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Conheça algumas possibilidades de receita condominial

Os condomínios de um complexo residencial ou comercial são responsáveis por serviços como manutenção do local, vigilância, limpeza, e muito mais, que são todos realizados em benefício dos condóminos. Para que o condomínio possa oferecer estes serviços, é necessário que existam algumas receitas, que permitam que elas cumpram com as suas obrigações financeiras. LEIA TAMBÉM: Neste artigo, iremos contar-lhe quais são as principais receitas de um condomínio, para que saiba de que forma pode contribuir para a melhoria do seu próprio espaço de moradia ou trabalho. Descubra quais são as principais receitas de um condomínio Taxa Condominial A primeira receita que citamos é a taxa condominial, já que ela é cobrada a todos os moradores do condomínio. Esta taxa é dividida entre todos e serve como uma forma de financiar diversos serviços para o condomínio, tais como a manutenção de jardins, ruas, limpeza, entre outros. É importante que todos os condôminos paguem a taxa condominial, pois é com ela que se cobre os custos com os serviços realizados para todos. Receitas dos serviços Se você está considerando fontes de receitas alternativas para condomínios, outra forma fácil e segura de gerar receitas é oferecendo serviços a seus inquilinos. Se você estiver gerenciando um condomínio, pode considerar oferecer serviços de limpeza, manutenção ou segurança, ou serviços de jardinagem. Estes serviços são muito comuns em condomínios residenciais e tendem a aumentar a satisfação dos inquilinos. Contribuições voluntárias Outra fonte de receitas importante é a de contribuições voluntárias, que são oferecidas por alguns condôminos. Estas contribuições permitem que os condomínios invistam em projetos e serviços que poderão contribuir para o bem-estar de todos, tais como a construção de uma sala de jogos, um campo de futebol, etc. Receitas de aluguéis Finalmente, os condomínios também têm a possibilidade de gerar receitas com aluguéis. Por exemplo, os condôminos podem alugar as suas garagens ou alguns espaços e o condomínio pode cobrar uma taxa para isso. Estas receitas também ajudam o condomínio a pagar as suas contas e financiar os serviços que oferece aos moradores. Conclusão Como pode ver, existem várias maneiras pelas quais os condomínios conseguem gerar receitas, sendo que algumas delas são obrigatórias e outras são de carácter opcional. Compreender onde provêm as receitas do seu condomínio, bem como os principais serviços oferecidos e como contribuir para estes, são temas de extrema importância para o bom funcionamento do próprio condomínio. Portanto, se deseja contribuir para melhorar o seu condomínio, liste hoje mesmo os serviços que podem contribuir para a receita do condomínio! Fonte: MyCond

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Iphan nega construção de marina no Lago Paranoá: “Preservação de Brasília é dever do Estado”

O Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desaprovou o projeto de construção do Parque Marina Sul às margens do Lago Paranoá, no Setor de Clubes Esportivos Sul, em Brasília. O instituto é responsável por conservar e proteger os bens brasileiros inscritos como patrimônios mundiais e culturais imateriais da humanidade, como é o caso de Brasília. A proposta integra o Masterplan para a Orla do Lago Paranoá. Porém, recentemente, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal (Seduh) apresentou significativas mudanças no projeto referente à marina, ao lado da Ponte da Garças, e submeteu o documento com as alterações ao Iphan, que apontou “expansão exacerbada”. Um dos motivos para a desaprovação é o aumento do número de vagas para automóveis, que passou de 65 para 200. Outro ponto questionado pelo Iphan é que as edificações previstas, antes estruturas de pavilhões com varandas, passaram para edifícios de três pavimentos. Veja o projeto: A Seduh aumentou as áreas previstas para construção sob argumento de que as empresas que fizeram os estudos do termo de referência alegaram que a limitação dos espaços edificáveis “não daria sustentação econômica para o projeto”. O Iphan disse que a preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (CUB), tombado como patrimônio, é dever do Estado e “impõe limites para a exploração econômica”. “Assim sendo, é indicado buscar outras estratégias de viabilidade econômica que não impliquem na alteração substancial da concepção urbanística da Orla proposta pelo Masterplan, e que tenham impacto reduzido sobre a escala bucólica do Conjunto Urbanístico de Brasília, tendo por objetivo a preservação e conservação ecológica e patrimonial integradas”, escreveu o Iphan. Segundo o órgão federal, “a proliferação de edificações em área pública e a expansão exacerbada da área construída tem o risco de comprometer gravemente uma das características essenciais a ser mantida no Conjunto Urbanístico de Brasília”. Por se tratar de uma área tombada, todas as alterações em torno do Lago Sul devem ser aprovadas pelo Iphan. LEIA TAMBÉM: Em nota, a Seduh disse que o projeto não é da pasta. “A Secretaria de Projetos Especiais (Sepe) recebe projetos da iniciativa privada, interessada em fazer parcerias com o governo. Eles são recebidos pela Sepe e encaminhados para a análise da Seduh. Neste caso, o interessado que propôs a alteração no projeto para Sepe, que trouxe a demanda para a Seduh”, afirmou. A pasta disse que definiu as diretrizes de projeto para a alteração do Masterplan naquele trecho a partir do encaminhamento feito pela Secretaria de Projetos Especiais, no qual demonstrava a demanda pelo tipo de marina, até então não contemplado naquele ponto. “A Seduh já tomou ciência do parecer do Iphan e aguarda a manifestação da Sepe para adequação da proposta”, assinalou. Fonte: Metrópoles

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Papa-lixos do Noroeste começaram a operar no Distrito Federal

Noroeste será a primeira região administrativa a utilizar esse tipo de equipamento com coleta seletiva. Começou o recolhimento de resíduos nos papa-lixos do Noroeste. Na última segunda-feira (19), as 148 lixeiras semienterradas espalhadas por todas as quadras do bairro comeraçaram ser usadas. O esvaziamento dos depósitos será diário, com alternância entre coleta seletiva e convencional. O Distrito Federal tem um total de 436 papa-lixos semienterrados, e o Noroeste será a primeira região administrativa a operar esse tipo de equipamento com coleta seletiva. “Os contêineres são duplos: um para orgânico e rejeitos, e outro para materiais recicláveis”, explica o diretor-presidente do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Sílvio de Morais Vieira. “É muito importante que a população respeite essa divisão”, ressalta. A instalação das lixeiras é um projeto aguardado por muito tempo pelos moradores do setor. Trata-se de um investimento da Agência de Desenvolvimento do DF, Terracap, ao custo de 4,7 milhões de reais, em quadras onde os prédios residenciais já estão prontos. O diretor técnico da Terracap, Hamilton Lourenço, avalia que as lixeiras subterrâneas vão trazer mais qualidade de vida à população do Noroeste. “Isso porque a não exposição do lixo evita a proliferação de ratos e insetos, além do acesso de animais de rua aos resíduos. Sem contar que não há poluição visual no bairro e reduz o mau cheiro normalmente causado pelo lixo”, explicou Hamilton Lourenço. LEIA TAMBÉM: Os papa-lixos do Noroeste têm capacidade para três mil litros de resíduos cada. Ao alcance dos olhos, estão apenas as tampas de aço 100% inoxidável. O contêiner de polietileno que recebe os resíduos fica enterrado, envolto por uma cuba de concreto pré-moldada. Os equipamentos têm vida útil estimada em 25 anos. “Pedimos que a comunidade cuide bem dos papa-lixos, não jogue inflamáveis dentro das lixeiras e não deixe as tampas abertas para evitar a entrada de água”, orienta Sílvio. “Esses equipamentos, além de deixarem a cidade mais bonita, impedem que os resíduos fiquem expostos ao sol e aos animais.” Fonte: Agência Brasília

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Condomínios: quais as regras para aluguéis de temporada?

Cada vez mais comuns e muito facilitados pela internet por meio de sites como Booking ou AirBnb, por exemplo, os aluguéis de temporada em condomínios podem ser um ótimo negócio. No entanto, a modalidade exige atenção e alguns cuidados, pois há regras que o síndico precisa se atentar para garantir seu cumprimento e não ter problemas ou prejuízos. Aqui, vamos abordar algumas dicas sobre o assunto! Dicas para o aluguel de temporada em condomínios Não é de hoje que as cidades de praia convivem com a prática de aluguel de imóveis para temporada. Mas hoje, isso é bem comum em todas as cidades, independentemente de ter praia ou não. Os turistas brasileiros e estrangeiros adotaram o hábito mais econômico e prático de trocar os hotéis e pousadas por aluguel e os proprietários de imóveis encontraram aí uma boa forma de ganhar dinheiro. Mas, para que todos os lados saiam ganhando, foi preciso organizar o setor nos aspectos relacionados à segurança e regras internas dos edifícios. Vários órgãos se uniram e se decidiram por uma forma para controlar as locações por temporada. A recomendação principal é que seja sempre feita uma ficha cadastral dos ocupantes, com dados pessoais, além de informações sobre o tempo de permanência na unidade alugada, a quantidade de pessoas e os nomes de quem ficará no apartamento e placa do veículo utilizado. Somente com isto deve ser permitida a entrada dos locadores temporários. O síndico deverá ter uma cópia deste cadastro de informações, bem como a portaria, o garagista – se for o caso – e a imobiliária que realizou o negócio de locação. Mesmo se a portaria for 24 horas e tiver sistemas digitalizados, o cadastro deve ser feito. Um dos principais ganhos é a questão da segurança para todos que moram no condomínio. LEIA TAMBÉM: As responsabilidades de cada um Cada síndico e imobiliária pode montar seu próprio cadastro ou optar pelo modelo disponibilizado pelo CRECI. É importante que, além de preencher o cadastro, o locatário de temporada em condomínio esteja ciente das regras de conduta previstas no Regimento Interno, de forma que saiba quais são suas responsabilidades. E os proprietários também. Se você é síndico, garanta ainda que os funcionários do condomínio sejam exigentes quanto ao cumprimento das regras de conduta do condomínio. Mesmo que morando apenas por uma temporada, os locatários devem respeitar as regras de convivência. Não é só o síndico e os locatários que devem ter alguns cuidados. Os proprietários dos imóveis de aluguel também precisam fazer sua parte. Uma das grandes preocupações dos demais moradores está relacionada aos alugueis sem contrato. Os donos que negociam aluguéis por meio da internet, seja por imobiliária ou diretamente, precisam se precaver. Afinal, são eles que vão arcar por eventuais prejuízos causados pelos locatários, inclusive pagando multas por não cumprimento das regras estabelecidas em convenção. A Convenção Condominial pode, inclusive, estabelecer critérios quanto ao número máximo de pessoas em cada unidade do condomínio, já que o excesso de gente pode atrapalhar o sossego dos demais moradores. Pode exigir, ainda, que os locatários façam exames médicos antes de usar a piscina ou proibir o consumo de bebidas alcoólicas nas áreas comuns do prédio. Estes critérios devem constar num documento entregue e assinado pelos locatários. Fonte: FiberSal

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