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Cuidar do bem estar e da segurança dos moradores, é preservar o patrimônio da comunidade

O Síndico em Destaque da coluna este mês de Maio de 2021, é o síndico Carlos Cezar de Moura Carvalho (foto), síndico do Condominio Via Enseada Home Club, na Av. das Araucárias lote 4400, com 496 unidades, em Águas Claras – DF. 1 – O que é ser Síndico pra você? R: É cuidar do bem estar e da segurança dos moradores, é preservar o patrimônio da comunidade e buscar sempre melhorias pro dia a dia das famílias que vivem no Condomínio. 2 – Como você faz pra conciliar suas atividades pessoais, com a de Síndico? R: Condicionando e mostrando aos moradores que o condomínio deve funcionar como empresa, com horário comercial a ser cumprido e que o Síndico é apenas o gestor a frente da organização, portanto, tem sua vida pessoal como todos eles, claro que as situações emergências são tratadas de imediato, independente do horário e do dia. Para isso funcionar, primeiro instruímos a equipe pro dia a dia e ficamos a frente da coordenação. 3 – Quando assumiu o condomínio quais dificuldades encontradas e qual o maior problema que enfrentou no seu condomínio? R: As dificuldades eram muitas, dentre as principais estavam a alta inadimplência, os gastos elevados com contratos de manutenção e principalmente, com consumo de energia e água nas áreas comuns. Tínhamos que buscar alternativas para redução de tudo isso, além de melhor significativamente a comunicação entre moradores e a administração. 4 – Quais foram as melhorais implantadas na sua gestão e qual economia o condomínio obteve com a implantação dessas melhorais? R: Optamos inicialmente pelo uso de energia solar compartilhada em forma de consórcio, através de uma fazenda geradora em ambiente externo ao Condomínio, ou seja, custo zero de implantação e uma economia anual da ordem de 15%. Além disso, passamos a coletar e utilizar água de chuva, adquirimos também uma estação de tratamento que usamos após a captura da água consumida pelos moradores em suas máquinas e tanques de lavar, reduzimos assim também os gastos com água potável na limpeza e manutenção dos nossos jardins e espelhos d’agua. Após essas medidas de redução de gastos e principalmente de sustentabilidade, passamos a exercitar e implementar ações voltadas para proteção e redução de impactos no nosso meio ambiente. Aqui temos todos os resíduos separados e recolhidos de forma apropriada. Por exemplo: nossos resíduos orgânicos são recolhidos e levados para uma fazenda de compostagem retornando ao Condomínio em forma de adubo e hortaliças para nossa alimentar nossa horta comunitária. Temos o recolhimento em separado de recicláveis com a separação inclusive de vidros, além de remédios vencidos, pilhas e eletrônicos. A ideia é não poluir e proteger a natureza. Somos hoje um condomínio com a comunidade toda sensibilizada e preocupada com o meio ambiente. 5 – Quais foram as principais mudanças impactadas pela pandemia em seu condomínio? R: Acho que idêntico a todos, a falta de convivência em grupo, ausência de calor humano, devido ao isolamento que todos tivemos que exercitar. Fechamos os ambientes de festas e lazer, o que impactou muito na vida tanto e adultos como das crianças. 6 – Qual o papel da administradora de condomínio e como ela pode ajudar o síndico? R: Entendo que se trata de uma grande aliada no nosso dia a dia, deve ser explorada no bom sentido pelos Síndicos. Como centro de consulta e tratativa nas questões de pessoal, de novas contratações, contábeis e trabalhistas. No apoio e assessoramento durante as assembleias, montagem do orçamento anual. 7 – Você conhece a Lei Geral de Proteção de Dados? Seu condomínio está preparado para cumprir as exigências da LGPD? R: Sim conheço um pouco, é algo novo e precisamos nos adaptar a essa nova realidade. Estamos instruindo a equipe para atender as exigências da Lei e não expor dados de ninguém. 8 – Como os condôminos / moradores podem ajudar na Gestão e melhorar a performance do síndico? R: Principalmente sendo também nossos olhos, apontar para administração o que precisa ser corrigido, as falhas identificadas, apresentar sugestões. São eles que também irão se beneficiar. A comunicação entre os moradores e administração é fundamental, deve sempre estar aberta. 9 – Com respeito a acessibilidade, visto que recentemente um condomínio de Brasilia foi condenado a indenizar morador cadeirante, como o síndico deve encarar essa necessidade? R: Hoje é algo imprescindível, não tem como o administrador deixar de realizar as obras necessárias para atender também aos portadores de necessidades. Essa é uma preocupação constante do nosso dia, qualquer ambiente novo ou reforma a ser feita a acessibilidade tem que ser atendida. 10 – Segurança é uma questão primordial, quais medidas são tomadas para melhorar o acesso ao condomínio? R: Essa é uma questão de todos, mas muito peculiar a cada Condomínio pois depende da estrutura física existente do tipo de construção, enfim, temos sempre que buscar alternativas que aumentam a eficiência e a eficácia do controle de acesso tanto de prestadores de serviço quanto de visitantes. 11 – Toda edificação necessita de cuidados especialmente as manutenções periódicas, seguindo manuais das áreas comuns, normas e legislação vigente. Como você está lidando com obras, reformas e manutenção em seu condomínio? R: Essa questão também é diária, aqui por exemplo, estamos buscando judicialmente os reparos das anomalias apresentadas na construção dentro do período de garantia do imóvel. Independente disso, manutenção preventiva é a forma mais barata e mais inteligente de minimizar custos futuros mais expressivos. 12 – Qual a mensagem você passaria para futuros síndicos? R: Sejam extremamente cuidadosos com as questões de segurança do Condomínio, cuidem da reposição e troca de equipamentos que possuem prazos de validade, estejam atentos a qualquer tentativa de violência, principalmente contra mulheres e crianças e finalmente seja muito, muito pacientes, saibam ouvir as pessoas. Atuem sempre sem esquecer a visão e o bem estar do coletivo

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Influencer recebe multa de condomínio por usar “roupas inapropriadas”

A influencer Gle Marquez registrou em suas redes sociais uma multa que recebeu do condomínio onde mora, em São Paulo, por usar roupas consideradas “inapropriadas” nas áreas comuns. “Chegou uma multa do meu condomíno e quero que vocês adivinhem do que é”, começou ela, em uma série de vídeos. Após receber sugestões – erradas – de seus seguidores, Gle resolveu ler a carta.   SAIBA MAIS SOBRE:  Mulher Agredida por Vizinhas por Usar Short Curto dentro de Condomínio   “Ficou constatado que você está utilizando roupas inadequadas nas áreas comuns do condomínio, informamos que tal conduta vai contra o regulamento condominial em  vigência, além de trazer grande desconforto aos demais moradores”, diz um trecho. Gle continuou seus vídeos revoltada: “Pronto, agora a beirada do meu c* é desconforto para os outros. Desci só para tirar foto e subi muito rápido. Eu fui lá pro fundo, no meio das plantas. Não parece, mas tenho vergonha dos outros ficarem me vendo, tirei a foto e subi correndo. Mas não tem justificativa, você não tem que justificar a roupa que está usando.”   Ela aproveitou para mostrar a roupa em questão: uma espécie de biquíni com amarrações e uma saia com transparência. Na sequência, mostrou também o regulamento que teria desrespeitado, que diz: ‘É recomendado apresentar-se ou transitar pelo hall, corredores e demais dependências comuns do condomínio trajando-se de forma respeitosa, evitando-se exageros e constrangimento perante os demais condôminos‘   Gle afirmou ainda que pretende tomar medidas legais. “Mas não vou deitar, vou atrás dos meus direitos, abrir um processo por danos morais. Achei isso um absurdo, desculpa se você não acha.” Mais tarde, ela desceu até a portaria para conversar com o síndico e afirmou que ele permitiu que ela retirasse a notificação e não pagasse a multa, mas ela optou por seguir como está e entrar com um processo. “Ele disse que eu posso retirar para não me causar conflitos, mas aí é que está, já causou, não vou retirar nada não”, garantiu.  

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Casal homoafetivo recebe carta com ofensas de vizinho em Condomínio

“O lugar de vocês não é aqui” é uma das frases que estava em uma carta que um casal, que mora em um condomínio no bairro Pinheirinho, em Curitiba, recebeu na quinta-feira (13). O texto, que também trouxe ofensas, foi escrito por um vizinho, que não aceitou o fato de o casal ser homoafetivo. O casal registrou boletim de ocorrência na Central de Flagrantes, e a Polícia Civil disse que vai investigar. Juntos há seis anos, Leonardo e Oeder moram no mesmo condomínio há dois. Na quinta-feira, quando um deles foi buscar as contas na caixinha do correio, encontrou também a carta. SAIBA MAIS SOBRE: Jovem recebe carta de vizinho reclamando das roupas usadas por ela em condomínio “Ficamos indignados, porque moramos há mais de dois anos ali e nunca passamos por isso”, disse Leonardo Cordeiro, técnico de enfermagem. O casal entrou em contato com o síndico do condomínio, mas como o residencial tem mais de 400 apartamentos e o prédio onde os dois moram tem 16, ainda não encontraram o autor da carta. O ponto onde a carta foi deixada não é filmado pela câmera de segurança. O texto, que começava dizendo “oi casalzinho alegre”, foi digitado e impresso. A pessoa diz que os dois “denigrem o que Deus deixou” e finaliza a carta com ofensas aos dois. Para o casal, que disse nunca ter sequer se envolvido em nenhum atrito com vizinhos, a carta foi um susto. “Pra mim é uma pessoa de mente pequena, de mente vazia. Usar o nome de Deus para isso. Independente se a pessoa é gay, heterossexual, Deus ama qualquer um do jeito que é”, desabafou Leonardo.   SAIBA MAIS SOBRE: Mulher ataca vizinhos negros com bilhetes em Condomínio   O tapete que o vizinho descreve no começo da carta é de um arco-íris. As cores da bandeira LGBTQIA+, que representam o orgulho gay, também significam paz. Tapete que gerou ‘revolta’ em vizinho. — Foto: Reprodução/RPC Curitiba Para Leonardo, além da tristeza de perceber o preconceito, a sensação é de frustração. “Frustrados, porque a gente paga nossos impostos, levanta para trabalhar cedo, trabalha bastante e ainda receber isso é uma situação deplorável”. Caso seja encontrado, o autor da carta deve responder por homofobia. O crime tem pena de um a três anos, além de multa. Fonte: G1

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MP investiga vacinação de moradores de condomínio fechado contra a Covid-19 no Amazonas

O Ministério Público do Amazonas investiga a vacinação contra a Covid–19 de moradores de um condomínio fechado de casas em Iranduba, município da região metropolitana de Manaus. A secretaria de Saúde do município e a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas consideram que eles fazem parte de uma comunidade ribeirinha – um dos grupos prioritários de vacinação. Agentes de Saúde da prefeitura de Iranduba estiveram no condomínio para cadastrar as pessoas que deveriam receber a dose da vacina. No dia da vacinação, cerca de 150 moradores foram vacinados no salão de eventos do condomínio. Os moradores compartilharam vídeos e fotos nas redes sociais comemorando. Uma mulher postou que “não podia perder a oportunidade”. O marido dela também se vacinou. SAIBA MAIS SOBRE: Condomínios: como lidar com a inadimplência durante esse período de pandemia Outro morador até brincou dizendo que a foto não era montagem. A próxima dose está marcada para 30 de julho. Mas do outro lado da rua, os vizinhos do condomínio não foram vacinados e nem avisados. “Eu vi o pessoal, mas não chegaram até a gente, né? Mas eu acho que era para nós, né? Que somos ribeirinhos. Eles são de altas classes, né? Chegasse a vez dele, né?”, disse Natanael Torres, ribeirinho que ainda espera ser imunizado. Carlos Pereira tem 72 anos e a dona de casa Varluci Pereira tem 67. Para serem vacinados, tiveram de ir até um posto de saúde. “Já, já fui vacinado, mas eu procurei eu mesmo, mas ninguém veio aqui avisar”, disse Carlos. “Empresário para ribeirinho tem muita diferença”, concluiu o ribeirinho. “Todos nós precisamos e temos que ser vacinado, né? Essa é a nossa esperança, mas cada qual no seu lugar, porque eles não são ribeirinhos. Isso aí é um condomínio”, disse Varluci. Iranduba tem 49 mil habitantes. Segundo o governo do estado, 26 mil moradores são do grupo prioritário, como idosos, ribeirinhos e profissionais da saúde. A prefeitura diz que vacinou 65% desse grupo. São 17 mil pessoas – o que daria mais de um terço da população do município. Em abril, a cidade chegou a ter doses da vacina em estoque. Depois de ser questionada por órgãos fiscalizadores, acelerou o ritmo da vacinação. O secretário de Saúde diz que o condomínio não foi privilegiado e que os moradores foram vacinados porque estão em uma área considerada ribeirinha. “Não foi por privilégio, foi uma questão de logística. Eu preciso concentrar um número de pessoas ali, preciso vacinar essas pessoas, não foi por um privilégio”, afirmou Ricardo Bezerra de Freitas, secretário de Saúde da cidade. “Antes nós vacinamos toda a população ribeirinha, então não foi primeiro o condomínio, foi primeiramente a população ribeirinha”, disse. “Vacinando de acordo com o tem que ser vacinado, seguindo os critérios técnicos, seguindo os critérios do Plano Nacional de Imunização, do Plano Estadual de Imunização, das normativas que a própria FVS nos demanda e nós estamos seguindo”. A Secretaria de Saúde do Amazonas informou que uma equipe técnica não constatou nenhuma irregularidade relacionada à vacinação do grupo prioritário de população ribeirinha. SAIBA MAIS SOBRE: Serviços essenciais que os condomínios precisam manter O Ministério Público considera que a vacinação no condomínio foi irregular – e que os moradores não poderiam ser incluídos como prioritários. “Isso merece uma investigação, né? Em razão dessa vacinação em massa dentro de um local privado, que não é o caso, né? Que a vacinação ela não se dá em locais dessa natureza e aí o Ministério Público irá fazer um trabalho investigativo para identificar os responsáveis pela ordem, porque isso é preciso, né? Identificar quem na verdade desvirtuou o PNI para essa vacinação e os que foram efetivamente vacinados sem estar nessa categoria”, afirmou a procuradora de Justiça Silvana Cabral. O condomínio declarou que foi procurado pela Secretaria de Saúde do munícipio e que foi a Secretaria que colocou os moradores na categoria de ribeirinhos. Fonte: G1

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O Síndico precisa de outros profissionais

Todo síndico, mesmo o profissional, deve entender que ele não se basta em si mesmo. Ele assume uma série de responsabilidades importantes que não podem ser negligenciadas e que, em muitas das vezes, ele não poderá fazer aquilo sozinho, mas precisará de profissionais. O síndico assume a responsabilidade civil e a responsabilidade penal sobre seus atos ou omissões que dizem respeito ao condomínio e sua gestão e manutenção. A responsabilidade civil advém nos casos em que as atribuições do cargo não são cumpridas adequadamente, ocasionando prejuízos aos condôminos ou a terceiros. Já a penal advém nos casos em que as atribuições não são cumpridas não só por omissão, mas também por práticas criminosas. O Código Civil estabelece as obrigações do síndico em seu artigo 1.348. São responsabilidades legalmente definidas e que forçam os síndicos a procurar profissionais que possam assessorá-los, que possam resguardá-los, dar suporte, para que ele possa cumprir seu dever com segurança e não sofrer com processos, evitar acidentes, falsas acusações etc. As responsabilidades do síndico são tão evidentes dentro do Código Civil que o custo de uma auditoria preventiva e permanente no condomínio, por exemplo, já está usualmente sendo previsto na elaboração do orçamento, vez que esta relação “custo x benefício” por unidade condominial é bastante favorável dada a segurança e confiabilidade, que implementam as prestações de contas mensais, através da revisão das pastas condominiais. Fonte: Manual Prático do Condomínio, Síndico e Condôminos – Ivan Horcaio

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Mudanças na rotina dos condomínios colocando à prova a capacidade de adaptação do síndico

Estamos retomando nesta edição comemorativa de 37 anos à Coluna Síndico em Destaque, trazemos um entrevista exclusiva com o Presindente da Assosindicos-DF (foto) Sr. Emerson Tormann, é Fundador e Presidente da Assosindicos DF; Técnico Industrial; Elétrica e Eletrônica; Especializado em Engenharia Diagnóstica. JS: Bom dia Sr. Emerson Tormann. O que o Sr. pode nos dizer sobre as mudanças e novidades que surgiram neste último ano com relação as atividades do síndico ou gestor condominial? Resp.: Desde março de 2020, com o início da situação de pandemia, ocorreram muitas mudanças na rotina dos condomínios colocando à prova a capacidade de adaptação do síndico. Leis, Decretos, e uma coleção de novos regulamentos foram sendo incorporados no dia-a-dia do síndico tornando ainda mais difícil administrar o condomínio. Sentimentos como dúvida, insegurança e medo de errar, só para citar alguns, tiveram que dar lugar à criatividade, coragem, autocontrole, resiliência, ou seja, uma capacidade acima da média de rápida adaptação ou recuperação. Por tudo isso, síndicos e gestores condominiais que mais se destacaram até agora são aqueles que mostraram força em suas ações diante da brutal adversidade e conseguiram tranquilizar moradores, funcionários, prestadores de serviços e fornecedores de seu condomínio. SAÚDE E PANDEMIA JS: Quais os desafios impostos aos síndicos pela situação de crise na saúde? Resp.: A situação de pandemia nos mostrou que é urgente utilizar recursos sustentáveis e otimização da manutenção para manter o condomínio higienizado conforme as exigências de controle e contenção do novo coronavírus. Os síndicos que tinham em sua rotina de limpeza e conservação a sanitização dos ambientes de maior circulação foram beneficiados. Tiveram apenas que fazer alguns ajustes para adequar às novas exigências de preservação da saúde. Os demais síndicos tiveram que correr para implantar e disponibilizar aos condôminos toda infraestrutura de sanitização e, principalmente, fazer economia de insumos evitando o desperdício. REUNIÃO E ASSEMBLEIA CONDOMINIAL JS: O que mudou para síndicos e moradores depois do início da pandemia? Resp.: Com a situação de pandemia ficou mais difícil realizar reuniões e assembleias de condomínio na forma presencial. A proibição do uso das áreas comuns e o impeditivo de aglomerações tornou impossível a realização destes encontros entre a administração do condomínio e moradores. Por outro lado, observamos a adoção da tecnologia para facilitar o acesso quando necessário discutir assuntos do se de todos. O uso de aplicativos de videoconferência e de mensagens instantâneas facilitaram esses encontros de forma virtual. No entanto, os síndicos precisaram se adaptar ao novo modo de promover e conduzir esses eventos visto que nem sempre os condomínios tem acesso à internet e tampouco possuem ferramentas específicas para essa finalidade. APLICATIVOS DE ALUGUEL POR TEMPORADA JS: O síndico pode proibir o uso destes aplicativos de aluguel por temporada? Resp.: O assunto é polêmico e está sendo discutido faz alguns anos pela sociedade civil e pelo governo. Inclusive tramita uma ação no STJ, que estava suspensa desde 10 de outubro de 2019, e que vai decidir se condomínios podem proibir aplicativos do tipo Airbnb. Esse ponto de vista não é compartilhado por todos, principalmente em um momento de pandemia, onde aumentam os riscos para os moradores. Esse tipo de circulação de pessoas de fora do condomínio pode trazer risco à saúde dos moradores, principalmente, porque não se sabe de onde vêm os visitantes, se de fora do estado ou até mesmo de outros países, aumentando o risco de transmissão do novo coronavírus. Ainda deve-se considerar a impossibilidade devido a pandemia, de os locadores utilizarem piscina, sauna, academia, salão de festas e jogos. E, respondendo à pergunta, o síndico não pode proibir os proprietários de utilizarem esses aplicativos, no entanto recomendamos que o gestor condominial conscientize todos os condôminos sobre os perigos desta prática diante da crise na saúde. SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E A LGPD JS: Quais as preocupações do síndico com relação à segurança da informação e essa lei de proteção de dados? Resp.: A Lei nº 13.709/2018, conhecida como Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – LGPD, entrou em vigor em 27 de agosto de 2020. A vigência da LGPD impacta diretamente a gestão do síndico e o tratamento dos dados pessoais dos moradores e demais pessoas que transitam no condomínio. Sendo assim, é urgente síndicos adequarem as rotinas do condomínio a todas as exigências solicitadas pela lei. Dou como exemplo a questão do controle de acesso do condomínio onde a portaria faz a identificação das pessoas que entram e saem. Conforme a lei, o síndico pode identificar as pessoas, porém, não pode obrigá-las a fornecer dados pessoais sensíveis à privacidade. SUSTENTABILIDADE EM CONDOMÍNIOS JS: Com tudo o que foi apresentado até aqui, o Sr. acredita que os síndicos estão preocupados com sustentabilidade em seus condomínios? Existem condomínios sustentáveis no DF? Resp.: Sim e não. Alguns síndicos já entenderam que obter receita a partir de recursos sustentáveis é viável e fundamental a manutenção financeira do condomínio. Realizar coleta seletiva do lixo, por exemplo, traz benefícios que vão além do retorno em dinheiro. Porém, mais uma vez, a dificuldade está na mudança de hábitos dos moradores e o engajamento da coletividade. Fazer com que todos entendam e aceitem que é possível melhorar a gestão por meio do reaproveitamento de água, economia de energia, separação e destinação adequada de rejeitos ainda é o maior desafio. Nesse sentido, vemos que o diferencial do síndico está no poder de convencimento e mobilização de sua comunidade em prol da economia de recursos. Mais uma vez, a necessidade otimizar o uso de água, energia elétrica, separar e dar correta destinação ao lixo, fazer economia de insumos na limpeza e conservação das áreas comuns, otimizar recursos humanos e etc., tornou-se o pior pesadelo dos síndicos e, ao mesmo tempo, seu maior trunfo. Os síndicos que levantaram essa bandeira têm a oportunidade de transformar seu condomínio em uma máquina autogeradora de recursos tornando-os quase autossustentáveis. No DF temos vários condomínios onde o síndico se destaca justamente por incorporar medidas eficientes de sustentabilidade em sua gestão. GESTÃO DA MANUTENÇÃO EM CONDOMÍNIOS JS: Como a inspeção

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2021 – O ano do síndico e dos condomínios

Com a Pandemia, houve um isolamento social forçado e tudo que passava despercebido pelos moradores e proprietários, ficaram expostos e começaram a chamar a atenção, no primeiro momento, os moradores, começaram a olhar suas residências de uma forma geral, depois começaram a querer reformar suas casas e apartamentos e depois veio a proibição de obras e o fechamento das áreas comuns e com isso os moradores começaram a ver e repensar seus condomínios, o que realmente um condomínio deveria ter em suas áreas comuns, serviços e como o síndico estava administrando o condomínio.““Lembrando que em Brasília tem quase 18 mil condomínios, entre horizontais e verticais, residenciais e comerciais, de quitinetes a coberturas com 4 quartos. Com isso a concepção do que é um condomínio está mudando junto com as novas necessidades e com o novo normal. Antigamente um condomínio preocupava-se basicamente com as tarefas rotineiras, como atendimento a moradores, reserva de espaços, entrega de encomendas, pagamentos de contas, pequenas obras e compras administrativas e conflito entre moradores, que é o que mais consome o síndico. Só que o Síndico precisa pensar na manutenção PREVENTIVA, CORRETIVA e EVOLUTIVA do seu condomínio, avaliar junto com os seus condôminos o que eles querem do seu condomínio, se querem um condomínio sem serviços, sem evoluções, mantendo a taxa basicamente para manutenção preventiva e corretiva pontual, ou se querem um condomínio com valorização do empreendimento, com implementação de serviços, sofisticação e remodelagem dos espaços das áreas comuns. O Síndico é um grande maestro, o regente de uma grande orquestra, mas ele não é o compositor, a composição é feita junto com os condôminos por meio de assembleia e deliberações junto com o conselho e comissões. Neste artigo iremos falar das 3 modalidades de gestão: • PREVENTIVA;• CORRETIVA;• EVOLUTIVA. A Gestão Preventiva e ou até mesmo podendo ser uma Gestão Preditiva, é uma gestão focada no levantamento de necessidades, dos problemas enfrentados, nas soluções que podem ser aplicadas com planejamento, priorização e plano de ação. O foco passa ser no ANTES que aconteça, é como se o síndico tivesse uma BOLA DE CRISTAL, mas como tal ferramenta só funciona na mão de VIDENTES, o síndico precisa fazer uma gestão orçamentária focada em contratações específicas e planejadas para levantar os problemas e realizar as manutenções prediais, processuais, administrativas, financeiras e relacionais antes dos problemas ocorrerem… Com isso, imagine que se você SÍNDICO, não quer ter problema, tem que trabalhar previamente e para isso prever na sua planilha orçamentária para fazer as contratações prévias e ou ter todo o conhecimento em todas as áreas para auxiliar o condomínio. Para a manutenção preventiva predial, três itens são fundamentais, o processo de manutenção contratado de forma rotineira, uma assessoria de engenharia e de tempos em tempos fazer os laudos periciais e inspeções prediais para saber a saúde do seu condomínio. Para os processos do condomínio, a ideia é fazer pesquisas, revisitar e ter uma assessoria jurídica para lhe auxiliar no caso de precisar alterar CONVENÇÃO, REGIMENTO INTERNO e ou criar portarias normativas específicas, para a manutenção preventiva financeira, o ideal é ter uma assessoria contábil que seja referência para lhe auxiliar no planejamento financeiro e recuperação do condomínio a longo prazo e executar fielmente o planejamento traçado e por último a manutenção relacional com os seus condôminos, conselhos, comissões, funcionários e fornecedores, a maneira mais adequada de se relacionar com todos de forma equânime é colocar o condomínio em primeiro lugar e tratar tudo dentro da legalidade, com respeito colocando os fatos de forma equilibrada para que as decisões sejam subsidiadas de forma coerente, e uma dica que deixo é tirar a emoção na gestão de conflitos, que leva a uma tomada de decisões incerta baseada em sentimentos e não no que é correto e no que deve ser feito. Quanto a manutenção corretiva, infelizmente não fugiremos dela, por mais manutenção preventiva seja realizada, sempre existem imprevistos, o ideal é fortalecer a manutenção preventiva para mitigar riscos e diminuir a necessidade de manutenção corretiva. Como lidar com os imprevistos, verificar a importância do assunto versus o risco de exposição e comprometimento do condomínio e priorizar de forma a ter uma fila saudável de para que todos os assuntos possam ser endereçados, para que conflitos pessoais não sejam priorizados em função de obras, projetos, serviços e evolução do condomínio, na maioria dos condomínios os assuntos importantes são deixados de lado por conta de conflitos pessoais entre a administração, conselhos, comissões e condôminos. Já a manutenção evolutiva é o diferencial do condomínio e pode ser realizada em conjunto com assuntos prioritários, uma vez que a implementação de novos serviços, novos espaços, novas reformas, compras, eventos e transformação de alguns conceitos dentro do condomínios trazem conforto aos moradores e com isso o síndico ganha aliados para continuar as manutenções preventivas e corretivas. A evolução de necessidades é contínua e os síndicos devem estar atento para levar estas inovações para seus condomínios, sempre que possível. A manutenção evolutiva é o caminho da transformação da sua comunidade e o sindico deve estar antenado sobre estes assuntos e implementar tudo o que for possível e pedido por sua comunidade.

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Inovações na coleta de lixo do Distrito Federal

No dia 07/10 mês passado, a Lurb Solution apresenta para a capital federal soluções que contribuem com a sustentabilidade do planeta, produtos e serviços inteligentes que atendem às necessidades do armazenamento e coleta de resíduos sólidos De acordo com o professor da Universidade de Brasília (UnB), Paulo Celso dos Reis, colaborador da Lurb Solution, ex-diretor do SLU e ex-subsecretário de Meio Ambiente, o modelo de armazenamento semienterrado de resíduos sólidos utilizado pela Lurb foi desenvolvido na Finlândia há mais de 30 anos. “Agora, além do sistema que já oferecemos, também desenvolvemos o projeto de um caminhão coletor multifuncional, totalmente inovador, e com menor custo porque é operado por apenas um condutor para a coleta dos resíduos sólidos. Numa época em que a discussão sobre todo o sistema do que fazer com o lixo abrange questões que vão desde o acondicionamento até o descarte correto e que não prejudique o ecossistema, nós oferecemos produtos e serviços que favorecem tanto a economia quanto o meio ambiente”, explica Paulo Celso. A Lurb Solution Ambiental presta serviços para diversas empresas privadas do DF, entre bares, hotéis e restaurantes, além de empresas terceirizadas que atendem ao Governo do Distrito Federal. Eerikki Riippa, finlandês, CEO da Deep Solution S.A., a empresa proprietária da tecnologia dos semienterrados, acentua que a Lurb Solution Ambiental é a distribuidora exclusiva no Centro Oeste. “Juntos, nós atenderemos todo o Centro Oeste, mas, principalmente o Distrito Federal tendo em vista o seu grande potencial. O nosso caminhão adaptado vai agregar ainda mais valor às tecnologias que queremos implementar no DF e que já oferecemos há 20 anos no Sudeste (principalmente, Rio de Janeiro e Niterói), onde temos diversos equipamentos instalados”, divulga. O SLU utiliza os novos equipamentos O Serviço de Limpeza Urbana (SLU), uma autarquia do Governo do Distrito Federal (GDF) que presta serviços de coleta de resíduos urbanos, já está utilizando alguns equipamentos da Lurb Solution em alguns bairros da capital, a exemplo do Altiplano Leste e Riacho Fundo 1 (Colônia Agrícola Sucupira). A meta é instalar os equipamentos intitulados como “papas lixo” em 382 pontos do DF, com o objetivo de otimizar o serviço prestado pelo SLU. Atualmente, 101 já estão em funcionamento com o apoio e conscientização da população para o descarte consciente do lixo. Os locais de instalação dos contêineres semienterrados foram escolhidos estrategicamente para atender regiões de difícil acesso, onde muitas vezes ocorre o descarte irregular. Produtos com a tecnologia Lurb Solution A Lurb Solution Ambiental é uma empresa especializada na comercialização e locação de contentores de PEAD e prestação de serviços para grandes geradores. Oferecemos serviços de acondicionamento, manuseio, coleta e transporte de resíduos sólidos e orgânicos, seletivos, hospitalares e industriais. Distribuidora de tecnologias inovadoras, com maior eficiência, menor custo e impacto ambiental. Entre os produtos disponibilizados pela empresa estão: contentores de 1.000l, contêineres semienterrados, papeleiras, lixeiras, carrinhos coletores, ecopontos / P.E.V. / L.E.V., entre outros.

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Caesb reforça compromisso de prestação de serviços essenciais à população do DF

Com o compromisso de não interromper ou prejudicar o atendimento à população, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) garante que, mesmo aderindo às recomendações dos atos normativos do Governo do Distrito Federal em relação às medidas de prevenção ao coronavírus, mantém a continuidade da prestação de seus serviços ao público. Atividades operacionais, como tratamento e manutenções emergenciais nas redes de água e esgoto, não serão afetadas. Durante o período de vigência dos decretos, a Caesb também não vai fazer o corte de água por inadimplência e vai suspender obras ou serviços de manutenção programados que causem interrupção no fornecimento de água por mais de 6 horas. O objetivo da Empresa é garantir o abastecimento à população neste momento. A Caesb disponibiliza ainda o site institucional, um aplicativo para Android e IOS, além da Central de Relacionamento com o Cliente, pelo número 115, para continuar os outros atendimentos aos usuários. Por esses canais virtuais e teletrabalho dos empregados e colaboradores, é possível solicitar revisão ou segunda via de contas, alteração de titularidade e vencimento, consumo de água, consulta de protocolos, parcelamento de débitos, 1ª ligação de água, autoleitura, ressarcimento de danos, alteração do titular ou do vencimento da conta, religação de água, débitos, manutenção de redes, além de serviços comerciais como análise de contas, atualização de cadastro e religação. Em fase de testes, a Companhia realiza também atendimento via WhatsApp para as regiões de Ceilândia, Samambaia, Sobradinho, Planaltina e Taguatinga. O número é (61) 98480-5115. Site oficial: https://www.caesb.df.gov.br/ Para baixar o aplicativo da Caesb no celular: – IOS: https://apps.apple.com/br/app/caesb-autoatendimento/id1003831993 – Android: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.gov.df.caesb.mobile

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Só Aqui Condomínios

A Revista Só Aqui Condomínios é um canal de comunicação pioneiro que surgiu na cidade de Balneário Camboriú em 2015, e hoje é referência na região do Vale do Itajaí, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento condominial conectando síndicos aos técnicos, especialistas e prestadores de serviços que trabalham com solidez, qualidade e comprometimento. Através da revista impressa e online chegamos as administradoras e condomínios levando soluções, informações e novas tecnologias que facilitam o dia a dia da gestão condominial. Devido as necessidades dos síndicos surgiu a necessidade da criação de um Grupo de WhatsApp com síndicos e prestadores de serviços, bem como a realização das Rodadas de Negócios Condominiais, onde somos pioneira no estado de santa Catarina. Estão inseridos nesses projetos síndicos moradores, síndicos profissionais, zeladores, administradores e fornecedores que apresentam as suas empresas aos síndicos. Contato: (47) 99602-2022 Whatsapp www.condomeeting.com.br

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