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Author name: José Pimentel

Editoriais

É desafiador ser um gestor, ser o “conciliador” condominial

A Síndica em Destaque da nossa coluna este mês de Abril 2020, é a síndica: Marcilia Bellozupko Stremel, do condomínio SQS 310 Bloco J, com 48 unidades de apartamentos, na Asa Sul, Brasília – DF 1-) O que é ser Síndica pra você? È desafiador ser um gestor, ser o “conciliador” condominial. È necessário ter um conhecimento geral em contabilidade, um pouco de gestão de pessoas e até mesmo política. O síndico precisa estar sempre se atualizanda, participar em cursos profissionalizantes para ser síndico orgânico ou Profissional. 2-) Como você faz pra conciliar suas atividades pessoais, com a de Síndica? Fui bancária e atualmente psicóloga, como tenho horários flexíveis, consigo administrar a rotina para dar atenção ao condomínio. 3-) Quando assumiu quais os problemas e dificuldades encontradas e qual o maior problema que enfrentou ? O condomínio tem garagens muito estreitas que, consequentemente, geram atritos e desavenças entre os moradores. Mas o maior problema que enfrentei ocorreu em fevereiro de 2018, uma parte das pastilhas despencou do último andar (graças a Deus, não teve vítimas), chamamos a Defensoria Pública, foi elaborado um laudo técnico e corrigimos as infiltrações oriundas de telhado e juntas de dilatações. Agora está tudo resolvido e bem monitorado. 4-) Quais foram as melhorais implantadas na sua gestão e qual economia o condomínio obteve com a implantação dessas melhorais? Trocamos as telhas de amianto que são cancerígenas por telhas tipo sanduíche que isotérmicas e tem melhor tratamento acústico, diminuindo o calor dos apartamentos mais altos. Também trocamos as fiações elétricas antigas das áreas comuns do condomínio para o modelo trifásico. Substituímos as lâmpadas comuns por LED, reduzindo o consumo de energia. Nas garagens e corredores, foi colocado sensor de presença, para economia de energia. Pusemos irrigação nos jardins para reduzir as despesas com água. Colocamos sinalização em todas as áreas comuns do prédio, tudo dentro do padrão exigido pelos bombeiros. 5-) Como faz para manter atualizada a inspeção predial ? Como nosso prédio tem mais de 40 anos, é necessário fazer um laudo técnico a cada dois anos e corrigir as anomalias diagnosticadas, além de fazer o seguro predial e residencial dos apartamentos. Acho importante o síndico e o zelador fiscalizarem constantemente as áreas comuns (garagens, prumadas, telhado) e averiguarem, além da limpeza e iluminação, as trincas e rachaduras das paredes e tetos se estão aumentando. 6-) Cite Quais são os principais desafios no seu condomínio, no dia-a-dia? Como o condomínio é a residência dos meus “clientes”, vejo que o principal desafio é a pluralidade de opiniões entre os moradores, o síndico acaba se tornando mediador de conflitos corriqueiros, que muitas vezes acabam gerando um grande desgaste. 7-) Na sua opinião, quais são os elementos de sucesso para um bom Síndico e como os condôminos podem ajudar na Gestão? Envolver os moradores para participar das atividades corriqueiras, como fiscalizar a limpeza do prédio, dar sugestões/opiniões para melhorias do condomínio, para que se sintam inclusos e bem representados. Também busco fazer com que moradores e colaboradores tenham uma boa convivência. 😎 Com respeito a acessibilidade, sustentabilidade e educação ambiental quais são os desafios ? O condomínio faz a separação do lixo orgânico, do reciclável e não reciclável, mas ainda não existe total conscientização dos condôminos. Adquirimos uma caixa coletora para o lixo orgânico (compostagem), infelizmente a maioria dos moradores não separa no lixo. Anualmente é feito vistoria nos apartamentos pra ver se há vazamentos das válvulas hidráulicas e de gás. Temos um projeto em colocar no telhado as placas fotovoltaicas.O Instituto Arapoti visitou nosso condomínio e fomos aprovados para ter o selo verde de sustentabilidade. Na questão de acessibilidade, instalamos sinalizações, colocamos uma vaga especial e rampas de acesso, além de antiderrapantes e corrimões. 9-) Hoje a segurança é uma questão primordial, quais medidas foram ou são tomadas para melhorar esta questão aqui no condomínio? O condomínio tem 49 câmeras distribuídas em todas as áreas comuns, garagem e pátios. Possuímos um grupo de whatsapp de síndicos, porteiros noturnos da quadra, para se comunicar se tem “algum suspeito ou carro desconhecido na quadra”. Criamos um código secreto de SOS, pra usar em caso de sequestro, roubo, etc. 10-) Qual a mensagem você passaria para futuros síndicos? Como mencionei, é desafiador ser síndico, é preciso ser um pouco psicólogo, advogado, bancário, contador ao mesmo, e se atualizar sempre para ser um bom administrador de Condomínio.

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Caesb reforça compromisso de prestação de serviços essenciais à população do DF

Com o compromisso de não interromper ou prejudicar o atendimento à população, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) garante que, mesmo aderindo às recomendações dos atos normativos do Governo do Distrito Federal em relação às medidas de prevenção ao coronavírus, mantém a continuidade da prestação de seus serviços ao público. Atividades operacionais, como tratamento e manutenções emergenciais nas redes de água e esgoto, não serão afetadas. Durante o período de vigência dos decretos, a Caesb também não vai fazer o corte de água por inadimplência e vai suspender obras ou serviços de manutenção programados que causem interrupção no fornecimento de água por mais de 6 horas. O objetivo da Empresa é garantir o abastecimento à população neste momento. A Caesb disponibiliza ainda o site institucional, um aplicativo para Android e IOS, além da Central de Relacionamento com o Cliente, pelo número 115, para continuar os outros atendimentos aos usuários. Por esses canais virtuais e teletrabalho dos empregados e colaboradores, é possível solicitar revisão ou segunda via de contas, alteração de titularidade e vencimento, consumo de água, consulta de protocolos, parcelamento de débitos, 1ª ligação de água, autoleitura, ressarcimento de danos, alteração do titular ou do vencimento da conta, religação de água, débitos, manutenção de redes, além de serviços comerciais como análise de contas, atualização de cadastro e religação. Em fase de testes, a Companhia realiza também atendimento via WhatsApp para as regiões de Ceilândia, Samambaia, Sobradinho, Planaltina e Taguatinga. O número é (61) 98480-5115. Site oficial: https://www.caesb.df.gov.br/ Para baixar o aplicativo da Caesb no celular: – IOS: https://apps.apple.com/br/app/caesb-autoatendimento/id1003831993 – Android: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.gov.df.caesb.mobile

Editoriais

O III SEMINÁRIO NACIONAL DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES

Foi realizado pelo IBAPE Nacional, no dia 12 passado deste mês, III Seminário Nacional de Engenharia de Avaliações e Perícias, realizado em Belo Horizonte – MG, no Auditório do CREA-MG, tendo como público participante engenheiros civis, arquitetos urbanistas e estudantes de engenharia e arquitetura e urbanismo, e demais profissionais. O seminário abordou vários temas sobre avaliações e perícias, entre eles, AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA :  O FUTURO DAS PROFISSÕES; O ESTADO DA ARTE DAS AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA; INSPEÇÃO PREDIAL – CASES,  NORMA ABNT E LEGISLAÇÃO; INOVAÇÕES TECNOLOGIAS DISPONÍVEIS EM AVALIAÇÕES   E PERÍCIAS. Aconteceu há noite na Federação das Indústrias de Minas Gerais, a Cerimônia de Posse da Diretoria Executiva Biênio 2020/2021 do IBAPE-Nacional, novo Presidente Engº. Clemenceau Chiabi Saliba.  

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Só Aqui Condomínios

A Revista Só Aqui Condomínios é um canal de comunicação pioneiro que surgiu na cidade de Balneário Camboriú em 2015, e hoje é referência na região do Vale do Itajaí, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento condominial conectando síndicos aos técnicos, especialistas e prestadores de serviços que trabalham com solidez, qualidade e comprometimento. Através da revista impressa e online chegamos as administradoras e condomínios levando soluções, informações e novas tecnologias que facilitam o dia a dia da gestão condominial. Devido as necessidades dos síndicos surgiu a necessidade da criação de um Grupo de WhatsApp com síndicos e prestadores de serviços, bem como a realização das Rodadas de Negócios Condominiais, onde somos pioneira no estado de santa Catarina. Estão inseridos nesses projetos síndicos moradores, síndicos profissionais, zeladores, administradores e fornecedores que apresentam as suas empresas aos síndicos. Contato: (47) 99602-2022 Whatsapp www.condomeeting.com.br

Manutenção Predial

Por uma piscina mais segura

Neste forte calor de verão as piscinas dos condomínios ficam lotadas. Os síndicos que nos acompanham já sabem tudo sobre conservação das piscinas,  tratamento da água, escolha dos móveis e prevenção de rachaduras. Mas será que eles têm conhecimento dos perigos deste ambiente de recreação? Bordas de piscinas escorregadias, falta de sinalização de profundidade e a não instalação de grades que impeçam o acesso de crianças desacompanhadas podem causar sérios acidentes. Mas o maior vilão ainda é o ralo, capaz de aprisionar membros e cabelos. O caso mais famoso é o da menina Flavia, em coma há 16 anos após ficar presa pelos cabelos no ralo da piscina de seu condomínio. Sua mãe, Odele Souza, luta por mais segurança através do blog flaviavivendoemcoma.blogspot.com. Ela trabalha também para que leis exijam ralos com dispositivo de segurança. No blog, Odele alerta: “O cabelo dela ficou preso ao ralo da piscina?! Isto é possível?! Infelizmente é possível sim. Claro que não são todos os ralos. O perigo passa a existir quando o sistema de sucção da piscina estiver instalado de forma inadequada. É preciso que a potência do motor esteja de acordo, isto é, seja proporcional à metragem cúbica de água existente na piscina, o que nem sempre ocorre. E como o usuário vai saber disso? Não tem como. Esta é uma obrigação dos condomínios que jamais deveriam substituir o equipamento de sucção de suas piscinas, sem a devida orientação técnica. Esta medida simples evitaria o que ocorreu na piscina do prédio onde morávamos – um superdimensionamento do equipamento de sucção, trocado sem a necessária orientação técnica, que lhe deixou com potência excessiva para o local onde fora instalado. É obrigação também dos fabricantes desses equipamentos, fazer constar em seus manuais, informações claras e precisas sobre a instalação de seus equipamentos. É básico. É direito do consumidor.” Na primeira semana de 2014, três crianças morreram afogadas após ficarem presas por sucção. Uma delas foi Kauã Davi, de 7 anos, que morreu em 04/01, em um condomínio de Caldas Novas-GO, após ter o braço preso pelo cano de saída de água. Cinco dias depois, no mesmo condomínio, Josias Andrade, de 43 anos, fraturou a perna direita após ficar com o pé preso no ralo. Se uma lei séria existisse, talvez estes acidentes não tivessem ocorrido. É um absurdo a demora dos legisladores. A questão é urgente e já deveria ter sido aprovada. Para os muitos acidentes registrados não acontecerem mais, é necessário esclarecimento e prevenção. O síndico deve sempre contratar empresas qualificadas para realizar reparos, limpeza, substituição de peças e até instalação ou construção da piscina. Muitas empresas são aventureiras de mercado e buscam oferecer melhores preços, mas sem qualidade no serviço. Um custo muito baixo pode colocar os condôminos em risco. Pior ainda quando algum problema acontece em decorrência de serviços prestados por empresas especialistas em piscina. Até mesmo quem tem know-how está sujeito a falhas. Portanto, peça sempre a opinião de um segundo especialista. Com relação aos ralos de sucção, existem aparelhos no mercado que interrompem o funcionamento do ralo na presença de algum corpo estranho. Por exemplo, se o cabelo de alguém é sugado, a tampa, com dispositivos específicos, detecta e interrompe a sucção. Assim, a pessoa não fica presa em baixo d’água. É uma solução simples e barata. A tampa FSB, por exemplo, não passa de R$ 300, com instalação. Outra solução simples é dividir a vazão da água. Dois ralos diminuem bastante a forca de sucção. 5 atitudes que salvam vidas A Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa) tem uma pequena cartilha que pode fornecer mais de 95% de segurança contra afogamentos. Divulgue estas cinco atitudes pelo condomínio e, acima de tudo, as coloque em prática. • Atenção 100% no seu filho(a) a distância de um braço mesmo na presença de um guarda-vidas. • Guarda-vidas certificado por entidade reconhecida pela Sobrasa para cada piscina devidamente equipado com seu flutuador de resgate. (Não se aplica às piscinas residenciais). • Urgência – Aprenda como agir em emergências aquáticas. O uso de cilindro de oxigênio é restrito ao guarda-vidas e deve estar em local visível e a disposição na área da piscina. • Acesso restrito à(s) piscina(s) com uso de grades ou cercas transparentes com portões auto-travantes a uma altura que impeça criança de entrar no recinto da piscina sem um adulto. • Sucção de cabelo e partes do corpo deve ser evitado com uso de ralo(s) anti-aprisionamento e precauções de desligamento do funcionamento da bomba. Para mais informações sobre segurança nas piscinas, visite o site: www.sobrasa.org/piscinamaissegura.

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Nova estrutura tarifária da CAESB

A Agência reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal – ADASA, aprovou em 29/11/2019 a resolução nº 12 que tem por objetivo implantar uma nova estrutura tarifaria sobre os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário cobrado pela Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb). Para as faixas de consumo até 7 m3, a nova estrutura tarifária reduz a tarifa da faixa e corrige as distorções do sistema atual, com a eliminação da cobrança do faturamento mínimo de 10 m3. Nessa nova estrutura, a cobrança passa a ser composta por duas partes: I-Uma parte fixa, cobrada mensalmente por unidade de consumo, independentemente do volume utilizado de água; e, II-Uma parte variável, a ser aplicada sobre o consumo mensal. As duas estruturas tarifárias (atual e nova) estão demonstradas de forma comparativa na figura 01. Com a nova estrutura, apesar da redução ocorrida na tarifa da primeira faixa que passa a ser De R$ 2,99, em razão da redução do limite da faixa, o consumo de 1 m3 passa a ser cobrado com a tarifa da faixa seguinte no valor de R$ 3,59, superior à tarifa da primeira faixa na estrutura atual, e mais a tarifa fixa de R$ 8,00, e a nova conta será calculada da seguinte forma: {(R$2,99 x 7m3 = R$ 20,93) + ( R$3,59 x 1 m3 = R$3,59) + R$ 8,00 (tarifa fixa) = R$ 32,52 } x 2 (tarifa de esgoto = 100% da água) = R$ 65,04, verificando-se um aumento de 3,57% ou R4 2,24 em relação à conta anterior no valor de R4 62,80. As unidade que apresentam consumo de 10 m3 cuja conta na estrutura atual é de R$ 62,80, terão aumento de 26,43% passando a nova conta para o valor de R$ 79,40. A tabela da figura 02 apresenta os valores das contas de água com consumo até 51 m3, calculado com base na estrutura atual e comparada com a conta calculada de acordo com a nova estrutura tarifária. Os condomínios que não adotam a cobrança individualizada de água, conforme previsto na Lei Distrital nº 3.557 com as alterações introduzidas pela Lei Distrital nº 4.383, devem se prevenir sobre as possíveis aumentos de suas contas de água a partir da implantação da nova estrutura tarifária que deverá ocorrer no próximo semestre. No âmbito federa, a Lei nº 11.445/07, alterada pela Lei nº 13.312/16, institui para as novas edificações condominiais, a obrigatoriedade da adoção de padrões de sustentabilidade ambiental que incluam, entre outros procedimentos, a medição individualizada do consumo hídrico por unidade imobiliária, cuja norma entrará em vigor a partir de Julho/2021. Por: Marcelo Campos de Alcântara, administrador, perito judicial e consultor Condominial para cobrança individualizada de água da empresa PROSPERI – Soluções Técnicas Condominiais.

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Técnica permite opção no aproveitamento das válvulas de descargas

A individualização de consumo de água no DF nunca esteve tão em alta, pois é impossível vermos novas edificações sem a tal individualização de hidrômetros e cada vez mais adeptos a essa opção tem procurado Empresas Athus Engenharia proprietária da Patente PI 0903106-5 que desenvolveu a técnica exclusiva para individualização de qualquer edificação com válvula de descarga resultando uma transformação extraordinária não só no controle dos custos de água de uma edificação, como também, a forma moderna como os serviços são executados e adaptados às condições de exigência do cliente. Hoje são mais 10.000 unidades já individualizadas com a nova técnica aprovadas seguindo Normas da Caesb, pois atende todas as exigências impostas para aprovação de projeto e independente do tipo de descarga, a técnica funciona para os dois sistemas caixa acoplada ou válvula de descarga. Mas é importante lembrar que os direitos de uso da técnica são exclusivos da Empresa Athus Engenharia, entretanto outras Empresas poderão usar a técnica, desde que, autorizadas, evitando os contratantes o risco de suas obras serem embargadas, além do pagamento de royalties, conforme determina no item 5.7 da Nota Técnica no 03 da Caesb (INDIVIDUALIZAÇÃO DE MEDIÇÃO: CARTILHA PARA ORIENTAÇÃO DE CLIENTES). 5.7 O projeto e a obra de modificações hidráulicas de todo prédio, destinados a implantação de hidrometração individualizada, deverão ter Responsáveis Técnicos devidamente registrados junto ao CREA-DF, os quais se responsabilizarão pelas consequências das soluções adotadas não só nos aspectos técnicos como também nos demais aspectos, principalmente no que diz respeito a direitos autorais e royalties. Então de forma responsável o síndico ou contratante ao solicitar especificamente essas obras devem exigir a patente da empresa que propõe fazer esses serviços. Outro fato importante nessa área é o contratante contribuir com o saneamento desse mercado, exigindo boas referências das empresas que se propõem a executar essas obras. Se possível visitar e conhecer os seus serviços executados nos condomínios. Faça uma solicitação de orçamento e você irá se surpreender com a forma de execução e a viabilidade dos custos. Mais informações no fone: (61) 3362-8686 / 98100-6338 www.athusengenharia.com.br

Administração de Condomínios

Os quesitos para um condomínio nota 10

Em tempos de carnaval, goste você ou não dessa festa popular, nossa mente é invadida por escolas de samba, blocos e trios elétricos. Mas as escolas de samba são aquelas que mais ficam em nossa memória, para uns em razão da beleza e imponência dos desfiles e para outros em razão da voz estridente do locutor no momento da apuração de cada um dos quesitos que uma agremiação é submetida. No momento da apuração algumas agremiações não concordam com a nota recebida e reclamam, batem na mesa e às vezes passam do limite e chegam a xingar os julgadores. Os síndicos conhecem bem esse enredo. E nos condomínio, quais quesitos o síndico ou síndica devem observar para receber uma nota 10 ? Vamos aqui fazer uma analogia entre os 9 (nove) quesitos que uma escola de samba é submetida no carnaval de São Paulo com o dia a dia de um síndico. 1. Alegoria – Nesse quesito, o jurado julga os carros alegóricos, avaliando a beleza e a relação com o enredo proposto. Em um condomínio são as áreas comuns que sempre devem estar bem limpas, com o jardim tratado e florido e principalmente com a manutenção em dia. 2. Bateria – O quesito avalia o desempenho dos ritmistas e dos mestres acompanhando o samba. É o coração da escola de samba, nos condomínios temos a figura do zelador ou gestor, que é o responsável em receber e às vezes desenrolar todos os problemas, picuinhas e atrito entre moradores. Mas que também é o comandante do condomínio, sem ele o síndico não vive. 3. Comissão de frente – O quesito avalia a coreografia, movimentos obrigatórios (como saudação ao público e a apresentação da escola). Aqui podemos homenagear os seguranças e controladores de acesso, responsáveis por identificar e triar toda e qualquer pessoa antes de entrar no condomínio. Esses profissionais devem observar as regras de segurança definidas pelo síndico e corpo diretivo e também pelos supervisores das empresas especializadas. 4. Enredo – Neste quesito, o jurado considera se o tema está sendo bem contado na passarela, com alas, alegorias e fantasias. Se em uma escola o jurado considera se o tema está sendo bem contato em um condomínio o conselheiro fiscal considera se o síndico esta utilizando os recursos do condomínio de maneira correta, se as contas estão sendo pagar na data correta, conferindo se os impostos foram recolhidos, colaboradores pagos, e em especial devedores cobrados. 5. Evolução – No quesito enredo, os jurados avaliam a forma como a escola passa pela avenida, se há os chamados “buracos” entre alas e componentes e se “corre” para cumprir o tempo do desfile. Aqui podemos destacar as contas do condomínio, se foram aprovadas, se o caixa esta saudável, se o fundo de reserva esta preparado para eventuais emergências. Também podemos observar a evolução das tecnologias e sua utilização no universo condominial. 6. Fantasia – O quesito fantasia julga a beleza, a qualidade e o significado das fantasias apresentadas e a relação com o tema proposto. Já falamos dos seguranças e controladores de acesso, mas temos os porteiros e a equipe de limpeza, essa última responsável por deixar o condomínio sempre limpo e belo. Aqui também podemos associar aos uniformes desses colaboradores que devem estar sempre limpos e novos. Também não podemos esquecer da fachada do edifício sempre com sua caraterística preservada. 7. Harmonia – Os julgadores, no quesito harmonia, analisam se os membros das agremiações estão integrados, cantando o samba e executando coreografias de forma correta e uniforme. Em um condomínio deve ou deveria existir harmonia entre síndico e membros do corpo diretivo, esse grupo até pode discutir e debater sobre os diversos temas e problemas de um condomínio, mas sem faltar integração entre eles. 8. Mestre-sala e porta-bandeira – O quesito busca avaliar o entrosamento apenas do primeiro casal a carregar e apresentar os pavilhões das escolas.Aqui seria a sinergia e respeito entre os vizinhos. Em tempos de intolerância em diversos dos segmentos da sociedade devemos trabalhar para evitar que essa intolerância tome conta da vida em condomínio. Seja em um simples jogo de futebol, ou mesmo barulho e até na hora de estacionar o veículo na garagem. 9. Samba-enredo – A base do desfile, música e melodia, são avaliados tecnicamente no quesito samba-enredo. Nada melhor que associar a figura do síndico aquele que deve ser responsável para que todos esses quesitos sejam atendidos e principalmente respeitados. Pode acontecer de receber uma nota baixa em um ou mais quesitos, mas que isso não atrapalhe o bom andamento da administração condominial. Essa foi uma simples analogia para homenagear todas essas pessoas que fazer o possível e às vezes o impossível para que o condomínio receba a nota 10. Aproveitem o carnaval para brincar o descansar. Fernando Augusto Zito – O Autor é Advogado militante na área de Direito Civil; Especialista em Direito Condominial; Membro da Comissão de Condomínios do Ibradim, Palestrante especializado no tema Direito Condominial; Colunista do site especializado Sindiconet e Sindiconews e das revistas “Em Condomínios” e ”Viva o Condomínio”.

Administração de Condomínios

Carnaval x condomínios:

O carnaval nem começou e os problemas que muitas vezes os “bloquinhos” de rua trazem, já começam a dar calafrios (mesmo no verão!) em quem convive em locais por onde os foliões passam. Se essa é uma época de muita alegria e descanso para alguns, ela traz uma série de dores de cabeça para os moradores dos condomínios, casas e comércios dos bairros onde os blocos passam, trazendo, junto com a diversão, muito barulho, sujeira e brigas. Em relação aos condomínios é necessário que o síndico e os administradores dos prédios tenham muito cuidado. Os blocos de rua, a cada carnaval, crescem nas grandes cidades e temos diversos relatos nos últimos anos, de depredação à fachada dos condomínios. Por isso, a gestão precisa se antecipar para proteger o patrimônio, caso verifique que existe a possibilidade de qualquer risco na sua região. Os famosos “bloquinhos” podem fazer com que o síndico contrate mais vigilantes e, até mesmo, uma proteção para a fachada, para que não ocorram prejuízos – no caso de fachadas de vidros, por exemplo, colocar tapumes. É importante que a gestão tome todas as medidas para que não ocorram depredações no condomínio como a destruição de jardins, portões, paredes e, também, com a higiene, pois muitos foliões acabam por beber de forma descontrolada na frente dos prédios e urinando em qualquer lugar. O administrador pode, inclusive, cercar jardins e canteiros para a proteção do imóvel. Além disso, a orientação aos moradores quanto aos horários dos blocos, para que se evite circulação nesses horários, também é essencial. Mas o síndico não fica somente com a atenção voltada para fora do condomínio, pois é mais do que comum os moradores escolherem as dependências do prédio para fazer confraternizações, como na churrasqueira e no salão de festa. Para não perder o controle da situação, o síndico precisa saber lidar com situações adversas e a melhor maneira é a prevenção de problemas que possam estragar o carnaval dos moradores. Por isso, separei 5 dicas que podem evitar problemas: 1. O síndico/administrador deve manter sempre atualizado o Regimento Interno com as proibições pertinentes; 2. Proibir o consumo de bebidas alcoólicas na área das piscinas e demais áreas comuns de circulação (permitido somente em locais destinados, tais como: salão de festas, espaço gourmet e somente para maiores de 18 anos); 3. Limitar os visitantes nas reuniões e encontros nas churrasqueiras conforme convenção de cada prédio; 4. Reforçar as orientações para a locação de salão de festas e churrasqueira nessa época do ano; 5. Ajustar o Regimento Interno para que as reuniões de cunho pessoal não se tornem grandes festas, pois essa não é a destinação dos espaços internos do condomínio; A difícil tarefa de manter a ordem em condomínios precisa ser administrada não somente pelo síndico, mas também por todos aqueles que habitam o condomínio. Uma convivência harmoniosa não tem preço. Só assim todos podem curtir um Carnaval com segurança e muita folia! Fonte: Dr. Rodrigo Karpat – Advogado militante na área cível há mais de 10 anos, é sócio fundador do escritório Karpat Sociedade de Advogados e considerado um dos maiores especialistas em direito imobiliário e em questões condominiais do país.

Administração de Condomínios

Grupos de WhatsApp em condomínios demandam cuidados para não gerar conflitos internos

O aplicativo de mensagens instantâneas, WhatsApp, apresentou o maior número de usuários no Brasil e no mundo em 2019, segundo o relatório Estado do Mundo Móvel 2020, da consultoria App Annie. O documento ainda aponta que os brasileiros estão em terceiro lugar no ranking de usuários que passam mais tempo utilizando o programa. Em condomínios é cada vez mais comum a prática de criar grupos no app para que os moradores fiquem a par dos assuntos de interesse comum, afirma o síndico profissional e gestor condominial, João Xavier. Entretanto, é preciso tomar alguns cuidados para não criar situações desagradáveis, constrangimentos ou até mesmouma ação judicial. “A principal questão é que os aplicativos podem atrapalhar a rotina do condomínio e de seus usuários pela forma que os integrantes se expressam. Énecessário cautela e prudência na condução dos assuntos nos grupos para não criar uma situação desagradável. Na comunicação escrita, por exemplo, podem ocorrer falhas na interpretação e virar um problema. Muitas vezes, algo que pode ser resolvido com uma boa conversa, toma proporções inimagináveis, e, às vezes, até caso de polícia”, explica. Cabe ao administrador do grupo tentar manter a ordem e o foco, que é beneficiar a todos. “A comunicação deve ser limpa, clara e direta. É aconselhável que, se for algum assunto polêmico ou dúvida particular, que sejam enviadas mensagens diretamente à pessoa que poderá lhe responder, e não expor uma dúvida no grupo para criar mais problemas e polêmicas. Temos sempre que lembrar que somos todos contra o problema, e se o foco é resolver, que seja feito da melhor forma possível”, reitera. A troca de mensagens em aplicativos não é considerada um meio formal e oficial de comunicação do condomínio, pois nem sempre todos os moradores estão nesses grupos. Nele, não pode ser votada ou aprovada nenhuma regra do convívio. O que pode ocorrer são discussões saudáveis que servem como termômetro para pautas de assembleias e votações de projetos futuros. Existem também as facilidades de divulgação e comercialização produtos e serviços. Pessoas ganham a vida trabalhando dentro do próprio condomínio, como, por exemplo, manicures, cabelereiras, cozinheiras, lavadores de veículos, etc. “São inúmeros produtos e serviços oferecidos nos grupos, com praticidade e agilidade, além de gerar emprego, renda, aguçar o empreendedorismo e trazer a facilidade de se ter tudo isso a sua porta, sem precisar sair do conforto do seu lar”, comenta. Deve-se ter muita atenção em adicionar somente os condôminos, e caso essas pessoas não façam mais parte do condomínio, que sejam excluídas o mais breve possível, pois por esses grupos passam informações da rotina, serviços e segurança, e não é interessante que pessoas alheias aos moradores tenham acesso a essas informações. Sobre João Xavier: Síndico profissional, especialista em gestão condominial, especialista em implantação de novos condomínios. Administrador de empresas, sócio diretor da ATMA Consultoria Imobiliária, possui larga experiência em sistemas condominiais, e tecnologia voltada para segurança de condomínios. Membro do Conselho de Administração do estado de São Paulo (CRA-6-001410), atuou como palestrante em várias administradoras de condomínios em São Paulo.

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