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400 Edições, 35 anos de comunidade condominial no DF.

Fundado em abril de 1984 pelo jornalista Vicente Vecci , o Jornal do Síndico veio a ser, até prova em contrário, o primeiro veículo de comunicação social do país a ter uma linha editorial exclusiva para administração de condomínios e predial com circulação dirigida por mala direta da ECT. Esse fator contribuiu para a sua credibilidade perante seus leitores que são formadores e multiplicadores de opinião e seus anunciantes que tem o veículo como uma porta de entrada nos Blocos para prestarem seus serviços e fornecer produtos na área de manutenção predial. Um jornal não conquista seu espaço na mídia de um dia para outro e muito menos de um ano para outro. Sua credibilidade é alcançada pouco a pouco e são necessários anos de investimentos. Com o Jornal do Síndico foi assim. Foram necessários aproximadamente 10 anos para o veículo ocupar seu espaço definitivamente e ser reconhecido como mídia ideal para o setor de condomínios e administração predial. PREFEITURAS COMUNITÁRIAS Quando foi iniciado o movimento comunitário no Plano Piloto para fundação das prefeituras das Quadras das Asas Norte e Sul e posteriormente seus respectivos conselhos, o Jornal do Síndico formou fileiras com os síndicos e moradores para ajudar implantar esses segmentos importantes. Foram noites e noites de reuniões para alcançar esse objetivo que o veículo registrou e divulgou nas suas páginas na década de 1980, resultando na criação da AMPLA que promoveu no auditório do Palácio do Buriti o 1º Encontro de Síndicos, na gestão do ex-governador José Aparecido de Oliveira. Mais tarde a AMPLA transformou-se na RA I-Administração de Brasília. Tudo isso está historicamente registrado na coleção do Jornal do Síndico. MEIO AMBIENTE No início da década de 1990 a comunidade das Quadras 415/416 Norte se mobilizou para criar o parque ecológico da Asa Norte. O jornal entrou no movimento com seu apoio até a criação dos parque Olhos D´agua, cujo autor legislativo é Geraldo Magela, ex- deputado Distrital. Com o parque da Asa Sul o veículo contribuiu com seu apoio exclusivo em parceria com o MPDFT, onde denunciou um loteamento da Terracap em cima do lago que hoje compõe o parque e publicou várias matérias até a sua criação oficial pelo GDF. Em 1995 o jornal idealizou o parque ecológico da Ponte Alta do Gama, levando um projeto à Câmara Legislativa do DF que resultou na lei 1202 de 20 de setembro de 1996, protegendo uma biodiversidade de 300 hectares contra a grilagens de terras e especulação imobiliária. O editor

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É aí onde entra o PARECER TÉCNICO

Satisfação é sinônimo de bem estar, que agregado à segurança, traz tranquilidade. É assim que se deve agir, evitando que negligência de qualquer espécie torne o ambiente desfavorável. É aí onde entra o PARECER TÉCNICO. O Parecer Técnico é o resultado de todo um trabalho realizado, onde o profissional que presta assessoria técnica visualiza as condições reais das estruturas, detecta as patologias encontradas e indica os procedimentos corretos que irão trazer as soluções. O resultado disso tudo não pode ser outro, senão, a satisfação dos clientes. Ter uma assessoria técnica apenas, não é o suficiente para manter segura a edificação. É preciso ter a certeza de que seu empreendimento está contratando um profissional de qualidade que, reúna as habilitações necessárias e possua os equipamentos que garantam o diagnóstico correto. Além do mais, se faz necessário que esse mesmo profissional não sonegue informações para os seus clientes, pois essa omissão acarretará em maiores problemas futuros e a certeza de que o que seria gasto no presente será muito mais oneroso no futuro. Ao estar em Brasília por ocasião do evento TERMODAN, tive a oportunidade de conhecer e entrevistar diversos profissionais da engenharia, bem com gestores empresariais e síndicos, como foi o caso da síndica Eliete Zorzin, que de forma emocionada, falou na entrevista à jornalista Simone Zerbinato sobre o seu regozijo em contratar a assessoria técnica do Engenheiro Mário Galvão para cuidar do seu empreendimento, e saber que estava cumprindo uma importante atribuição, a garantia de uma edificação segura. Deu para contemplar o seu sorriso e ver seus olhos brilharem de satisfação. Pude atestar a confiança dos síndicos na assessoria técnica e observar quão gratos estavam os síndicos, e a forma como exaltaram a qualidade, a organização e o conteúdo técnico que estavam levando para casa. “É importante ressaltar o respeito que temos por esses profissionais da engenharia”, citou o Síndico Neto do Condomínio Piazza di Itália, um dos síndicos ali presentes. E em se tratando de respeito e de respaldo, não posso deixar de citar a presença de diversas autoridades da engenharia mecânica, da engenharia elétrica e da engenharia civil que estiveram palestrando e abrilhantando o evento. Durante a palestra do Engenheiro Mário Galvão pode-se perceber o interesse da plateia composta por estudantes, profissionais de engenharia, arquitetura, gestores condominiais, advogados entre outros. Após o término da apresentação ficou evidente a satisfação de todos por conta dos elogios que eram feitos entre as pessoas e também nas redes sociais do evento. Os depoimentos de profissionais e representantes de entidades confirmam e validam a qualidade do trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Engenheiro Mário e seus parceiros. O Presidente em exercício do CREA DF Pedro Assad diz que é importante para toda a classe de profissionais, neste momento em que o país passa por profunda reforma, a contribuição de um profissional como Mário Galvão. “Mostrar que é possível atuar com ética e respeito ao cliente ao mesmo tempo em que entrega os serviços com transparência é imprescindível para a credibilidade do mercado de engenharia” – afirmou Assad. O Engenheiro Civil Marcelo Galimbert, elogiou a palestra sobre termografia aplicada na detecção de vazamentos pois o assunto abre as portas para um mercado ainda inexplorado pelos profissionais no Brasil. “Acredito que a melhor forma de melhorar a qualidade dos serviços é compartilhar informações e técnicas na resolução de problemas de engenharia. E assim o Engenheiro Mário Galvão foi direto ao ponto mostrando aos presentes que é possível ser competitivo no mercado ao mesmo tempo em que cumpre prazos, com economia e ética” – completa Galimbert. Parabéns, Mário Galvão, por aglutinar grandes profissionais, por fomentar a ética entre os profissionais da engenharia, e por apoiar eventos como o TERMODAN, que visam esclarecer aos engenheiros, gestores, síndicos, estudantes e público interessado quão importante é o uso de novas tecnologias para prevenir e trazer soluções confiáveis aos problemas que envolvem as construções.

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Vizinhos barulhentos! E agora? Como proceder?

“A casa é minha e faço o que eu quiser”, será? Certamente você já deve ter ouvido alguém dizer isso, ou reclamar de vizinhos barulhentos que incomodam todo mundo. Normalmente atividades que geram barulho excessivo (festas, som alto, obras ou outros tipos de perturbação) são uma das maiores reclamações de quem convive em condomínios. E o que devemos fazer? Quais são os meus direitos? O direito de propriedade, apesar de ser uma garantia constitucional (Inciso XXII do artigo 5º da Constituição Federal), é um direito individual, e como tal é limitado pelo direito da coletividade, no caso, direito de vizinhança. Conforme artigo 1.277 do Código Civil, “o proprietário ou o possuidor de um prédio tem o direito de fazer cessar as interferências prejudiciais à segurança, ao sossego e à saúde dos que o habitam, provocadas pela utilização de propriedade vizinha”. Os chamados 3S – saúde, segurança e sossego são garantidos! Por isso, dentro de um condomínio, deve-se obedecer aos limites da razoabilidade e proporcionalidade para que a convivência seja harmoniosa e pacífica. No Regimento Interno de cada condomínio contém as normas de conduta e o que é permitido ser feito: horário para realização de obras, limitações da utilização das áreas comuns, limite de horário para barulho como sons, festas, uso de aspirador de pó, dentre outros. No caso do Regimento ser omisso, ou mesmo por uma questão de hierarquia de normas, temos também a Lei do Silêncio que deverá ser obedecida! A competência para a normatização da chamada Lei do Silêncio é municipal. No Distrito Federal, o silêncio é regido pela Lei nº 4.092/2008. O não cumprimento aos limites estabelecidos em relação ao barulho pode ser punido com advertência e multas que variam entre R$ 20 e R$ 200 mil, proporcional à gravidade da situação. Além disso, o infrator poderá responder criminalmente, com pena de reclusão ou multa, caso venha a perturbar o sossego das outras pessoas com algum tipo de gritaria, brigas, festas, som alto, tocar instrumentos musicais, realizar obras ou mesmo alguma forma de barulho animal (latido de cachorro que não para, gato que não para de miar, etc.), conforme exposto no artigo 42 da Lei das Contravenções Penais (Lei nº 3.688/1941).Sendo assim, quem se sente incomodado por barulho do vizinho tem todo o direito de solicitar que a perturbação cesse. O indicado é que se busque a resolução interna da situação, acionando o síndico para que se cumpra o Regimento Interno. O condômino será advertido do incômodo e caso persista na conduta desrespeitosa deverá ser multado. Se ainda assim o condômino não corrigir suas atitudes, a pessoa que está tendo seu direito ao sossego tolhido, poderá acionar a polícia, abrir um boletim de ocorrência para que o fato seja investigado e o infrator responda por sua conduta delituosa. Nos casos mais extremos, em que o desrespeito às normas de conduta e silêncio não sejam obedecidas, o condomínio poderá acionar a justiça para expulsar o condômino perturbador, caracterizando-o como antissocial. Se chegar a esse ponto, mesmo sendo proprietário do imóvel, o infrator perderá o direito de residir em seu próprio bem. Em qualquer caso, o ideal é que se busque por soluções amigáveis, pacíficas. Mesmo porque, na maioria das vezes o convívio é diário e evitar rusgas é sempre bom! Porém, quando não é possível, o cidadão pode e deve fazer valer seus direitos. Qualidade de sono, ambiente tranquilo, boa convivência fazem parte de uma vida saudável e devem ser zelados sempre! Segundo a Dra. Luciana Borges, advogada e especialista em Direito Condominial, vale lembrar que é muito importante atualizar o Regimento Interno e as Convenções do Condomínio, principalmente se tiverem mais de 5 anos de confecção. Buscar por uma assessoria jurídica especializada é sempre o melhor caminho para que esses documentos estejam bem redigidos e adequados para a situação atual de cada condomínio. Você pode ter certeza que será o melhor investimento que o condomínio irá fazer! Reduzir ou até mesmo sanar conflitos de interesses fazendo valer a lei e os princípios da razoabilidade e isonomia, irá poupar tempo, dor de cabeça, desgastes e dinheiro.

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Mau uso da água em condomínios onera consumo em 30%

Atrás somente da folha de pagamento dos funcionários, nos condomínios residenciais da cidade de São Paulo a conta de consumo de água é a segunda maior despesa mensal. Há duas principais causas para o alto custo: procedimentos inadequados para a manutenção das áreas comuns; e o fato de não existirem medidores individuais em um grande número de prédios – aqueles construídos antes de entrar em vigor (2007) a lei paulista que determina medição individualizada em todas as unidades dos condomínios. Os gastos condominiais com o consumo de água em condomínios residenciais com as mesmas características, como número de apartamentos, metragem e equipamentos disponíveis nas áreas comuns, a diferença na conta mensal pode chegar a 30%. Enquanto a medição não individualizada – e o consequente rateio em pé de igualdade entre todos os condôminos desestimula o uso racional da água (quem gasta mais paga igual a quem gasta menos), também aparece como vilã do gasto a manutenção das áreas comuns feita de forma inadequada. O consumo de água representa aproximadamente 15% do total das despesas condominiais. A administradora calcula em R$ 4,5 mil/mês a média do gasto em um condomínio padrão, com 64 apartamentos, dois elevadores e seis funcionários, mas reforça que o valor pode variar para mais ou para menos, em prédios com perfil semelhante. “Esta oscilação no consumo de água em condomínios similares indica, claramente, que há ‘gordura’ a ser cortada, especialmente nos apartamentos, já que na maioria dos prédios não existe medição individual”. Para reduzir o gasto nas áreas comuns do condomínio, é recomendável lavá-las, no máximo, duas vezes na semana, e revezar o uso entre mangueira e vassoura; instalar dispositivos de economia em torneiras e duchas; e prestar atenção em oscilações repentinas no valor da conta de água, porque elas sinalizam vazamentos. Dicas para os moradores, para que colaborem com a economia e reduzam suas despesas mensais. Cozinha – Limpe bem os restos de comida de pratos e panelas, antes de lavá-los. Somente ligue a máquina de lavar louça quando ela estiver com sua capacidade total. Ao lavar louça sem o uso da máquina, ensaboe tudo que tem que ser lavado e, então, abra a torneira novamente para novo enxague. Deixe as verduras em água com um pouco de vinagre por alguns minutos, antes de lavar. Banheiro – Mantenha a torneira fechada enquanto escova os dentes. Não tome banhos demorados Não utilize o vaso sanitário como lixeira, jogando papel higiênico ou cigarros, pois são consumidos de seis a dez litros de água ao acionamento da válvula de descarga por seis segundos. Área de serviço – Utilize a máquina de lavar somente quando estiver na capacidade total. Uma lavadora de cinco quilos consome 135 litros de água a cada uso. Para roupas lavadas a mão: deixe-as de molho e use a mesma água para esfregar e ensaboar. Jardim e varanda – Regue as plantas de manhã cedo ou à noite, para evitar o desperdício causado pela evaporação. Ao invés da mangueira, use um regador para molhar as plantas. Fonte Site Parceiro: www.sindiconews.com.br

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Saiba mais sobre a plataforma que te ajuda a encontrar um pintor profissional.

Quando o condomínio estiver precisando de uma pintura, você não vai mais precisar caçar indicações: uma nova plataforma chegou para facilitar essa busca! O Páginas Coloridas vai te conectar com profissionais qualificados de acordo com o serviço que você precisa e a região do seu condomínio. A ferramenta inovadora foi criada pela Coral Tintas e reúne pintores qualificados com o carimbo da marca: todos são treinados pela Academia Coral. A busca é feita de acordo com a região da cidade, o tipo de imóvel e a área desejada. É só entrar no site www.paginascoloridas.com.br ou no aplicativo, se cadastrar, colocar o CEP, selecionar o tipo de imóvel, informar se a pintura vai ser interna ou externa e digitar a metragem do espaço. Uma lista com todos os profissionais certificados pela Coral que atendem na sua região vai aparecer. Dá pra ver o perfil de cada um, conferir fotos dos últimos trabalhos que eles realizaram, checar as referências e as suas especialidades. Depois de escolher o melhor profissional para o que o seu condomínio precisa, é hora de pedir um orçamento e combinar prazos, que são questões muito importantes para os moradores. Mas fique tranquilo! Tudo isso pode ser feito dentro do próprio site, de forma muito prática. Você coloca o tipo de pintura que deseja, o que deve ser ou não por conta do pintor, envia fotos do ambiente, informa qual é o prazo desejado, a forma de pagamento e como quer que ele retorne o contato (pode ser por e-mail, whatsapp ou telefone). Aí é só aguardar a resposta dos profissionais para quem você enviou o pedido, comparar orçamentos, aprovar com os moradores e fazer a sua escolha. Com tantas opções, com certeza você vai encontrar a pessoa ou empresa perfeita para a sua necessidade! Depois do trabalho, você pode entrar no perfil do profissional que fez a execução e avaliar como foi a experiência – isso é muito importante para que outros clientes tenham referências práticas e possam escolher com mais segurança os melhores especialistas da área! Durante todo o processo da sua reforma, conte com a Pepe para garantir os produtos mais adequados para o que você precisa e com a melhor qualidade. Nós oferecemos entrega grátis em compras feitas com CNPJ para que os gastos do seu condomínio sejam feitos com o que realmente importa! Fonte: www.pepetintas.com.br 

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Os desafios é fazer muito com pouco recurso, saber gerir bem o que temos na mão e sem deixar cair o padrão.

O Síndico em Destaque dessa coluna este mês de Julho de 2019, é o síndico Enedino Fonseca de Deus Neto, síndico do Condomínio Residencial Piazza Di Itália, com 164 unidades, situado na Rua 9 Sul Lotes 11/13 Águas Clares, Brasília DF. 1-) O que é ser Síndico pra você? É assumir as responsabilidades inerentes ao cargo, dedicando-se a cada dia em solucionar as demandas do condomínio focando na manutenção e segurança, visando o bem estar dos moradores e fazendo com que os objetivos comuns sejam alcançados. 2-) Como você faz pra conciliar suas atividades pessoais, com a de Síndico? Embora eu seja aposentado e com mais tempo para dedicar-me ao condomínio, planejo e organizo as atividades, encontros e reuniões sempre com agendamentos, tenho duas filhas pequenas em idade escolar que requer muita atenção e dedicação, concilio condomínio e família de modo que um não venha a prejudicar o outro. 3-) Quando assumiu quais os problemas e dificuldades encontradas e qual o maior problema que enfrentou? Eu nunca havia atuado como síndico, já havia sido subsíndico, conselho fiscal e assim que me aposentei e já com a ideia de concorrer ao cargo e percebendo as necessidades do nosso condomínio em ter alguém capacitado, busquei adquirir conhecimento da área condominial com cursos e palestras. Daí comecei a perceber que não seria uma tarefa fácil e que requer muita responsabilidade e realmente um certo conhecimento e tempo. Quando assumi parecia que o condomínio estava em ordem, indo bem e já no início do meu mandato recebi um laudo de fachada que o condomínio havia contratado. Pedi a um engenheiro que tem vasto conhecimento nessa área para analisar, descobrimos que o laudo não condizia com a nossa realidade, com muitas falhas e incompleto e que não nos dava uma direção segura para resolver os problemas que estávamos tendo. Teríamos que contratar novamente outra empresa para fazer outro laudo. Aprovamos e contratamos então uma empresa de engenharia para nos assessorar. Analisando também o plano de manutenções com assessoria da engenharia descobrimos que teríamos muito trabalho pela frente para colocar tudo em dia. Estamos concluindo essa etapa dos laudos e nos preparando para fazer as manutenções apontadas. Tenho tido o apoio dos moradores e algumas manutenções até já foram concluídas, estamos colocando o condomínio em ordem como deve ser. Outra dificuldade que temos é de uma convenção desatualizada, ainda recebida da construtora e que não está mais adequada a nossa realidade, então quando surge certos problemas e vamos consultar a convenção sentimos que está na hora de atualizar. 4-) Quais foram as melhorias implantadas na sua gestão e qual economia o condomínio obteve com a implantação dessas melhorais? Devido as demandas que tivemos que assumir, ficou quase inviável investir em melhorias e na medida do possível vamos incrementando algumas coisas, o condomínio já conta com 100% de iluminação com lâmpadas de LED nas áreas comuns, temos três pavimentos de garagens e instalamos sensor de presença em todas as iluminações das vagas autônomas. Trocamos algumas empresas prestadoras de serviços com custos menores dos que as estavam sendo praticados, então geramos aí economia com gasto de energia e com a troca das empresas. 5-) Como faz para manter atualizada a inspeção predial ? O condomínio contratou uma empresa de engenharia especializada, que nos dá consultoria técnica de todo o sistema do prédio e fiscalização de obras, foi feito a análise completa da estrutura e dos sistemas e emitido o parecer técnico. Daí vamos seguindo as orientações que o engenheiro nos dá de acordo o manual de manutenções. 6-) Cite Quais são os principais desafios no seu condomínio, no dia-a-dia? Como em quase todos os condomínios, os desafios é fazer muito com pouco recurso, saber gerir bem o que temos na mão e sem deixar cair o padrão. 7-) Na sua opinião, quais são os elementos de sucesso para um bom Síndico e como os condôminos podem ajudar na Gestão? Ser transparente e estar atento as necessidades do condomínio, não deixar cair o padrão no tocante as manutenções, segurança e melhorias, buscar obter mais conhecimento e aperfeiçoamento na área condominial e coloca-las em prática, contar com uma boa assessoria de engenharia e jurídica. Os condôminos podem ajudar dando ideias, trazendo sugestões e temos que estar aberto a ouvir. ‘ 😎 Com respeito a acessibilidade, sustentabilidade e educação ambiental quais são os desafios ? O nosso condomínio tem boa acessibilidade. Quanto a sustentabilidade uma das primeiras medidas que tomei foi implantar o sistema de coleta seletiva sendo bem aceita e elogiada pelos condôminos. Creio ser a tendência de todos os condomínios. 9-) Hoje a segurança é uma questão primordial, quais medidas foram ou são tomadas para melhorar esta questão aqui no condomínio? Foi feito na gestão anterior um bom investimento em sistema de CFTV e estamos mantendo, também tomamos algumas medidas preventivas com relação a entregadores de não mais subir com as encomendas, tendo que o morador descer para retirá-las. Os agentes de portarias recebem treinamentos e também são orientados a ter muita atenção com relação as movimentações suspeitas nos arredores do condomínio e já vimos resultados positivos. 10-) Qual a mensagem você passaria para futuros síndicos? A função de síndico não é fácil, portanto, para uma boa gestão busquem o máximo de conhecimento, fazendo cursos da área e assistindo palestras, procurem auxílio e assessoria especializadas. Não queira ser síndico somente por uma questão pessoal ou financeira. Questões importantes, sempre leve para assembleia decidir.

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Instalações elétricas e seus riscos

A ABRACOPEL (Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade) lançou em maio deste ano o Segundo Anuário Estatístico Abracopel – Acidentes de Origem Elétrica, no qual aponta que em 2018 foram registrados 1.424 acidentes de origem elétrica, dos quais 836 foram causados por choques elétricos, 537 incêndios por sobrecarga ou curto-circuito e 51 por descargas atmosféricas. Destes resultando 622 mortes. Estes novos valores representam um aumento de 2,67% em comparação ao ano de 2017 e de 37,2% em relação ao ano de 2013, ano em que o projeto do anuário teve início. E o cenário para o ano de 2019 é ainda pior. Inimaginável pensar nossa vida diária sem o uso da energia elétrica. Desde as mais simples atividades até as mais complexas, todas tem a energia elétrica como fator preponderante. A eletricidade está inserida de forma tão contundente em nossa vida que sua falta praticamente impede o desenvolvimento da maioria de nossas atividades, tanto pessoais como profissionais. É por esta razão que todas as edificações possuem sua rede de instalações elétricas de forma ao atendimento das necessidades humanas. Desde iluminação ambiente, refrigeração, aquecimento, bombeamento de água e esgoto, alimentação elétrica de diversos tipos de equipamentos e eletrônicos, a vida sem eletricidade simplesmente vira um caos. Mas, ao mesmo tempo que a eletricidade é nossa aliada, ela também pode ser um inimigo mortal quando tratada com desleixo e sem a devida importância. Eletricidade mata e destrói. Muitas das pessoas não sabem, mas no Brasil as atividades de projeto e execução de instalações elétricas são regidas por normas técnicas emitidas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), e no caso específico das instalações de baixa tensão (uso residencial) a principal norma é a NBR 5410:2005 – Instalações elétricas de baixa tensão. Existem também outras normas técnicas, inclusive normas para a fabricação e desempenho dos elementos usados nas instalações, como por exemplos cabos elétricos. Infelizmente encontramos uma grande contradição, pois ao mesmo tempo em que a eletricidade ganha uma importância cada vez maior em nossa vida, simultaneamente as instalações elétricas são tratadas com descaso e relegadas a um papel secundário. Mas porque isso acontece? De uma forma geral, tem se problemas originados por projetos mal elaborados, obras mal contratadas, mão de obra desqualificada e despreparada, material de baixa qualidade e falta de manutenção preventiva periódica. Infelizmente esta é uma realidade cada vez mais comum. Apenas para exemplificar a aplicação de material elétrico de baixa qualidade nas obras, vejamos o caso dos fios e cabos elétricos, talvez o elemento mais importante de uma instalação elétrica predial. De acordo com ensaios realizados pela QUALIFIO – Associação Brasileira pela Qualidade dos Fios e Cabos Elétricos, no ano de 2017, dos 106 fabricantes de fios e cabos existentes no Brasil, 90 (85% do total) fabricantes tiveram amostras de seus produtos analisados em laboratórios, num total de 851 amostras e destas apenas 410 (48%) amostras foram consideradas conformes com relação ás Normas técnicas vigentes. 441 amostras, ou seja, 52% foram consideradas não conformes. Em 2018 foram analisadas amostras de 96 fabricantes, 611 amostras foram submetidas aos ensaios e destas foram consideradas conforme apenas 263 amostras, 43% do total. 348 amostras, ou seja, 57% das amostras estavam em desconformidade com as Normas técnicas. Resumindo, a maioria dos fios e cabos vendidos no mercado não esta dentro dos padrões de segurança estabelecidos pelas Normas técnicas e pelos órgãos regulamentadores. E esse material inadequado pode estar sendo instalado, ou pior, ter sido instalado em seu condomínio, gerando aumento no consumo de energia e considerável aumento de risco de choques elétricos e de incêndio. Com relação á mão de obra, infelizmente a realidade é que a grande maioria dos eletricistas prediais desconhecem as Normas técnicas e até regras de segurança básicas. Esta também é a realidade de muitos engenheiros habilitados que atuam no mercado, muitos com foco em serviços de construção civil e que acabam por relegar a execução das instalações elétricas a um segundo plano. Quando pensamos na manutenção periódica das instalações elétricas do condomínio a triste realidade é que estas somente sofrem intervenção quando algum problema já esta ocorrendo, uma bomba queimou, um disjuntor esta desarmando, ou algum morador relata ter levado choque elétrico no bebedouro do hall. A falta de manutenção das instalações elétricas é uma realidade no mundo condominial. Muitos condomínios jamais tiveram suas instalações elétricas vistoriadas desde sua construção, alguns com mais de 30 anos e sempre que surge alguma demanda a execução do serviço corretivo fica por conta de mão de obra sem qualidade técnica minimamente aceitável, sem o devido treinamento. O que fazer para reverter este quadro no mercado condominial? O primeiro passo, e o mais importante, é a conscientização da população condominial de uma forma geral, em especial do síndico. Não somente pelo poder de direcionar as ações de um condomínio, mas também por que inevitavelmente este poderá ser responsabilizado por ações ou omissões que vierem a acarretar em acidentes de origem elétrica. A contratação de profissionais e empresas de engenharia idôneas e devidamente registradas nos conselhos regionais também contribui significativamente para a redução de acidentes de origem elétrica. Há no mercado uma variedade de opções de profissionais e empresas capacitados para execução dos serviços de elaboração de projetos, vistorias e laudos, assessoria e consultoria técnica, fiscalização, execução de obras e de serviços de manutenção preventiva e corretiva. A realidade exige uma mudança rápida de conceito e postura por parte de todos os atores ligados á esta questão. Até quando síndicos, administradores condominiais, engenheiros, eletricistas, fabricantes e comerciantes de material entenderão que todos são RESPONSÁVEIS pelo aumento destas estatísticas e que estão colocando em risco a vida de milhares de pessoas? Não há tempo a perder. Não há vidas a perder. Engenheiro eletricista Júlio César Máximo ITC Thermographer Nível 1 Whatsapp (61) 98545-6111 / 98172-5632 Instagram : energie_engenharia E-mail: energie@energie.eng.br

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Fim do eSocial para Condomínios!

Fim do eSocial para Condomínios! Nesta terça-feira dia 09 de julho de 2019, tivemos mais uma reviravolta no eSocial. O governo anunciou o fim do atual sistema, que a partir de janeiro de 2020 será substituído por duas novas plataformas. As alterações serão incluídas na medida provisória da “liberdade econômica” que está sendo discutida no congresso nacional e deverá ser votada ainda esta semana. No texto do redator, durante o período de transição, o grupo aonde está incluso os condomínios, está dispensado das obrigações do eSocial . Senão tivermos nova reviravolta, até o final do ano, os condomínios não precisarão se preocupar com assunto. Fonte: https://www.facebook.com/350266535030593/posts/2467483489975543?s=100004097808851&sfns=mo  

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Dificuldade para limpar as paredes do condomínio? Conheça a tinta à prova de sujeira.

Todo mundo quer paredes lindas e limpas o tempo todo, não é mesmo? Mas nem sempre isso é uma tarefa fácil quando falamos das áreas de convivência, seja pelas crianças brincando embaixo do prédio, seja pelos eventos realizados no salão de festas. Na hora de limpar as paredes, o desafio começa: as manchas têm que ser retiradas totalmente com muito cuidado para não estragar a pintura. Dependendo da qualidade da tinta que foi utilizada, essa situação pode ser tornar uma verdadeira dor de cabeça! É por isso que é muito importante comprar o produto certo para cada espaço. Você sabia que cada “acidente” pode ser lavado facilmente sem deixar marcas? Na hora de decidir qual tinta usar na reforma do seu condomínio, escolha a Coral Super Lavável Antimanchas! Ela conta com uma tecnologia de hidrorrepelência, ou seja, não deixa que os líquidos manchem a pintura, tornando a tarefa de limpar manchas causadas por lápis de cor, solado de sapato, café, chocolate e até batom muito mais fácil. A Coral Super Lavável é ideal para ambientes frequentados por crianças e animais, seca rápido e não tem mais cheiro depois de 3 horas da aplicação. São mais de 2.000 opções de tons disponíveis: conte com a Pepe para fazer a melhor escolha para o seu condomínio! Fonte: www.pepetintas.com.br

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Ser sindica requer mais que conhecimento técnico requer disponibilidade e iniciativa de executar

A Síndica em Destaque dessa coluna este mês de Junho de 2019, é a síndica Eliete Zorzin, síndica do Condomínio Olympique, com 567 unidades sendo 552 apartamentos e 15 lojas, na Aérea Especial 04, Guará – DF. 1-) O que é ser Síndico pra você? Ser síndica para mim é ser uma mediadora de conflitos, é ser uma direcionadora de soluções, é ser uma gestora que planeja, almeja e alcança. Ser sindica requer mais que conhecimento técnico requer disponibilidade e iniciativa de executar junto a sua equipe os interesses, sonhos e expectativas dos condôminos. E saber ouvir os condomínios com saberia de resposta. E estar aberta para ouvir as criticas e pronta para propor soluções. E acima de tudo é gostar de lidar com pessoas. 2-) Como você faz pra conciliar suas atividades pessoais, com a de Síndico? A decisão de ingressar na carreira de sindica profissional foi tomada em família, juntos traçamos planos incluindo os filhos, amigos, vida social em fim “vida particular”. Definindo os horários de trabalho, traçamos estratégias emergências que demandaria da minha atenção como os “imprevistos” tão presentes na vida dos condomínios. Com planejamento consigo desempenhar o papel de mãe, esposa, dona de casa, amiga e sindica. 3-) Quando assumiu quais os problemas e dificuldades encontradas e qual o maior problema que enfrentou ? As maiores dificuldades, no começo da minha carreira como sindica, foram: à quebra do paradigma de que eu havia chegado para resolver todos os problemas do condomínio em pouco tempo, quebrar a barreira com os condôminos resistentes a mudanças, inserir a cultura que as normas são importantes para bons resultados e massificar a importância do compromisso de cada um para uma gestão de excelência. Quanto ao maior problema enfrentado cito o seguimento de regra por parte dos condôminos e o famoso “jeitinho” de burlá-las, esse fato realmente demanda muita sabedoria, conhecimento em gestão de pessoas e expertise para dizer não com sorriso nos lábios. 4-) Quais foram as melhorais implantadas na sua gestão e qual economia o condomínio obteve com a implantação dessas melhorais? Logo no primeiro dia de trabalho já auditei os contratos para estudo de redução de custo, verifiquei que há contratos bem antigos em que somente há imposição da empresa contratada, ou seja, não houve pesquisas de mercado para negociação dos preços praticados. Faço treinamento com a equipe no dia a dia melhorando os processos existentes e criando novos processos o que impacta em uma melhoria na gestão do tempo dos colaboradores e consequentemente esta melhoria reduz as horas adicionais antes praticadas, ressaltando que eu mesma faço os treinamentos não onerando o orçamento. 5-) Como faz para manter atualizada a inspeção predial ? Iniciei minha gestão com um diagnostico completo da estrutura predial, feito por um profissional especialista, o qual fornecerá bases e diretrizes para que possamos traçar um plano de execução das manutenções prediais, pois não havia este trabalho recente e nem plano de manutenção no condomínio. Após todos os dados em mãos vou criar a rotina de manutenção se atentando aos prazos das inspeções a serem realizadas. Ressalta-se a importância de contratações de profissionais qualificados, pois em se tratando de manutenção não podemos pensar apenas em preço, mas qualidade também é um fator decisório. 6-) Cite Quais são os principais desafios no seu condomínio, no dia-a-dia? Os maiores desafios que enfrento, desde que assumi a gestão, são os problemas com as infiltrações em varias unidades o que ocasionou muito desgastes aos condôminos, pois o problema se perdura há anos, vindo da gestão anterior, e sem solução. Sobre o condomínio possuir uma estrutura de clube, a manutenção e segurança do parque aquático também é um desafio. Outro desafio que encontrei foi conseguir manter a motivação dos funcionários diante de tanto trabalho e com quadro reduzido, o qual eu me deparei ao assumir. 7-) Na sua opinião, quais são os elementos de sucesso para um bom Síndico e como os condôminos podem ajudar na Gestão? Os elementos que torna uma gestão e alavanca a confiabilidade e automaticamente agrega sucesso ao sindico, acredito ser a transparência, comunicação dos atos da administração e participação dos condôminos nas decisões mais simples do dia a dia. Os condôminos tem papel fundamental no sucesso, pois são eles que avaliam nosso trabalho, e eles podem sim colaborar muito com a realimentação das ações do sindico, com opiniões de melhorias e até mesmo com as criticas que recebidas por um sindico realmente profissional, não apenas no nome, será capaz de filtra-las com a maturidade e rever os atos praticados. 😎 Com respeito a acessibilidade, sustentabilidade e educação ambiental quais são os desafios ? Acessibilidade infelizmente apesar de lei nem todos respeitam meu desafio e mostrar a importância desse tema aos condomínios, e justificar uma escada adequada na piscina que facilite para pessoa com deficiência. Quanto à sustentabilidade, vamos implantar no condomínio a reciclagem de lixo em parcerias com as cooperativas especificas. E a educação ambiental, vamos trabalhar com as crianças através do projeto “cuide você da sua planta”. Este projeto e uma horta o qual cada criança vai plantar e cuidar deste local, e com ele vamos mostrar para as crianças a importância da conservação do verde. 9-) Hoje a segurança é uma questão primordial, quais medidas foram ou são tomadas para melhorar esta questão aqui no condomínio ? Ao assumir o condomínio ampliamos o numero de câmeras, já existentes, e o passamos a monitora-las. Faço o acompanhando de perto os processos executados pelos nossos porteiros, orientando e treinando quanto à importância de serem mais efetivos na solicitação de identificação dos visitantes. Condomínio com boa segurança agrega valor ao patrimônio e tranquiliza os pais que a cada dia escolhe viver em condomínios fechados para que os filhos tenham mais liberdade e os pais segurança. 10-) Qual a mensagem você passaria para futuros síndicos? Especialize primeiro, faça cursos e pense se realmente quer ser um sindico, não encare a profissão como apenas um “bico” para aumentar seu orçamento ou ter uma fonte de renda. Para ser

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