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A ética cabe em todo lugar. Inclusive na Engenharia.

Muito tem se falado de ética nos últimos tempos. Escândalos na política principalmente, têm levantado a questão dos limites éticos nas relações profissionais. Até onde vai o limite de uma relação sem ferir a ética moral e profissional? Acidentes como os de Brumadinho, por exemplo, expõem uma conduta que fere os princípios éticos da profissão da engenharia, colocando em risco a vida de centenas de pessoas. Infelizmente também é comum vermos casos de explosão em condomínios por serviço mal executado ou por falta de manutenção e até mesmo mortes por descarga elétrica em local que deveria, por lei, existir aterramento adequado e atestado por um profissional capacitado. E quando nos deparamos com esses casos, nos questionamos: até onde vai a ética do ser humano ao aceitar que serviços mal executados, falta de manutenção ou “vista grossa” coloquem em risco a vida de pessoas? Para contextualizar essa discussão vamos ver, antes, o que é Ética por definição: Ética é a ciência que estuda os valores morais que orientam o comportamento humano em sociedade. É um conjunto de princípios ou padrões pelos quais se pautam a conduta humana. Algumas vezes a ética é chamada de “moral”, e por extensão, seu estudo frequentemente chamado de Filosofia Moral. Assim, como um ramo da Filosofia, Ética é considerada uma ciência normativa, já que trata de normas de conduta humana. Na prática, agir eticamente é agir de acordo com os preceitos da moral instituída. A Ética é importante e necessária para o bem-estar de uma sociedade e, sendo assim, se aplica a todas as esferas, seja na educação, nos relacionamentos sociais e, muito importante, nas profissões. Agir em contradição com as normas de uma sociedade, invariavelmente resulta em conflito e muitas vezes em danos a alguma parte. A Ética porém, não é absoluta e imutável, e suas mudanças ocorrem normalmente através da quebra do padrão anterior. E a Ciência, muitas vezes, é uma das grandes responsáveis pelas quebras desses padrões, que resultam da evolução moral de nossa sociedade. O comportamento de uma pessoa é quase sempre ético quando ela faz o que é melhor para todos! Ética pessoal A Ética pessoal tem origem na família, na escola e na vida social do indivíduo. Os pais são a primeira fonte de influência comportamental, emocional e ética nos filhos. Valores como: falar sempre a verdade; ser sempre honesto; importância do trabalho; autorresponsabilidade e outros, são aprendidos principalmente nesses ambientes. Ética profissional A profissão é um bem social da humanidade e o profissional é o agente capaz de exercê-la, tendo como objetivos maiores a preservação e o desenvolvimento harmônico do ser humano, de seu ambiente e de seus valores. No aspecto profissional, a Ética perpetua os princípios morais fundamentais do certo ou errado. Mas aqui, especificamente, podemos traduzi-la como a maneira pela qual o ser humano conduz o desempenho de suas funções, obedecendo aos princípios que regem a moral, o respeito, o conhecimento, o sigilo profissional e os códigos de moral e conduta que regem sua profissão. Todo comportamento tem suas razões. A Ética é simplesmente a razão maior. David Hume Ética na Engenharia A Engenharia existe desde os mais remotos tempos. Pode-se afirmar que ela existe desde o aparecimento do homem na face da Terra. Se a entendermos como a arte de usar a técnica para realizar aquilo que a imaginação humana concebe, verificaremos que enquanto existir a humanidade, ela estará presente. A Engenharia, compreendida como a arte de fazer, consiste em aplicar conhecimentos científicos à criação de estruturas, processos e dispositivos, que são utilizados para converter recursos naturais em formas adequadas ao atendimento das necessidades humanas. Nos cursos de engenharia estuda-se entre outras coisas, projetos, dimensionamentos, análises, processos e avaliação de desempenho. Mas onde entra a ética? Engenheiros projetam produtos e equipamentos, máquinas e equipamentos agrícolas, sistemas de tratamento de matérias primas, aplicativos de gestão. Contribuem para o avanço da sociedade com o desenvolvimento de novas tecnologias; Desenvolvem processos que, muitas vezes, modificam nossa forma de viver. Porém, produtos e processos tem consequências na sociedade Se um sistema de irrigação não funcionar, o agricultor perde a produção; Se o alimento não for manipulado de forma correta pode acarretar riscos à saúde humana; A falta de tratamento adequado de resíduos em um processo industrial pode gerar problemas ambientais graves; Uma linha de produção não projetada corretamente pode levar a prejuízos à empresa, gerando desempregos; E uma edificação que não segue os padrões normativos de construção e manutenção pode, além de causar prejuízo econômico, expor a vida de seus usuários a sérios riscos. Decisões tomadas por engenheiros geralmente tem sérias consequências para as pessoas e para a sociedade. Assim, a Ética na Engenharia regula os relacionamentos entre: Engenheiro e a sociedade; Engenheiro e outros profissionais; Engenheiro e meio ambiente; Engenheiro e empregador; Engenheiros e seus clientes.O Código de Ética do Profissional da Engenharia enuncia os fundamentos éticos e as condutas necessárias à boa e honesta prática da profissão, relacionando direitos e deveres correlatos de seus profissionais. Estabelece que a profissão deve ser praticada através do relacionamento honesto, justo, com igualdade de tratamento entre os profissionais, com lealdade na competição e com base nos preceitos do desenvolvimento sustentável na intervenção sobre os ambientes naturais e construídos. Além disso, deve ser praticada com isenção de perigo ou danos às pessoas, seus bens e seus valores Dentre alguns deveres do profissional de engenharia destacamos: Desempenhar sua profissão ou função nos limites de suas atribuições e de sua capacidade pessoal de realização; Fornecer informação certa, precisa e objetiva em publicidade e propaganda pessoal; Atuar com imparcialidade e impessoalidade em atos arbitrais e periciais; Alertar sobre os riscos e responsabilidades relativos às prescrições técnicas e as consequências presumíveis de sua inobservância; Atuar com lealdade no mercado de trabalho, observando o princípio da igualdade de condições; Manter-se informado sobre as normas que regulamentam o exercício da profissão; Atender, quando da elaboração de projetos, execução de obras ou criação de novos produtos, aos princípios e recomendações de conservação de energia e de minimização dos impactos ambientais; Considerar em todos os planos,

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Chega de dúvida! Confira 5 dicas para avaliar o trabalho final de pintura da melhor forma

Pintar as paredes é uma ótima forma de renovar os espaços de convivência! Mas se você não é um especialista no assunto, pode ser difícil conferir o trabalho final do pintor. Afinal, como ter certeza que o resultado está satisfatório sem uma referência? É por isso que nós da Pepe preparamos 5 dicas para você se garantir na hora de avaliar o serviço prestado. Confira: Se o pintor também foi responsável por preparar as paredes, é importante ter certeza de que elas estão lisas assim que o trabalho for concluído. Conte com a ajuda da luz, mas não confie apenas em seus olhos! Passe a mão pelas paredes para checar se existem imperfeições.   Fique atento linhas de entrada irregulares, marcas de pingos e pincel ou prova de tinta derramada ou respingada. Se encontrar alguma dessas falhas, fale com o pintor imediatamente sobre as suas preocupações.   Confira se o acabamento está uniforme e sem imperfeições. Dica: é mais difícil chegar a um acabamento impecável com cores escuras, mas um pintor experiente vai dar conta do recado!   Lembre-se que um bom pintor sempre vai deixar tudo limpo após o serviço.   Você ou os moradores não ficaram felizes com o resultado final da pintura? Nesta hora é importante confiar nos instintos e não ter medo de dividir sua opinião com o pintor.   Quer uma indicação de profissional para fazer as pinturas que o seu condomínio precisa? Pode contar com a Pepe! Nossos vendedores estão sempre prontos para orientar os clientes das melhor forma possível. Fonte: www.pepetintas.com.br

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Manutenção e economia de elevadores, mitos e verdades

Se você trabalha com condomínios há algum tempo, já deve ter ouvido falar que os elevadores são os principais vilões da conta de energia elétrica alta. Uma solução conhecida para esse problema é realizar a constante manutenção de elevadores. Mas será que isso realmente ajuda na economia? E como funciona a modernização de elevadores? Vamos desvendar esses e outros mistérios nesse artigo sobre elevadores em condomínios. Confira: Mito ou verdade? Quando o assunto é elevadores em condomínios, existem algumas frases que são repetidas com frequência. Mas será que tudo o que é dito está correto? Descubra quais são os mitos e as verdades: Elevadores em condomínio são os principais culpados pelo gasto de energia elétrica. Depende. Antigamente, os aparelhos de fato gastavam uma grande quantia de energia. Logo, isso tornava-os responsáveis por contas de luz caríssimas. Porém, hoje os elevadores são mais modernos e feitos com tecnologias que diminuem o custo mensal. Manutenção de elevadores faz o condomínio economizar nos gastos com energia elétrica. Verdade. Com manutenção eficiente, alguns condomínios relatam a economia entre 20% a 40% nas despesas com eletricidade. Desligar um dos elevadores à noite gera economia. Mito. Se há apenas um elevador disponível para os moradores e você desligar o outro, ele acabará fazendo o trabalho de dois equipamentos. Nesses casos, não há economia de elevadores em condomínios. A prática também pode resultar em sobrecarga, com isso diminuindo a vida útil do aparelho. Sensores de luz ajudam a economizar energia. Verdade. Luzes com sensores de presença nos elevadores podem oferecer uma diferença na conta de energia ao final do mês. Deste modo, a iluminação apenas funcionará quando alguém entrar no equipamento. A economia fica ainda maior se as lâmpadas utilizadas forem de LED. Manutenção preventiva dos elevadores reduz gastos gerais. Verdade. Um elevador com tudo em ordem gasta menos luz do que um equipamento que precisa trabalhar mais devido a problemas. Aposte na manutenção e reforma de elevadores no condomínio. Elevadores devem passar por revisão mensal para conferir as partes não acessíveis do equipamento – como o poço, o topo da cabine e a máquina de tração. Assim é possível prever as futuras trocas de peças. Isso aumenta a vida útil do aparelho e ainda ajuda na previsão orçamentária do condomínio. A manutenção deve ser feita pela mesma empresa que vendeu os elevadores ao condomínio. Mito. O condomínio tem liberdade para contratar o serviço de manutenção de quem quiser. Às vezes, trocar de fornecedor gera economia. Há casos em que o síndico consegue até 50% de redução de gastos ao contratar uma nova empresa. Porém, tome cuidado com empresas que cobram valores muito baratos! Pesquise sobre a empresa antes de fechar contrato. Todo contrato de manutenção de elevadores precisa incluir os valores das peças de reposição. Mito. É possível fazer um contrato de manutenção básica. Nesses casos, não é cobrado o valor das peças, apenas da mão-de-obra. Desta forma, quando for necessário fazer alguma alteração, o condomínio fica responsável por pagar o custo extra ou comprar a peça diretamente com um fornecedor. É uma boa pedida para condomínios com elevadores mais novos, onde as chances de problemas são menores. Qualquer empresa está apta para fazer a manutenção de elevadores em condomínios. Mito. As prestadoras de serviço devem ser regulamentadas e ter concessão dada pela prefeitura e pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA). Além disso, precisam contar com, ao menos, um engenheiro responsável. Antes de fechar negócio, confira se o estabelecimento faz parte da relação de empresas aprovadas pela cidade. Geralmente essa informação é disponibilizada pela Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (ou semelhante) do município. Você também pode conferir a lista de empresas aprovadas pela Prefeitura de São Paulo. Outras dúvidas comuns entre síndicos: Quanto custa fazer manutenção de elevadores em condomínios? Em suma, a manutenção de elevadores em condomínio tem preço médio de R$ 480 a R$ 700 mensais por equipamento. Todavia, esse valor não inclui os valores das peças de reposição. Ao adicionar o preço das peças, é comum cobrar entre R$ 1.100 e R$ 1.400 mil por elevador. Os valores podem variar de acordo com o tamanho, o tempo de existência dos aparelhos, da infraestrutura do condomínio e o município em questão. Custos de modernizar os elevadores do condomínio Muitos síndicos se perguntam quanto custa modernizar um elevador. Pode-se dizer que o preço da modernização de elevadores varia bastante. Em média, o valor fica entre R$ 30 mil a R$ 160 mil por aparelhagem. Se o condomínio conta com vários equipamentos, a modernização de elevadores pode custar quase R$ 1 milhão. Apesar dos altos valores, o condomínio se beneficia com segurança e redução do custo mensal com energia elétrica. Além disso, o condomínio economiza com gastos de trocas de peças ou reformas emergenciais. É importante destacar que modernização de elevadores é diferente de embelezamento de elevadores. Modernizar significa trocar peças para melhorar o funcionamento do elevador. Embelezar é dar um trato estético no elevador, fazer uma modernização estética. Em outras palavras, isso envolve modificar portas, espelho, botões, iluminação, entre outros itens aparentes. Desta forma, modernizar os elevadores não significa se livrar das manutenções preventivas. As revisões se mantém por questões de segurança, mas as chances de os equipamentos precisarem de reformas se tornam menores. Quando fazer a modernização de elevadores É recomendável investir na modernização de elevadores do condomínio quando: Os elevadores começam a dar problemas com frequência; As trocas de peças se tornam constantes e cada vez mais caras; Há dificuldade de encontrar peças de reposição no mercado; O equipamento produz um grande consumo de energia; Os componentes do elevador não contam com proteção contra variações na rede elétrica; Há desnível constante entre os andares e a cabine; Os barulhos se tornam mais altos do que o normal; O elevador não conta com sistemas de segurança atualizados; O condomínio precisa passar por adaptações de acessibilidade; Os elevadores apresentam infestação de cupins. Assim sendo, especialistas recomendam que o condomínio aposte na modernização caso ocorram mais de seis casos de interrupções no

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Manutenção de inverno no condomínio: o que observar?

O dia 21 de junho marcou o início da época mais fria do ano: o inverno. E com ele o período ideal para realizar manutenções preventivas e corretivas no condomínio. Manutenção da piscina Quando falamos em manutenção de inverno, a primeira coisa que nos vêm à cabeça é realizar a limpeza e reparos na piscina. Afinal nessa época mais fria do ano é comum a ocupação dessa área diminuir bastante. Por isso, se o seu condomínio possui piscinas é o momento ideal para realizar obras de reparo, troca de revestimentos e restauração de pisos e decks. O que verificar para manter a piscina em perfeito estado: Infiltrações e rachaduras: ao observar rachaduras e fissuras na piscina a solução o primeiro passo é resolver e eliminar as fissuras para depois impermeabilizar e revesti-la novamente. Troca de rejunte e azulejo: revestimento de azulejos é outro tipo de acabamento bastante comum em piscinas, por se tratar de uma opção mais barata e que possibilita uma variedade muito grande de decorações. Se a piscina do seu condomínio possui esse tipo de revestimento considere aproveitar o inverno para checar e se necessário realizar a troca do azulejo ou do rejunte. Existem duas soluções para realizar a manutenção desse tipo de revestimento: a primeira é esvaziar a piscina quase completamente e efetuar a troca dos azulejos. A segunda é chamada técnica Troca do vinil da piscina: nesse caso, é necessário esvaziar a piscina e efetuar a retirada do vinil antigo, verificar eventuais rachaduras na estrutura e, por fim, aplicar um novo vinil. Troca de borda: outra manutenção que pode ser realizada no inverno é a troca da borda da piscina. Lembre-se de quando efetuar a troca substituir a borda por outra da mesma espessura da atual. Troca dos piso e decks: além disso, pode-se aproveitar para efetuar a troca do piso e decks. Vale ressaltar que a troca muitas vezes é motivada por questões estéticas, mas a segurança deve ser sempre levada em consideração, por isso, dê preferência por materiais atérmicos, que não absorvem muito calor, e antiderrapantes. Jardim Nessa época do ano o clima frio faz com que as plantas diminuam seu metabolismo para suportar os períodos mais frios. Esse período é chamado de dormência das plantas, em que ocorre a perda das folhas e a cor avermelhada ou amarronzada de algumas espécies anuncia a chegada do inverno. Por isso, alguns cuidados com os jardins do seu condomínio podem ser adotados. O paisagismo não pode ser esquecido no inverno, afinal essa época é ideal para revigorar as funções biológicas e preparar os jardins, para um novo ciclo de crescimento com a chegada da primavera. Rachaduras na fachada No período mais frio do ano é comum aparecerem trincas, fissuras, manchas e desplacamentos de fachadas. Isso ocorre em virtude da movimentação de materiais, que aumenta com as oscilações de temperatura ao longo do dia. A nossa dica é realizar uma inspeção rigorosa de todo o condomínio para encontrar eventuais rachaduras. Depois disso, providenciar os reparos para manter tudo em dia. Impermeabilização Outra manutenção necessária no inverno é conferir a impermeabilização do prédio. Fique atento aos primeiros sinais de que algo está acontecendo, como: regiões amareladas, trincas, gotas, coloração avermelhada devido à ferrugem, paredes emboloradas, etc. Cuidados com infiltrações e impermeabilização no condomínio Instalações de gás As temperaturas mais baixas pedem banhos mais quentes, não é mesmo? Por isso, vale a pena conferir as instalações de gás do condomínio. Realize uma vistoria completa nas estruturas de gás e certifique-se de que tudo está em dia. Aberturas Nessa época do ano é bastante comum a chegada de chuvas e ventos fortes, e para evitar prejuízos ao condomínio é necessária uma checagem completa nas estruturas do prédio. Algumas estruturas que você deve certificar que estão firmes e bem instaladas são: Janelas Vidros Antenas de TV Grades de proteção Pastilhas da fachada Placas de publicidade Telhas Pára-raios Telhas Árvores Paredes Essas são algumas dicas de manutenção para você checar e realizar no seu condomínio.

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Por que o serviço de jardinagem é tão importante para o meu prédio?

Uma das principais funções do síndico é garantir que o prédio esteja sempre bonito, agradável, seguro e confortável. Para tanto, há diversas tarefas que devem ser executadas, como a limpeza de áreas comuns ou a revitalização da fachada, de tempos em tempos. Contudo, há uma atuação que nem sempre é considerada: a jardinagem. Como é cada vez maior a presença de espaços verdes em condomínios, é muito provável que o edifício tenha que se preocupar com isso. Mas você sabe o que há de tão importante no serviço de jardinagem? Continue lendo e confira a resposta! O serviço de jardinagem confere um aspecto bonito e agradável ao imóvel Ter uma área verde próxima às moradias é positivo porque é algo que garante maior conforto e bem-estar. Paralelamente, não adianta ter o local ideal se ele não é cuidado como deveria. Vale ressaltar aqui o custo que as construtoras têm para elaborar e montar o paisagismo. A falta de cuidado com a manutenção vem a desperdiçar uma parte considerável dos investimentos realizados pelos proprietários do bem. Com isso, de um espaço agradável, o jardim assume uma aparência descuidada e pouco atraente. Independentemente de seu tamanho, o resultado não será nada bonito, e a área perde seu interesse. Por outro lado, o serviço adequado garante que tudo esteja sempre aparado e em dia. O efeito é um aspecto mais agradável, harmonioso e atraente. Além disso, é um jeito de garantir uma boa valorização dos apartamentos. A satisfação dos condôminos fica muito elevada Tanto quem mora no prédio quanto quem é dono de um imóvel no local deseja que o ponto esteja sempre bonito. É um jeito de ver o dinheiro da taxa de condomínio ser bem-utilizada, além de causar uma boa impressão em visitas que chegam. Se o serviço de jardinagem não é feito corretamente, é natural que o espaço fique pouco atraente, interessante ou mesmo seguro. Como resultado, a insatisfação dos condôminos será inevitável e a comunicação também ficará prejudicada. Em contrapartida, um bem elaborado causará uma boa impressão entre os moradores e a satisfação será ampliada. Os riscos de surgirem animais perigosos são reduzidos Áreas verdes, muitas vezes, servem como habitat para diversos animais. Em grandes cidades, isso pode até ser oportuno, já que permite ver pássaros que não são observados regularmente, por exemplo. Contudo, a falta de cuidado com as plantas aumenta os riscos de aparecerem animais como insetos e roedores. Ratos, gambás, formigas, abelhas e baratas são apenas alguns dos bichos que se acumulam entre a sujeira, a umidade e a bagunça do espaço. Isso é perigoso porque há elementos que são transmissores de doenças, como mosquitos. Para completar, crianças e animais de estimação ficam em perigo. Com o devido cuidado, o lugar se torna limpo e sob controle e os riscos dessas espécies surgirem são reduzidos. A manutenção constante evita gastos maiores com consertos Não é incomum ver síndicos que julgam que o serviço de jardinagem é um problema de menor interesse. Como resultado, o espaço é deixado de lado e preterido em relação a outros consertos. O fato é que se não houver manutenção, aumentam as chances de haver um conserto completo — e isso custará muito mais dinheiro, já que reformar toda a área verde exige um esforço maior. Portanto, dar atenção ao cuidado com a jardinagem significa diminuir os custos e reduzir as probabilidades de gastar de forma imprevista. Agora que você já conhece a importância do serviço de jardinagem, não deixe de contratar em seu prédio. Além de mais bonito, ele também ganhará segurança! Fonte Site Parceiro: www.sindiconews.com.br

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Consultoria e Fiscalização de Engenharia nos Condomínios: Necessidade ou Extravagância do Síndico?

Na manhã desta quarta-feira (12) ocorreu um acidente com dois trabalhadores que caíram de um andaime em uma obra na Rua 31 Sul em Águas Claras. A queda resultou na morte de um homem e o outro está gravemente ferido internado no Hospital Regional de Taguatinga (HRT) conforme informações do Corpo de Bombeiros do DF. Acidentes como este, envolvendo operários de obras e serviços de engenharia em condomínios, acontecem mais frequentemente do que gostaríamos. E por conta disso, fica a pergunta: o síndico deve ou não contratar serviço de consultoria e fiscalização de obras para o condomínio? Partindo do princípio de que todas as atividades de gestão estão diretamente ligadas a responsabilidade do síndico, conclui-se que a administração da área de engenharia também está subordinada as obrigações do mesmo síndico. A dificuldade está no entendimento de que não basta apenas contratar empresas de engenharia para realização de serviços especializados. O síndico ou gestor condominial sabe que ao assumir um condomínio torna-se responsável pela manutenção e conservação da edificação e por isso necessita de orientação profissional especializada de engenharia. Ou seja, contar com a assessoria profissional na área de Engenharia é indispensável e não uma extravagância do síndico. Mas muito cuidado! Contratar fiscalização de obras tem o objetivo de organizar as demandas de engenharia do condomínio, verificar as reais necessidades da edificação, impedir prejuízos, mitigar riscos e prevenir e evitar acidentes como este de Águas Claras. Não se contrata fiscal de obra apenas pelo preço. Fazer leilão em uma atividade tão sensível quanto esta pode custar bem caro ao síndico e ao condomínio. Para trabalhos em altura, por exemplo, é necessário que a empresa apresente certificado das Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE para cada operário envolvido nesta atividade. São as famosas NR`s que são exigidas para proteção do trabalhador ou EPI’s (NR-06), segurança em canteiros de obras (NR-18),  trabalho em altura (NR-35) e assim por diante e para a segurança de responsabilidade civil do síndico e jurídica do condomínio. Para o Engenheiro Civil Mário Galvão, tão importante quanto as Normas Regulamentadoras é a observância dos registros de entrada e saída dos trabalhadores na obra. “Acompanhar de perto os operários, verificando se a lista de nomes fornecidos pela empresa confere com os operários registrados na documentação do condomínio e presentes na obra é fundamental para a segurança do síndico e um dos objetivos da fiscalização.” – alerta. Já o Presidente da Assosindicos Emerson Tormann salienta que é muito importante as administradoras de condomínio verificar o Cadastro Nacional de Obras – CNO (que substituiu o cadastro específico do INSS, que emitia as matrículas CEI de obras de construção civil) esta aderente à documentação fornecida ao condomínio. “A conferência minuciosa desta documentação é de responsabilidade das Empresas prestadoras de serviços de Administração de Condomínio que devem auxiliar o síndico no sentido de evitar demandas (processos e ações) trabalhistas contra o condomínio”, orienta. Portanto, recomenda-se verificar a experiência do profissional que está sendo contratado e/ou o histórico da empresa que irá realizar os serviços de fiscalização. Peça referências a empresa a ser contratada e verifique os resultados obtidos por outros síndicos certificando-se de que obterá a consultoria que deseja e a segurança que necessita. O depoimento de alguns síndicos pode esclarecer melhor sobre o assunto garantindo êxito na gestão do síndico! Fonte Site Parceiro: www.assosindicosdf.com.br

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Evite desperdícios! Descubra quantos litros de tinta comprar para a sua reforma.

Nem sempre é fácil acertar na quantidade de tinta que vai ser utilizada em uma pintura. O ideal é evitar o desperdício sem ter que sair correndo no meio do processo para comprar mais uma lata. Por isso, vamos te ensinar uma fórmula que vai ajudar nessa missão!   O primeiro passo é avaliar o tamanho da área que vai ser pintada. Meça a largura e a altura das paredes com uma fita métrica e multiplique-as para descobrir a medida do metro quadrado geral. Depois, subtraia o espaço que as janelas e portas ocupam usando o mesmo método e remova esse valor da sua medida de metro quadrado geral.   A seguir, multiplique a sua nova medida de metro quadrado geral pelo número de demãos que você vai precisar (considere pelo menos duas demãos). Nessa hora, vale a pena incluir um pouco de tinta extra para imprevistos! Por fim, divida este valor total pelo número de m²/L que está em sua lata de tinta. O resultado dessa conta vai te dar o total de litros de tinta que você precisa para a sua reforma!   O tipo de tinta faz toda a diferença, assim como o seu fabricante: quando você usa um produto de melhor qualidade, vai precisar usar menos tinta para chegar a um ótimo resultado. Usar menos tinta não significa apenas economizar dinheiro, mas também proteger o planeta!   Mas e se mesmo assim sobrar tinta?   Nem sempre dá pra acertar, né? Nesse caso, o fechamento correto das latas é muito importante: é preciso limpar os restos de tinta que ficam na borda da embalagem. Eles podem impedir o fechamento completo permitindo a entrada de ar, o que danifica o produto. Depois da limpeza, encaixe aos poucos a tampa – feche a lata de maneira que não exista a possibilidade da entrada de ar!   Agora é só guardar da forma correta: em um lugar coberto, sem umidade ou calor excessivo, sempre na posição vertical e sem movimentação. Se tiver sobrado apenas uma pequena quantidade de tinta, a dica é guardar em potes velhos de geleia em um local seguro e seco! Você pode guardar a tinta por seis meses ou até o vencimento (o que acontecer primeiro), mas atenção: ela nunca deve ser armazenada diluída.   Outra opção é dar a tinta para vizinhos ou amigos – talvez um centro comunitário ou uma escola possa fazer bom uso dela! O mais importante é não jogar tinta pela pia ou canos nem descartá-la como se fosse lixo normal. Para o descarte correto, entre em contato com a câmara municipal da sua cidade: eles vão te orientar para descartar a tinta sem prejudicar o meio ambiente.  

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Dúvidas sobre a cor da tinta? Conheça a ferramenta que permite testar os tons antes da pintura.

Durante uma reforma, é comum ficar indeciso na hora de escolher as cores das tintas que vão ser utilizadas. Com tantas opções de tons, fica difícil saber qual é a melhor opção para a parede ou superfície que vai ser pintada. É preciso exercitar a imaginação para prever como a cor vai ficar e se vai combinar com o resto do ambiente. A expectativa, muitas vezes, fica longe da realidade.   Já pensou em poder testar as cores nas paredes antes de aplicar a tinta? Graças à evolução da tecnologia, hoje isso já é possível! Com o aplicativo Coral Visualizer, por exemplo, é só apontar o celular para o lugar que vai ser pintado e experimentar virtualmente quantas cores quiser! Assim fica muito mais fácil escolher qual tom fica melhor – adeus, arrependimento!   São mais de 2.000 cores para testar: chega de dúvidas na hora de escolher as tintas! Basta selecionar ao vivo o ambiente que você quer pintar (ou até mesmo a foto do ambiente) e tocar na tela para selecionar a cor escolhida. Você ainda pode compartilhar suas fotos e vídeos para consultar a opinião de outras pessoas – como os moradores do seu condomínio, por exemplo.   Depois de salvar o seu projeto, salve nos favoritos e compartilhe no Facebook, Twitter ou por e-mail com quem você quiser. O aplicativo Coral Visualizer está disponível para iOS e Android: é só baixar e começar a testar as cores agora mesmo!

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Saúde estrutural da edificação: Qual a importância da estrutura em uma edificação?

A área de avaliação, recuperação e reforço de estruturas se assemelha etimologicamente a área médica. Para se conhecer a “saúde” da estrutura, ou seja, o grau de conservação, durabilidade e segurança estrutural é de fundamental importância que sejam realizadas inspeções periódicas e “exames clínicos”, no caso da engenharia diagnóstica, ensaios destrutivos ou não destrutivos nas edificações. Para abordar um pouco mais sobre este assunto, o Eng. Civil Mário Galvão, M.Sc conversou com o Eng. Leonardo Braga Passos, M.Sc, sócio/diretor da PI-Engenharia e especialista em engenharia de estruturas, para auxiliar o síndico sobre este assunto. Eng. Mário Galvão: Leonardo, qual a importância da manutenção periódica na estrutura de um edifício? Eng. Leonardo Braga Passos: Mário, as estruturas dos edifícios, pontes, viadutos, barragens, dentre outras em nosso país, estão envelhecendo. Similar a nós, que devemos realizar check-up’s periódicos ao longo de nossas vidas, para avaliarmos nossa saúde, o mesmo procedimento deve ser realizado em estrutura de um edifício e não apenas trata-la somente após a evidencia de que algo não está indo bem. A estrutura é o “esqueleto” da edificação e é responsável pela segurança de todos os demais sistemas integrantes de um edifício e de seus usuários. Sendo assim, caso esta esteja “doente”, deverá ser tratada (medicada) para não ocasionar futuros acidentes. Eng. Mário Galvão: Qual profissional deve ser contratado para realizar a análise estrutural? Eng. Leonardo Braga Passos: Para tal análise, deve-se contratar um profissional habilitado, ou seja, engenheiro civil. Recomenda-se que este profissional seja especializado e possua larga experiência na áreas de estruturas e engenharia diagnóstica. Eng. Mário Galvão: Quais principais sinais que indicam que a estrutura encontra-se possivelmente “doente”? Eng. Leonardo Braga Passos: Os casos mais comuns identificados em edifícios residenciais e comerciais são: lixiviação (estalactites) que são formados principalmente sob áreas molhadas como banheiros e lajes de cobertura; desplacamentos de concretos e armaduras expostas na base de pilares, principalmente em pilares de subsolo, fachadas externas e garagens; desplacamento e armaduras expostas em lajes e vigas principalmente em coberturas e áreas externas; infiltrações em juntas de dilatação; umidade em muros de contenção; fissuras, trincas e rachaduras em paredes e elementos estruturais; dentre outros. Eng. Mário Galvão: Quais os principais procedimentos devem ser adotados durante a inspeção da estrutura? Eng. Leonardo Braga Passos: O profissional deve: procurar conhecer a história da edificação (quando foi construída, se existem projetos, se ela já passou por algum tipo de intervenção, etc..); realizar uma análise visual da estrutura e identificar as patologias visíveis; identificar as prováveis causas que estejam ocasionado aquelas patologias; prescrever e realizar os adequados ensaios destrutivos e/ou não destrutivos para cada tipo de patologia para poder conhecer o grau em que se encontra a “saúde” dos elementos estruturais inspecionados (detecção magnética de armaduras, profundidade de carbonatação, ultrassonografia, radar, potencial de corrosão, dentre outros). Eng. Mário Galvão: Após o estudo da saúde da estrutura, quais medidas devem ser tomadas? Eng. Leonardo Braga Passos: O síndico, após receber o laudo do profissional que realizou o diagnóstico, deverá encaminhar a profissionais habilitados (engenheiros) que possuem know-how em tratamento, recuperação e reforço de estruturas, que irão garantir, após a realização dos tratamentos, o reestabelecimento da “saúde” e segurança da estrutura e de seus usuários.

Manutenção Predial

O que ninguém revela ao síndico sobre planos de manutenção para o condomínio

Toda a edificação necessita de cuidados de limpeza e conservação. Disso ninguém tem dúvida. Todo o síndico sabe que deve seguir as recomendações dos manuais das áreas comuns e normas técnicas de manutenção. Sabe também que mesmo prédios novos apresentam problemas e necessitam de intervenções e reparos para deixar tudo funcionando perfeitamente. E é por esse motivo que muitas empresas de engenharia se aventuram na oferta de “Planos de Manutenção”. Para entender melhor o que é um plano de manutenção para o condomínio, basta comparar o prédio a um automóvel. Da mesma forma que o carro, o prédio deve passar por revisões periódicas para verificar o estado de conservação dos sistemas e se há alguma inconformidade para ser corrigida. Mas nem sempre as coisas são tão simples quando o assunto é conservação predial. Ao se falar em correção de patologias da edificação e plano de manutenção, surge a pergunta: qual implantar primeiro? Vários prédios que temos observado apresentam problemas que superam a possibilidade de manutenção. Os sistemas estão tão degradados a ponto de não ser mais possível mantê-los funcionando. Em alguns casos, o grau de deterioração ultrapassou o limite aceitável tornando-se irrecuperável necessitando substituição de peças ou a reinstalação completa do sistema. É aí que surge a confusão sobre o que é manutenção e o que é reabilitação de uma edificação. Nesse aspecto, diversas empresas de engenharia oferecem planos de manutenção e ignoram o fato de que é inviável realizar essa tarefa, dar manutenção. A prioridade é, no entanto, recuperar os sistemas para que eles se tornem funcionais novamente. A correção de falhas e o restabelecimento das características originais da edificação deve preceder à manutenção. Por isso costuma-se dizer que é impossível fazer manutenção em algo que já perdeu suas características e funções originais. O síndico geralmente recebe propostas de empresas que prometem manter o prédio fazendo pequenos reparos de elétrica, hidráulica, concertando vazamentos, trocando disjuntores, como se essas atividades resolvessem todos os problemas da edificação. O condomínio frequentemente paga por um serviço paliativo e os problemas continuam presentes, agravando as falhas e danificando ainda mais os sistemas. Outro erro recorrente, mas que nunca é demais alertar, está em esperar que algum equipamento apresente falhas para depois corrigir o problema. Para determinar o nível de desgaste de cada sistema e se é necessário reabilitá-lo, o síndico deve contratar empresa de consultoria e assessoria de engenharia. Somente a avaliação apurada de um especialista poderá determinar qual o melhor caminho para a recuperação das falhas e a reabilitação dos sistemas da edificação. De forma criteriosa, o especialista junto com o síndico, conselheiros e moradores poderão decidir sobre as prioridades das obras de recuperação e a disponibilidade financeira do condomínio. Portanto, não faz sentido querer manter uma edificação onde existem falhas e sistemas danificados. Somente após a reabilitação de todos os sistemas será possível implementar o plano de manutenção, condizente com a realidade do condomínio, seguindo as recomendações do manual do síndico (áreas comuns) e normas técnicas referentes ao tema.

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