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A Mercantilização de Cursos e Palestras Para o Ramo Condominial

Nota-se que na área da gestão condominial está havendo certa falta de profissionalismo aos ministradores e palestrantes de cursos que abordam qualificação de síndicos, sobrepondo muitas vezes o interesse comercial ao próprio objeto do curso: conhecimento. O mercado condominial das oportunidades, sobretudo da oportunidade de ser Síndico, despertou grande interesse em milhares de brasileiros de norte a sul do Brasil. Mas o que é preciso para tornar-se Sindico? A primeira resposta que vem a mente é obviamente se qualificar, recebendo orientações das pessoas certas, experientes no seu ramo e na sua área de atuação. Por exemplo, advogado especializado em jurisprudência condominial, certamente desenvolve em suas aulas ou palestras esse assunto. Seria incoerente um jurista falar sobre obras de engenharia e reforma predial. Nesse caso quem ministra aula ou palestra é um engenheiro experiente, que domina esse tema e é atuante neste setor. E assim respectivamente em todas as outras áreas do conhecimento. Caso contrário, os interessados nesses cursos e palestras correm o risco de receberem informações inapropriadas. Sim… Mas quais as matérias que um Síndico profissional tem que estudar? A gestão de um condomínio requer dedicação do síndico em diversas áreas profissionais devido a característica multidisciplinar desta função. Administração, Direito e Legislação, Engenharia e Manutenção Predial, Contabilidade Básica, Recursos Humanos, são algumas áreas só para se ter uma ideia. Em tese as matérias que um sindico deveria estudar são muitas, porém  Na realidade existe uma enorme corrida do ouro onde o objetivo é ganhar dinheiro vendendo cursos. Por outro lado, todas estas matérias devem ser ministradas por pessoas, preferencialmente profissionais qualificados, ou seja, que tenham em seus currículos o domínio do assunto ao qual pretendem compartilhar. No entanto, o que se vê é o oposto! Ou seja, não há critério quanto à qualificação dos próprios ministrantes dos cursos. E o que se observa é um contingente de aventureiros no mercado de “TREINAMENTO”, tentando industrializar palestras e cursos para Síndicos Profissionais. De acordo com a Lei nº. 9394/96, os cursos livres não precisam ser regulamentados por nenhum órgão de educação para funcionar. Eles se encaixam na categoria de Educação Profissional Básica. Mas já está em vigor a lei que regulamenta a profissão de Síndico? O que dizem os conselhos profissionais sobre o assunto? As universidades e/ou entidades de ensino estão preparadas para formação de síndicos ou gestores condominiais? Mas vamos deixar o formalismo de lado por enquanto e tecer algumas considerações sobre o lado perverso desta realidade. Constantemente presenciamos administradores, contadores, falando sobre legislação e manutenção predial, advogados falando sobre gestão e NBRs e engenheiros se aventurando na contabilidade. Isso quando não presenciamos pessoas sem nenhuma experiência se passando por especialista no assunto. A PROFISSIONALIZAÇÃO desejada para o síndico, imposta pelo novo código civil exige como pré-requisito o domínio do assunto ao qual quer ensinar e a especialização dos pretensos palestrantes / PROFESSORES. Levando em consideração a necessidade de cada um compartilhar conhecimento exclusivamente em sua área de atuação. Sem invadir áreas que não dizem respeito a sua formação e atribuições de outros profissionais! E para ficar bem entendido, podemos recorrer à citação do grande poeta e compositor Bezerra da Silva que disse na sua simplicidade: “Cada macaco no seu galho”.

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Dr. Anderson Machado fala sobre impacto da tecnologia nos condomínios

Aplicativos de hospedagem ou serviço de aluguel, filmagem com uso de drones, portaria remota, assembleia virtual são tecnologias que estão presentes em diversos condomínios. As novas tecnologias tem impactado a gestão condominial. O síndico, por sua vez, deve ficar atento e atualizado. Nessa reportagem da Rede Premium TV o advogado especialista em direito condominial Dr. Anderson Machado fala uma pouco sobre como os recursos tecnológicos tem influenciado o funcionamento dos condomínios e a vida dos moradores em geral.

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Iluminação adequada para cada tipo de espaço nos condomínios.

A luminotecnia é um fator arquitetônico que ganha espaço dentro e fora dos prédios, seja no hall, no projeto paisagístico ou na guarita do porteiro. Essa área da arquitetura estuda a iluminação, de acordo com a finalidade do espaço. Em um condomínio, a luz é necessária da decoração a segurança e com o auxílio de um profissional qualificado, que saberá fazer um projeto adequado e apontar os principais produtos disponíveis nesse mercado em expansão, oferecerá qualidade de vida e conforto aos moradores e trabalhadores. Para o plano de iluminação ser eficaz, o arquiteto lança mão de medidas e tabelas dispostas nas regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e no Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). “Tem que ser calculado para a área a potência, de acordo com a sua necessidade de iluminação, para ser usado o valor suficiente”, afirma a arquiteta Glaci Refosco. Nas áreas ociosas pode se usar menor potência e menos lâmpadas. Na área contemplativa é interessante trabalhar com jogo de luz e sombra. Segundo Glaci, no jardim, por exemplo, é atraente direcionar as lâmpadas para algumas plantas e usar feixes de luz que vem de baixo para cima. “É um trabalho de técnica e estética, que valoriza a decoração”, diz. Em áreas de grande circulação, como corredores e hall do condomínio a iluminação tem que ser mais objetiva, pois é utilizada para orientar aonde a pessoa quer chegar, e caso seja de baixa qualidade, pode provocar acidentes, como escorregões em escadas. A iluminação é muito importante para a segurança do condomínio, as de emergência devem estar nos corredores e indicar a saída de emergência, como determina a Norma de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros (Decreto Lei Estadual de Santa Catarina 4909 de 18 de outubro de 1994). A arquiteta aponta que na área externa é importante colocar lâmpadas refletoras direcionadas para a guarita, para as entradas e para todos os lados da fachada do prédio, para facilitar a vigilância do local. A escolha do tipo de lâmpada também depende da sua utilização. De acordo com Glaci, na parte de fora do prédio as de mercúrio – que têm alta potência – estão entre as mais econômicas. Para o espaço interno, atualmente se utiliza muito as lâmpadas frias (conhecidas como florescentes), que requerem menos energia elétrica, embora o conforto visual não se aproxime das normais. “Por isso, inventaram as do tipo econômica, porém mais amareladas, que proporciona mais fidelidade as cores dos objetos”, observa.

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5 dicas para economizar água nas áreas comuns do condomínio

Veja como evitar o desperdício de água na época mais quente do ano Em tempos de verão, a nossa tendência é precisar de mais água. Não só para a hidratação do corpo, mas também para nos refrescar do calor e manter nossas plantas e jardins protegidos dos efeitos do sol. Mas você já parou pra pensar em quanto podemos estar desperdiçando água nestas atividades? A gente separou algumas dicas práticas para economizar água nas áreas comuns do seu condomínio, evitando desperdício e otimizando as tarefas que precisam desse recurso natural. Confira: Não regue demais as plantas e prefira o horário da noite Ainda que o calor esteja forte, não é preciso regar as plantas mais vezes. Além de prejudicar a saúde da planta, você estará gastando água em excesso sem necessidade. Regar com pouca frequência, mas corretamente vai garantir a hidratação do jardim. O melhor horário é durante a noite ou nas primeiras horas da manhã: a redução da evaporação chega a 30%, dependendo da sua localização. Aproveite a água da chuva Apesar do forte calor, o verão no Rio de Janeiro também é conhecido por chuvas intensas e temporais. Toda essa água não precisa ir embora! Se o seu condomínio ainda não possui uma estrutura montada para captar água da chuva, mas têm espaço livre, tente armazenar um volume em tonéis de plástico. Assim você pode economizar o uso de água na irrigação dos jardins, usando a água da chuva para este fim. Não lave calçadas! Milhares de litros de água são desperdiçados a cada dia com esta prática desnecessária. A rua e a calçada não devem ser lavadas com a mangueira do seu prédio! Oriente os funcionários do condomínio a abandonarem este hábito que gera tanto desperdício. Atenção para os vazamentos! Verifique regularmente se há vazamentos de água nas estruturas do prédio. Inspecione torneiras e canos, pelo menos duas vezes por mês. Vazamentos geralmente não são muito caros para corrigir, mas se eles não são atendidos o mais breve possível, podem causar grandes problemas ao longo do tempo, além de gerar um aumento considerável na conta de água do prédio. Cubra a piscina A evaporação pode ser uma inimiga dos condomínios quando falamos de conservação da água de piscinas, tão usadas pelos moradores no verão. Usar uma lona ou capa para cobrir a piscina quando está fora de uso pode reduzir a evaporação de 30% a 50% e também isolar a água a partir de elementos exteriores, ajudando a manter uma temperatura constante.

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Segurança em condomínio moradores devem fazer a sua parte

Os condôminos são peças-chave que envolvem toda a movimentação do conjunto residencial de casas ou apartamentos. Quando se fala de segurança em condomínios, as primeiras imagens que vem à cabeça são de aparelhos tecnológicos e a equipe da portaria e de garagem. Mas, muitas vezes esses aparatos todos podem simplesmente não funcionar, por causa da falta de comprometimento de alguns moradores, que ignoram as atitudes que promovem a segurança preventiva. Os condôminos são peças-chave que envolvem toda a movimentação do conjunto residencial de casas ou apartamentos. Por isso, precisam ter: responsabilidade ao se identificar corretamente na entrada e saída, anunciarem o recebimento de encomendas e fast-food, avisarem antecipadamente a vinda de visitantes e o cadastramento de diaristas, prestadores de serviço, entre outros. Para evitar invasões e assaltos é necessário atenção, precaução e cumprimento das regras condominiais. Avisar a portaria sobre possíveis movimentações de entradas e saídas pessoais (de interesse próprio) é o mínimo que se pode fazer. Algumas regras são básicas, como não autorizar a subida de entregadores, sempre indo até a portaria para pegar os seus pedidos; não autorizar a subida de nenhum prestador de serviço que não tenha sido requisitado previamente, bem como pessoas estranhas, vendedores e funcionários de instituições de caridade. Mesmo que alguns destes passos exijam um certo “trabalho” aos condôminos, como a identificação com documentos de babás e diaristas, elas são medidas essenciais para verificar a autenticidade e veracidade das informações, não colocando seus moradores em risco. Ao entrar na garagem, sempre estar atento se não há nenhum suspeito observando e trancar o veículo, sem objetos dentro. Os que residem no 1.º e 2.º andares de prédios, geralmente é recomendado um cuidado especial nas varandas e áreas de acesso. Com o auxílio dos moradores, a ação dos porteiros – que já é fundamental – poderá ficar ainda mais eficiente. Mas, sempre é bom salientar que um condomínio não pode contratar qualquer tipo de funcionário para funções de segurança preventiva. O porteiro precisa ser treinado, pois apesar de não poderem utilizar artefato de fogo, eles têm a importante tarefa de inibir furtos e assaltos. Na maioria dos casos, a falha está justamente no momento da averiguação ou liberação de visitantes e prestadores de serviços. Por isso, alertar condôminos quanto às atitudes irresponsáveis e investir em treinamento e tecnologia vale a pena. Há empresas de serviços terceirizados com experiência na gestão e preparação de profissionais capacitados para agir e evitar situações desagradáveis. Assim, o condomínio não precisa se preocupar com a ausência de funcionários. Com a terceirizada, outro deverá cobrir o plantão e com a mesma qualidade de serviço. O prédio não precisa fazer o processo de seleção e treinamento dos funcionários, e deixa esses encargos ao cuidado e supervisão da empresa que vai aplicar rotinas próprias para tanto, gerando mais segurança e trabalho de melhor qualidade. No entanto, a ação da portaria se deve juntamente à disciplina e regras que devem ser seguidas e respeitadas pelos condôminos. A colaboração deles é primordial e fundamental para a segurança do condomínio e a vida tranquila em um ambiente familiar.

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VOCÊ INVESTE OU GASTA SEU TEMPO?

Sim, ele é vilão quando falta. E quando sobra não o valorizamos. Ele é tão relativo! Dizia Einsten “O tempo é relativo e não pode ser medido exatamente do mesmo modo e por toda a parte”. O que são 10 segundos? Muito ou pouco? Sabemos que é relativo, pois basta segurar uma panela quente nas mãos para sentir a eternidade do tempo ou dar aquele abraço de despedida no seu filho que vai fazer um intercâmbio de 6 meses fora do país para sabermos a velocidade descompassada dos mesmos 10 segundos. Perguntemos também aos milhares de atletas a diferença entre os milésimos de segundo que os separaram da medalha de ouro para a de prata. O tempo é um grande mestre das respostas. Ele também é cura, bem como pode funcionar como uma prisão. Podemos ser escravos ou reféns dele. Corremos dele ou vivemos correndo atrás dele. Se vivemos nosso tempo intensamente no passado podemos adquirir uma depressão, se o vivemos no futuro podemos nos tornar ansiosos, e se o tempo presente nos consome muita energia vivemos estressados. Não administramos o tempo. Ele é igual para todos. As mesmas 24 horas que o presidente de uma grande nação tem disponível é a mesma nossa. Então administramos o que fazemos com as nossas 24 horas. E aí, onde você investe seu precioso, intransferível, irrecuperável e valioso tempo? Um livro que ganhou notoriedade em nossos tempos modernos foi o best seller Tríade do Tempo, do empresário e consultor brasileiro Christian Barbosa. Não será o foco deste artigo, mas ele balizará os próximos parágrafos. Então vejamos quem são os heróis da administração do tempo: o Super Homem, o Hommer Simpson (sim, aquele do desenho), o Equilibrista, o Homem de Ferro, e temos o Poderoso Thor. E para estruturar nosso pensamento, vamos entender as três esferas que compõem a Tríade do Tempo que são: URGENTE, IMPORTANTE E CIRCUNSTANCIAL. Na esfera das coisas urgentes é quando deixamos de fazer algo em algum momento, e agora é preciso ser feito com pressa e na correria, o que era pra ontem acaba tendo que ser feito agora, e correndo o risco de ficar mal feito, gerando um estresse pois não tem mais tempo disponível. Já na esfera importante, é quando fazemos o que temos que fazer, com tempo adequado para a execução de determinada tarefa, é quando fazemos com certo planejamento e organização, podendo até gerar um certo prazer. E a esfera circunstancial, é aquela que fazemos desnecessariamente, ou fora de hora, desperdiçando nosso tempo, bem como não gera resultados. Vamos analisar os perfis dos heróis: – Super Homem: se você apaga incêndio todo dia, salva todo mundo, faz tudo em cima da hora, vive resolvendo crises e problemas, é porque tem a esfera URGENTE com a maior porcentagem, seguido da circunstancial. Estresse, cansaço, insegurança e outras doenças podem estar soprando o seu cangote; – Hommer Simpson: se você faz o que é socialmente aceito, trabalha num local seguro, vive as próprias circunstancias, vive o que está surgindo no momento, sem plano ou projeto. Então sua esfera de tempo CIRCUNSTANCIAL é a maior porcentagem, seguido da urgente. Fadiga, desânimo, mau humor podem ser seus companheiros; -Equilibrista: se você acaba dizendo poucos nãos, sai do escritório esgotado, onde tudo dói em você olhos, costas e cabeça, está sempre ocupado e preocupado, e se alguém for pedir algo pra fazer de última hora pedirá pra você, pois sabe que o fará. Suas esferas estão equilibradas entre o URGENTE E CIRCUNSTANCIAL. Estresse e cansaço são o mínimo que você sente; – Homem de Ferro: se você é mais estrategista, organizado, profissional esforçado, sente-se leve ao executar as tarefas, mas assim como Tony Starks (o homem de ferro) acaba por se envolver em outras atividades sociais e brincadeiras, tem como resultado boa relevância social e resultados a médio e longo prazo. Sua esfera com maior porcentagem é o IMPORTANTE, seguido do circunstancial; – Poderoso Thor: se você consegue executar as atividades propostas e planejadas para o dia, semana ou mês, sobrando tempo para resolver até as demandas circunstanciais, você se encontra na Tríade Ideal. Suas habilidades gerenciais do tempo favorecem até sua saúde. Então qual é a Tríade Ideal do Tempo? Investirmos nosso tempo nas demandas IMPORTANTE, seguida de URGENTE e depois a CIRCUNSTANCIAL. Façamos primeiro o que tem que ser feito, o que deve ser executado. Mas não basta ler e se identificar como sendo, a título de exemplo, um equilibrista, e se definir assim. NÃO. Se perceber é um dos estágios para o crescimento e evolução pessoal e profissional. O processo de Coaching traz à luz esse despertar do autoconhecimento. Das várias ferramentas utilizadas, a Tríade do Tempo, é apenas mais uma balizadora para aqueles que têm dificuldade em administrar e executar suas atividades, pois não sabem se gastam tempo demais em atividades vazias, rotineiras ou desnecessárias, nas quais não geram benefícios ou resultados. Até o maior dos poetas, no seu livro Ecle 3,1 disse assim sobre o tempo “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”. Nós investimos ou gastamos tempo? Ah! Tempo é questão de prioridade já dizia o poeta do google. Quem é a sua prioridade? Por Quelem Rodrigues Coach e Analista Comportamental www.attivare.com.br (61) 98305-4644

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Piscinas: O espaço mais disputado em um condomínio no verão

A higienização é o fator preponderante para aliar lazer e saúde na piscina do condomínio. Dar aquele mergulho em uma piscina de água cristalina num dia quente e ensolarado é um lazer prazeroso que faz desse espaço o mais disputado em um condomínio, sobretudo no fim de ano, quando as crianças estão de férias e muitos adultos conseguiram alguns dias de folga entre o Natal e início de janeiro. Além disso, é um equipamento que valoriza e deixa o prédio mais confortável, o que influencia no preço de venda de um apartamento, principalmente no Brasil, que conta com um dos povos mais apaixonados por piscinas. A prova disso é que o país figura em segundo no ranking mundial de aparelhos instalados, com mais de 1,5 milhões de unidades, segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes e Construtores de Piscinas e Produtos Afins (ANAPP). Mas ter uma piscina no prédio não significa somente mais oferta de diversão, requer acima de tudo responsabilidade dos usuários e da administração, que precisa investir em segurança do local e cuidados com a água. Acima da estética e do conforto, a higienização é o fator preponderante para aliar lazer e saúde. O edifício deve manter, por lei, a regularização da piscina junto à vigilância sanitária, por meio do Alvará Sanitário. A limpeza é realizada sobre dois aspectos, o físico e o químico. O tratamento pode ser realizado diariamente por um funcionário do edifício, desde que orientado por profissional. De acordo com a resolução nº 003, de 2001, da Divisão de Vigilância Sanitária de Santa Catarina, o trabalho pode ser feito por empresas especializadas, farmacêuticos bioquímicos ou químicos, que devem fornecer ao condomínio um laudo sobre a qualidade da água, que deve ser afixado em local de fácil visualização. A norma solicita que a averiguação deve ser realizada a cada 15 ou 30 dias, o que depende da frequência de utilização, dimensão e situação da piscina. Segundo a resolução, o cloro inserido na água – responsável por eliminar bactérias, fungos, algas e vírus – deve ser compreendido entre 0,8mg/l a 1,5 mg/l. Algumas pessoas possuem alergias ao produto, mas no mercado existem outros materiais com a mesma função, porém mais caros, como o tratamento com raios ultravioleta, que possui ação germicida. O PH (potencial hidrogeniônico), que expressa o grau de acidez ou basicidade de uma solução, deve estar entre 7,2 e 7,8, se estiver abaixo ou acima pode provocar irritação aos olhos. Já o índice de alcalinidade (quantidade de bicarbonatos) não está previsto na norma estadual, mas deve estar entre 60 a 220 mg/l, segundo especialistas. Para garantir a qualidade, a água também deve estar isenta de bactérias do grupo coliforme e staphlococcus aureus e não apresentar proliferação de algas. Esses cuidados é que vão garantir a saúde dos usuários. “A água da piscina mal tratada pode causar problemas como contaminação microbiológica”, observa o gerente técnico da Hidroclínica, Cristiano Giovanella. Ele lembra que a análise deve ser realizada com equipamentos calibrados e aferidos de acordo com as normas técnicas exigidas pelo órgão certificador de qualidade. “A dosagem de produtos deve ser calculada por um profissional da área e o condomínio pode passar este serviço para um dos funcionários devidamente treinado por um profissional da área”, explica. Entre as ações de referência física estão esfregar com esponja macia as calçadas ao redor da piscina, as escadas, os azulejos ou paredes de fibra e bordas. Também deve ser passada a peneira ou coadeira na água para retirar folhas e outros resíduos. Além da análise periódica, também é importante chamar um profissional quando ocorre qualquer variação na aparência da água ou no cheiro para que possa verificar o que provocou a mudança. Manutenção na piscina sem retirada da água Vazamentos e troca de azulejos são problemas que trazem dor de cabeça ao síndico. Além de possíveis consequências para a estrutura da piscina e do próprio imóvel, o vazamento também causa prejuízo no bolso e um azulejo quebrado na piscina pode ser um risco e ferir algum banhista. “Alguns vazamentos são de difícil detecção, pois nem sempre existem infiltrações visíveis, principalmente em piscinas. Muitas vezes a água é desviada para a terra provocando erosões”, lembra Alexandre Pedro da Rocha, da Subservi Piscinas. Um vazamento de um filete de 4 milímetros pode resultar em 13.260 litros de água por mês de desperdício, mais de três caixas d’água, diz. “Hoje, mesmo para serviços como troca de azulejos quebrados e fixar a tampa do ralo instalado no fundo, não é preciso esvaziar a piscina. O que evita desperdício e outros gastos”, garante Alexandre. Segundo ele, cola especial e equipamento de mergulho bastam para fazer o trabalho embaixo da água. “No caso do vazamento, a identificação do problema é feita com aparelhos eletromagnéticos, que enviam um sinal em ondas para determinado local da piscina e o recebe de volta detectando qualquer anormalidade”, defende o especialista em Piscinas. De acordo com o advogado Giovan Nardelli, de Balneário Camboriú, cabe ao síndico tomar algumas precauções caso ocorra algum problema referente à piscina. Em caso de contaminação da água, rachaduras ou defeitos, e a empresa não atende ao chamado de manutenção, ele recomenda que seja lacrada a piscina para impedir seu uso, além de informar aos moradores sobre qualquer falha detectada no equipamento. “Cumprindo com suas obrigações, o síndico fica isento de culpa, desde que não cometa omissão, negligência ou imprudência”, pondera Nardelli. Fonte: CondomínioSC

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Uma gestão que serve de modelo

A homenageada dessa coluna desse mês de janeiro de 2019, é a síndica Rosilene Maria Marques Martins(foto), síndica do condomínio horizontal Ouro Vermelho com1.720 unidades, localizado no SHES Rodovia 001 Avenida do Sol Km 08 Jardim Botânico Brasília DF. A qual administra esse condomínio horizontal que recebeu premiação do SLU por eficiência do melhor sistema implantado de coleta seletiva. A sua gestão é compartilhada com mais 13 conselheiros e somados com um corpo jurídico e contábil eficientes e tem acentuada participação dos condôminos. Certificado SLU Concurso Coleta Seletiva. Tem se destacado pelas atividades que proporcionam economia para o condomínio, onde dispõe de oficina para reforma de móveis que são doados pelos condôminos e na sustentabilidade tem trabalhado com a separação do lixo, onde o orgânico é aproveitado na área verde e o sólido é entregue a uma cooperativa de catadores. A administração também contribui com a preservação de uma nascente na área e com o reflorestamento com plantio de árvores. Na questão da mobilidade dispõe de veículo de transporte para os condôminos interessados e projetos para gerar energia elétrica própria com a previsão de ter equipamentos fotovoltaicos. É uma gestão que serve de modelo para administrações condominiais similares. JS-) O que é ser Síndica para a senhora ? Rosilene- Se dedicar ao coletivo, requer paciência, autocontrole e empatia, ter boa vontade para buscar soluções para todos os problemas em envolve uma comunidade, não é fácil, mais também é muito gratificante poder contribuir e fazer parte da construção de um lugar melhor e muitas vezes poder ajudar as pessoas. JS- Como a sra. faz pra conciliar suas atividades pessoais, com a de Síndica? Rosilene- Minha dedicação profissional é exclusiva para a comunidade. Minha vida pessoal eu administro de acordo com as demandas diárias. Condomínio horizontal recebeu premiação do SLU por eficiência do melhor sistema implantado de coleta seletiva. JS- Quando a sra. assumiu quais os problemas e dificuldades encontradas e qual o maior problema que enfrentou? Rosilene- Por ser um condomínio muito grande, em fase de Regularização. Os problemas foram muitos, a princípio eu me aprofundei nos problemas para depois começar a fazer as mudanças necessárias. Hoje temos uma equipe de 48 funcionários bem treinada que desempenha bem suas funções diárias, em casos excepcionais o condomínio conta com 13 conselheiros bastante atuantes e um corpo jurídico e contábil muito eficientes. JS- Na sua opinião, quais são os elementos de sucesso para um bom Síndico e como os condôminos podem ajudar na Gestão? Rosiline- Um síndico tem que saber atender as reivindicações dos condôminos sem prejudicar o interesse coletivo, observando a convenção do condomínio, o código civil e respeitando as leis trabalhistas. Para o condômino ajudar a melhorar o convívio com os vizinhos, com os funcionários e com os gestores e preciso que todos entendam as questões do condomínio participem das reuniões e procure a administração para se informar e assim poder contribuir de forma construtiva para melhorar cada vez mais as relações de convivência, Afinal, todos podem e devem ajudar a construir um espaço de harmonia para viver e criar nossas famílias.   Produção de Adubo orgânico  Distribuição do Adubo orgânico JS – Com respeito a acessibilidade, sustentabilidade e educação ambiental quais são os desafios? Rosilene- O condomínio foi premiado no concurso de coleta seletiva promovido pela SLU e Assosíndicos, nos fala o que foi realizado, e que levou o condomínio a ser o vencedor. Em relação a acessibilidade, procuramos fazer adaptações em todas as edificações existentes, e todas as novas construções são projetadas seguindo as normas de acessibilidade. Procuramos botar a sustentabilidade em todas as nossas ações, desde e economia de papel, água, luz até o reaproveitamento do tudo tipo de materiais, Temos uma oficina e profissionais que fazem reaproveitamos e reforma de moveis doados pelo condômino para o condomínio. Possuímos grandes áreas verdes com vegetação nativa, fazemos o reflorestamento dessas áreas e identificamos as espécies com placas de identificação. Temos uma nascente dentro do condomínio que está registrada no programa Adote uma Nascente da SEMA. Certificado do Programa Adote uma Nascente da Sema. Também trocamos toda a iluminação do condomínio por Led, além de mais luminosidade conseguimos uma economia de cerca de 70% na conta. Contratamos um serviço de Van para transporte de condôminos para estimular o uso de transporte coletivo. Constantemente fazemos campanhas educação ambiental, principalmente para separação correta do lixo. Fazemos a coleta seletiva inclusiva, isso significa que todo o lixo reciclável é recolhido por uma cooperativa de catadores, onde esse material reciclável se transforma em renda para as famílias que tem no material reciclável sua única fonte de renda. Recipientes para coleta seletiva de material reciclável. O lixo orgânico e recolhido pelos funcionários do condomínio que produz adubo para os jardins do condomínio e é distribuído para os condôminos. Esse adubo também é usado na horta orgânica e todos os condôminos podem colher verduras e legumes gratuitamente. Fazemos a destinação correta de pilhas e baterias, óleo de cozinha e material eletrônico. No mês de novembro de 2018 ficamos em primeiro lugar no concurso Boas Práticas de Coleta Seletiva em Condomínios, esse prêmio foi muito importante para nossa comunidade porque mostra a todos que vale a pena a dedicação e o cuidado na separação correta do lixo. Coleta Seletiva nas residências  Temos orgulho de ter implantado um sistema que trata de forma correta o lixo que produzimos e ainda demos condições de trabalho dignas para uma comunidade vizinha carente. Queremos ser uma fonte de inspiração para outros condomínios que querem aderir a colete seletiva mostrando que se as pessoas se unirem é possível O Meio Ambiente não suporta mais essa produção enorme de lixo, temos que ser responsáveis pelo lixo que produzimos. Nosso próximo desafio é produzir nossa própria energia, já estamos na fase de projetos e busca de orçamentos para implantação a energia fotovoltaica. JS- Hoje a segurança é uma questão primordial, quais medidas foram ou são tomadas para melhorar esta questão no condomínio? Rosilene- Nossa segurança é composta por 27 funcionários, temos duas portarias e

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Apartamento destinado à Moradia do zelador configura área comum do condomínio.

CONDOMÍNIO EDILÍCIO – AÇÃO DECLARATÓRIA C/C OBRIGAÇÃO DE FAZER – Apartamento destinado à habitação do zelador – Convenção que estabeleceu se cuidar de área comum do condomínio – Declaração de propriedade e respectiva individualização da matrícula – Desnecessidade – Falta de interesse processual caracterizada – Ação extinta – Recurso desprovido. Trata-se de ação a qual o apelante (Condomínio) visa obter, com base nos artigos 19, I e 20, ambos do CPC/15, a declaração judicial de que o apartamento nº 311 se cuidaria de propriedade comum do condomínio, bem como o apelado (Espólio de José Luiz – construtor do edifício) fosse impelido a individualizar sua matrícula junto ao cartório de registro de imóveis correspondente. De acordo com a convenção condominial instaurada no dia 28/09/1976 e registrada no Cartório de Registro de Imóveis da Cidade de São Vicente-SP no dia 15/04/1977, foi estabelecido que, com relação ao apartamento destinado ao zelador do condomínio apelante: “Art. 2º) São partes de propriedade comum do condomínio, inalienáveis, indivisíveis, acessórias e indissoluvelmente ligadas às demais, todas aquelas que por sua natureza ou função e as determinadas na especificação seja de uso comum, especialmente: o apartamento destinado ao zelador (zeladoria), o terreno, as fundações, as paredes externas, o teto, as áreas internas de ventilação, os pisos de concreto, os montantes, as colunas, as vigas, as escadas, os corredores e halls, os ornamentos da fachada, a calçada e áreas que circundam o prédio, os encanamentos troncos de entrada e saída de água, luz, força, telefone, esgoto, os reservatórios de água e bombas de recalque, os quadros de luz e força, os móveis, objetos, utensílios e documentos constantes do livro de atas, e tudo o mais que por sua natureza ou destino atenda às coisas comuns”. Desta forma, restou evidente que o apartamento destinado à habitação do zelador foi instituído como propriedade comum do condomínio apelante, sendo que, conforme as atas de assembleia havidas entre os anos de 1995 a 2009, afere-se que sempre se deliberou sobre a utilização dessa área em prol da massa condominial sem quaisquer óbices por parte do apelado e/ou de seus sucessores; cumprindo destacar, por oportuno, que a falta de individualização da matrícula no registro imobiliário não embaraçou o exercício de propriedade do apelante sobre tal apartamento. Logo, caracterizada a falta de interesse processual do apelante, eis que desnecessária, no caso concreto, a tutela jurisdicional para a declaração da existência e/ou modo de ser da relação jurídica que o mesmo possui com relação à sua área comum a qual foi definida, convencionalmente, como sendo o “apartamento do zelador”. Nesse passo, o pedido cominatório também carece de interesse de agir, sobretudo porque, de acordo com o próprio apelante, os sucessores do falecido José Luiz, então construtor do edifício, não teriam arrolado referido apartamento no seu inventário; sendo certo, ainda, que não houve quaisquer indícios de disputa dessa fração da área comum por seus herdeiros, tampouco os mesmos teriam a obrigação de proceder à individualização desse apartamento junto ao registro imobiliário. Ademais, independentemente da necessidade ou não de prévia deliberação em assembleia visando à individualização dessa área comum, incumbia ao apelante demonstrar a alegada impossibilidade de realizar tal procedimento, administrativamente, junto ao Cartório de Registro de Imóveis; aliás, nota-se que, para fins tributários, a Prefeitura local desde muito já vem lançando o IPTU dessa área de maneira individualizada. Deste modo, a sentença foi mantida. Fonte: JusBrasil

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Serviços em fachada: qual o equipamento adequado?

Todo edifício possui a necessidade de se realizar serviços em fachada com freqüência, seja uma simples limpeza, uma manutenção ou até mesmo uma grande reforma. Para isso, faz-se necessário utilizar equipamentos de acesso para permitir que o trabalhador realize o serviço. Para auxiliar o síndico nessa escolha, Eng. Civil Especialista Mário Galvão conversou com o Eng. Mecânico e Eng. de Segurança do Trabalho Rafael Vaz Ferreira, que nos explicou as vantagens e desvantagens de cada equipamento, bem como suas aplicações. Eng. Mário Galvão: Eng. Rafael, quais são os critérios que devem ser avaliados para a escolha do equipamento para serviço em fachada? Eng. Rafael Ferreira: A primeira avaliação a ser feita é a da estabilidade do trabalhador para executar o serviço. Quando o acesso não é muito estável, o trabalhador normalmente tem dificuldades de realizar serviços maiores com qualidade.São muitas as opções de acesso para serviços em fachada. Posso citar a cadeirinha, os balancins, o andaime fachadeiro, as plataformas móveis e o rapel. Outros fatores a serem considerados são a segurança, qualidade do serviço e preço. O critério para escolha do equipamento de trabalho em altura depende do tipo de serviço a ser executado. Eng. Mário Galvão: Em quais os casos é adequado o uso da cadeirinha? Eng. Rafael Ferreira: Tanto o acesso por cordas, ou rapel, quanto a cadeira suspensa, que é chamada de cadeirinha, são formas de acesso individual à fachada. Esses equipamentos possuem a vantagem de serem mais leves e mais fáceis de montar, além de permitir um acesso mais rápido do trabalhador na fachada. Entretanto, o trabalhador que está acessando a fachada por cadeirinha ou rapel tem um limite de quantidade de material que ele consegue transportar. Além disso, ele tem pouca estabilidade.Logo, esse tipo de equipamento é adequado para pequenos serviços, tais como inspeção de fachada, limpeza, pequenas manutenções e pequenos reparos. Não é viável realizar grandes reparos, como reforma ou retrofit de fachada, com esse tipo de equipamento, pois a qualidade do serviço é normalmente inferior, devido à baixa estabilidade do trabalhador. Eng. Mário Galvão: E os andaimes fachadeiros? Em que casos é melhor utilizar? Eng. Rafael Ferreira: Os andaimes são equipamentos que permitem o acesso de vários trabalhadores simultaneamente, bem como o transporte de bastante material. O trabalhador também tem bastante estabilidade. Apresentam as desvantagens de serem muito grandes, robustos e demandam muito tempo para a montagem. Além disso, eles ficam apoiados no piso, então inutiliza parte do piso como acesso para os moradores.Apesar de servirem para realizar serviços de grande volume, são indicados para alturas de até 10m ou em paredes que não é possível montar balancins. Eng. Mário Galvão: Rafael, a maioria das obras em condomínios que vemos por aí são feitas com balancins. Como é esse equipamento? Eng. Rafael Ferreira: Os balancins são equipamentos de fácil instalação nos edifícios e apresentam bastante praticidade nas subidas e descidas. Esse tipo de equipamento, sustentado por cabos de aço, são amplamente utilizados para grandes reformas, como demolições, reparos em pintura, substituição de janelas, substituição de pastilhas, entre outros. São equipamentos que garantem boa estabilidade aos trabalhadores, bem como permitem o transporte de um volume maior de material, o que gera uma qualidade maior no serviço. Eng. Mário Galvão: Normalmente o síndico contrata uma empresa para realizar o serviço da fachada e os equipamentos já estão inclusos no contrato. Por que o síndico deve se preocupar com qual equipamento a empresa terceirizada vai utilizar? Eng. Rafael Ferreira: A empresa terceirizada vai sempre se preocupar em reduzir os custos. Para isso, algumas empresas utilizam sempre o equipamento mais barato. Em alguns casos, o equipamento mais barato compromete a qualidade do serviço. Por isso, é importante que o síndico exija o equipamento adequado. Na minha opinião, realizar uma reforma de fachada com cadeirinha ou rapel não é uma boa opção. Neste caso, eu recomendo o uso dos balancins. Em suma: A cadeirinha é indicada para inspeção, limpeza e pequenos reparos. O andaime para reparos em alturas baixas, até 10m. Os balancins são indicados para reformas. Lembrando que, independentemente do equipamento utilizado, todos oferecem risco, pois envolvem trabalho em altura. É imprescindível que seja elaborado um projeto de montagem, bem como registro de ART da montagem do equipamento junto ao CREA. Além disso, é importante fazer a fixação do equipamento na estrutura do prédio por meio do dispositivo de ancoragem. PONSI CONSULTORIA CONTATOS: (61)3533-6538 (61)99802-0793 e-mail: contao@ponsiconsultoria.com.br

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