Segurança

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11 maneiras de aumentar a segurança do seu condomínio

A violência urbana é uma preocupação de muitos moradores e síndicos. Veja como se proteger Muitas pessoas optam por morar em edifícios para ter mais tranquilidade e segurança, porém a ocorrência de furtos e roubos em condomínios têm crescido no Brasil. Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, houve um aumento de 12% nos furtos e roubos em condomínios – com ocorrências mais concentradas em regiões de alto padrão. Consultorias de segurança apontam que a principal causa destes crimes é a ausência de protocolos de segurança, responsável por praticamente 1/3 das ocorrências. Além disso, falta de treinamento e despreparo profissional, falha na tecnologia e desatenção estão entre os outros fatores responsáveis. Diante do cenário atual de criminalidade no país, é necessário tomar precauções para evitar ser uma vítima. Existe uma vasta gama de tecnologias e processos para implementar e fortalecer a segurança dos condomínios. 1. Contrate profissionais qualificados – e invista na capacitação Para uma boa segurança, profissionais qualificados podem ser um diferencial. Por isso, é imprescindível investigar todas as habilidades e referências de cada pessoa que for contratar. A capacitação de todos os funcionários do condomínio é imprescindível para ter maior segurança. Sejam eles porteiros, zeladores, seguranças e síndicos profissionais, é crucial que todos tenham a instrução ideal para saber como agir no cotidiano e em relação às normas de segurança. LEIA TAMBÉM: O que os condomínios podem proibir? Pode pendurar bandeira de candidatos em janela de condomínio? É possível a penhora de bem de família em condomínio na execução de aluguéis entre condôminos Para facilitar este processo, a terceirização de profissionais pode ser uma ótima solução. Afinal, a empresa responsável por eles fornecerá todo o treinamento e qualificação necessários para que eles exerçam a profissão de maneira segura. 2. Aparelhos de segurança eletrônica Com a expansão da tecnologia, há diversas opções de equipamentos eficientes para utilização nos prédios, sejam residenciais ou empresariais. Itens como câmeras de segurança, interfone, circuito interno de TV e portão eletrônico são imprescindíveis para a segurança do ambiente.  3. Estrutura física do local É primordial estar atento a algumas questões no quesito da estrutura física do condomínio e que são importantes: Guarita 24 horas: É importante os administradores dos prédios entenderem que muitas das ocorrências são registradas durante a madrugada. A sua utilização é uma medida de prevenção; Portarias com alarme sonoro: Infelizmente, é comum moradores e visitantes dos edifícios deixarem o portão aberto, o que deixa o espaço vulnerável e inseguro. O uso desse aparato tecnológico vai contribuir na segurança, pois ele avisa quando o portão fica aberto acima do tempo apropriado. Muros e cercas elétricas: É mais um recurso disponível na prevenção e proteção de roubos e furtos, embora muitos criminosos não se intimidem com a sua presença. 4. Portaria remota Uma ferramenta adequada e com alta tecnologia na segurança patrimonial e residencial é o uso da portaria remota. É mais um recurso elaborado para reforçar a segurança no ambiente e ainda economizar despesas. Câmeras de alta resolução, sistemas de comunicação modernos e modificações nos acessos do edifício são meios que devem ser aprimorados para um melhor desempenho. A implementação deste sistema dispensa, muitas vezes, a presença de um porteiro, pois há um profissional especializado na central de monitoramento para controlar todos os acessos da portaria do local à distância. Vale salientar que as imagens e ligações ficam registradas por meio de gravações, o que garante registro e controle total das entradas e saídas. Os habitantes têm acesso ao condomínio por meio de dispositivo tag ou biométrico. O acesso aos veículos possui acompanhamento 24 horas e pode ser executado por tag ou controle remoto. Um aspecto interessante é que diante de um perigo, a pessoa pode acionar o botão de pânico silencioso, com aviso instantâneo à central de monitoramento sobre qualquer movimentação suspeita. A sutileza e distância favorecem a proteção em momentos de risco. Na chegada de visitantes ao lugar, o procedimento é realizado do mesmo modo. A portaria remota realiza o atendimento e acompanhamento por intermédio das câmeras. Ao chegar uma visita, o morador é avisado para ele autorizar a entrada na sua residência. Existe a possibilidade de entrar em contato com o morador, caso ele esteja ausente. Um detalhe atrativo é que os condomínios podem adotar a portaria remota somente no período noturno, quando o fluxo de movimentação é pequeno, caso decidam permanecer com o porteiro tradicional. Essas ações promovem economia e melhoram a segurança. 5. Vídeo-porteiro Uma alternativa segura para a parte externa do prédio. Através dela, é possível o porteiro localizar e identificar quem está do lado de fora. Apesar de ter muitas opções disponíveis no mercado, possuem mais eficiência do que um interfone convencional. 6. Monitoramento por drones É uma medida inovadora e que está conquistando o seu lugar na proteção dos condomínios fechados. Sua utilização é eficaz e eficiente para detectar movimentações suspeitas, pois ele checa as ruas das redondezas daquela área. 7. Elaboração de protocolo de segurança É indispensável que o condomínio tenha uma política de segurança formalizada. Isso pode ser realizado por meio de um manual ou cartilha de boas práticas.  Esse material precisa conter procedimentos claros sobre como agir diante de imprevistos que possam ocorrer e que relate o que os administradores ou síndicos estão fazendo na prática em prol do bem-estar de todos os residentes. Os responsáveis na elaboração deste documento devem preparar um protocolo em conjunto com as demandas e necessidades dos moradores e compatível com os recursos disponíveis. 8. Apoio da ronda As rondas nas ruas e em outras áreas da redondeza são imprescindíveis na segurança dos condomínios. É um recurso vital e que deve ser realizado por vigilantes com regularidade, especialmente à noite. Há diversas formas de ser feito, como a pé, de moto, de carro e deve-se estar atento a todos os pontos no entorno da localidade para direcionar à central de monitoramento. É um serviço que apoia o controle de acesso de pessoas e veículos, durante 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Prevenção, Segurança, Últimas Notícias

Lei que obriga uso de dispositivos de segurança nas piscinas entrou em vigor em agosto

Além do uso de equipamentos de segurança nas piscinas, lei fala em responsabilidade compartilhada entre usuários e administrador do estabelecimento  Está em vigor desde agosto de 2022, a Lei nº 14.237, sancionada em abril do mesmo ano, que dispõe sobre requisitos mínimos de segurança para fabricação, construção, instalação e funcionamento de piscinas ou similares. O artigo abaixo reforça que os equipamentos e medidas de segurança nas piscinas são necessários para evitar acidentes: “Art. 2º É obrigatório para todas as piscinas e similares, existentes e em construção ou fabricação no território nacional, o uso de dispositivos de segurança aptos a resguardar a integridade física e a saúde de seus usuários, especialmente contra o turbilhonamento, o enlace de cabelos e a sucção de partes do corpo humano.” LEIA TAMBÉM: Avanço do segmento condominial: O que muda para os síndicos? Projeto obriga síndico a fornecer a condôminos comprovante de quitação de taxas anual Ser Sindico requer mais do que disposição, requer habilidades para conviver harmonicamente Quais os dispositivos de segurança necessários na piscina? Tampa anti-aprisionamento e sistema anti-sucção para evitar que cabelos, roupas ou partes do corpo sejam sugadas; Placas de sinalização; Pisos antiderrapantes; Grades de proteção; Escadas de acesso à piscina, dentre outros. Responsabilidade em caso de acidentes na piscina Além disso, a nova legislação, em seu artigo 6º, define de maneira clara o compartilhamento da responsabilidade por eventuais acidentes,  Não somente usuários, mas proprietários e administradores dos estabelecimentos (no caso dos condomínios, os síndicos) devem respeitar algumas regras para preservar a segurança do espaço. Quais as penalidades? As infrações no descumprimento da lei são citadas no artigo 8º: Advertência; Multa pecuniária mínima de 10 (dez) dias-multa; Interdição da piscina; Cassação da autorização para funcionamento da piscina. Ainda assim, os infratores poderão responder civil e criminalmente.

Administração de Condomínios, Segurança

Câmeras de segurança flagram homem agredindo garoto de 13 anos em condomínio de Belém

Câmeras de segurança flagraram uma cena de violência contra um adolescente de 13 anos, em Belém. As imagens mostram um homem dando um tapa no rosto da vítima, que corre e depois tenta falar com o agressor. A suspeita é que o homem que cometeu as agressões seria ex-guarda municipal de Benevides, região Metropolitana de Belém. O caso foi registrado na delegacia da Marambaia, em Belém, e na unidade especializada no atendimento à criança e adolescente. O caso ocorreu no último domingo (10) e causou indignação à família do adolescente. A agressão deixou a vítima traumatizada, conta a família. “Ele não quer mais dormir no quarto dele, ele já dorme há mais de 5 anos sozinho. Está com muito problema para sair de casa, problema no colégio. Ele está introvertido. Com a gente, aqui dentro, ele está absurdamente introspectivo. Não está querendo falar”, contou o administrador Rodrigo Melo, pai da vítima. O pai também foi agredido pelo homem e por amigos dele. As imagens mostram o momento em que várias pessoas atacam Rodrigo, que estava ao lado da esposa. No momento, a mulher estava com o filho caçula no colo, um bebê de 1 ano e 10 meses. ASSISTA O VÍDEO As gravações mostram quando um grupo consegue derrubar o pai do adolescente no chão e o agride com chutes. Logo em seguida, é atingido com um soco no rosto. O administrador disse que na hora da agressão ficou preocupado com o filho menor. “Minha preocupação todinha era de acertarem o meu neném”, disse. Motivação Segundo o pai da vítima, o adolescente jogava futebol com outros amigos do condomínio em uma quadra, quando crianças visitantes, que estavam em um churrasco, pediram para entrar no espaço. Apesar de terem sido impedidas, elas entraram na quadra. Ainda de acordo com o relato do pai, depois disso, todos seguiram para o espaço de convivência de uma das torres, onde as crianças que não moram ali começaram a implicar com os moradores, o que teria iniciado as discussões. Para esse crime de lesão corporal, a pena depende do grau das lesões da vítima, como explicou o advogado Gustavo Pinheiro. “Para fins do crime de lesão corporal é imprescindível que os pais dessa criança encaminhem ela ao Instituto Médico Legal (IML), para verificar o nível de lesão que essa agressão causou nela”, alegou o especialista. Ameaças Segundo a família vítima das agressões, a situação ficou ainda mais grave. “Minha esposa já recebeu duas ligações, uma falando: ‘tu procurou, tu vão ter, tu vai morrer’; a outra ligação foi agora a pouco não falando nada. Ficou mudo, número privado”, relatou Rodrigo. A reportagem tentou falar com o condômino que realizou o churrasco e que convidou os envolvidos nas agressões, mas ele não quis falar com a equipe. “Se meu filho tivesse feito alguma coisa errada e se um adulto tivesse vindo falar comigo, eu teria conversado e repreenderia meu filho da forma adequada. Imagina uma criança de costas e um rapaz adulto vir agredir ela dessa forma, como se fosse outro adulto”, pontuou o pai. Fonte: G1

Segurança

Monitoramento de câmera de segurança não justifica adicional de periculosidade

O adicional de periculosidade é um benefício concedido somente aos empregados de segurança privada autorizada pelo Ministério da Justiça ou que façam monitoramento em instalações públicas. Assim decidiu a 6ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho ao rejeitar o recurso de um empregado de um shopping center de São Paulo que pleiteava o recebimento da parcela. A atividade do funcionário se enquadrava na de vigia, já que ele não utilizava armas ReproduçãoDe acordo com o colegiado, como o funcionário do Condomínio Cidade Shopping Jardim fazia o monitoramento das câmeras de segurança do local, sua atividade mais se aproximava da de vigia, o que tornou inviável o pagamento do adicional. O empregado afirmou na reclamação trabalhista que foi contratado como operador central, mas deveria ser enquadrado como vigilante, já que a empregadora exigia tal curso e pagava todas as reciclagens. Assim, ele pedia direitos como o adicional de periculosidade e o reconhecimento de seu enquadramento ao Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Segurança Eletrônica e Cursos de Formação do Estado de São Paulo. Em primeira instância, o juiz concedeu a parcela ao autor da ação. Em sua defesa, o shopping alegou que o operador tinha a missão de zelar e controlar o fluxo de pessoas no local e que ele não corria riscos de violência física ou roubo. O Tribunal Regional do Trabalho da 2° Região (Grande São Paulo e litoral paulista) aceitou esses argumentos e modificou a decisão inicial, argumentando que as atividades do operador não se enquadravam nas listadas como perigosas pela Norma Regulamentadora (NR) 16 da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. Além disso, o funcionário não utilizava armas e não possuía o registro na Polícia Federal, conforme exige a Lei 7.102/1983. O TST manteve a decisão. A ministra Kátia Arruda, relatora do recurso, esclareceu que o adicional é concedido somente aos empregados de segurança privada ou que façam monitoramento em instalações públicas, de acordo com o Anexo 3 da NR 16. Para ela, após a decisão do TRT, não era possível reconhecer a atividade do operador como vigilante, mas, sim, como vigia. A decisão foi unânime. Fonte – Consultor Jurídico – Conjur

Segurança

Medidas de segurança que podem ser adotadas nos condomínios para a prevenção contra futuros assaltos.

Boa parte da população Brasileira opta por morar em condomínios tendo em vista a comodidade, sossego, bons costumes e principalmente a segurança que esses conjuntos habitacionais proporcionam aos seus moradores. Porem muitos condomínios vêm sendo vítimas de criminosos que acabam encontrando falhas na segurança e eventualmente conseguem adentrar nos condomínios e executam o furtou ou roubo. A segurança do condomínio pode se dizer que é um dos princípios mais importantes pelo qual essa entidade zela, mas para estar seguro também depende  do conhecimento, de predisposição para adotar condutas adequadas de proatividade e por este motivo o Sindico do condomínio necessita/deve contratar uma equipe ou empresa terceirizada para prestação de serviços de segurança para estar fornece  ndo essa “comodidade” para seus condôminos e assim trazer maior segurança para todos. Algumas dessas Medidas de Segurança são: BARREIRAS FÍSICAS: – São obstáculos naturais ou artificias (estruturais) que servem para impedir ou dificultar o acesso de pessoas estranhas em locais delimitados ou proibidos, e controlar os permitidos em um condomínio, além de proteger os seus pontos estratégicos e vulneráveis. Dentre os mais usuais podemos citar: as barreiras perimetrais junto às divisas tais como vegetação, muros, cercas, concertinas, alambrados e ofendículos; cancelas, guaritas nas portarias, portões com eclusas, interfone, espelhos refletores, grades, portas internas ou intermediárias, passador de objetos, etc… ILUMINAÇÃO: É fundamental que as dependências do condomínio sejam bem iluminadas, a fim de desestimular a ação de infratores da Lei. Aconselha-se utilizar luminárias e holofotes para que se mantenha o espaço das áreas comuns bem iluminados uma vez que quanto melhor for a iluminação mais fácil se torna na hora de identificar uma pessoa que esteja tentado a invadir o condomínio. SISTEMAS ELETRONICOS E DE MONITORAMENTO EM CONDOMÍNIOS O sistema de segurança ideal é aquele que promove a interação do homem com os equipamentos eletrônicos, a fim de que a coligação entre ambos possa promover um nível de proteção satisfatória. Atualmente existem vários modelos de sistemas eletrônicos e de monitoramento do qual o sindico do condomínio pode estar avaliando e escolhendo qual desses sistemas melhores se enquadram com o perfil do seu condomínio. Esses sistemas são de grande valia para os condomínios porque facilita a verificação de todo o espaço do ambiente e caso esteja acontecendo algo de errado em alguma área torna-se mais fácil e rápido para identificar e solicitar ajuda ou até mesmo intervir (lembrando que somente deve intervir o condomínio que possua pessoas devidamente treinadas para estar realizando essa abordagem). DICAS DE SEGURANÇA PARA OS SÍNDICOS: – Junto aos condôminos: Desenvolva com o conselho de condôminos normas firmes e transparentes sobre a segurança do condomínio, discriminando, inclusive, punições; Em reuniões condominiais aborde assuntos relativos à segurança de seu condomínio; Forme um conselho ou comissão específicos para tratar do assunto segurança; Incentive a participação de todos os moradores e funcionários quando for tratado o tema segurança. –  Junto aos funcionários: Na contratação de novos funcionários entreviste um de cada vez, de preferência na portaria; Obtenha o máximo de informações possíveis sobre o candidato e solicite atestado de antecedentes e de referência pessoal de todos os funcionários a serem contratados; Contrate funcionários que já possuam cursos de formação e treinamento para poderem trabalhar no condomínio; Promova e invista na reciclagem dos funcionários através de cursos especializados; Fiscalize a rotina de trabalho de funcionários e zeladores procurando acompanhar de perto suas condutas assim como não atribuir missão que não lhes seja pertinente.7 DICAS DE SEGURANÇA AOS CONDOMÍNOS: – Com relação à segurança do condomínio: Participe ativamente das reuniões referentes à segurança, inclusive fazendo parte das comissões ou conselhos de segurança do seu condomínio; Obedeça às normas de segurança preconizadas para o seu condomínio; Não se exponha desnecessariamente; Evite comentar sobre sua vida intima, seus bens, patrimônio e ganhos na frente de estranhos ou até mesmo de funcionários; Procure conhecer os hábitos de seus vizinhos e se relacionar bem com eles; Ao entrar ou sair do prédio, observe se há pessoas nas proximidades. Caso perceba alguma movimentação estranha, não entre ou saia, ligue imediatamente para a polícia, avise seus familiares e o porteiro. Importante salientar que todas essas medidas supracitadas acima não vão prevenir 100% os condomínios, mas irão dificultar bastante que eventos como roubos e furtos aconteçam dentro das unidades e acima de tudo irá preservar a integridade de cada condômino. E em tempos de pandemia onde maioria dos moradores de condomínios acabam pedindo deliverys e os entregadores adentram o ambiente do condomínio para estar indo realizar a entrega no apartamento deve-se prevenir ao máximo e estar seguindo algumas dessas medidas pois alguns bandidos estão se disfarçando de entregadores para estarem assaltando condomínios, por isso é fundamental a comunicação entre o porteiro e os moradores para que não haja falhas das quais podem acabar trazendo consequências desagradáveis. Cabe ao sindico realizar assembleia e tratar sobre esse assunto com os condôminos para verificar se deve ou não implementar essas medidas dentro dos condomínios. Anthony Leopoldino – Redação Síndico Legal

Segurança

Portaria virtual e a segurança dos condomínios em tempos de coronavírus

Com a orientação das autoridades de saúde para que a população se mantenha em isolamento social, a regra é para que todos fiquem em casa,principalmente os que fazem parte do grupo de risco, a exemplo dos idosos (maiores de 60 anos), os diabéticos, gestantes, os portadores de doenças autoimunes, entre outros. Com a orientação das autoridades de saúde para que a população se mantenha em isolamento social, a regra é para que todos fiquem em casa, principalmente os que fazem parte do grupo de risco, a exemplo dos idosos (maiores de 60 anos), os diabéticos, gestantes, os portadores de doenças autoimunes, entre outros. Sair, somente para o essencial e urgente. E o objetivo dessa medida é para que, isolados, a propagação do vírus se reduza drasticamente. Os governantes, no mesmo caminho, decretaram o fechamento de praticamente tudo, até os ônibus, em boa parte das cidades, deixaram de circular, como foi o caso da capital paraibana, João Pessoa. Os empresários foram obrigados a mandarem seus colaboradores para casa e trabalharem em “home office”, e nos serviços essenciais, apenas os que não fazem parte do grupo de risco. Mas, e os condomínios, como ficam com seus porteiros maiores de 60 anos ou os demais que fazem parte do grupo de risco ou não têm como chegar ao trabalho, já que os transportes públicos não estão circulando? Veículo próprio, para os que têm, excelente, estão utilizando. E os demais? Muitos são os condomínios, neste momento, que estão sofrendo com a ausência de porteiros, ficando o prédio com sua segurança fragilizada, justamente no momento em que todos estão dentro de casa, e nessa situação, expostos a qualquer ação externa de marginais. Para o especialista em segurança patrimonial, o Coronel Marcus Marconi, as portarias são a porta de entrada para a ação dos meliantes. A grande maioria dos arrastões em condomínios se inicia pelo acesso deles exatamente pela portaria, rendendo os porteiros. Não existindo porteiro, só facilita a ação dos marginais. Nos prédios que dispõem do serviço da portaria virtual, esse risco não existe. Primeiro porque não há chance de rendimento do porteiro, pois ele está protegido em outro local, distante do prédio, impedindo, assim, que o marginal tenha contato direto com ele e, segundo, que, mesmo nesse momento de enfrentamento da pandemia, esses porteiros virtuais funcionam normalmente, pois o sistema é todo eletrônico e operado por profissionais confinados, sem qualquer risco de contaminação, disse Coronel Marconi. Segundo ainda o especialista, a tendência é que muitos condomínios, após esse período de confinamento, passem a adotar o serviço de portaria virtual, uma vez que, além de mais seguro, é muito mais econômico e elimina por completo o problema de portarias abandonadas, caso outras situações assemelhadas com a que estamos convivendo hoje, voltem a ocorrer. Temos hoje cerca de 30 condomínios funcionando assim, e todos, neste momento de crise, com sua segurança estabilizada, sem qualquer risco de invasão sem que seja detectada e devidamente acionada a força policial, concluiu o Marcus Marconi.

Segurança

Existe segurança dentro dos condomínios?

Visitantes que se dirigem à portaria dos residenciais se deparam com procedimentos, muitas vezes, vistos como burocráticos. Documentos, como a carteira de habilitação, registro de identidade e a placa dos veículos são colhidos por empresas terceirizadas de vigilância, a fim de se permitir o acesso às residências. Mas, então, por que roubos acontecem? A inibição dos bandidos frente às câmeras de monitoramento, aos seguranças das guaritas e às rondas de motociclistas passa batida quando o assunto é executar uma ação criminosa. No roubo , a fuga do condomínio aconteceu à luz do dia e sob as filmagens do sistema de vídeo. Isso mostra que a ousadia é frequente e sem cuidados específicos. No caso em questão, o trio de assaltantes entrou com uniformes e bonés de uma empresa terceirizada, que presta serviços ao próprio residencial, sem levantar suspeitas ou comprometer a ação. A Polícia Militar prendeu um suspeito, na Vila Santana. A ficção do personagem ‘Grande Irmão’, do escritor britânico George Orwell, morto em 1950, do romance 1984,- atualíssimo ainda, – esmiúça a constante vigilância, ou melhor, a sensação que ela propicia à observação de atos, procedimentos e licitudes (ou não) das pessoas. No entanto, as tentativas de se aumentar tal monitoramento, seja pelo Estado ou setores privados, falham, e a suposta ‘invasão de privacidade’, rotineira nos condomínios, afinal de contas, serve pra quê? O consultor de segurança do Grupo Scheidt, Adalberto Mello, lembra que “segurança é inteligência”, e que o cidadão, esteja ele nos residenciais ou não, “deve se preocupar com a segurança externa”, ou seja, a rotina diária no trajeto à residência, o trabalho e outros. “Muitas vezes, estas supostas vítimas são monitoradas 30 dias ou mais pelos meliantes; em muitos casos, quando chegam a adentrar no condomínio, já sabem todas as informações das vítimas”, destaca. Conforme Mello, aconselha-se a um condômino, ao se deparar com qualquer atitude anormal dentro do residencial, comunicar imediatamente o corpo de segurança, para averiguação e providências. “Deve se acreditar e confiar na empresa (de segurança) que presta serviços no local”. Ele diz, ainda, que a maioria dos casos de roubos caracteriza-se como “fato isolado”. Por fim, o consultor de segurança ressalta ser “difícil” falar em falhas, indicar culpados ou mesmo apontar desatenção quando um assalto acontece dentro de um condomínio. “É um fato que vai ser investigado e analisado não só pelas forças policiais, mas, com certeza, pela empresa que presta serviços no local”. Delegado especializado diz que sigilo ajuda a minimizar riscos O titular da Delegacia de Investigações Gerais de Sorocaba (DIG), Acácio Aparecido Leite, diz que os moradores de condomínios devem manter uma rotina sigilosa e seguir os protocolos de segurança estabelecidos no local. “Essas regras ajudam a minimizar os riscos de roubos e assaltos”. O delegado enfatiza que informações privilegiadas e transmitidas a criminosos por terceirizados ou pessoas ligadas aos proprietários dos condomínios “facilitam” essas ações. “Podemos dizer que as ocorrências são pontuais. Geralmente, vemos a imprudência dos próprios moradores, que não seguem as mínimas orientações protocolares”. Dicas de Segurança Entre os pontos que os moradores devem estar atentos estão: Iluminação É fundamental que as dependências do condomínio sejam bem iluminadas, a fim de desestimular a ação de infratores da lei. Aconselha-se utilizar luminárias e holofotes, podendo ser complementado por sensores de presença. Sinalização A sinalização pode ser visual, por meio de placas, sinais luminosos ou sonoros, ou ainda se utilizando dispositivos sonoros eletrônicos ou apitos, ou mesmo códigos e senhas convencionadas entre os condôminos e funcionários. Sistemas de alarmes São equipamentos eletrônicos, sonoros ou não, que servem para alertar sobre situações incomuns em residências ou condomínios, tais como violação de procedimentos e locais, proteção contra roubos, furtos, alagamentos, incêndios… Cercas eletrificadas É um sistema que está sendo bem aceito em condomínios, pois inibe possíveis tentativas de intrusão pela ostensividade e pelo receio das descargas elétricas. Circuito Fechado de Televisão Por meio de câmeras com ou sem fio, instaladas em pontos estratégicos da residência ou do condomínio, cujas imagens devem ser gravadas, é possível se ter uma visualização de todo o ambiente. A proteção ficará maior se as imagens também forem acessadas pelos condôminos. Controle de Acesso Informatizado O Sistema de Controle de Acesso tem como objetivo principal efetuar o controle eletrônico do movimento de pessoas, funcionários e visitantes, dentro de áreas estratégicas dos condomínios. Em caso de roubo Não reaja em hipótese alguma, e procure manter-se o mais calmo possível; procure ganhar tempo, sem que o bandido perceba que você está fazendo isso; também com muito cuidado e de forma dissimulada, observe tudo que se passa à sua volta, captando o maior número de informações possíveis. Procure observar, discretamente, as características físicas e trajes dos assaltantes; o que eles falaram; os objetos roubados; o número e o tipo de armas que eles portavam; se chegaram motorizados; se houve sequestro, preste atenção na direção que os bandidos tomaram na fuga. Após um roubo Providencie socorro para as vítimas se houver; chame a polícia; preserve o local de crime. Não mexa em nada até que a polícia libere o local; pense em possíveis testemunhas; com a chegada da polícia, contribua para a eficiência do trabalho policial, respondendo a todas as perguntas de forma clara e objetiva, e informando tudo que possa auxiliar os policiais. Fonte: Cartilha de Segurança em Condomínios – Polícia Militar – Secovi SP

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Veja cinco maneiras de evitar assaltos em condomínios e fique prevenido

Há criminosos de todos os tipos e perfis, prontos para fazer uma tentativa de assalto a um condomínio. Alguns são pratos cheios para eles, com acessos fáceis, poucos cuidados ou segurança especializada insuficiente. A maior chance de um assalto acontecer é por erro do próprio ser humano — seja o porteiro ou o próprio morador — que, desatento, acaba dando a primeira oportunidade para ser abordado pelo bandido. Garagem e portaria Os moradores podem ser abordados quando entram no condomínio, seja pela garagem ou pela portaria de pedestres. O mais indicado é ter muita atenção quando chegar, verificar a movimentação, observar se tem algum carro suspeito parado e se tiver qualquer dúvida, ligar para a portaria para que eles acompanhem a sua entrada de forma segura. Evite falar ou mexer no celular. Prestadores de serviços É importante que os moradores deixem avisados o zelador e o porteiro, e que também deixem uma autorização com alguém no caso de alguma pessoa ou empregado precisar entrar no seu apartamento se estiver ausente. Por mais que se confie em funcionários da residência, por exemplo, eles podem, inocentemente, passar alguma informação para alguém de fora, e qualquer movimentação estranha ou suspeita deve ser imediatamente reportada. Para prevenir a entrada indesejada de mal-intencionados, pode-se instalar um sistema de segurança 24h, com alarmes e circuito interno de câmeras. Prevenção de assaltos É recomendável que os condomínios contratem empresas terceirizadas que sejam confiáveis, pois elas oferecem um treinamento especializado de atendimento, discrição e segurança preventiva. A empresa, profissional e especializada, realiza contratações após verificar o histórico profissional e pessoal do porteiro e também investiga possíveis antecedentes criminais, sua conduta e indicações. Quando contratados diretamente pelo condomínio, geralmente a admissão não dispõe de todos esses recursos, aumentando o risco de maus profissionais adentrarem em um ambiente onde a segurança deveria ser prezada e mantida. Criminosos armados As regras de segurança estão sempre pautadas por algumas vertentes principais, sendo a primeira a prevenção para que não aconteçam ações criminosas e tentar evitar os riscos ao máximo. Quando acontece algum delito, com ou sem arma, a pessoa não deve reagir, ser o mais calma possível e não tentar nenhuma atitude isolada. O melhor é deixar acontecer, manter os ladrões tranquilos e depois resolver com a polícia. Nunca reaja! O mesmo vale para o funcionário, que não deve ser super-herói, prezando pela segurança dos moradores. Outra questão é que todo sistema de segurança possui um alerta que permite que outros funcionários chamem a polícia. Método seguro de acionamento de portões Sim, é possível clonar alguns controles! O único que não é clonável é o Linear. O melhor método é que se faça uma eclusa onde haja um intertravamento. Ou seja, só é possível abrir uma porta quando a outra estiver fechada. Isso por si só já causa um temor porque ninguém gosta de ficar preso entre portões. Fonte: Redação Bonde com Assessoria de Imprensa

Segurança

Foco na organização e gestão do controle de acesso de pedestres e veículos

O CondoEase possui um conceito inovador, com foco na organização e gestão do controle de acesso de pedestres e veículos, tudo isso com segurança e rapidez por um excelente preço. “ Nosso principal diferencial é o controle da entrada e saída de veículos em garagens através de antenas de última geração que, por meio de tag’s (adesivos com chip) instaladas nos veículos, controla toda essa movimentação, eliminando assim a vulnerabilidade e otimizando ainda mais o tempo do condômino. Os veículos são cadastrados com os dados do Proprietário (residência, tipo do veículo, modelo etc), possibilitando a geração de relatórios completos quando necessários. “Na prática, o sistema de controle de veículos funciona da seguinte maneira: no momento em que o veículo se aproxima da entrada ou da saída do portão, a uma distância de segurança determinada, imediatamente o portão abre para que este veículo passe sem precisar parar ou acionar qualquer aparelho, pois a Tag instalada no veículo envia para a antena os dados e em menos de um segundo o portão se abre. Ao mesmo tempo a portaria acompanha em tela estes dados, funcionando como uma 2a verificação.“É o “Sem Parar” residencial ! “O CondoEase não é mais uma opção de portaria remota, mas sim uma forma revolucionária de serviço real de CONTROLE DE ACESSO VIRTUAL Além do citado controle de veículos, o Condoease realiza o controle completo do acesso de pessoas ao condomínio, por meio de senha, cartão, chaveiro, biometria… Conforme o condomínio prefira! O Condoease ainda tem um aplicativo, que, aliado ao software instalado no computador do condomínio, faz a dinâmica acontecer: reservas de espaço de festas, relatórios, gestão da portaria, cadastro de moradores, veículos e prestadores de serviços, lista de festas, liberação de senhas personalizadas aos visitantes e muito mais!’’ Mesmo com essa gama de serviços, os custos se encaixam no orçamento do seu condomínio, podendo haver até uma redução significativa dos custos. Ficou interessado? Entre em contato que um colaborador do Condoease irá te visitar e ajudar o seu condomínio a dar um upgrade na segurança, tecnologia, custos e praticidade!  

Segurança

As câmeras de segurança são os olhos dos condomínios

O sistema de CFTV sendo um dos equipamentos eletrônicos de segurança mais utilizados na proteção de condomínios, pois permite que se tenha a visão de locais isolados ou que estejam fora de alcance, facilitando o controle dos pontos sensíveis e vulneráveis das edificações, tudo isto num custo razoável. Através de câmeras com ou sem fio, instaladas em pontos estratégicos do condomínio, é possível se ter uma visualização de todo o ambiente. É um dos equipamentos mais utilizados atualmente, pois permite que se tenha a visão de locais isolados ou que estejam fora do alcance do porteiro ou mesmo do corpo de seguranças, e não é muito caro. O  CFTV – Circuito Fechado de TV, é composto de um monitor e uma ou uma série de câmeras instaladas nos principais pontos da edificação, possuindo imagem analógica e digital, transmitida por meio de rede metálica, fibra óptica ou radio frequência. Sua utilização é muito necessária à segurança das pessoas e do patrimônio, principalmente no horário noturno. É recomendável a instalação das câmeras de vídeo com movimentação em 360º, de forma que possibilite a varredura das áreas desejadas, tais como jardins e locais de lazer. O monitor de TV e os comandos do sistema, inclusive os de iluminação, podem ser instalados em algum closet (local sigiloso) na área privativa pois, normalmente, é à noite que o sistema é mais necessário, o que faz com que os funcionários do condomínio não se exponham nas janelas ou nos jardins para averiguar se está tudo normal. Atualmente existe o sistema de CFTV digital conhecido como DVR (Digital Vídeo Record) que são sistemas informatizados para monitoramento, gravação e transmissão de imagens de câmeras, diretamente montadas em um microcomputador ou em aparelhos específicos e dedicados (stand alone) com qualidades e velocidades muito superiores aos sistemas convencionais de CFTV. O sistema multicam com “vídeo-motion detection technology”, grava somente objetos em movimento de janelas marcadas na tela de cada câmera. Estes registros são digitalizados, capturados com datas e hora, comprimidos e guardados no hard disk (hd) de um micro como arquivos para posterior observação. Com isto não se grava mais o tempo todo como os times lapse de sistemas de cftv convencionais. Como podemos observar, a utilização do CFTV é de suma importância, pois por deste  é que se pode  prevenir e até inibir atos de vandalismo ou qualquer outro delito que possa ocorrer  no interior das edificações. Através dele é que se tem uma visão “global” do prédio, visto que  ele está  alerta a tudo, a todo instante e em tempo real, sendo deste modo considerado o  “vigia eletrônico” que fica sempre atento e de “olho” nos condomínios. Não podemos nos esquecer de treinar os funcionários para que possam saber utilizar os equipamentos eletrônicos e agirem em situações de emergência. Portanto, é a tecnologia a serviço do bem estar, tranquilidade e segurança do Homem, e para tanto, deve ser muito bem aproveitada na proteção condominial. JOSÉ ELIAS DE GODOY   Especialista de Segurança em Condomínios e autor dos livros  “Manual de Segurança em Condomínios’’  e “Técnicas de Segurança em Condomínios”.  Maiores informações pelo telefone: 2062-6798 ou elias@suat.com.b

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