas e janelas do ambiente aumentando a ventilação. Ausentar-se do local por no mínimo 15 minutos Após os 15 minutos coletar os cacos de vidros e colocá-los em sacos plásticos. Utilizar luvas e avental para evitar contato entre a pele e o material recolhido. Com ajuda de um papel umedecido coletar os pequenos resíduos que ainda restarem Colocar tudo dentro de um saco plástico e fechá-lo bem Colocar ainda dentro de um segundo saco e se possível lacrá-lo, evitando a evaporação do mercúrio. Ainda são poucas as empresas que oferecem o serviço de reciclagem de lâmpadas, estando a maior parte localizadas em São Paulo. As empresas cobram pra fazer a retiradas das lâmpadas e a descontaminação do local onde estavam armazenadas, sendo necessárias aproximadamente 500 lâmpadas para que o serviço seja feito. Em função dessa quantidade o condomínio requer um local para armazenamento das lâmpadas das unidades autônomas e das áreas comuns. O tempo de armazenamento poderá diminuir se o sindico se unir a condomínios vizinhos, possibilitando, assim ratear o valor cobrado  pela empresa de reciclagem. A utilização do equipamento denominado papa-lâmpada, possibilita que a empresa realize no próprio condomínio a descontaminação das lâmpadas fluorescente, consideradas um produto perigoso classe I, e após o processo de descontaminação eles passa para classificação e produtos não perigosos classe II. Fonte: Rosely Benevides de Oliveira Schwartz- Revolucionando o Condomínio.

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Práticas de reaproveitamento podem ajudar na redução de despesas condominiais

Síndicos devem se informar, colocando em prática da melhor forma, e, claro, com a ajuda de todos os moradores. A coleta seletiva de lixo, o descarte correto do óleo de cozinha e o reaproveitamento de água são ações sustentáveis bem conhecidas entre as pessoas. Entretanto, ainda hoje, muitos condomínios não adotaram essa medida. Porém, o que muitos síndicos não sabem é que com o reaproveitamento pode ter redução nos gastos condominiais. Além da consciência sustentável, é uma obrigação legal, já que desde 2013 a Lei Estadual 6.408 obriga a coleta seletiva para prédios residenciais com mais de três andares. Nesse cenário, o síndico deve se informar, colocando em prática da melhor forma, e, claro, com a ajuda de todos os moradores. “Há pequenas atitudes que podem trazer benefícios para os condomínios, como a captação da água da chuva. Pode ocorrer redução de gastos na conta de água, além de baixar o custo de energia, pois vai utilizar menos as bombas. Tudo isso traz economia financeira para o prédio”, explica gerente de negócios da Apsa, João Ferraz. Além da questão da água, Ferraz explica que através da coletiva seletiva de lixo, por exemplo, pode-se evitar problemas maiores, como entupimento. Dessa forma, evita-se gastos que não são esperados no orçamento. Além disso, há possibilidade da venda do lixo coletado para reverter em dinheiro para o condomínio. Nos condomínios administrados pelo síndico Marcos Ferreira, no Catete, na Zona Sul do Rio, a conscientização passou a ser uma tarefa de todos os condôminos. “Nós reciclamos todos os tipos de materiais e vendemos para uma empresa de reciclagem. Descobrimos que conseguiríamos trazes vantagens para o próprio condomínio. Poupa alguns gastos nas áreas comuns e reduz na cota”, explica. Além do lixo, o condomínio faz reaproveitamento da água da chuva para molhar jardim, por exemplo, e também coleta óleo de cozinha para uma empresa, que utiliza o material para a produção de material de limpeza. “Ainda conseguimos reduzir gastos por não precisar comprar esses itens”, afirma o síndico. Fonte: O dia

Assessoria 

Síndicos e a aplicação de multas.

Manter um ambiente condominial seguro e sossegado não é tarefa fácil, muito embora os responsáveis pela administração do condomínio tenham a possibilidade de punir quaisquer atos que descumpram a Convenção, o Regimento Interno e demais leis, nota-se que muitos Síndicos, não sabem como e nem quando aplicar uma multa. Na maioria das vezes o gestor deixa de fazer uso dessa ferramenta importante para a manutenção da ordem no condomínio. Atualmente as multas mais aplicadas são: barulho excessivo (mesmo em período diurno, o som deve ser compatível com a destinação da edificação, pois existem leis que regulam sob os decibéis); estacionar na vaga de outro condômino ou fora dos limites de sua vaga, prejudicando o trânsito de outros veículos; alteração das partes externas, não recolher s dejetos de seus animais de estimação dentre outros. O Síndico é o representante legal do condomínio e cabe a ele zelar pela segurança e bem-estar dos condôminos, no entanto ele deve ter atenção para dois pontos: (I) o procedimento previsto na Convenção do condomínio e (II) evitar o seu envolvimento pessoal no processo de imposição de multa. Sobre o primeiro ponto, o art. 1.334, IV, do Código Civil determina que toda penalidade deve estar prevista na Convenção e os artigos 1.336 e 1.337 do Código Civil Brasileiro dispõe, de forma bem sucinta, sobre as multas e por isso se faz necessário a leitura breve desses artigos. A Síndica Profissional Doani Batistussi afirma que, as disposições da Convenção devem esclarecer todos os detalhes para a cobrança de multa, tais como: a existência e forma de advertência prévia, eventual gradação de multas, critério de reiteração, prazos de tolerância, meios de recorrer contra as multas, forma de cobrança (junto ou não da quota ordinária de condomínio), dentre outros. Infelizmente, muitas Convenções mal elaboradas ou antigas demais têm levado condomínios a resultados desastrosos, onde a responsabilidade por uma infração é clara, mas o condômino consegue invalidar judicialmente a multa com base em uma Convenção omissa, inadequada ou em desacordo com a Legislação atual. Já sobre o segundo ponto mencionado, o Síndico deve ter especial atenção para evitar o seu envolvimento pessoal na punição do transgressor. A aplicação de multa se justifica pela necessidade de proteger a coletividade de um ato nocivo, e esta aplicação é atribuição do Síndico, desde que, a Convenção assim determine. Consequentemente, quando o Síndico aplica uma multa, ele o faz em razão de seu cargo em não de sua pessoa. Dessa forma, orienta-se que o Síndico sempre promova uma notificação extrajudicial como forma de advertir um condômino de seu descumprimento às normas internas do condomínio. Uma notificação cordial, objetiva e formal garante a impessoalidade da multa e, principalmente porque, na prática de administração de condomínios, verifica-se que uma notificação enviada através de Cartório de Registro de Títulos e Documentos tem uma maior chance de êxito. Não obtendo êxito com a advertência, o Síndico deve aplicar a multa prevista na Convenção ou, convocar Assembleia para aprovar a multa (se a Convenção não tiver previsão adequada, a multa somente será aprovada pelo voto de, no mínimo, 2/3 de todo o condomínio). Um ponto importante é dar o direito para que o condômino infrator apresente sua defesa (é altamente recomendável que a própria Convenção conceda mecanismos de defesa, como prazo e recurso à Assembleia), visto que o DIREITO DE DEFESA É CONSTITUCIONAL. Por fim, embora não sejam poucos os cuidados necessários para imposição de multas, constata-se que, na prática, uma multa bem aplicada tem grande efetividade na prevenção de novos atos prejudiciais ao condomínio. Por esse motivo, ao se deparar com situações as quais cabem multa, o Síndico deve agir imediatamente, pois os problemas de disciplina no condomínio não se resolvem sozinhos. O síndico não deve ser omisso diante de suas atribuições. Infelizmente, muitas Convenções e Regimento Internos estão em desacordo com a legislação e isso têm levado condomínios a resultados desastrosos, pois é muito complicado administrar um condomínio onde não se consegue fazer se cumprir as normas.

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