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Author name: José Pimentel

Segurança

A portaria do condomínio na palma da sua mão

Diariamente a sociedade clama por mais segurança, mobilidade, tecnologia e redução de custos, e tal realidade também se faz presente nos condomínios. Com o aumento da insegurança no país, se notou a necessidade de um maior controle de tudo, e no caso dos condomínios, um maior controle do acesso, tendo a tecnologia como principal aliada nesse tema. A correria do cotidiano também criou a necessidade de uma gestão condominial mais prática e móvel. Normalmente, todo este controle e gestão oneram bastante o centro de custos, porém existe uma alternativa que caminha lado a lado com as necessidades e agrupam o quarteto segurança, mobilidade, tecnologia e reducão de custos: o Condoease. Lançado em 2017, o Condoease tem conquistado espaço por sua capacidade extraordinária de solucionar problemas, reunindo tecnologia de última geração, praticidade, controle, preço justo e segurança em um único software. O programa em questão atua no controle do acesso ao condomínio e na gestão do funcionamento do mesmo, auxiliando os gestores no dia-a-dia com seguridade e praticidade. Desde a implantação até o cotidiano, o Condoease se responsabiliza, deixando os moradores e os síndicos tranquilos para prosseguirem com as suas atividades. O Condoease se trata de um software de controle de acesso e gestão que, aliado ao seu próprio aplicativo, controla a entrada e saída de pedestres por meio de biometria, cartão e/ou senha. A entrada de veículos também é totalmente controlada pelo programa por meio de tags cuja sincronização com os veículos autorizados proporciona as entradas e saídas dos mesmos automaticamente, ficando a totalidade dos acessos registrada localmente e em bancos de dados com tecnologia de ponta da Google. Ou seja, todo ingresso está a poucos toques do síndico, sendo gerados infinitos relatórios com especificações de horário, identidade e perfil do acesso. Falando um pouco mais das principais funcionalidades do aplicativo, ele é capaz de gerar chave virtual, personalizada, única e temporária para uma visita que o morador receba, auxiliando assim na segurança do visitante e do condomínio, e derrubando de vez todas as barreiras que a distância propicia, pois até da China o condômino controla o que acontece em seu lar. Outro fator muito interessante do inovador software é a reserva via aplicativo das áreas comuns presentes no condomínio, como salão de festa, churrasqueira , piscina, quadra de esportes e o que mais o condomínio proporcionar. O aplicativo une morador ao gestor, propiciando uma comunicação ágil, segura e documentada. Solucionando diversos problemas do cotidiano e agregando os quatro pilares citados (segurança, mobilidade, tecnologia e redução de custos) o Condoease chega à Brasília com a promessa de revolucionar a forma de gerir um condomínio e se posiciona como uma excelente alternativa aos moradores, podendo se tornar indispensável em um futuro próximo, afinal não é todo dia que surge um software tão completo e inovador quanto o Condoease.

Prevenção

Incêndio em condomínio: como se proteger e como agir em caso de sinistro

Incêndio em condomínio é mais comum do que imaginamos.   Um mero descuido pode interferir em lares e vidas de diversas famílias. Os equipamentos no condomínio também pode ser afetados. O síndico, como representante, deve adotar cuidados para evitá-lo. Você sabe quais as práticas são obrigatórias para se proteger de incêndio em condomínio? Como agir em caso de sinistro? Cuidados para evitar incêndio em condomínio. Os edifícios devem adotar uma série de medidas de segurança para evitar incêndio em condomínio. Além das medidas, são muitos equipamentos obrigatórios que devem constar no prédio. A implementação de tudo isso é do síndico ou da administradora. Itens obrigatórios Existem leis regionais que amparam os cuidados com incêndio em condomínio. Em geral, os edifícios devem conter itens obrigatórios de combate ao incêndio, que são: Mangueira; Hidrantes; Extintores; Sistema de iluminação de incêndio (sinalização de segurança e de saída de emergência); Porta corta-fogo, para prédios com mais de quatro andares; Seguro condomínio contra risco de incêndio, explosão e raio, conforme prevê o Código Civil. Todos os equipamentos devem estar dentro da validade e em perfeito estado de conservação. O seguro condomínio, por sua vez, possui uma cobertura básica que pode ser estendida. Quando está em dia, o condomínio e o síndico não são responsabilizados pelos danos provocados pelo sinistro. Dicas de prevenção Os itens obrigatórios são apenas parte das medidas de segurança contra incêndio em condomínio. Além deles, o síndico pode adotar outras práticas que ajudam a prevenir o sinistro. Uma delas é realizar campanhas com os condôminos para a prevenção de acidentes domésticos. Muito incêndio em condomínio acontece por irresponsabilidade ou descuido dos moradores. Ferro de passar roupa ligado, panelas esquecidas no fogão, velas em cima da madeira, vazamento de gás, isqueiros nas mãos de crianças, bituca de cigarro descartada em local inapropriado. Tudo isso pode provocar um incêndio. Outra medida interessante é solicitar o treinamento de incêndio no Corpo de Bombeiros. Os militares se dirigem ao edifício para treinar moradores e funcionários. Assim, eles aprendem a manusear os itens obrigatórios e a proceder de forma segura em caso de incêndio em condomínio. É muito importante também ter um planejamento contra incêndio. Rotas de fuga seguras, orientação para evitar pânico e manuseio de equipamentos devem constar neste documento. Por fim, é responsabilidade do condomínio revisar periodicamente suas instalações. Especialmente geradores e instalações elétrica. É preciso, também, estar em dia com a documentação exigida pelo Corpo de Bombeiros. Ação em caso de sinistro As situações que podem provocar incêndio em condomínio podem ser contornadas. Em caso de vazamento de gás, por exemplo, leve o botijão para um lugar arejado. Em caso de pequeno incêndio na unidade, abafe o objeto que está pegando fogo com pano úmido, salvo se for equipamento eletrônico, caso em que se deve utilizar extintor de pó químico. Se, porém, o incêndio for maior, é preciso manter a calma e adotar as seguintes condutas: Oriente os usuários a seguir as luzes e indicativos para saídas de emergência; Desligar a energia do prédio. Paralisando os elevadores; Fechar distribuição do gás; Nunca utilize elevadores, apenas as escadas; Acione o alarme de incêndio; Chame os bombeiros imediatamente; Utilize extintores para apagar o foco do fogo; Em caso de muita fumaça, respire pelo nariz em inalações rápidas. Molhe um lenço e o utilize como máscara. Após passar a situação desesperadora, acione o seguro. É a melhor forma de lidar com os danos do incêndio em condomínio. A seguradora tomará todas as providências necessárias para indenizar os danos causados. Importante frisar que, se o edifício não tiver seguro, quem responderá pelo prejuízo será o síndico. Lidar com incêndio em condomínio não é fácil. A situação é de perigo, mas o síndico deve adotar medidas de segurança. Ter os itens obrigatórios e o seguro condomínio em dia é o mínimo. Está tudo em ordem no seu edifício? Se o seguro não estiver, não espere mais para fazer uma cotação com uma seguradora confiável!

Manutenção Predial

O que ninguém revela ao síndico sobre planos de manutenção para o condomínio

Toda a edificação necessita de cuidados de limpeza e conservação. Disso ninguém tem dúvida. Todo o síndico sabe que deve seguir as recomendações dos manuais das áreas comuns e normas técnicas de manutenção. Sabe também que mesmo prédios novos apresentam problemas e necessitam de intervenções e reparos para deixar tudo funcionando perfeitamente. E é por esse motivo que muitas empresas de engenharia se aventuram na oferta de “Planos de Manutenção”. Para entender melhor o que é um plano de manutenção para o condomínio, basta comparar o prédio a um automóvel. Da mesma forma que o carro, o prédio deve passar por revisões periódicas para verificar o estado de conservação dos sistemas e se há alguma inconformidade para ser corrigida. Mas nem sempre as coisas são tão simples quando o assunto é conservação predial. Ao se falar em correção de patologias da edificação e plano de manutenção, surge a pergunta: qual implantar primeiro? Vários prédios que temos observado apresentam problemas que superam a possibilidade de manutenção. Os sistemas estão tão degradados a ponto de não ser mais possível mantê-los funcionando. Em alguns casos, o grau de deterioração ultrapassou o limite aceitável tornando-se irrecuperável necessitando substituição de peças ou a reinstalação completa do sistema. É aí que surge a confusão sobre o que é manutenção e o que é reabilitação de uma edificação. Nesse aspecto, diversas empresas de engenharia oferecem planos de manutenção e ignoram o fato de que é inviável realizar essa tarefa, dar manutenção. A prioridade é, no entanto, recuperar os sistemas para que eles se tornem funcionais novamente. A correção de falhas e o restabelecimento das características originais da edificação deve preceder à manutenção. Por isso costuma-se dizer que é impossível fazer manutenção em algo que já perdeu suas características e funções originais. O síndico geralmente recebe propostas de empresas que prometem manter o prédio fazendo pequenos reparos de elétrica, hidráulica, concertando vazamentos, trocando disjuntores, como se essas atividades resolvessem todos os problemas da edificação. O condomínio frequentemente paga por um serviço paliativo e os problemas continuam presentes, agravando as falhas e danificando ainda mais os sistemas. Outro erro recorrente, mas que nunca é demais alertar, está em esperar que algum equipamento apresente falhas para depois corrigir o problema. Para determinar o nível de desgaste de cada sistema e se é necessário reabilitá-lo, o síndico deve contratar empresa de consultoria e assessoria de engenharia. Somente a avaliação apurada de um especialista poderá determinar qual o melhor caminho para a recuperação das falhas e a reabilitação dos sistemas da edificação. De forma criteriosa, o especialista junto com o síndico, conselheiros e moradores poderão decidir sobre as prioridades das obras de recuperação e a disponibilidade financeira do condomínio. Portanto, não faz sentido querer manter uma edificação onde existem falhas e sistemas danificados. Somente após a reabilitação de todos os sistemas será possível implementar o plano de manutenção, condizente com a realidade do condomínio, seguindo as recomendações do manual do síndico (áreas comuns) e normas técnicas referentes ao tema.

Administração de Condomínios

Quais as funções do zelador?

É importante que as atribuições estejam expressas no contrato de trabalho. O zelador, profissional bastante solicitado nos condomínios, ganhou um dia especial para ser homenageado: 11 de fevereiro, Dia Nacional do Zelador. Considerado o braço direito do síndico, é ele quem está todos os dias circulando pelo prédio solucionando e coordenando as mais diversas tarefas, da entrega de correspondência à garantia do pleno funcionamento dos sistemas hidráulicos, elétricos e dos elevadores, além de fiscalizar o cumprimento do regimento interno. Os serviços prestados por esses funcionários são essenciais, fazendo com que a vida da coletividade predial se torne melhor e mais agradável. Atribuições Mas muitos síndicos ainda se questionam: o que compete ao zelador? Pode fazer reparos elétricos no condomínio? Limpar piscinas? Dúvidas como essas ser Granzotto, o conceito de “zelar” é bastante amplo e sempre deve contar com bom senso. “As principais dúvidas dos síndicos são para saber quais os limites legais das atividades ligadas à função. Para evitar problemas, é importante que as atribuições estejam expressas no contrato de trabalho”, orienta. Para Fernando Willrich, presidente do Sindicato de Habitação de Florianópolis, é fundamental não sobrecarregar o zelador com funções impróprias ao cargo. “É comum encontrarmos zeladores acumulando a função indevidamente, realizando obras e serviços que extrapolam o conceito de ‘pequenos reparos’ ou ainda realizando serviços particulares aos condôminos”, aponta De acordo com Willrich, o zelador é um grande parceiro do síndico e da administradora, conhece melhor do que ninguém as rotinas e manutenções periódicas e necessárias do edifício. Entretanto, na hora dos reparos e trabalhos de risco Willrich faz um alerta: “Os zeladores devem ser bem orientados pelos síndicos para que ele utilize corretamente os Equipamentos de Proteção Individuais. Fora isso, é importante que eles sejam motivados a se qualificar, pois um zelador competente e comprometido com o condomínio traz tranquilidade para todos”, sustenta. O Sindicato dos Empregados em Edifícios de Florianópolis descreve algumas funções inerentes do zelador, confira: ·Transmitir as ordens emanadas dos seus superiores hierárquicos e fiscalizar seu cumprimento. ·Comunicar ao síndico ou à empresa administradora qualquer irregularidade no condomínio. ·Orientar seus auxiliares quanto à aparência pessoal e conduta. ·Comunicar aos setores competentes quaisquer irregularidades que ocorram próximo ao condomínio e que, eventualmente, possam ocasionar prejuízos ou danos ao imóvel ou moradores. ·Inspecionar corredores, pátios, áreas e instalações do prédio, verificando as necessidades de limpeza, reparos, condições de funcionamento de elevadores, parte elétrica, hidráulica, e outros aparelhos para providenciar os serviços necessários. ·Cuidar da higiene das dependências e instalações, supervisionando os trabalhos de limpeza e remoção dos resíduos, para manter o edifício em condições de asseio. ·Providenciar serviços de manutenção geral, fazer pequenos reparos e requisitar pessoas habilitadas para as reformas nas áreas comuns, bombas, caixa d’ água, extintores e elevadores para assegurar as condições de funcionamento e segurança das instalações. ·Zelar pelo cumprimento do regimento interno do edifício, evitando ruídos em horas impróprias e o uso indevido das áreas comuns, levando à administração os problemas surgidos. ·Encarregar-se da aquisição, recepção, conferência, controle e distribuição do material de consumo e de limpeza. Fonte: CondominiosSC 

Editoriais

Os interesses da coletividade nem sempre correspondem com as prioridades exigidas pela gestão.

A Síndica em Destaque desta edição de Março, é a síndica Alessandra Beatriz de Oliveira, que esta no segundo mandato no condomínio Residencial Saint Moritz, localizado na rua 18 Sul lote 9/11 em Águas Claras. JS) O que é ser síndico? Engana-se quem pensa que síndico não trabalha, só recebe. É mediar conflitos e mal-entendidos, buscando resolver da melhor forma os atritos entre condôminos. JS) Como você faz para conciliar suas atividades pessoais, com a de síndico? Por mais difícil que seja, é uma das vantagens que tenho hoje. Aprendendo determinar as prioridades, distribuindo funções e mantendo foco. E ainda poder contar com uma equipe (não só funcionários, como de prestadores de serviços) de uma excelente assessoria de condomínios, na qual sempre podemos contar (DRACMA) como também de um excelente profissional de engenharia. JS) Quando assumiu, quais os problemas e dificuldades encontradas e qual o maior problema que enfrentou? Antes de assumir, o condomínio Saint Moritz vinha sofrendo por anos de falta de manutenção preventiva: fachada, infiltração no telhado, o sistema de combate incêndio fora da norma, multa da AGEFIS por falta de acessibilidade (calçada). Ninguém sabia o que fazer com tantas propostas diferentes, muitas dúvidas e nenhuma garantia de soluções definitivas eram apresentadas. JS) Quais foram as melhorias implantadas na sua gestão e qual economia o condomínio obteve com a implantação dessas melhorias? Com a assessoria do Eng. Mário Galvão foi possível acabar com vícios de projetos mal executados e propostas que induziam os síndicos e administrações passadas ao erro. Com isso tivemos um ganho em obras de gestões anteriores que necessitavam de correção (calçada e telhado) e recentemente já na minha gestão a solução para o problema da fachada. JS) Como faz para manter atualizada a inspeção predial? Nosso prédio já tem 18 anos e necessita de atenção redobrada para não acumular problemas. Acompanhar as inspeções e vistorias de perto é fundamental para mantermos todos os sistemas em dia. Sempre visando a redução de gastos extras e recorrendo a experiência da consultoria de engenharia para prescrever o que é mais adequado e econômico para o condomínio. Fizemos laudos de todos os sistemas do prédio e estamos realizando as correções e manutenções de acordo com as recomendações da consultoria de engenharia. JS) Cite quais são os principais desafios no seu condomínio, no dia a dia A administração de pessoas, tanto funcionários quanto moradores, é o maior desafio que enfrento todos os dias em meu condomínio. Os interesses da coletividade nem sempre correspondem com as prioridades exigidas pela gestão. Sejam de ordem jurídica para atender legislação e normas, sejam de cunho técnico para resolver problemas de engenharia ou, o mais crítico, quando depende de recursos financeiros e aprovação da comunidade. Ou seja, saber equilibrar o que é mais urgente com a disponibilidade financeira é sem dúvida o maior desafio. JS) Na sua opinião, quais sãos elementos de sucesso para um bom síndico e como os condomínios podem ajudar na gestão? Exercer liderança, cumprir com seus deveres, manter proximidade com os moradores e se dedicar ao trabalho são necessidades fundamentais para quem quer ser um bom síndico. JS) Com respeito a acessibilidade, sustentabilidade e educação ambiental, quais os desafios? Adequação das rampas, escadas e calçadas. Dar liberdade aos deficientes e idosos terem livre acesso, sem depender de ninguém é um ato de fraternidade. É uma forma de reconhecermos as diferenças, nos colocando no lugar do outro e tendo em mente que um dia podemos precisar das mesmas facilidades. JS) Hoje a segurança é uma questão primordial, medidas foram ou são tomadas para melhorar esta questão aqui no condomínio? Sim, estamos fazendo orçamentos para melhorar ainda mais nosso sistema. Estamos investindo sempre em comunicação relevante para que moradores e visitantes tenham as informações necessárias em casos de emergência ou acidentes. Investimos em treinamento para porteiros, zeladores e demais funcionários do condomínio. Também reforçamos as ações de conscientização dos moradores com relação ao acesso e a autorização de acesso de pessoas estranhas ao condomínio. Ou seja, investimos em tecnologia e reforçamos o compromisso de todos para com a segurança. JS) O condomínio foi premiado no concurso de coleta promovido pelo SLU e Assosindicos DF. Não. Desta vez ainda não foi possível atingir a pontuação necessária para receber o reconhecimento por essa boa prática. Mas vou continuar insistindo na mudança de hábitos em meu condomínio. Vou intensificar as ações de conscientização para a coleta seletiva e os benefícios que essa prática traz a coletividade. Espero assim ter resultados positivos para ser premiada na próxima edição do concurso. JS) Qual a mensagem você passaria para os futuros síndicos? Faça o dever de casa, custe o que custar, sem querer agradar a todos. Contrate empresas e profissionais que te auxiliem nas tarefas importantes da gestão condominial. Apresente de forma transparente o que é necessário fazer mesmo que os moradores não concordem. Leve os assuntos urgentes para a assembleia, apresente de forma técnica, transparente e sem rodeios. Com essa postura pude reverter grupos de oposição e obtive aprovação da maioria para sanar os problemas e investir em melhorias.

Prevenção

Problemas no para-raios podem prejudicar seu condomínio, veja como se prevenir

É obrigatória a instalação de para raios, em edifícios com mais de 10 metros Você sabia que o Brasil é o lugar com mais incidência de raios no mundo? No verão, o número das descargas elétricas atmosféricas é ainda maior e é preciso garantir que o seu condomínio esteja protegido e livre desse perigo. Segundo a NBR 5419, norma que regulamenta o equipamento no Brasil, é obrigatória a instalação do Sistema de Proteção para Descargas Atmosféricas (SPDA), os famosos para raios, em edifícios com mais de 10 metros. O síndico, além de ser responsável pela contratação da empresa, também deve lembrar de fazer a manutenção a cada seis meses. A não realização do procedimento pode custar caro, ocasionando acidentes e acarretando em responsabilidade penal para o síndico por negligência. E se para-raios não funciona? Um para raio atrai a descarga elétrica para suas pontas, levando a corrente para o solo por meio de cabos de pequena resistência. Já que a descarga tende a atingir o lugar mais elevado, eles são instalados no alto dos edifícios. Sem essa proteção, os condôminos estão sujeitos a: Choques Terem equipamentos, tanto pessoais quanto do condomínio, queimados. Perda da cobertura do seguro Ruptura de parte da estrutura Antena X para raios É recomendável o acompanhamento das instalações de antenas de TV e celular para garantir que elas fiquem aterradas, devidamente conectadas ao para-raios. Outro ponto de atenção é verificar se estão fazendo uma base para fixar o equipamento e não permitir que perfurem a laje, pois a medida pode acarretar problemas como infiltrações. Cabe ressaltar também é a luz-piloto, localizada no mastro, que identifica a altura do prédio. Assim que perceber que ela queimou, o ideal é trocá-la imediatamente. Agora que você já sabe como se precaver, não perca tempo! Confira se está tudo em dia com o seu condomínio e passe o verão sem receios e sem medo da chuva.

Administração de Condomínios

CRECI/DF autua porteiro por exercício ilegal na Asa Sul

DA REDAÇÃO CRECI/DF A Coordenadoria de Fiscalização do Conselho Regional de Corretores de Imóveis da 8ª Região (COFIS – CRECI/DF) realizou autuação por Exercício Ilegal da Profissão a um porteiro na SQS 310 Sul no Plano Piloto. “A lei é clara, somente Corretores de Imóveis inscritos no Conselho Regional podem atuar como intermediadores imobiliários, quem não possui registro e realiza negociação de imóveis de terceiros está cometendo um crime que é passível de multa e até detenção” disse o presidente do CRECI/DF, Geraldo Nascimento. A contravenção foi comprovada após denúncias na Ouvidoria do Conselho e a constatação da irregularidade em anúncios de jornal impresso de grande circulação no Distrito Federal. “Nossos fiscais analisam todas as denúncias que chegam até nos, após verificar que tal fato é procedente, realizamos a visita de autuação para iniciar o processo de denúncia-crime por atividade sem o devido registro”, apontou o diretor de Fiscalização, Marcus Scalércio. A lei 6.530/78 estabelece que “o exercício da profissão de Corretor de Imóveis será permitido ao possuidor de título de Técnico em Transações Imobiliárias e inscrição no Conselho”, por isso o exercício desta atividade por pessoas que não atendem aos quesitos viola o artigo 47 do Decreto-Lei 3.688/41 Lei das Contravenções Penais, o Art. 3º da Lei 6.530/78, bem como o Art. 5º, inciso XIII da Constituição Federal. Para evitar que funcionários de condomínios (porteiros, síndicos, zeladores e outros) exerçam esta atividade ilegalmente, nos próximos dias, o CRECI/DF firmará junto a sindicados ligados ao setor condominiais do DF, um Termo de Cooperação (TC) para levar informações e orientar os profissionais. “O CRECI/DF zela pela cidadania e o bem-estar da sociedade. Dessa forma, a cooperação da sociedade e de outras instituições é essencial ao combate dessa prática tóxica que assola o mercado imobiliário”, completou Geraldo Nascimento. Todos os processos são apurados e encaminhados para o Ministério Público Federal do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) para as devidas providências. As denúncias de pessoas exercendo ilegalmente a profissão de Corretor de Imóveis podem ser repassadas à Ouvidoria pelo portal www.crecidf.gov.br/ouvidoria, via telefone (61) 3321-1010 ou por mensagens de WhatsApp (61) 9 9943-1990, os seus dados serão mantidos em absoluto sigilo.

Últimas Notícias

Chuva aumenta risco de queda de energia e de danos em equipamentos

A brusca interrupção do fornecimento de energia elétrica é um problema que pode atingir os moradores de casas e apartamentos a qualquer momento, sem aviso prévio. Nos períodos mais chuvosos, as quedas tornam-se ainda mais comuns. Por isso, caso a rede elétrica não esteja funcionando de maneira adequada ou sem manutenção, os riscos de perda de aparelhos ligados à eletricidade aumentam. “Quando o tempo está chuvoso, a ocorrência de fatores climáticos, como raios e ventos fortes, pode atingir a rede elétrica da própria concessionária. Isso pode causar curto-circuitos, havendo a possibilidade de propagação dos efeitos até a rede elétrica do condomínio”, explica Leonardo Vasconcellos, engenheiro elétrico e professor da Universidade Federal da Bahia (Ufba). A confeiteira e estudante Mariana Sokolonski, 30, foi prejudicada após uma queda de energia no condomínio onde mora. “O umidificador do quarto onde dorme o meu filho de 8 anos parou de funcionar após o retorno”, conta. Segundo ela, o problema foi causado por uma falha nas instalações elétricas do local. “Fui informada de que a rede elétrica do prédio deveria estar ligada em três fases. Uma fase já estava queimada, funcionando em apenas duas”, completa, acrescentando que a falha foi descoberta após a vistoria de uma equipe da Coelba ao condomínio. A manutenção dos equipamentos de energia elétrica deve ser realizada pelos próprios condomínios através de profissionais especializados. Osvaldo José, síndico de um condomínio no bairro da Vila Laura, ressalta a importância de uma empresa especializada na manutenção. “Aqui, nos casos de falta de energia, os geradores costumam cobrir apenas a área comum. Se houver problemas com o apartamento individual, o indicado é que haja uma empresa para cuidar da manutenção”, afirma. “A parte que cabe à concessionária (Coelba) é a troca de aparelhos de medição de consumo, como contadores”, completa Kelsor Fernandes, presidente do Sindicato da Habitação da Bahia (Secovi-BA). Prevenindo problema A norma NBR 5410, da ABNT, estabelece as condições necessárias para o funcionamento adequado das instalações elétricas de baixa-tensão. Uma delas é a instalação de dispositivos de proteção contra surtos (DPS), responsáveis por desviar as anormalidades para a terra. “Eles devem ser instalados no quadro geral de energia do condomínio. Além disso, é necessária a presença de pessoas capacitadas para fazer a análise do local e, após isso, criar um projeto antes de instalar o dispositivo”, observa o professor Leonardo. Em caso de aparelhos eletrodomésticos danificados após quedas de energia, a Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba) orienta o registro da ocorrência por meio do telefone 116, ou do site www.coelba.com.br. Deverão ser informados a data e o horário da interrupção do fornecimento de energia elétrica, além de dados básicos sobre o equipamento danificado, como marca e modelo.

Manutenção Predial

Economia de energia no condomínio

A economia de energia se assemelha muito à economia de água dentro do condomínio. O primeiro ponto semelhante é a diminuição do valor da conta, que faz com que os moradores se engajem com mais facilidade. O outro ponto é que, para o condomínio conseguir economizar energia, ele precisa fazer um trabalho de conscientização com os moradores, pois o maior consumo se dá dentro das unidades e não nas áreas comuns. Saiba mais sobre economia de água em condomínio. Quando a atitude ambiental se relaciona com o financeiro, como no caso da energia, percebe-se que há um maior número de pessoas empenhadas em reduzir os gastos, e a gestão precisa tirar proveito disso. Porém, existem várias ações que o próprio condomínio pode fazer para economizar energia. Substituição de equipamentos Trocar equipamentos que ocasionam excesso de consumo de energia elétrica por outros de melhor rendimento. Implantação de instrumentos de controle As minuterias são dispositivos elétricos que permitem manter as lâmpadas acesas temporariamente. Existem dois tipos: a eletrônica e a eletromagnética, mas ambas permitem a instalação de sistemas coletivos ou individuais. No sistema coletivo, uma série de lâmpadas é conectada. O sistema individual é mais econômico que o coletivo e, ao contrário deste, permite ligar individualmente as lâmpadas de cada andar ao se acionar o botão de comando. Instalação de sensores de presença Também chamados de minuterias sensoriais, esses equipamentos acionam a iluminação ao detectar a presença de alguém ou de alguma coisa em movimento. Existem três tipos de tecnologias disponíveis: a infravermelho, de ultrassom e a dual. A de infravermelho é sensível a fontes de calor (corpo humano); a de ultrassom emite ondas de ultrassom que são rebatidas de volta ao receptor do sensor, acionando a iluminação; e a dual combina as duas tecnologias em um só equipamento. Substituição do chuveiro elétrico dos apartamentos e áreas comuns O chuveiro tradicional deve ser substituídos pelo uso de energia solar para aquecimento de água. A medida pode ser adotada através da instalação de coletores solares e do reservatório térmico. Entretanto, a implantação de sistemas de aquecimento solar em edificações existentes pode ser complexa e deve ser avaliada por especialista. Conscientização dos moradores A conscientização das pessoas ainda é a estratégia mais eficiente para a redução do consumo de energia. E, quando falamos em conscientização, também está em jogo a vigilância. Não só o síndico, como o zelador, os porteiros, os faxineiros e os próprios condôminos têm a responsabilidade de estar atentos aos hábitos que estão sendo prejudiciais à economia do condomínio.

Assessoria 

Lei faz com que áreas de academia em condomínios sejam fechadas

Pedro Conforte – Mais de 60 representantes de condomínios de Niterói procuraram a OAB da cidade com um pedido de ajuda: chegar a uma resposta para a lei, aprovada no ano passado, que obriga ter um profissional de Educação Física em todo condomínio que tenha uma área de academia. Para o presidente da comissão de direito imobiliário da OAB-Niterói, Marcelo Funes, a lei tem vícios e vários impactos negativos para estes condomínios. Além disso, o deputado estadual Fernando Salema (PSL) já estuda uma maneira de alterar a lei e deixá-la mais clara para atender as demandas tanto dos condomínios quanto dos profissionais de educação física. A Lei nº 8.070, é de autoria dos deputados Comte Bittencourt, Tio Carlos e Chiquinho da Mangueira. “Recebi um requerimento com mais de 60 assinaturas de condomínios em Niterói em tom de desespero. Condomínios da cidade já foram autuados e estão com as academias fechadas. A OAB sentiu uma necessidade de representar a sociedade, está afetando condomínios em todo o estado do Rio. Vamos ter um debate sobre a lei no dia 1° de abril, às 17 horas na OAB, mostrar o parecer do estudo que a comissão fez, afirmando que esta lei tem vários impactos negativos”, contou o Marcelo Funes. A lei, que foi sancionada em agosto do ano passado, obriga os condomínios que têm academia como área de lazer a manter um responsável técnico registrado no Conselho Regional de Educação Física da 1ª Região (CREF1). Em caso de descumprimento, os infratores estarão sujeitos à multa de até 1.000 UFIR-RJ, o equivalente a R$ 3.300. Para Funes, a lei tem lacunas e não fica claro o que é atividade física dirigida. “Se for seguir da maneira que está, então academias para terceira idade em praças também teriam que ter o profissional, porque não fica claro o que é atividade física dirigida”, contou. No ano passado, quando o a lei ainda era debatida na Alerj, diversas representatividades foram contrários ao projeto – de autoria do deputado Conte Bittencourt (PPS) -, como o Sindicato da Habitação do Rio (Secovi Rio), que fez um estudo mostrando que, considerando o piso regional da categoria para o Estado do Rio, de R$ 3.045,00, o impacto na taxa condominial seria de 16%. As reclamações chegaram também ao deputado Fernando Salema durante uma reunião sobre segurança em condomínios. Lá, levantaram esta pauta e o problema que tem causado aos prédios, inclusive com o fechamento das áreas de academia. “Estamos vendo dentro da legalidade, pretendo conversar com o outro lado [profissionais de educação física] para chegar a uma decisão que seja boa para todo mundo. Deixar a lei mais clara, porque ficou vaga, da maneira que está”, contou.

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