SLOT GACOR

Manutenção Predial

Manutenção Predial

GESTÃO DA REFORMA EM CONDOMÍNIOS

A construção civil tem colocado grande número de empreendimentos residenciais e comerciais no mercado, com a responsabilidade de preparar a sociedade para entregá-los dentro dos padrões técnico-legais necessários para cumprir com os requisitos dos usuários. O CBEPJUR anuncia novo curso na modalidade EAD com aulas AO VIVO. Gestão da Refoma em Condomínios. 🗓 Datas das aulas: 13/12 e 15/12/2021 Segunda e quarta-feira das 18:00 às 22:00 🔹 O objetivo específico do curso é preparar os profissionais para o exercício prático da gestão da manutenção e reformas em condomínios de forma correta e fundamentada. 🗣 Professor: MARIO GALVÃO ⤵️ – MBA em Construções Sustentáveis (UNICID); – Engenheiro Civil, Mestre em Desenho, Gestão e Direção de Projetos pela Universidad Europea del Atlánco (Espanha); – MBA em Gerenciamento de Projetos University of California-USA; – MBA em Gerenciamento de Projetos FGV- Fundação Getúlio Vargas; – MBA em Engenharia Diagnósca (UNIP/INBEC); – Inspetor Termográfico Nível I; – Inspetor de Estruturas de Concreto Armado e Pontes Nível I; – Assistente Técnico em ações judiciais envolvendo perícias de engenharia nos Fóruns do DF; – Membro da U.S. Green Building Council (USGBC Brasil); – Membro do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia do Distrito Federal – IBAPE/DF; – Membro da Comissão de Estudo de Perícias de Engenharia ABNT NBR 13752 (ABNT/CE-00:134.003); – Ex-Diretor da VECTOR FOILTEC, multinacional alemã especialista em fachadas, foi Responsável Técnico pela fabricação, montagem e execução das fachadas da ARENA PERNAMBUCO EM ETFE; – Professor de Pós-Graduação em Curso de Gestão e Direito Condominial; – Palestrante e Diretor Técnico da Ponsi Consultoria, Mário Galvão também é colunista de argos em portais e jornais nacionais das áreas condominial e de engenharia. – Autor livro Engenharia Condominial. – Autor cartilha Gestão da Manutenção em Condomínios. – Autor cartilha Gestão das Reformas em Condomínios. 🔹 INVESTIMENTO: 3x R$96,66 no cartão de crédito 📝 INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES: (21) 964599759 / 964665132 sac@cbepjur.com.br @mario.galvaojr @eng.mariogalvao #reforma #condominios #condominial #sindicoprofissional #cbepjur

Manutenção Predial

LIMPEZA DE FACHADA

Entenda o processo antes de fechar contrato! Por que fazer a limpeza de fachadas? A fachada de um edifício é formada pelas faces exteriores da edificação. Elas são as partes mais expostas às variações climáticas e, por isso, precisam de manutenções e limpezas periódicas — com maior ou menor frequência, dependendo dos tipos e da qualidade dos materiais empregados na construção. Fachadas compostas por vidros espelhados, por exemplo, precisam de limpezas com maior frequência do que uma fachada em concreto. No entanto, dependendo da localização do imóvel, do clima e da quantidade de automóveis que circulam próximo ao edifício, a frequência também pode mudar. Afinal, um prédio situado em uma grande avenida está mais exposto a sujeiras provocadas pela queima de combustível do que um imóvel estabelecido em uma rua com pouca circulação. Além das questões ligadas à higiene, existem duas razões principais a serem consideradas na hora de determinar sobre a limpeza da parte externa de um prédio: Prevenção de riscos e prejuízos Administradores prediais que realizam manutenção e limpeza de fachadas periodicamente conseguem descobrir problemas estruturais antes que eles se tornem uma questão incontornável. É possível perceber quando a impermeabilização da fachada começa a se deteriorar, por exemplo — o que afeta diretamente a estrutura do prédio e de suas unidades. Além disso, o profissional que realiza a limpeza consegue detectar rachaduras e alertar aos administradores do prédio para realizarem uma manutenção corretiva. Ou seja, não basta limpar, é preciso observar e relatar anomalias, que seriam impossíveis de detectar à distância. Valorização da edificação e das suas unidades no mercado imobiliário Um dos principais aspectos que valorizam um imóvel é a sua beleza aparente. Um prédio que possui uma fachada limpa e bem cuidada faz disparar os preços de locação dos apartamentos ou salas comerciais. Uma rápida pesquisa em sites de imobiliárias é o suficiente para constatar que não só os preços de aluguéis, mas também os de vendas, são invariavelmente mais caros, quando uma fachada é bonita e higienizada. COMO A LIMPEZA É FEITA É possível utilizar o alpinismo industrial, balancins, andaimes ou até o simples hidrojateamento para realizar a limpeza da fachada. No entanto, a escolha da técnica precisa levar em consideração o material, a estrutura e o tipo de construção. Logo, para definir como a limpeza será feita, é necessário avaliar alguns itens importantes, como veremos abaixo. Quais pontos de atenção precisam ser levados em conta? Existem 5 itens que precisam ser considerados na limpeza de fachadas: 1. Tipo de revestimento da construção 2. Grau de sujeira 3. Altura do prédio 4. Acessibilidade 5. Produtos Os tipos mais comuns de revestimento são: cerâmica; vidro (espelho); pastilha; textura; concreto; placas de aço. Mais informações: More High Serviços em Altura (61)98500-0059 (61)4102-7788 morehigh.bsb@gmail.com

Manutenção Predial

MANUTENÇÃO PREDIAL

O que é manutenção predial? O conceito de manutenção predial envolve os serviços e atividades que buscam promover e garantir as condições de segurança e conservação das edificações, segundo o que determina o projeto de construção das mesmas. Essas atividades e serviços englobam todas as ações que promovem a qualidade de vida dos moradores e ou usuários, como limpeza, pintura, reparos elétricos e hidráulicos, dentre outros. Existem 3 diferentes tipos de manutenção predial: a corretiva não planejada, que é aquela que precisa ser executada emergencialmente, para corrigir um problema detectado; a preventiva, que é a que deveria ser feita por todas as edificações, para constatar um problema antes mesmo que ele possa vir a prejudicar a estrutura ou organização do prédio; e a corretiva planejada, onde o problema foi detectado e um projeto para correção do mesmo foi planejado para ser executado com segurança. Manutenção de fachadas em Brasília Condomínios e edifícios comerciais necessitam de intervenções e manutenções periódicas, mas, de tempo em tempo, a revitalização da fachada também pode agregar ar mais moderno ao empreendimento. A More High serviço em altura trabalha com a restauração e reforma de fachada de edifícios em Brasília e região, modernizando, valorizando o imóvel e aumentando a vida útil do prédio. ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA DE OBRAS E SERVIÇOS A Lei n° 6.496, de 7 de dezembro de 1977, que instituiu a Anotação de Responsabilidade Técnica-ART, estabelece que todos os contratos referentes à execução de serviços ou obras de Engenharia, Agronomia, Geologia, Geografia ou Meteorologia deverão ser objeto de anotação no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia – Crea-DF.Conforme estabelece a Resolução nº 1.025, de 2009, do Confea, fica sujeito à anotação de responsabilidade técnica no Crea em cuja circunscrição for exercida a respectiva atividade: todo contrato referente à execução de obras ou prestação de serviços relativos às profissões vinculadas à Engenharia, Agronomia, Geologia, Geografia ou Meteorologia; e todo vínculo de profissional com pessoa jurídica para o desempenho de cargo ou função que envolva atividades para as quais sejam necessários habilitação legal e conhecimentos técnicos nas profissões retromencionadas. A anotação é feita por meio do formulário eletrônico, disponível no sítio do Crea-DF na Internet. Nele são declarados os principais dados do contrato firmado entre o profissional e seu cliente (no caso de profissional autônomo), ou ainda entre o contratado e o contratante (no caso de profissional com vínculo empregatício). IMPORTÂNCIA DA ART Para as instituições , a apresentação das ARTs pelos profissionais autônomos, empresários ou empresas assegura que as atividades contratadas são desenvolvidas por profissionais habilitados, uma vez que registra a responsabilidade técnica pela obra ou serviço. TIPOS DE ART Quanto à tipificação, a ART pode ser classificada em: – ART de obra ou serviço, relativa à execução de obras ou prestação de serviços inerentes às profissões abrangidas pelo Sistema Confea/Crea; – ART de obra ou serviço de rotina, denominada ART múltipla, que especifica vários contratos referentes à execução de obras ou à prestação de serviços em determinado período; – ART de cargo ou função, relativa ao vínculo com pessoa jurídica para desempenho de cargo ou função técnica. Serviços de revitalização de fachadas Avaliação de danos na estrutura Projeto de reforma e revitalização Tratamento de trincas Junta de dilatação Reparação de defeitos estruturais Nova pintura e manutenção de pintura Instalação de acabamentos Reforço estrutural Entre outros. Mais informações: More High Serviços em Altura (61)98500-0059 (61)4102-7788 morehigh.bsb@gmail.com

Manutenção Predial

A seca chegou! Entenda porque esse é o melhor período para pintar o seu condomínio.

Seja em condomínios verticais, horizontais ou prediais, o cuidado com as áreas externas é fundamental. A aparência dos imóveis é uma introdução de como eles são por dentro e da administração realizada pelo síndico. E é muito importante deixar uma boa primeira impressão, não é mesmo?   Se a fachada do seu prédio ou guarita está com a pintura desgastada e os moradores já estão reclamando daquela parede descascada, não espere muito tempo: você pode ter que pagar por reparos que vão além da manutenção com tinta.   Com o início da seca, chegou a melhor época para fazer a pintura externa! A umidade baixa faz com que a tinta seque mais rápido, diminuindo o intervalo entre cada demão. Por outro lado, as chuvas podem mudar a composição dos materiais e prolongar o tempo de cura, além de favorecer o aparecimento de bolhas – nada prático, né?   Mas e se houver a necessidade de obras antes ou depois da seca? Não está proibido fazer reformas no período de chuvas, mas durante esta época é necessário ter mais cautela com a segurança da obra e dos trabalhadores! E, com as variações do clima, o prazo pode se estender um pouco mais.   O que realmente define o sucesso de qualquer projeto é poder contar com uma equipe experiente que tenha como prioridade reunir profissionais especialistas para a sua execução. É por isso que a Pepe Tintas se coloca à disposição para tirar todas as dúvidas e atender você, síndico, da melhor forma possível!   Aproveite o desconto exclusivo que oferecemos para condomínios e conte com a Pepe para a sua reforma!   www.pepetintas.com.br

Manutenção Predial

Cuidados com infiltrações e impermeabilização

Infiltrações e impermeabilização são dois assuntos que sempre causam transtorno para os síndicos. O primeiro é um dos problemas mais comuns no condomínio, que provoca desconforto em todos os envolvidos. O segundo, é um assunto técnico que muitos síndicos ainda não dominam muito bem.  O que é infiltração? Infiltrações são penetrações de água nas paredes, teto, piso e demais ambientes. Estão no topo da lista dos problemas mais chatos de resolver, pois danifica a estrutura da edificação,  aumenta os custos da conta de água, e, se não for resolvido prontamente, pode trazer muitos prejuízos no bolso e na saúde do condomínio e dos condôminos envolvidos.  Como detectar uma infiltração? Infiltrações no condomínio podem trazer uma série de problemas ao condomínio e, por isso, é muito importante que o síndico esteja atento aos primeiros indícios. Existem alguns sinais que apontam a possibilidade de infiltração: -Umidade na parede -Manchas escuras no teto e paredes -Pintura descascando ou com bolhas -Rachaduras no teto -Azulejos soltos -Presença de mofo -Rodapés soltos e/ou manchados Para sanar qualquer dúvida, peça para que o zelador dê uma conferida no local para confirmar (ou não) a suspeita de infiltração no condomínio. Se realmente for um vazamento, é necessário entrar em contato imediatamente com um prestador de serviços para resolver o problema. Também é importante notificar as unidades vizinhas sobre o vazamento.  Como resolver infiltrações no condomínio?  Infiltração no teto Para resolver uma infiltração no teto, a primeira coisa a fazer é identificar por onde a água está entrando. Não perca tempo querendo corrigir o reboco, forro ou pintura antes de encontrar o foco da infiltração. No caso de coberturas, a infiltração pode estar no telhado. É comum que as telhas passem por um processo de desgaste natural, ressequem e quebrem, criando brechas na barreira que protege a laje da água da chuva. Nessas situações, a solução é corrigir o telhado com reparos pontuais, aplicar telhas com vedação ou, se o quadro for mais grave, refazer todo o telhado ao invés de apostar em obras paliativas que não solucionam o problema.  Infiltração na laje O método mais tradicional de impermeabilização de laje é com a manta asfáltica. Indicada para lajes que não terão tráfego de pessoas (apenas para manutenção), a manta asfáltica é composta por uma mistura de asfalto com outros minerais e pode ser aplicada por qualquer empresa com mão-de-obra especializada. Por ser uma prática bastante comum no país, é necessário que o síndico tome cuidado na hora de contratar o serviço. Algumas outras tecnologias que podem resolver infiltrações na laje são: aplicação de mantas aluminizadas, mantas ardosiadas, sistemas feitos com poliéster. Infiltração na parede Novamente, antes de sair corrigindo as marcas visíveis de infiltração nas paredes, é importante descobrir a origem real do vazamento. Infiltração na parede quase sempre é um sintoma de um vazamento em outro local, então busque a origem do problema. Às vezes o real responsável pela umidade na parede é uma laje que foi mal impermeabilizada ou um vazamento nas tubulações de água ou esgoto. Fissuras e rachaduras nas paredes externas e internas do condomínio podem causar infiltrações devido às chuvas, o que resulta em bolhas na pintura, bolor e manchas nas paredes da unidade. Nesse caso, o problema só será resolvido quando as rachaduras forem corrigidas.  Infiltração na caixa d’água A limpeza da caixa d’água deve ser feita pelo menos a cada seis meses e o síndico deve utilizar esse momento para conferir se não há indícios de vazamentos, como manchas esbranquiçadas e cristais de sair no lado de fora da aparelhagem. Se algum desses fatores surgirem na caixa d’água do condomínio que você gerencia, entre em contato com uma empresa especializada. Recomendamos utilizar uma Planilha de Controle do Condomínio para nunca esquecer dessas manutenções periódicas de extrema importância.  Infiltração na fachada do prédio Muitas vezes as infiltrações ocorrem na fachada do prédio, especialmente se for um edifício mais antigo. Habitualmente, esses problemas acontecem devido a microfissuras nas paredes devido a ação do tempo, da chuva, sol, frio e calor que acaba dilatando os materiais. Tudo isso faz com que o reboco da fachada se desprenda, permitindo que a água entre. Antes de começar a obra, confira se não há nenhuma calha entupida ou cano mal vedado. Se não, indica-se retirar o reboco e refazê-lo utilizando um impermeabilizante. Revestir a parede com cerâmica também pode ser útil. E quando a infiltração ocorre em um imóvel alugado? A Lei do Inquilinato determina que o proprietário deve arcar com as despesas quando a infiltração ocorre apenas na unidade e é resultado do desgaste natural da estrutura. Agora, se a infiltração surgiu por causa de uma reforma ou mudança feita pelo inquilino, aí é ele quem deve pagar pelo conserto. O condomínio só deve assumir a responsabilidade com o reparo dos danos de infiltração se o estrago ocorrer ou tiver origem em alguma área comum, como piscina, caixa d’água, paredes externas, laje, salão de festas, garagem, entre outros. Resumindo, a melhor forma de resolver problemas de infiltração no condomínio é a manutenção e conferência periódica das calhas, canos, drenos, condutores de águas pluviais, laje e caixa d’água de seis em seis meses e  investir em um bom sistema de impermeabilização do condomínio.  O que é impermeabilização? Impermeabilização é a técnica de proteger uma área de um imóvel contra a ação da água. O processo é feito com a aplicação de produtos específicos e impede a ocorrência de infiltrações e vazamentos, aumentando a vida útil do patrimônio e garantindo a qualidade de vida no local.  Como funciona a impermeabilização em condomínios? A primeira coisa a fazer é entrar em contato com empresas especializadas. Nenhuma impermeabilização pode ser orçada sem uma vistoria técnica, então aproveite para conferir se as empresas contatadas oferecem inspeções gratuitas. Durante essa inspeção serão avaliadas as áreas com pontos de vazamentos e também é entregue o orçamento informando o tipo de material que será utilizado. Existem diversas técnicas de impermeabilização para condomínios, portanto o valor e o tempo de obra podem variar

Manutenção Predial

Obras em áreas comuns: cuidado!

Quando da realização de obras e/ou benfeitorias em áreas comuns, por menor que sejam, que venham a alterar a destinação original do local, necessitamos do voto de 100% dos condôminos em assembleia. Estamos aqui tratando de qualquer mínima ação humana que venha alterar uma área de forma diferente do original da edificação. Podemos citar a instalação de vasos, parquinhos, construção de churrasqueiras e bicicletários, criação de vagas de estacionamento de visitantes, aluguel do apartamento do zelador e tantas outras benfeitorias que visam, basicamente, melhor utilizar determinada área comum. Além da proibição da alteração de destinação de área sem o voto de 100% dos condôminos, existe também a proibição de que as alterações nas áreas comuns venham a prejudicar, por menor que seja, a utilização plena das áreas por qualquer condômino, salvo se 100% deliberar neste sentido. Tais entendimentos são oriundos das segundas partes dos artigos 1.342 e 1.351 do Código Civil, onde o primeiro dita “… não sendo permitidas construções, nas partes comuns, suscetíveis de prejudicar a utilização, por qualquer dos condôminos, das partes próprias, ou comuns.” e o segundo artigo traz que “a mudança da destinação do edifício, ou da unidade imobiliária, depende da aprovação pela unanimidade dos condôminos;” É comum a utilização destes artigos em ações judiciais visando o veto de pequenas obras em áreas comuns e que, mesmo que diminutamente, privam o condômino de utilizar a área conforme ela foi concebida pelo construtor e/ou diminuem a sua possibilidade de utilização. Os termos obras, benfeitorias e construções são aqui interpretados praticamente como sinônimos, buscando assim não restar o condomínio à mercê da interpretação judicial dos termos e, assim, garantimos ainda mais o sucesso do condomínio com as obras em áreas comuns. Finalizo frisando que as obras em áreas comuns devem ser amplamente divulgadas e debatidas em assembleias para que todas as dúvidas sejam sanadas e que os votos sejam realizados documentalmente e de forma declarada. No mesmo sentido, os procedimentos para realização da assembleia para coleta quorum de 100% também necessitam ser cuidadosamente realizados, tais como a convocação, realização da reunião e registro da competente ata.

Manutenção Predial

Tudo sobre o encanamento do condomínio e como evitar entupimentos

O descarte incorreto de materiais pelo encanamento ainda é uma das principais causas do entupimento. Um cheiro ruim vindo de um apartamento vizinho, a água que começa a retornar vinda do ralo da pia, vazamentos nas áreas comuns, água escorrendo pelo teto do banheiro, todas essas são situações viram motivo para ligar para o síndico. Mas você sabe quem é o responsável nos casos de entupimento dos canos, vazamentos e outros problemas no encanamento do condomínio? Confira algumas dicas para evitar esses contratempos em seu condomínio. Como funciona o encanamento do condomínio? Em geral, os prédios são abastecidos por uma rede de encanamento horizontal e outra vertical. A primeira é destinada ao encanamento das unidades individuais, ou seja, dos apartamentos, cuja responsabilidade é de cada morador. A vertical serve para abastecer o encanamento do condomínio com água, inclusive a rede horizontal, e também conduz o esgoto para o local adequado. Além disso, para facilitar a localização dos encanamentos do condomínio, em geral, seguem-se cores padronizadas para cada necessidade, seguindo o seguinte padrão: Água limpa: verde; Esgoto: marrom; Parte elétrica: cinza; Água quente: azul; Hidrante: vermelho; Gás: amarelo. Melhor atuar na prevenção O descarte incorreto de materiais pelo encanamento ainda é uma das principais causas do entupimento dos canos nos condomínios. A maioria dos edifícios não possui uma tubulação preparada, por exemplo, para o descarte de papel higiênico, absorventes e outros materiais por meio do vaso sanitário. Na pia, não é diferente. É preciso ficar atento aos restos de comida, pedaços de lacres plásticos e outros detritos para que não sejam descartados, mesmo que sem intenção, no ralo da pia. Outra prática comum e que deve ser evitada é o descarte do óleo de cozinha na pia. Esse resíduo deve ser direcionado para uma coleta especial, do contrário, pode potencializar o entupimento, a medida que serão formadas crostas nos canos, com a aglutinação do óleo e os demais materiais. Além do problema ambiental que pode gerar, por conta da contaminação do solo. Então, além de atuar na conscientização dos condôminos sobre o descarte adequado, é necessário fazer a manutenção preventiva em toda a rede de encanamento, tanto na horizontal, quanto na vertical. Assim, qualquer problema futuro pode ser identificado antes mesmo de que haja um vazamento ou entupimento do encanamento. Nessa manutenção, todos os ralos do condomínio são limpos pela empresa contratada, muitas vezes incluindo os dos apartamentos. Em termos de periodicidade, indica-se que essa limpeza seja feita duas vezes por ano. Com essa frequência, além de se evitar os vazamentos e entupimentos, haverá economia para o condomínio, pois, o atendimento em condição emergencial, em geral, custará mais caro que o programado. De quem é a responsabilidade? O primeiro passo para identificar a origem do problema e, com isso, de quem é a responsabilidade é verificar se o vazamento ou o entupimento está localizado na tubulação vertical ou horizontal, para entender se é do condomínio como um todo ou de alguma unidade individual. No caso de se tratar do abastecimento geral, ou seja, da tubulação vertical, a responsabilidade é do condomínio e cabe ao síndico a contratação de um prestador de serviço. Por isso, o ideal é que já haja uma manutenção preventiva e programada dentro do orçamento anual do condomínio, que costuma ser aprovado pelos condôminos em assembleia. Quando o problema for identificado em uma unidade individual, a responsabilidade é do condômino. Na situação, por exemplo, em que o vazamento ocorre no teto do banheiro, em geral, o contratempo deve ter como origem o apartamento de cima, que será responsabilizado e cobrado pelo conserto. Fonte: FiberSals

Manutenção Predial

Instalações elétricas prediais: Qual a importância da inspeção elétrica em uma edificação?

As instalações elétricas de um edifício podem ser consideradas o sistema nervoso de uma edificação. Sem a energia elétrica praticamente todas as atividades, mesmo as mais corriqueiras, ou são impactadas de forma leve ou mesmo paralisadas de forma total. Para que se tenha um diagnóstico completo de um sistema elétrico de um edifício, seu estado operacional, grau de conservação e segurança é importante que sejam realizadas inspeções periódicas por meio de ensaios não destrutivos em todo sistema elétrico do prédio. Para abordar um pouco mais sobre este assunto, o Eng. Civil Especialista Mário Galvão conversou com o Eng. Eletricista Júlio César da Silva Máximo, para auxiliar o síndico sobre este assunto. Eng. Mário Galvão: Júlio, qual a importância da inspeção periódica no sistema elétrico de um edifício? Eng. Júlio César: Mário, praticamente todas as atividades humanas hoje dependem da energia elétrica para serem realizadas. E num prédio esta dependência aumenta, imagine passar um dia sem elevador, sem portão automático, sistema de segurança, etc. Apenas esta razão já é o suficiente para colocar a inspeção elétrica como um tema usual no planejamento anual do síndico, mas não devemos esquecer também dos riscos de acidentes decorrentes de um sistema elétrico defeituoso que pode trazer graves consequências (incêndio, dano material, morte). Eng. Mário Galvão: Qual profissional deve ser contratado para realizar a avaliação do sistema elétrico? Eng. Júlio César: Um engenheiro eletricista, pois este é o profissional habilitado para esta atividade. Importante ressaltar que a atividade de engenharia diagnóstica requer experiência prática e é baseada em inúmeras normas técnicas e no emprego de equipamentos de medição específicos, sendo, portanto importante que seja contratado um profissional especializado e experiente. Eng. Mário Galvão: Quais principais sinais que indicam que o sistema elétrico apresenta problemas? Eng. Júlio César: Podemos exemplificar o desligamento corriqueiro de disjuntor, queima de equipamentos elétricos, choque elétrico e queima anormal de lâmpadas como os sinais mais comuns, entretanto a maioria dos problemas e anomalias de um sistema elétrico somente são detectados por profissionais da área e com o emprego de equipamentos de medição específicos, como por exemplo, câmeras termográficas. Ou seja, há casos em que não há a sinalização prévia. Porém temos que destacar que estes são o resultado de problemas que já poderiam ter sido detectados anteriormente por meio das inspeções e vistorias periódicas determinadas pelas normas técnicas vigentes. Eng. Mário Galvão: Quais os principais procedimentos devem ser adotados durante a inspeção elétrica? Eng. Júlio César: O ponto de partida deve ser o levantamento da documentação técnica do sistema elétrico (projeto Como Construído, laudos de vistorias anteriores, memorial descritivo, etc), acrescido de informações colhidas junto ao síndico de problemas pontuais já constatados, intervenções e alterações executadas no sistema. Da análise destes documentos técnicos resulta a elaboração de uma Lista de Verificação específica e que será a base para a segunda etapa, que é a inspeção do sistema, onde, além da análise visual para identificação de anomalias visíveis, são realizadas as medições necessárias com o emprego de equipamento (obrigatório possuir certificado de calibração). A parte final compreende a elaboração do Laudo de inspeção conclusivo compreendendo entre outros: relatório fotográfico, Lista de Verificação preenchida, certificado de calibração dos equipamentos empregados, certificado do profissional para o caso de inspeção termográfica e todo e qualquer dado que evidencie as informações apresentadas. Eng. Mário Galvão: Após a inspeção do sistema elétrico, quais medidas devem ser tomadas? Eng. Júlio César: Após o recebimento do Laudo o síndico deve contratar empresas / profissionais especializados, devidamente registrados no CREA, para a execução dos serviços corretivos necessários. Esta é a melhor forma de resgatar o nível operacional do sistema elétrico e recuperar parte da vida útil do sistema instalado. Eng. Mário Galvão: A imagem termográfica abaixo identifica um aquecimento: O não cumprimento das “Manutenções Prediais” previstas nos Manuais dos proprietários e de áreas comuns pode acarretar multas, acidentes, não pagamento do sinistro pela seguradora e até interdição da edificação.

Manutenção Predial

Sistema hidráulico dos edifícios tem a vida útil limitada

Torneiras, registros, descargas, encanamentos e outros itens que permitem a circulação da água devem ser checados com frequência Como outros elementos que compõem a estrutura das edificações, a parte hidráulica dos edifícios tem a vida útil limitada, o que exige manutenções frequentes para prevenir ou corrigir danos. Por esta razão, torneiras, registros, descargas, encanamentos e outros itens que compõem o sistema hidráulico, isto é, que permitem a circulação da água nos condomínios devem ser checados com frequência, principalmente nos prédios mais antigos. De acordo com o engenheiro Everton Carvalho, entre os problemas mais comuns estão: vazamentos, sinais generalizados de umidade e até mesmo a baixa pressão da água, pois os tubos de ferro geralmente apresentam oxidação de suas superfícies internas e deposição de material. Vida útil dos materiais Segundo o especialista, a vida útil de uma instalação hidráulica varia muito em função da qualidade do produto utilizado e do serviço executado, porém a tubulação em ferro galvanizado raramente dura mais do que 25 ou 30 anos. “É fundamental que seja feita uma checagem de tempos em tempos para ver se as descargas e torneiras estão em bom funcionamento”, orienta Carvalho. Conforme o engenheiro, a individualização das contas de água tem sido uma alternativa para conter o desperdício em muitos condomínios. “Os gastos com a água costumam ficar em segundo lugar no ranking das maiores despesas mensais, atrás apenas do pagamento dos funcionários. É uma despesa que pesa no orçamento condominial”. Economia Bruno Nagel, síndico do condomínio Solar Angra dos Reis, em Florianópolis, precisou fazer vistorias para verificar possíveis vazamentos e contou com a colaboração dos moradores. “As vistorias foram aprovadas em assembleia e solicitamos ao zelador que inspecionasse todas as unidades. Quando constatado algum vazamento nas torneiras, registros ou descargas indicava-se o material a ser comprado pelo proprietário e o próprio zelador fazia o conserto. Caso o vazamento fosse na rede de água ou de esgoto do apartamento, o proprietário era notificado e orientado a contratar um profissional para executar os reparos”, explica Nagel. Segundo o síndico, durante as visitas foram identificados diversos problemas, sobretudo em torneiras e descargas: “Efetuamos a troca de vários vedantes de torneiras e reparos em válvulas de descarga, que foram feitos pelo próprio zelador. Esta ação gerou uma redução de 10% na conta de água”. Tubulações Adilson Cosme de Oliveira Pereira, síndico do condomínio Avalon, no bairro Balneário do Estreito, em Florianópolis, também tem se deparado com alguns problemas de vazamentos nas tubulações de água quente. Segundo ele, para solucionar o problema alguns apartamentos estão trocando toda a tubulação, enquanto que outros estão substituindo o aquecedor pelo chuveiro elétrico. A responsabilidade do conserto e as despesas ficam a cargo dos próprios moradores, conforme acordado na Convenção do Condomínio. “Temos resolvido os problemas sem a necessidade de notificar. Apenas entramos em contato com os moradores informando sobre o vazamento e eles dão encaminhamento ao conserto”, relata o síndico. Em relação às estruturas externas do condomínio, a cada seis meses, Pereira contrata uma empresa especializada para a manutenção e limpeza dos encanamentos e tubulações. “Nossa ação é preventiva. Antes fazíamos a manutenção anual, mas tivemos um problema de entupimento da caixa de gordura, por isso passamos a fazer a cada seis meses”, relata o síndico. Fonte Site Parceiro: www.sindiconews.com.br

Manutenção Predial

Seu condomínio possui válvula redutora de pressão? Saiba como cuidar deste equipamento

A válvula redutora de pressão é um equipamento hidráulico para reduzir as pressões nas tubulações acima de 10 pavimentos, muitas vezes referidas como reguladores do fluxo de uma vez até um nível de pressão determinado seja atingido, esses dispositivos são utilizados para fins de redução de pressão de água, onde a pressão esteja acima do que é estipulado pela norma ABNT NBR 5626:1998, a saber, acima de 40 mca. Problemas que ocorrem na ausência ou na ineficiência das Válvulas Redutoras de Pressão: Ruptura de tubulação, conexões e flexíveis; Ruídos na tubulação; Golpe de aríete; Desconforto no banho; Excessivo consumo de água; Panes nas maquinas de lavar louça e roupa. As válvulas redutoras de pressão geralmente podem ser configuradas para qualquer nível de pressão necessária a jusante (lado contrário a nascente) que se encaixa dentro dos parâmetros de construção da válvula com a finalidade de regular a pressão de saída da água para setores coletivos da rede de distribuição predial de água fria e/ou quente, visam regular a pressão da rede de modo a não haver danos nos ramais pela excessiva pressão da água. APLICAÇÃO DO SISTEMA Em edifícios altos, é importante a gestão da pressão a qual é definida em projeto para que o sistema mantenha um perfeito desempenho e vida útil. Nos edifícios que são abastecidos de água a partir de um reservatório superior, a pressão na tubulação de água em decorrência da gravidade é maior nos andares inferiores e dependendo da altura a mesma se não for controlada poderá ultrapassar limite e ocasionar danos da própria tubulação da prumada e ramais adjacentes. PERIODICIDADE DA MANUTENÇÃO De acordo com a ABNT NBR 5626:1998, a manutenção dessas válvulas deve ser realizada uma vez a cada 6 meses, para verificar eventual emperramento. É importante que o procedimento seja realizado por empresa especializada, garantindo que o sistema trabalhe de forma correta. CUIDADOS  Existem diferentes tipos de válvulas e modelos de aplicação, a manutenção, a regulagem e drenagem da rede deverá ser feita por empresa e/ou profissional especializado, onde os sistemas não devem serem alterados, pois se realizado por pessoa despreparada poderá agravar o problema e causar consequências graves, abaixo imagens de serviços realizados por profissionais não habilitados: A figura abaixo apresenta o cavalete 01 ao lado do apartamento, sendo possível observar a inexistência de manômetro, vazamento nas conexões da tubulação e registro de gaveta fechado (instalado na horizontal), indicando que a água não está passando pela VRP e sim passando diretamente pela tubulação vertical. Detalhe das válvulas redutoras de pressão e vazamento da tubulação ao lado da unidade autônoma A figura abaixo apresenta o cavalete 02 ao lado do apartamento, sendo possível observar a inexistência de manômetro e registro de gaveta fechado (instalado na horizontal), indicando que a água não está passando pela VRP e sim passando diretamente pela tubulação vertical. Detalhe das válvulas redutoras de pressão ao lado da unidade autônoma A figura abaixo apresenta o cavalete 03 ao lado do apartamento, sendo possível observar a inexistência de manômetro e registro de gaveta fechado (instalado na horizontal), indicando que a água não está passando pela VRP e sim passando diretamente pela tubulação vertical. Detalhe das válvulas redutoras de pressão ao lado da unidade VERIFICAÇÕES PERIÓDICAS  As realizações das manutenções periódicas devem serem realizadas por profissional habilitado, são premissas para a garantia do desempenho, funcionalidade e aumento da vida útil da válvula redutora de pressão, onde também serão mitigados danos aos demais sistemas construtivos da edificação. Entenda como as válvulas redutoras de pressão funcionam no exemplo a seguir: Detalhe das válvulas redutoras de pressão conforme projeto executivo Sugestão de esquema de montagem do cavalete para as VRP Sugestão de montagem do cavalete para as VRP   Recomenda-se, adicionalmente, a instalação de elemento filtrante em aço inox na tomada de água interna do reservatório superior de água (Figura 19a) ou de filtro Y (Figura 19b) a ser instalado diretamente no cavalete das VRP. Em ambas as situações, o elemento filtrante será responsável pela filtragem de partículas presentes na água de abastecimento, elevando a vida útil e desempenho das VRP. (a) Elemento filtrante em aça inox a ser instalado no reservatório superior; (b) filtro Y para filtragem de partículas na tubulação do cavalete das VRPA MELHOR MANUTENÇÃO EM VÁLVULA REDUTORA DE PRESSÃO A periodicidade das manutenções prediais são uns dos grandes desafios do síndico e esse equipamento aparentemente parecer uma manutenção extremamente popular, não é difícil encontrar profissionais que ofereça a manutenção em válvula redutora de pressão, porém, a maioria deles não está apto a atuar no segmento e não possuem os atributos básicos para entregar resultados de qualidade, como mão de obra especializada, equipamentos de alta tecnologia, ou certificados de expertise comprovada no segmento.PROFISSIONAL HABILITADO PARA O SERVIÇO As realizações das manutenções periódicas devem serem realizadas por profissional habilitado e com treinamento comprovado para a realização dos serviços que irá fazer. Desta forma, a garantia do desempenho, funcionalidade e aumento da vida útil da válvula redutora de pressão não será comprometida. Além de mitigar possíveis danos aos demais sistemas construtivos da edificação. Por tanto, o Síndico deve ter muito cuidado na contratação deste profissional pois a responsabilidade recairá sobre si mesmo em caso de acidente com o sistema. Certifique-se de que o profissional é um técnico especializado e possui conhecimento comprovado em VRP’s pois os prejuízos decorrentes de manutenção precária podem ser incalculáveis do ponto de vista financeiro. Sem mencionar os riscos de acidentes caso venha a romper redes inteiras inundando áreas comuns e privativas do condomínio. Por esse motivo, é altamente indicado que o síndico tenha disponível em seu condomínio serviço de  Consultoria Técnica Especializada cujo profissional ou equipe irá auxiliá-lo à tomar sempre a melhor decisão. Assista ao vídeo e entenda melhor como as VRPs funcionam: https://www.facebook.com/PonsiConsultoria/videos/262034461338312/?t=86

Conheça melhor

Home

Parceiros

Seja Parceiro

Contatos

Sobre Nós

Informe-se

Últimas Notícias

Distrito Federal

Editoriais

Colunas

Classificados

Links Importantes

Política de Privacidade

Edições em PDF

Eventos e Cursos

Contatos

Fundado em Abril de 1984 por Vicente Vecci - Brasília DF

slotgacor
slot gacor 777
Depo 5K
Judi Casino Online
Slot Server Thailand